domingo, 30 de outubro de 2016
sábado, 29 de outubro de 2016
O estado da minha cultura...
Caso de sucesso em Portugal, onde esgota sempre as salas por onde passa, a Glenn Miller Orchestra, dirigida pelo Maestro Ray McVay, regressa ao nosso país e vai estar esta noite no CAE.
A Glenn Miller Orchestra continua a encantar nos seus espetáculos com a interpretação de grandes sucessos como “Moonlight Serenade”, “In The Mood”, “Tuxedo Junction” ou “Chattanooga Choo Choo”.
Ray McVay dirige cerca de 20 talentosos músicos e cantores nesta big band que, em duas horas de espectáculo, como num estalar de dedos, nos faz recuar até aos anos trinta.
Só que:
Espectáculo com a Glenn Miller Orchestra
Sábado | 29 de outubro | 21h30 | Entrada: 25,00 e 30,00 euros.
Confesso que tenho um fraquinho por eles, sou um admirador furioso deste tipo de música.
Cheguei a estar perto do CAE.
25 ou 30 euros, por um espectáculo desta categoria no CAE, talvez até nem seja caro. Sobretudo, por se tratar de um bom espectáculo, não é caro.
Mas, pensei: este mês já tive de pagar quase 300 euros de uma despesa extraordinária, mais água, mais luz, mais gás, mais telemóvel, mais internt, mais combustível para o carro, mais a comida e um ou outro banho, só de vez em quando.
E voltei a pensar. A Glenn Miller Orchestra ou 300 euros de uma despesa extraordinária, mais água, mais luz, mais gás, mais telemóvel, mais internt, mais combustível para o carro, mais a comida e um ou outro banho, só de vez em quando.
E pensei de novo: a Glenn Miller Orchestra ou 300 euros de uma despesa extraordinária, mais água, mais luz, mais gás, mais telemóvel, mais internt, mais combustível para o carro, mais a comida e um ou outro banho, só de vez em quando.
Em nome da cultura falida, nesta cidade e neste Portugal, a despesa extraordinária, mais água, mais luz, mais gás, mais telemóvel, mais internt, mais combustível para o carro, mais a comida e um ou outro banho, só de vez em quando, venceu...
E só eu sei porque fiquei em casa!
A Glenn Miller Orchestra continua a encantar nos seus espetáculos com a interpretação de grandes sucessos como “Moonlight Serenade”, “In The Mood”, “Tuxedo Junction” ou “Chattanooga Choo Choo”.
Ray McVay dirige cerca de 20 talentosos músicos e cantores nesta big band que, em duas horas de espectáculo, como num estalar de dedos, nos faz recuar até aos anos trinta.
Só que:
Espectáculo com a Glenn Miller Orchestra
Sábado | 29 de outubro | 21h30 | Entrada: 25,00 e 30,00 euros.
Confesso que tenho um fraquinho por eles, sou um admirador furioso deste tipo de música.
Cheguei a estar perto do CAE.
25 ou 30 euros, por um espectáculo desta categoria no CAE, talvez até nem seja caro. Sobretudo, por se tratar de um bom espectáculo, não é caro.
Mas, pensei: este mês já tive de pagar quase 300 euros de uma despesa extraordinária, mais água, mais luz, mais gás, mais telemóvel, mais internt, mais combustível para o carro, mais a comida e um ou outro banho, só de vez em quando.
E voltei a pensar. A Glenn Miller Orchestra ou 300 euros de uma despesa extraordinária, mais água, mais luz, mais gás, mais telemóvel, mais internt, mais combustível para o carro, mais a comida e um ou outro banho, só de vez em quando.
E pensei de novo: a Glenn Miller Orchestra ou 300 euros de uma despesa extraordinária, mais água, mais luz, mais gás, mais telemóvel, mais internt, mais combustível para o carro, mais a comida e um ou outro banho, só de vez em quando.
Em nome da cultura falida, nesta cidade e neste Portugal, a despesa extraordinária, mais água, mais luz, mais gás, mais telemóvel, mais internt, mais combustível para o carro, mais a comida e um ou outro banho, só de vez em quando, venceu...
E só eu sei porque fiquei em casa!
Jobs for the boys. Nem nisso são originais!..
Um dos aspectos mais negativos e que em muito tem contribuído para a má imagem dos partidos são os chamados “boys”. A crítica nem sempre é justa, todos os partidos têm milhares de jovens a militar nas suas fileiras, desde o PCP ao CDS , os partidos vivem em grande medida da generosidade destes militantes. Mas a verdade é que tanto nas autarquias como nos gabinetes governamentais, assistimos a uma vaga de oportunismo inaceitável.
Há algumas décadas, os assessores e adjuntos dos governantes eram técnicos seniores da Administração Pública de mérito reconhecido, a esmagadora maioria deles, incluindo chefes de gabinetes, eram escolhidos entre alguns dos melhores quadros dos serviços público. De há alguns anos generalizou-se a pouca vergonha, os gabinetes governamentais estão cheios de inúteis amigos dos membros dos governos, muitos deles sem grandes qualificações, sem experiência e alguns com um QI entre o burro e o idiota.
