Passos:
“Espero que tenham a dignidade de devolver a palavra ao povo”...
Pois é: perder o "instrumento" que nos últimos 4 anos esteve ao serviço de determinados interesses dói muito...
A quantidade de "coisas" que se perderam foi enorme!
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Afinal, quem ganhou as eleições de 4 de outubro passado?
Quarta-feira, 11 de novembro de 2015:Contados os votos da moção de rejeição, que derrubou o governo mais curto da democracia, este foi derrotado pelo acordo histórico à Esquerda, o resultado foi: 123 para a esquerda (PS, PCP, BE, PEV e PAN) e 107 para a direita (PSD e CDS).
Quinta-feira, 3 de dezembro de 2015:Contados os votos da moção de rejeição, que queria derrubar o governo possível pelo acordo histórico à Esquerda, o resultado foi: 121 para a esquerda (PS, PCP, BE, PEV), 1 abstenção (PAN) e 107 para a direita (PSD e CDS).
Resumindo e concluindo:
A direita (vírgula ainda ressabiada), não caiu de pé, teve de ser mesmo derrubada.
As personalidades de direita (vírgula ainda ressabiadas), ainda se julgam no tempo em que eleitores do PS "só" votavam para este partido ajudar a direita a governar.
Para essas ilustres cabeças pensantes (vírgula ainda ressabiadas), a "sua" democracia resume-se a isto: os eleitores de direita, votam na direita para esta governar, sózinha ou com a ajuda do PS.
E ficámos assim: segundo Portas, Catarina, Jerónimo e Heloísa são agora os “BFF” de Costa.
Passos riu-se muito.
LOL!
Na ausência de uma moção de confiança, só a moção de rejeição permitiu o voto clarificador.
Agora - e por enquanto - riu eu.
LOL.
Nem precisei de vê-lo, bastou ouvi-lo...
Hoje de manhã, deu-me para percorrer, a pé, os cerca de 7 quilómetros das praias da freguesia de S. Pedro, enquanto ia ouvindo o debate na AR.Gostei, sobretudo, do já habitual anti-comunismo de Paulo Portas, esse fabuloso e antigo “entertainer”, que já ninguém leva a sério, ainda assim, normalmente, divertido e criativo, mas, hoje, para meu espanto e admiração, infantil e ressabiado!..
Confrangedor, foi ouvir os restantes deputados do CDS e do PSD neste debate.
Destaco o Carlos Abreu Amorim, esse gordinho tão simpático e queriducho, a repetir e a repetir-se sobre a "ilegitimidade" do Governo...
Lembrou-me um menino, a quem roubaram o brinquedo, a chorar pela ajuda da mãezinha...
Confesso que me fartei de rir com a intervenção Carlos Abreu Amorim...
E nem sequer estar a ver a sua figura: bastou ouvi-lo...
Verdadeiros artistas...
Ontem (ontem, reparem bem...)"PSD/Porto quer esclarecimento da tutela sobre fim do longo curso da TAP"!..
O líder da distrital do PSD/Porto, Virgílio Macedo, considerou esta quarta-feira "extremamente prejudicial" o fim dos voos de longo curso no aeroporto Sá Carneiro e defendeu que o ministro da Economia deve ser questionado sobre a matéria..
Òh pazinho, o ministro já mudou...
Pires de Lima que explique porque vendeu a TAP à pressa.
O que era preciso, era vender, "custasse o que custasse"...
Continuamos nas portas dos murmúrios queixinhas...
Quando é que pensam andar para a frente?..
A "caridadezinha" e a "caridadezona"...
É impressionante a falta de sentido crítico com que os media têm difundido a notícia da “doação” da fortuna de Zuckerberg à caridade internacional, transmitindo a ideia de um filantropo profundamente generoso, completamente desligado da volúpia do clube dos multimilionários norte-americanos, realizando um sacrifício pessoal por “um mundo melhor”.
Quando se lê com rigor a carta de Zuckerberg, percebemos que não é bem assim...
Como pode ler clicando aqui, nada disto é novo.
A fundação da família de Bill Gates funciona em moldes semelhantes e como já foi denunciado em várias peças de jornalismo de investigação, a sua actividade económica mais importante é o investimento em fundos e em produtos financeiros. A caridade é uma actividade quase de fachada financiada apenas com os juros e os dividendos da sua fortuna envolvendo quantias bem mais modestas que as transacções da fundação de Gates nos mercados financeiros.
Quando se lê com rigor a carta de Zuckerberg, percebemos que não é bem assim...
Como pode ler clicando aqui, nada disto é novo.
A fundação da família de Bill Gates funciona em moldes semelhantes e como já foi denunciado em várias peças de jornalismo de investigação, a sua actividade económica mais importante é o investimento em fundos e em produtos financeiros. A caridade é uma actividade quase de fachada financiada apenas com os juros e os dividendos da sua fortuna envolvendo quantias bem mais modestas que as transacções da fundação de Gates nos mercados financeiros.
Alguém ontem ouviu o Pedro ou o Passos no parlamento?..
Acusaram o actual primeiro-ministro de tudo: até de cobardia e de fugir ao confronto de ideias.
Ontem, no primeiro dos dois dias em que se discute o programa do PS apoiado pelos partidos de esquerda, procurei estar o mais atento que me possível, só para ouvir as intervenções de Passos Coelho e Paulo Portas...
Não sei o que se passou, mas não consegui: será que também se remeteram, "cobardemente", tal como os "Pafiosos" tinham acusado o Costa, ao silêncio, fugindo ao confronto de ideias, para se resguardarem para considerações finais no segundo dia?..
Ao Pedro ainda o apanhei a rir...
Se alguém me souber dizer alguma coisa sobre o que aconteceu, desde já, agradeço...
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Como funciona a liderança da oposição da direita: Paulo Portas é o verdadeiro líder e cabe a Passos Coelho dar a cara...
"Portas conduziu a direita para o canto onde se encontra e é o seu verdadeiro líder, Passos Coelho é o líder fraco que Paulo Portas sempre desejou para o PSD, um líder com fragilidades intelectuais, com tiques de ultra-direita e dependendo do apoio do CDS para sobreviver. Neste momento é Portas que pensa e Passos faz que lidera, foi Portas que decidiu a apresentação de uma moção de rejeição, da mesma forma que foi Portas que se manteve fiel ao apoio a Marcelo Rebelo de Sousa quando muita gente do PSD já defendia outra candidatura de direita.
No passado Portas sonhou com Marcelo no governo com ele como tutor, nunca imaginou que poderia ter duas marionetas ao mesmo tempo, uma no PSD e outra em Belém. Esta é a jogada de toda uma vida política de Paulo Portas, liderar a direita, resta agora saber como se vai livrar de um empecilho chamado Pedro Passos Coelho."
Via Jumento
No passado Portas sonhou com Marcelo no governo com ele como tutor, nunca imaginou que poderia ter duas marionetas ao mesmo tempo, uma no PSD e outra em Belém. Esta é a jogada de toda uma vida política de Paulo Portas, liderar a direita, resta agora saber como se vai livrar de um empecilho chamado Pedro Passos Coelho."
Via Jumento
A responsabilidade da esquerda, na Figueira e no país...
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Na foto, a zona ribeirinha do Mondego,
na margem esquerda,
uma das imagens do desmazelo que grassa pelo
concelho...
|
Na Figueira, a meu ver, politicamente
falando, não vivemos tempos fáceis...
Mas, a culpa, no essencial, é nossa:
raramente mexemos uma palha para modificar o rumo do jogo.
Passamos o tempo a discutir o sexo dos
anjos.
Nunca conseguimos uma verdadeira
alternativa autárquica democrática e progressista para a
Figueira...
Em 30 de abril de 2013, alvitrei neste espaço, a necessidade, inadiável, necessária, útil e urgente de uma coligação de
esquerda CDU + BE + Cidadãos Independentes.
Eleger um vereador dessa área politica, pelo menos, dependia de nós...
Tal não aconteceu. Resultado:
apanhámos com uma maioria absoluta nos queixos...