Em nome da escolha por confiança política os governantes usam os dinheiros públicos para empregar ou dar currículo a amigos. Nesta corrida encontramos de tudo um pouco, desde colegas repetentes das universidades, a filhos de ex-governantes recém-licenciados e em busca de promoção. Na hora de ser necessário produzir a regra é o recurso a escritórios de advogados.
Mas parece que o patamar da decadência continua cada vez mais baixo e agora temos assessores do primeiro-ministro e chefes de gabinete de secretários de Estado tão idiotas que chegam ao ponto de declararem ter cursos que não concluirão, a estupidez é tanta que um destes idiotas chega ao ponto de dizer que tem duas licenciaturas. Isto vai chegar a um ponto em que um qualquer destes palermas ainda vai declarar ter residência habitual na Lua, só para receber ajudas de deslocação.
Não é aceitável que haja tanta gente a dar o seu melhor e depois venham dois imbecis dar força a um Passos Coelho só porque pensaram que ninguém iria reparar nas suas falsas declarações. Ao que parece já se demitiram, esperemos agora que António Costa faça agora o que deve fazer, comunicar as situações ao MP para que sejam acusados dos crimes que cometeram e que os obrigue a indemnizar o Estado pelos vencimentos que andaram a receber de forma indevida. É para que estes e outros aprendam a lição.
Espero igualmente que o Partido Socialista tenha respeito pelos seus simpatizantes, eleitores e militantes e faça o que deve fazer nestas circunstâncias, se estes boys forem seus militantes, devem ser iniciados processos disciplinares com vista à sua expulsão, partidos dignos e com a história do PS não podem ter aldrabões nas suas fileiras.
Boys imbecis...
Há algumas décadas, os assessores e adjuntos dos governantes eram técnicos seniores da Administração Pública de mérito reconhecido, a esmagadora maioria deles, incluindo chefes de gabinetes, eram escolhidos entre alguns dos melhores quadros dos serviços público. De há alguns anos generalizou-se a pouca vergonha, os gabinetes governamentais estão cheios de inúteis amigos dos membros dos governos, muitos deles sem grandes qualificações, sem experiência e alguns com um QI entre o burro e o idiota.
Em nome da escolha por confiança política os governantes usam os dinheiros públicos para empregar ou dar currículo a amigos. Nesta corrida encontramos de tudo um pouco, desde colegas repetentes das universidades, a filhos de ex-governantes recém-licenciados e em busca de promoção. Na hora de ser necessário produzir a regra é o recurso a escritórios de advogados.
Mas parece que o patamar da decadência continua cada vez mais baixo e agora temos assessores do primeiro-ministro e chefes de gabinete de secretários de Estado tão idiotas que chegam ao ponto de declararem ter cursos que não concluirão, a estupidez é tanta que um destes idiotas chega ao ponto de dizer que tem duas licenciaturas. Isto vai chegar a um ponto em que um qualquer destes palermas ainda vai declarar ter residência habitual na Lua, só para receber ajudas de deslocação.
Não é aceitável que haja tanta gente a dar o seu melhor e depois venham dois imbecis dar força a um Passos Coelho só porque pensaram que ninguém iria reparar nas suas falsas declarações. Ao que parece já se demitiram, esperemos agora que António Costa faça agora o que deve fazer, comunicar as situações ao MP para que sejam acusados dos crimes que cometeram e que os obrigue a indemnizar o Estado pelos vencimentos que andaram a receber de forma indevida. É para que estes e outros aprendam a lição.
Espero igualmente que o Partido Socialista tenha respeito pelos seus simpatizantes, eleitores e militantes e faça o que deve fazer nestas circunstâncias, se estes boys forem seus militantes, devem ser iniciados processos disciplinares com vista à sua expulsão, partidos dignos e com a história do PS não podem ter aldrabões nas suas fileiras.
Boys imbecis...
Desfile de "Múmias, Bruxas e outros seres fantasmagóricos" ...
A Figueira não é uma cidade natural - pode ser necessário repeti-lo muitas vezes para que acreditemos nisso, mas é incontornável.
Cada vez tenho mais a certeza disso...
Cada vez tenho mais a certeza disso...
O preocupante não é nem o ruído dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem caracter, dos sem ética, mas sim o silêncio dos outros!
Mais um "doutor da mula ruça", (vox pop)...
"Chefe de gabinete inventou dois cursos e o ministro da Educação segurou-o".
Em tempo.
Karma is a bitch (do Facebook de Nuno Felix)
"Chefe de gabinete inventou dois cursos e o ministro da Educação segurou-o".
Em tempo.
Karma is a bitch (do Facebook de Nuno Felix)
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
Jerónimo de Sousa, hoje na Figueira da Foz...
“O PCP e a Situação Nacional” é o tema da sessão pública promovida pelo PCP que tem lugar esta sexta-feira, 28 de outubro, pelas 21h30 no Auditório Municipal do “Sítio das Artes” (antiga Univ. Internacional).
A sessão contará com a presença do secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa.
Via Figueira TV
50 anos dos Molhes da Figueira da Foz
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| imagem sacada daqui |
Com efeito, em ambos os casos existe uma barra estabilizada com molhes longos, protuberantes para o mar, os quais interrompem a deriva litoral.
Em ambos os casos verificou-se grande acumulação de areias a barlamar do molhe norte, e intensa erosão costeirana zona a sotamar, que colocou edificações em perigo (tendo, mesmo, destruído algumas) o que levou à implantação de obras pesadas de protecção costeira.
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Perguntou a Ana Machado...
"O que é isto?..
Então uma obra de 2 milhões de euros e que ainda nem foi inaugurada, já está assim?!!!
Tábuas todas tortas e algumas já fora do sitio!!!"
Se fosse eu teria perguntou: preferem o PS ou o PSD à frente dos destinos da Câmara?
O que, para mim, é a mesma coisa que perguntar: em que nádega é que preferem apanhar a injecção?
Então uma obra de 2 milhões de euros e que ainda nem foi inaugurada, já está assim?!!!
Tábuas todas tortas e algumas já fora do sitio!!!"
Se fosse eu teria perguntou: preferem o PS ou o PSD à frente dos destinos da Câmara?
O que, para mim, é a mesma coisa que perguntar: em que nádega é que preferem apanhar a injecção?
Dia de verão, quase em final de outubro!..
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| foto António Agostinho |
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| para ler clicar na imagem |
Já hoje percorri, a pé, toda a extensão de areia que a foto abarca.
É uma pequena volta matinal, que sempre que o tempo o permite costumo fazer pela vizinhança da Aldeia.
Tudo se torna diferente...
Saímos daquela habituação sedentária que nos faz parecer ensimesmados.
E até o calor deste estranho sol, como acontece no dia de hoje, parece acolhedor!
Ontem, como se pode ver na edição de hoje do Diário de Coimbra, ainda foi verão fora de época no Cabedelo!
O verniz democrático desta europa estalou de vez?
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O "inteligente"!
(nas touradas, detém o poder, controla os tempos e manda substituir "os artistas"...)
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Mas, onde ficou a dignidade de um país, com quase mil anos de história, para que este (digamos assim...) senhorito, ainda que investido nas funções de ministro das Finanças de um país da União Europeia, tome a liberdade de se pronunciar sobre a orientação política e económica de um Estado soberano, por um Governo legítimo, eleito em eleições livres e democráticas?
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
As palavras têm algum significado...
(…) a gente baixa [o povo] era como a sardinha, que farta e sabe bem e custa pouco; e os fidalgos eram como os salmonetes: poucos, e custavam muito (…)
Alfredo Pinheiro Marques
Alfredo Pinheiro Marques
Pela boca (neste caso, facebook...) morre o peixe...
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| imagem sacada daqui |
Quem tem telhado de vidro precisa de muito mais detergente para lavar as quatro cadeiras ...
O adjunto de António Costa, que foi dado como licenciado, demitiu-se esta terça-feira.
Antes de sair a notícia sobre o curso, Rui Roque apagou dados da conta de Facebook...
Será que vamos conseguir chegar à convalescença, que seria o momento que faria com que a doença que mina a Figueira, há décadas, tivesse valido a pena...
A Figueira está a ficar crispada.
Daqui a um ano teremos eleições autárquicas.
As máquinas partidárias locais, estão a preparar-se para a guerra.
Os beijos e os abraços são raros numa guerra.
Esta, que ainda mal começou, já fez, pelo menos, uma vítima.
Assim acontece nas guerrinhas na baixa política política figueirense, nas manobras dos bastidores dos politiqueiros locais, onde se liquidam homens e mulheres.
Quem o faz, está focado no seu pequeno mundo, nos seus pequenos interesses, na sua sobrevivência política.
Será que, pelo menos uma vez, conseguirá levantar a cabeça em direcção ao céu, como só a espécie humana anatomicamente consegue fazer, para dar conta do que verdadeiramente vale a pena?
Os políticos são sempre confrontados cum um drama pessoal: matam-se todos os dias para existir.
Por aqui vamos continuar iguais.
Não ligamos para ciclos eleitorais.
Somos assim, simplesmente.
Continuamos a não ter má consciência alguma e recusamo-nos a ser a má consciência dos outros.
Somos daqueles que nada têm, a não ser a dignidade, que querem manter e preservar.
Um dia, aqueles que, pensando que têm muito, vão perceber que, afinal, nada têm.
Nem, ao menos, a dignidade para preservar...
Malraux disse que a arte era a única coisa que sobrevivia à morte.