Na altura, tive convites, que muito me
honraram, para integrar listas - por parte da CDU e do
BE.
Porém, por coerência pessoal, de harmonia com o que tinha manifestado antes neste blogue, não aceitei, conforme esclareci na altura própria a quem me tentou cativar para participar na disputa eleitoral de 29 de setembro de 2013.
Porém, por coerência pessoal, de harmonia com o que tinha manifestado antes neste blogue, não aceitei, conforme esclareci na altura própria a quem me tentou cativar para participar na disputa eleitoral de 29 de setembro de 2013.
Quem diria, porém, que, dois anos e
pouco depois uma maioria de esquerda correria a direita do poder em Portugal e
colocaria no seu lugar um governo por si apoiada no parlamento...
Ter razão antes do tempo, não é
fácil...
Para o concelho da Figueira, a meu ver,
já em 2013, era inadiável, necessário, útil, imprescindível e
urgente uma coligação de esquerda: CDU + BE + Cidadãos
Independentes.
Eleger um vereador, pelo menos,
dependia de nós...
Não quiseram…
Isso, continua a pagar-se caro cá
pela Figueira…
Um dia, porém, isso vai acontecer…
Hoje, em Portugal, a meu ver, a
responsabilidade está na esquerda.
A meu ver, na Figueira também...
Que tal começar a pensar nisso?...
Para memória futura!..
Durante 4 anos tivemos um governo de direita.
Depois de 4 anos de Passos e Portas, o país continuou a braços com a crise profunda, com uma economia esclerosada, com um povo esmifrado, sufocado, esmagado, burro de carga, saco de pancada de um bando de incompetentes, espremido até ao tutano por uma carga fiscal completamente excessiva e castradora.
E, apesar de tudo isso, ficámos ainda mais endividados.
Tínhamos de mudar de vida. E a coisa estava tão má, que foi o PCP que deu o passo...
Empossado o 2º. governo PáF, o programa foi discutido e rejeitado. Consequência: caiu o governo.
Seguiram-se 55 e dias de protagonismo cavaquista.
Empossado Costa, com o conforto de uma maioria parlamentar à esquerda, a direita mordeu o anzol e vai fazer fazer-nos assistir a um ciclo que se repetirá com aqueles e aquilo que, à falta de melhores argumentos, nos irão trazer, hoje e amanhã, mais do mesmo.
O modelo, já foi testado e falhou. Agora, teremos apenas o prolongamento do espectáculo.
A diferença é que, desta vez, a moção de rejeição, podendo servir para a masturbação intelectual das hostes da defunta coligação PáF e do seu séquito de frustados, enraivecidos, apeados, desvalidos, desesperados e vingativos, irá, no actual contexto social e político, reforçar a solidez e a vontade da maioria parlamentar de esquerda, acrescentando-lhe solidez e consistência aos olhos dos portugueses no momento do chumbo.
A esquerda deve estar a esfregar as mãos de contentamento e, por uma questão de educação, deverá agradecer ao brilhante estratega da moção apresentada nesta altura pela direita.
Da minha parte, ficam os meus sinceros parabéns a este verdadeiro génio da direita em estratégia politica.
Não aprendem nada com os discursos do Presidente Cavaco Silva?..
Depois de 4 anos de Passos e Portas, o país continuou a braços com a crise profunda, com uma economia esclerosada, com um povo esmifrado, sufocado, esmagado, burro de carga, saco de pancada de um bando de incompetentes, espremido até ao tutano por uma carga fiscal completamente excessiva e castradora.
E, apesar de tudo isso, ficámos ainda mais endividados.
Tínhamos de mudar de vida. E a coisa estava tão má, que foi o PCP que deu o passo...
Empossado o 2º. governo PáF, o programa foi discutido e rejeitado. Consequência: caiu o governo.
Seguiram-se 55 e dias de protagonismo cavaquista.
Empossado Costa, com o conforto de uma maioria parlamentar à esquerda, a direita mordeu o anzol e vai fazer fazer-nos assistir a um ciclo que se repetirá com aqueles e aquilo que, à falta de melhores argumentos, nos irão trazer, hoje e amanhã, mais do mesmo.