Não quero com isto afirmar, que um acto de resistência é uma obra de arte.
Embora de uma certa maneira, o seja.
Assim como, também, nenhuma obra de arte é um acto de resistência.
Embora, de uma certa maneira, também o seja.
Daqui a um ano teremos eleições autárquicas.
As máquinas partidárias locais, estão a preparar-se para a guerra.
Os beijos e os abraços são raros numa guerra.
Esta, que ainda mal começou, já fez, pelo menos, uma vítima.
Assim acontece nas guerrinhas na baixa política política figueirense, nas manobras dos bastidores dos politiqueiros locais, onde se liquidam homens e mulheres.
Quem o faz, está focado no seu pequeno mundo, nos seus pequenos interesses, na sua sobrevivência política.
Será que, pelo menos uma vez, conseguirá levantar a cabeça em direcção ao céu, como só a espécie humana anatomicamente consegue fazer, para dar conta do que verdadeiramente vale a pena?
Os políticos são sempre confrontados cum um drama pessoal: matam-se todos os dias para existir.
Por aqui vamos continuar iguais.
Não ligamos para ciclos eleitorais.
Somos assim, simplesmente.
Continuamos a não ter má consciência alguma e recusamo-nos a ser a má consciência dos outros.
Somos daqueles que nada têm, a não ser a dignidade, que querem manter e preservar.
Um dia, aqueles que, pensando que têm muito, vão perceber que, afinal, nada têm.
Nem, ao menos, a dignidade para preservar...
Malraux disse que a arte era a única coisa que sobrevivia à morte.
Não quero com isto afirmar, que um acto de resistência é uma obra de arte.
Embora de uma certa maneira, o seja.
Assim como, também, nenhuma obra de arte é um acto de resistência.
Embora, de uma certa maneira, também o seja.
Para já, ainda não são conhecidos nomes do cartaz do evento...
... mas, desde já, o que interessa é o que está garantido e dado como certo.
"O RFM SOMNII 2017 – O Maior Sunset de Sempre realiza-se, no areal urbano da Figueira da Foz, de 7 a 9 de julho de 2017, devendo voltar a registar 100 mil entradas, como na edição deste ano."
Ao contrário do que eu penso - na vida nada está antecipadamente adquirido, nem nunca estará - parece que na Figueira ninguém acredita que podemos ser surpreendidos pela nossa volubilidade ou pela dos outros...
"O RFM SOMNII 2017 – O Maior Sunset de Sempre realiza-se, no areal urbano da Figueira da Foz, de 7 a 9 de julho de 2017, devendo voltar a registar 100 mil entradas, como na edição deste ano."
Ao contrário do que eu penso - na vida nada está antecipadamente adquirido, nem nunca estará - parece que na Figueira ninguém acredita que podemos ser surpreendidos pela nossa volubilidade ou pela dos outros...
terça-feira, 25 de outubro de 2016
MAIS UMA LICENCIATURA RELÂMPAGO...
Demitiu-se adjunto de Costa que tinha falsa licenciatura...
A história foi contada nesta terça-feira pelo Observador, que avança que Rui Roque estudou Engenharia Electrotécnica na Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), mas sem ter completado o curso. Roque, adianta o jornal, entrou na universidade no ano lectivo de 1997/98 para o curso de Engenharia Física e, mais tarde, mudou para Engenharia Electrotécnica, na mesma faculdade. Acabou por fazer apenas quatro cadeiras do curso.
Em Janeiro deste ano, ao ser nomeado adjunto do gabinete de António Costa, Lizardo Roque declara-se como “licenciado em Eng.ª Electrotécnica e de Computadores na FCTUC”, informação que consta da nota curricular anexada ao seu despacho de nomeação n.º 1395/2016, assinado a 4 de Janeiro deste ano, e publicado em Diário da República a 29 desse mês.
Agora, ao ser confrontado com as dúvidas sobre a conclusão da formação em Engenharia Electrotécnica, Roque diz que para se pronunciar tem de esclarecer a situação académica que o próprio declarou nove meses antes. Rui Pedro Lizardo Roque afirmou ao Observador: “Os dados constantes na minha nota curricular de nomeação baseiam-se nas informações prestadas pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra datadas de Outubro de 2009. Quando confrontado pelas vossas questões, eu próprio solicitei mais esclarecimentos da mesma instituição. Como ainda não obtive resposta, nada mais tenho a acrescentar”. Tendo-lhe sido pedido pelo mesmo jornal que mostrasse o documento de 2009, Rui Pedro Lizardo Roque recusou fazê-lo.
Além da licenciatura, a nota curricular publicada em Diário da República refere ainda que o adjunto foi “operador especializado na Sonae Distribuição, sócio-gerente da 3R Roque & Ribeiro, Lda., consultor da DZN RSK, Lda., e sócio-gerente da Rui Roque Unipessoal, Lda.”. O despacho de nomeação, tendo sido assinado a 4 de Janeiro deste ano, tem efeitos desde 1 de Janeiro.
Roque, de 36 anos à data em que António Costa o nomeou seu adjunto, nasceu em Lisboa e cresceu em Coimbra, pertencendo à federação distrital do PS pela concelhia de Soure e à Assembleia de Freguesia de Granja do Ulmeiro, onde é vogal.
A história foi contada nesta terça-feira pelo Observador, que avança que Rui Roque estudou Engenharia Electrotécnica na Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), mas sem ter completado o curso. Roque, adianta o jornal, entrou na universidade no ano lectivo de 1997/98 para o curso de Engenharia Física e, mais tarde, mudou para Engenharia Electrotécnica, na mesma faculdade. Acabou por fazer apenas quatro cadeiras do curso.
Em Janeiro deste ano, ao ser nomeado adjunto do gabinete de António Costa, Lizardo Roque declara-se como “licenciado em Eng.ª Electrotécnica e de Computadores na FCTUC”, informação que consta da nota curricular anexada ao seu despacho de nomeação n.º 1395/2016, assinado a 4 de Janeiro deste ano, e publicado em Diário da República a 29 desse mês.
Agora, ao ser confrontado com as dúvidas sobre a conclusão da formação em Engenharia Electrotécnica, Roque diz que para se pronunciar tem de esclarecer a situação académica que o próprio declarou nove meses antes. Rui Pedro Lizardo Roque afirmou ao Observador: “Os dados constantes na minha nota curricular de nomeação baseiam-se nas informações prestadas pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra datadas de Outubro de 2009. Quando confrontado pelas vossas questões, eu próprio solicitei mais esclarecimentos da mesma instituição. Como ainda não obtive resposta, nada mais tenho a acrescentar”. Tendo-lhe sido pedido pelo mesmo jornal que mostrasse o documento de 2009, Rui Pedro Lizardo Roque recusou fazê-lo.
Além da licenciatura, a nota curricular publicada em Diário da República refere ainda que o adjunto foi “operador especializado na Sonae Distribuição, sócio-gerente da 3R Roque & Ribeiro, Lda., consultor da DZN RSK, Lda., e sócio-gerente da Rui Roque Unipessoal, Lda.”. O despacho de nomeação, tendo sido assinado a 4 de Janeiro deste ano, tem efeitos desde 1 de Janeiro.
Roque, de 36 anos à data em que António Costa o nomeou seu adjunto, nasceu em Lisboa e cresceu em Coimbra, pertencendo à federação distrital do PS pela concelhia de Soure e à Assembleia de Freguesia de Granja do Ulmeiro, onde é vogal.
Há coisas, para as quais, confesso, não percebo a utilidade...
Cerca de um ano depois da última reunião, esteve ontem reunida no Hotel Mercure a Comissão Concelhia da Figueira da Foz do PS!..
Considerando que o candidato a presidente de câmara do PS, para 2017, já estava definido...
E dado que, até ao momento, nada consegui saber do conclave de ontem, pergunto: para que serviu a reunião de ontem à noite no Hotel Mercure?..
Terá sido para tratar da logística?
Por exemplo, alinhavar o concurso público para contratar o pessoal de limpeza da sede?..
Considerando que o candidato a presidente de câmara do PS, para 2017, já estava definido...
E dado que, até ao momento, nada consegui saber do conclave de ontem, pergunto: para que serviu a reunião de ontem à noite no Hotel Mercure?..
Terá sido para tratar da logística?
Por exemplo, alinhavar o concurso público para contratar o pessoal de limpeza da sede?..
A convicção é de Pedro Passos Coelho, certamente o bacano mais simpático do dia de hoje!..
"O PSD apresentaria um Orçamento do Estado melhor para os portugueses"...Em tempo.
Já sei que muita gente lhe vai chamar palhaço...
Propositadamente evitei isso.
Por uma razão simples.
Quando me lembro dos palhaços, dos quais gosto muito, o "meu" é o palhaço pobre, que é aquele que encarna as dificuldades porque passámos durante os quatro anos de governo de Passos Coelho.
Onde é que tudo isto se perdeu?
Será que não temos memória?..
Rir, é capaz de ser mesmo a melhor solução...
Pra melhor, tá bem, tá bem!.. Pra pior, já basta assim?..
João Ataíde das Neves, tomou posse, para exercer o primeiro mandato como presidente de câmara da nossa cidade, no dia 30 de outubro de 2009.
Já lá vão quase 7 anos.
Como ele próprio disse, logo após ter conquistado, para o PS, a Câmara Municipal da Figueira da Foz, derrotando o PSD, que a liderava desde 1998, "é um grande desafio".
Quase no final de outubro do ano da graça de 2016, a cerca de 1 ano das próximas eleições autárquicas, pode ser desconcertante viver na Figueira, especialmente se somos dados a pensar.
Uma coisa, é a imagem da Figueira, que continua a convidar a essencialismos míticos, com perigosas conotações políticas.