O modelo, já foi testado e falhou. Agora, teremos apenas o prolongamento do espectáculo.
A diferença é que, desta vez, a moção de rejeição, podendo servir para a masturbação intelectual das hostes da defunta coligação PáF e do seu séquito de frustados, enraivecidos, apeados, desvalidos, desesperados e vingativos, irá, no actual contexto social e político, reforçar a solidez e a vontade da maioria parlamentar de esquerda, acrescentando-lhe solidez e consistência aos olhos dos portugueses no momento do chumbo.
A esquerda deve estar a esfregar as mãos de contentamento e, por uma questão de educação, deverá agradecer ao brilhante estratega da moção apresentada nesta altura pela direita.
Da minha parte, ficam os meus sinceros parabéns a este verdadeiro génio da direita em estratégia politica.
Não aprendem nada com os discursos do Presidente Cavaco Silva?..
Nada como uma carreira de sucesso...
«A ex-ministra das Finanças autorizou o inspector-geral de Finanças, já depois das eleições de Outubro, a optar pela sua anterior remuneração de auditor-chefe no Tribunal de Contas, com base numa norma legal que a Procuradoria-geral da República considerou revogada no final do ano passado. Graças a esta autorização, Vítor Braz, que tal como Maria Luis foi assessor do gabinete do secretário de Estado das Finanças em 2001, ficou a ganhar mais 1110 euros mensais.
O despacho da ex-ministra, que não refere o nome de Vítor Braz, tem efeitos a partir de Janeiro deste ano, data da sua designação como inspector-geral. A aplicação retroactiva da decisão é justificada no documento com o facto de a autorização ter sido requerida “antes daquela data”. O que significa que Maria Luís levou mais de dez meses a decidir sobre o pedido do inspector-geral sem se lhe levantarem dúvidas — pelo menos não as fez constar no despacho — sobre a aplicabilidade da norma que a PGR considera revogada.»
Vítor Braz e a ex-ministra não quiseram responder às perguntas que o PÚBLICO lhes dirigiu, por escrito, há várias semanas e acerca das quais contactou repetidamente, e em vão, os respectivos secretariados. Vítor Braz mandou dizer apenas que "o património e o pessoal da IGF são geridos pela secretaria-geral do Ministério das Finanças".
- Jornal Público, José António Cerejo, via José Simões
O despacho da ex-ministra, que não refere o nome de Vítor Braz, tem efeitos a partir de Janeiro deste ano, data da sua designação como inspector-geral. A aplicação retroactiva da decisão é justificada no documento com o facto de a autorização ter sido requerida “antes daquela data”. O que significa que Maria Luís levou mais de dez meses a decidir sobre o pedido do inspector-geral sem se lhe levantarem dúvidas — pelo menos não as fez constar no despacho — sobre a aplicabilidade da norma que a PGR considera revogada.»
Vítor Braz e a ex-ministra não quiseram responder às perguntas que o PÚBLICO lhes dirigiu, por escrito, há várias semanas e acerca das quais contactou repetidamente, e em vão, os respectivos secretariados. Vítor Braz mandou dizer apenas que "o património e o pessoal da IGF são geridos pela secretaria-geral do Ministério das Finanças".
- Jornal Público, José António Cerejo, via José Simões
Naufrágio da motora "Jesus dos Navegantes", que está a ser julgado em Coimbra, vai conhecer sentença no próximo dia 21
Ontem, o CEMAR esteve presente no Tribunal de Coimbra...
Representado pelo presidente da direcção, o historiador da Cartografia Náutica Alfredo Pinheiro Marques, o CEMAR (Centro de Estudos do Mar) esteve ontem presente no Tribunal de Coimbra na audiência das alegações finais do processo-crime 400/13.6TACBR, em solidariedade com a Associação Pró-Maior Segurança dos Homens do Mar (dirigida pelo Mestre José Marques Festas) e, sobretudo, em solidariedade com o Mestre poveiro Francisco Fortunato, agora acusado pelo Ministério Público do Estado Português de quatro crimes de "homicídio por negligência", por não ter cumprido a "Carta Náutica"… não ter tido conhecimento de um "edital"… e não ter mandado vestir coletes e descalçar botas.