Outra coisa, seria uma Figueira, que passaria por desconstruir aquela imagem de um passado grandioso, de certos sentimentos a que a maioria dos figueirenses acabou por aderir, por instigação política.
Esse continua a ser o fado tradicional da Figueira, onde a fragilidade e a melancolia estão presentes.
E é nisso, nesse fechamento, que continua a consistir a tragédia da Figueira e a nossa.
Estamos praticamente com 7 anos de Ataíde e prosseguimos dentro da nossa catástrofe recalcada, sem ter conseguido dar o golpe de asa para sair.
É por isso que, por vezes, para alguns, custa tanto respirar na Figueira.
É por isso que, por vezes, para alguns, a melancolia de pequenas vivências de anos atrás, mostra, com tristeza, a falta de brilho e a mediocridade da Figueira de hoje.
Contudo, mesmo assim, baça e embaciada, a Figueira continua a ser nossa.
Há 7 anos, João Ataíde era a novidade.
7 anos depois, desvanecida que está qualquer aparência da novidade trazida por João Ataíde, ainda bem que a Figueira não mudou.
Com João Ataíde, se tivesse mudado alguma coisa na Figueira, teríamos ficado certamente a perder ainda mais com a troca.
Em 2009, não ter passado político e autárquico, foi o único e maior trunfo de João Ataíde.
Mas, ao mesmo tempo também a sua maior responsabilidade.
Na altura, isso basou-lhe para ganhar as eleições, pois os figueirenses estavam fortemente desiludidos com o PSD.
Será que os figueirenses vão perdoar mais um "balde de água fria", este chamado João Ataíde?
Já lá vão quase 7 anos.
Como ele próprio disse, logo após ter conquistado, para o PS, a Câmara Municipal da Figueira da Foz, derrotando o PSD, que a liderava desde 1998, "é um grande desafio".
Quase no final de outubro do ano da graça de 2016, a cerca de 1 ano das próximas eleições autárquicas, pode ser desconcertante viver na Figueira, especialmente se somos dados a pensar.
Uma coisa, é a imagem da Figueira, que continua a convidar a essencialismos míticos, com perigosas conotações políticas.
Outra coisa, seria uma Figueira, que passaria por desconstruir aquela imagem de um passado grandioso, de certos sentimentos a que a maioria dos figueirenses acabou por aderir, por instigação política.
Esse continua a ser o fado tradicional da Figueira, onde a fragilidade e a melancolia estão presentes.
E é nisso, nesse fechamento, que continua a consistir a tragédia da Figueira e a nossa.
Estamos praticamente com 7 anos de Ataíde e prosseguimos dentro da nossa catástrofe recalcada, sem ter conseguido dar o golpe de asa para sair.
É por isso que, por vezes, para alguns, custa tanto respirar na Figueira.
É por isso que, por vezes, para alguns, a melancolia de pequenas vivências de anos atrás, mostra, com tristeza, a falta de brilho e a mediocridade da Figueira de hoje.
Contudo, mesmo assim, baça e embaciada, a Figueira continua a ser nossa.
Há 7 anos, João Ataíde era a novidade.
7 anos depois, desvanecida que está qualquer aparência da novidade trazida por João Ataíde, ainda bem que a Figueira não mudou.
Com João Ataíde, se tivesse mudado alguma coisa na Figueira, teríamos ficado certamente a perder ainda mais com a troca.
Em 2009, não ter passado político e autárquico, foi o único e maior trunfo de João Ataíde.
Mas, ao mesmo tempo também a sua maior responsabilidade.
Na altura, isso basou-lhe para ganhar as eleições, pois os figueirenses estavam fortemente desiludidos com o PSD.
Será que os figueirenses vão perdoar mais um "balde de água fria", este chamado João Ataíde?
Uma sugestão aos autarcas figueirenses...
Em vez de comprarem 3 bicicletas eléctricas, para estarem paradas, poderiam comprar do modelo da foto acima para promover a verdadeira mobilidade, dando seguimento às "preocupações ambientais" que, certamente, continuam a ter...
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Cerca de um ano depois da última reunião, está reunida no Hotel Mercure a Comissão Concelhia da Figueira da Foz do PS!..
A força da natureza é impressionante e não pára de nos surpreender.
É algo de indomável e que surge com toda a sua força quando menos se espera.
E não avisa!..
As eleições autárquicas devem acontecer lá para outubro, do próximo ano...
Mas, atendendo a experiências anteriores, lá para fevereiro deverá estar pronta a ser votada a lista para a Câmara...
É algo de indomável e que surge com toda a sua força quando menos se espera.
E não avisa!..
As eleições autárquicas devem acontecer lá para outubro, do próximo ano...
Mas, atendendo a experiências anteriores, lá para fevereiro deverá estar pronta a ser votada a lista para a Câmara...
Saudemos o novo comentador na imprensa escrita figueirense...
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| Teotónio Cavaco – Deputado municipal do PSD |
Quanto às palavras, vou ficar atento.
Para já, noto que as folhas secas estão a deixar a cidade...
À homem do catano...
Pelo menos, se isto for verdade, que eu saiba, deve ter sido a única pessoa que, neste país, nos últimos anos, pagou decentemente a quem escreve...
Declaração de interesses.
Estou perfeitamente à vontadinha: há mais de 40 anos que ando escrever de borla.
Declaração de interesses.
Estou perfeitamente à vontadinha: há mais de 40 anos que ando escrever de borla.
Tudo tem uma explicação. Mas, na Figueira, para o que não tem, existe uma palavra: milagre!..
Via AS BEIRAS, fiquei a saber que na primeira edição, a CRIATIVA reuniu cerca de três centenas de criadores. Na segunda, porém, o número desceu para menos de metade. A terceira, por sua vez, deverá juntar duas centenas. Mas esta é diferente das duas anteriores: em vez de se concentrar em três dias seguidos, dispersa-se no tempo e no espaço, para se reinventar e sobreviver.
“A CRIATIVA tem-se vindo a esvaziar”, afirmou o vereador António Tavares, na inauguração da referida mostra, no sábado. O autarca acrescentou que o evento teve de ser repensado, para voltar a atrair os jovens criadores figueirenses. Assim, o encontro prolonga-se até 4 de junho, com exposições temáticas seccionadas. A fotografia mostra-se ainda no Núcleo Museológico do Mar, até 3 de fevereiro, com a exposição “Uma mesa no mar”, de Maria Inês Mendes.
Por sua vez, o fotojornalista Pedro Agostinho Cruz leva a exposição “Olívia Ribau” ao Núcleo Museológico do Mar, de 14 de fevereiro a 2 de junho. O título remete-nos para o naufrágio do pesqueiro que em outubro de 2015 provocou a morte de cinco dos sete pescadores que seguiam a bordo, acidente que aconteceu à entrada da barra da Figueira da Foz.
Ainda segundo o que li no jornal AS BEIRAS o programa é flexível.
Assim, a música tem palco reservado, em fevereiro, no Centro de Artes e Espectáculos, com os ciclos “Café com arte” e “Jardins de inverno”.
O programa ainda não está fechado, o que abre a porta a outros eventos e outros espaços. Também há lugar para a literatura, nos dias 24 e 25 de março, com a Feira do Livro do Autor Figueirense. E para a dança, no dia 29 de abril, na forma de visita guiada dançada ao Museu Municipal Santos Rocha.
Por último, o programa provisório agendou as artes plásticas para o período de 29 de abril a 4 de junho, através de uma exposição colectiva, no citado museu. Poderão ainda ser inseridos o cinema, o teatro e a multimédia. “Este figurino pode ser um incentivo” para que haja mais participantes, defendeu António Tavares. Os artistas e criadores podem ser amadores ou profissionais, desde que sejam jovens e tenham nascido na Figueira da Foz.
“A CRIATIVA tem-se vindo a esvaziar”, afirmou o vereador António Tavares, na inauguração da referida mostra, no sábado. O autarca acrescentou que o evento teve de ser repensado, para voltar a atrair os jovens criadores figueirenses. Assim, o encontro prolonga-se até 4 de junho, com exposições temáticas seccionadas. A fotografia mostra-se ainda no Núcleo Museológico do Mar, até 3 de fevereiro, com a exposição “Uma mesa no mar”, de Maria Inês Mendes.
Por sua vez, o fotojornalista Pedro Agostinho Cruz leva a exposição “Olívia Ribau” ao Núcleo Museológico do Mar, de 14 de fevereiro a 2 de junho. O título remete-nos para o naufrágio do pesqueiro que em outubro de 2015 provocou a morte de cinco dos sete pescadores que seguiam a bordo, acidente que aconteceu à entrada da barra da Figueira da Foz.
Ainda segundo o que li no jornal AS BEIRAS o programa é flexível.
Assim, a música tem palco reservado, em fevereiro, no Centro de Artes e Espectáculos, com os ciclos “Café com arte” e “Jardins de inverno”.
O programa ainda não está fechado, o que abre a porta a outros eventos e outros espaços. Também há lugar para a literatura, nos dias 24 e 25 de março, com a Feira do Livro do Autor Figueirense. E para a dança, no dia 29 de abril, na forma de visita guiada dançada ao Museu Municipal Santos Rocha.
Por último, o programa provisório agendou as artes plásticas para o período de 29 de abril a 4 de junho, através de uma exposição colectiva, no citado museu. Poderão ainda ser inseridos o cinema, o teatro e a multimédia. “Este figurino pode ser um incentivo” para que haja mais participantes, defendeu António Tavares. Os artistas e criadores podem ser amadores ou profissionais, desde que sejam jovens e tenham nascido na Figueira da Foz.