Tratou-se do naufrágio, há dois anos, da pequena motora "Jesus dos Navegantes", o seu pequeno barco, em que viu morrer, ao seu lado, em 25.10.2013, quatro dos seus companheiros, pescadores poveiros como ele (e ele, por acaso, sobreviveu).
Tratou-se de um dos três (3) naufrágios, no mesmo sítio, no ano de 2013. Aconteceu exactamente no mesmo local - na célebre barra do porto da Figueira da Foz - onde, antes disso, em 26.10.2010, 20.01.2012, 10.04.2013, e 25.06.2013, já haviam acontecido outros quatro (4) naufrágios, com três (3) mortos… E, depois disso (depois deste do "Jesus dos Navegantes" em 25.10.2013 com quatro [4] mortos), já lá aconteceu mais um (1) novo naufrágio, e outro esteve iminente (respectivamente, em 06.10.2015, e 12.11.2015), com mais cinco (5) mortos.
Neste último desastre, agora, em 06.10.2015, em que se perderam mais cinco vidas na barra do porto da Figueira da Foz, naufragou o barco de Aveiro/Ílhavo que, antigamente, durante muitos anos, havia sido comandado pelo Mestre Alcino Clemente (da Praia de Mira), associado e membro do nosso Conselho Consultivo e Científico do CEMAR - Centro de Estudos do Mar.
A sentença deste processo 400/13.6TACBR, cujas audiências ontem terminaram em Coimbra, irá ser prolatada, pelo Merítissimo Juiz que presidiu ao julgamento, no próximo dia 21 de Dezembro.
Representado pelo presidente da direcção, o historiador da Cartografia Náutica Alfredo Pinheiro Marques, o CEMAR (Centro de Estudos do Mar) esteve ontem presente no Tribunal de Coimbra na audiência das alegações finais do processo-crime 400/13.6TACBR, em solidariedade com a Associação Pró-Maior Segurança dos Homens do Mar (dirigida pelo Mestre José Marques Festas) e, sobretudo, em solidariedade com o Mestre poveiro Francisco Fortunato, agora acusado pelo Ministério Público do Estado Português de quatro crimes de "homicídio por negligência", por não ter cumprido a "Carta Náutica"… não ter tido conhecimento de um "edital"… e não ter mandado vestir coletes e descalçar botas.
Tratou-se do naufrágio, há dois anos, da pequena motora "Jesus dos Navegantes", o seu pequeno barco, em que viu morrer, ao seu lado, em 25.10.2013, quatro dos seus companheiros, pescadores poveiros como ele (e ele, por acaso, sobreviveu).
Tratou-se de um dos três (3) naufrágios, no mesmo sítio, no ano de 2013. Aconteceu exactamente no mesmo local - na célebre barra do porto da Figueira da Foz - onde, antes disso, em 26.10.2010, 20.01.2012, 10.04.2013, e 25.06.2013, já haviam acontecido outros quatro (4) naufrágios, com três (3) mortos… E, depois disso (depois deste do "Jesus dos Navegantes" em 25.10.2013 com quatro [4] mortos), já lá aconteceu mais um (1) novo naufrágio, e outro esteve iminente (respectivamente, em 06.10.2015, e 12.11.2015), com mais cinco (5) mortos.
Neste último desastre, agora, em 06.10.2015, em que se perderam mais cinco vidas na barra do porto da Figueira da Foz, naufragou o barco de Aveiro/Ílhavo que, antigamente, durante muitos anos, havia sido comandado pelo Mestre Alcino Clemente (da Praia de Mira), associado e membro do nosso Conselho Consultivo e Científico do CEMAR - Centro de Estudos do Mar.
A sentença deste processo 400/13.6TACBR, cujas audiências ontem terminaram em Coimbra, irá ser prolatada, pelo Merítissimo Juiz que presidiu ao julgamento, no próximo dia 21 de Dezembro.
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Às vezes sou um bocado impulsivo...
Não fez ainda uma semana que os gajos saíram do poleiro e, este caramelo, já queria um milagre.
Está a custar-lhe que "os traidores que quiseram apagar da nossa memória o 1º de Dezembro, tivessem sido escorraçados. Este será o último ano em que não se comemora esta data com o simbolismo e fervor que ela merece.
Para os Vasconcelos, que durante quatro anos andaram a vender o país a retalho, aqui ficam, os Hinos da Nossa Memória."
Está a custar-lhe que "os traidores que quiseram apagar da nossa memória o 1º de Dezembro, tivessem sido escorraçados. Este será o último ano em que não se comemora esta data com o simbolismo e fervor que ela merece.
Para os Vasconcelos, que durante quatro anos andaram a vender o país a retalho, aqui ficam, os Hinos da Nossa Memória."
Deixem a demagogia...
Sem
ironia, com a mesma franqueza com que confesso que caibo no grupo
daqueles que aceitam lições - dado que sei que não sei mais do que
aquilo que sei -, que tenho sempre muitas dúvidas e não
desconheço que, por vezes, me engano, é com a mesma franqueza, que não absorvo esta lição de demagogia: “Afinal, quem manda na Educação?”.
No
início da década de 60 do século passado, não havia exame nacional do 4.º
ano (ao tempo chamava-se 4ª. classe). Havia, isso sim, prova de
admissão ao ensino técnico e ao liceu.
A
minha querida e saudosa professora primária – a Dª. Graciete - que
me acompanhou desde a 2ª. classe, era quem estava em melhores
condições para me fazer a avaliação.
E,
se alguns, tiraram a 4ª. classe e, depois, seguiram ou não, para o
secundário, outros ficaram, pelo menos temporariamente, "a marcar passo" e tiveram de repetir a frequência do ano em que não tiveram
aproveitamento escolar.
Neste
momento – como sempre devia acontecer – o ensino público em Portugal tem de ser tratado, pelo poder, como merece, dada a sua importância no futuro do País – com
seriedade e competência.
Desde
logo, pela minha experiência pessoal, a meu ver, como primeira medida, seria procurar que um professor do 1.º ciclo do ensino básico fosse
colocado na mesma escola por um período mínimo de 4 anos, que é o
tempo indispensável para acompanhar uma turma durante todo esse ciclo fundamental no crescimento da personalidade da criança e futuro adulto.
Podem
dizer que é uma medida simples...
Pois
é, mas para quê complicar?..
Direita dividida sobre apresentação de moção de rejeição...
Tanto do lado do PSD como do PS, o confronto é esperado no primeiro dia de debate.
Fontes próximas de Passos Coelho afirmam ao JN que a única estratégia possível para o agora líder da Oposição é intervir amanhã, depois de ter criticado Costa por ter permanecido em silêncio no primeiro dia da discussão do programa da Direita, que foi depois chumbado pela maioria de Esquerda.
Também é esperada para amanhã uma intervenção de Paulo Portas, líder do CDS, que é favorável à apresentação de uma moção de rejeição, disse ao JN fonte da direcção centrista.
Mas, o assunto divide o PSD.
António Costa, que falará nos dois dias do debate, quarta e quinta-feira, irá esforçar-se por mostrar convergência à esquerda.
Um esforço que explica a decisão de realizar, às terças-feiras, reuniões entre os líderes parlamentares, também com o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Pedro Nuno Santos, para discutir as propostas do Executivo.
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Carlos Silva tem o mesmo problema de Paulo Portas...
... é completamente irrelevante.
A sorte dele, tal como a de Portas, é parte do Povo, porque é Povo, não perceber certas coisas...
A sorte dele, tal como a de Portas, é parte do Povo, porque é Povo, não perceber certas coisas...
O Bairro Novo e a pesada herança que lhe estão a deixar ...
O Bairro Novo, é uma zona da cidade com o futuro indefinido e cheia de problemas.