A erosão costeira e o Programa da Orla Costeira (POC)
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| foto António Agostinho |
- Via SOS CABEDELO
MOVIMENTO SOS CABEDELO DENUNCIA O DEFICIENTE FUNCIONAMENTO DO POC
- Via SURTOTAL
SURFISTAS DENUNCIAM POC NOS AÇORES
- Via BEACHCAM
O pormenor que está a faltar: comprem duas motos de água...
Via António Durão, tomei conhecimento destas imagens.
O conteúdo pode ser lido aqui.
"Está a escapar-me alguma coisa?", perguntou ele no facebook.
Só pode estar mesmo a escapar alguma coisa, não só ao António Durão, como a todos nós...
Acredito que haja ainda inúmeros pormenores a considerar.
Fazer a promoção de um produto como o surf, não é tarefa fácil.
É preciso saber-se.
Muitos dirão: isso é um preciosismo.
Será!..
Mas, as coisas únicas não são exactamente isso: preciosas?
Pelos vistos, a Figueira é um milagre, mas a folha continua em branco…
É preciso estratégia. Por exemplo, "a onda de Buarcos não estava no PENT, foram os cidadãos que a meteram lá e a Câmara nem sequer subscreveu a iniciativa nem nada disse para o PENT", como sublinhou em devido tempo Miguel Figueira.
Na Figueira, "nas comemorações do Dia Mundial do Turismo , a iniciativa na Figueira é andar de bicicleta."
Nada tendo contra as bicicletas, tal como o Miguel Figueira, pergunto: "mas então e as ondas?"..
O que escapou a António Durão talvez possa ser explicado, simplesmente, por a Figueira ser sempre a Figueira.
Quem tem passado pela Câmara Municipal da Figueira da Foz, privilegiou e espectáculo, em vez do planeamento e do trabalho.
Por exemplo, João Ataíde traz, de vez em quando, o tal de Garrett McNamara, que há alguns anos vive entre o Havai e a Nazaré, à Figueira da Foz para aparecer em fotos...
Ao menos, a Câmara que compre duas motos de água para ajudar o tal de McNamara a surfar a tal onda...
O conteúdo pode ser lido aqui.
"Está a escapar-me alguma coisa?", perguntou ele no facebook.
Só pode estar mesmo a escapar alguma coisa, não só ao António Durão, como a todos nós...
Acredito que haja ainda inúmeros pormenores a considerar.
Fazer a promoção de um produto como o surf, não é tarefa fácil.
É preciso saber-se.
Muitos dirão: isso é um preciosismo.
Será!..
Mas, as coisas únicas não são exactamente isso: preciosas?
Pelos vistos, a Figueira é um milagre, mas a folha continua em branco…
É preciso estratégia. Por exemplo, "a onda de Buarcos não estava no PENT, foram os cidadãos que a meteram lá e a Câmara nem sequer subscreveu a iniciativa nem nada disse para o PENT", como sublinhou em devido tempo Miguel Figueira.
Na Figueira, "nas comemorações do Dia Mundial do Turismo , a iniciativa na Figueira é andar de bicicleta."
Nada tendo contra as bicicletas, tal como o Miguel Figueira, pergunto: "mas então e as ondas?"..
O que escapou a António Durão talvez possa ser explicado, simplesmente, por a Figueira ser sempre a Figueira.
Quem tem passado pela Câmara Municipal da Figueira da Foz, privilegiou e espectáculo, em vez do planeamento e do trabalho.
Por exemplo, João Ataíde traz, de vez em quando, o tal de Garrett McNamara, que há alguns anos vive entre o Havai e a Nazaré, à Figueira da Foz para aparecer em fotos...
Ao menos, a Câmara que compre duas motos de água para ajudar o tal de McNamara a surfar a tal onda...
domingo, 23 de outubro de 2016
Futebol: isto não será lá grande presságio!..
Antes do jogo: vamos dar-lhes cinco!
Depois do jogo: Ufff... empatámos por um triz!
Os Sportinguistas ainda vão criar Grupo de Lesados, não do Espírito Santo, mas do Jesus...
Bom domingo...
E, chegado aqui, pergunto-me: consegues definir-te partidária e ideologicamente?
Não.
A única bandeira política que acho valer a pena, por ser válida, é o anarquismo.
E nisso tenho grandes companheiros, como Jesus Cristo e Friedrich Nietzsche.
Cada vez mais, acho que é o único sistema político, que seria, civilizado, não violento, feito de e para pessoas responsáveis e que não precisariam de políticos manipuladores, polícias e soldados para nada.
Mas, isto tem dias: talvez tudo dependa da maneira como se ouve Chopin.
Penso que é uma boa ideia acreditar que a arte nos pode salvar, embora não seja certo que isso possa acontecer.
Pelo menos, se a arte não pode salvar uma sociedade, não pode salvar uma política, não pode salvar um sistema social, poderia salvar a ética das pessoas, o que daria esperança e, nesse sentido, poderia salvar o mundo.
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