O que é de lamentar, pois é uma zona que até tem algum potencial para atrair visitantes. Por exemplo, a Arte Nova tardia do Bairro Novo e o sistema de muralhas defensivas da Figueira da Figueira da Foz.
Só que assim não vamos lá.
O vencedor do IX Festival Internacional de Xadrez da Figueira da Foz, Timur Gareyev, andava na rua na noite, a falar com pessoas, a conhecer a cidade e foi violentamente agredido no Bairro Novo, “inicialmente no meio de muita gente”, contudo, segundo apurou o DIÁRIO AS BEIRAS, o jovem norte americano voltou a ser agredido posteriormente quando já se encontrava sózinho.
Tudo terá acontecido por volta das 04H00. As marcas da agressão ficaram bem visíveis no rosto do jovem atleta e vão acompanhá-lo no regresso ao seu País.
E o mais estranho é que Timur Gareyev não acredita que tenha sido para o roubar. “Tinha dinheiro, uns 20 euros e cartões de crédito, não me parece que estivessem atrás disso. Deviam estar bêbedos e decidiram despejar violência em alguém”.
Violência gratuita, apenas, justifica “muitos socos de perto de duas dezenas”, a uma pessoa que nos visita, ainda por cima, “uma pessoa simpática e bem-disposta"?
Que cidade, afinal, é a Figueira da Foz?
Não basta, ao presidente da câmara da Figueira da Foz, há mais de 6 anos no poder, também lamentar "profundamente o que se passou”, nem “tentar saber o que falhou".
Ele tem de dar a garantia aos figueirenses que vai actuar, para que, tal como ele, também, eles possam continuar a acreditar que "a nossa cidade é pacífica, incluindo o Bairro Novo"...
O que é de lamentar, pois é uma zona que até tem algum potencial para atrair visitantes. Por exemplo, a Arte Nova tardia do Bairro Novo e o sistema de muralhas defensivas da Figueira da Figueira da Foz.
Só que assim não vamos lá.
O vencedor do IX Festival Internacional de Xadrez da Figueira da Foz, Timur Gareyev, andava na rua na noite, a falar com pessoas, a conhecer a cidade e foi violentamente agredido no Bairro Novo, “inicialmente no meio de muita gente”, contudo, segundo apurou o DIÁRIO AS BEIRAS, o jovem norte americano voltou a ser agredido posteriormente quando já se encontrava sózinho.
Tudo terá acontecido por volta das 04H00. As marcas da agressão ficaram bem visíveis no rosto do jovem atleta e vão acompanhá-lo no regresso ao seu País.
E o mais estranho é que Timur Gareyev não acredita que tenha sido para o roubar. “Tinha dinheiro, uns 20 euros e cartões de crédito, não me parece que estivessem atrás disso. Deviam estar bêbedos e decidiram despejar violência em alguém”.
Violência gratuita, apenas, justifica “muitos socos de perto de duas dezenas”, a uma pessoa que nos visita, ainda por cima, “uma pessoa simpática e bem-disposta"?
Que cidade, afinal, é a Figueira da Foz?
Não basta, ao presidente da câmara da Figueira da Foz, há mais de 6 anos no poder, também lamentar "profundamente o que se passou”, nem “tentar saber o que falhou".
Ele tem de dar a garantia aos figueirenses que vai actuar, para que, tal como ele, também, eles possam continuar a acreditar que "a nossa cidade é pacífica, incluindo o Bairro Novo"...
Coerência, para Assis, era o Costa ter morrido politicamente o mês passado, para ele o poder ter considerado uma grande "perca" para o País...
PS:
Assis defende que só Maria de Belém pode unir a Esquerda.
Em tempo.
Ainda há 8 dias apenas, Assis era um opositor do acordo à esquerda de Costa!..
Conclusão: Ou o Assis anda sem norte e baralhado, sem perceber se quer a “unidade da esquerda" ou "um PS isolado", ou então Assis é mais um génio incompreendido.
Para mim, o seu pensamento dos últimos dois meses tem sido claro e coerente: prefere o PS na oposição.
E o caminho mais curto para isso, será a eleição de Marcelo Rebelo de Sousa, com o seu precioso contributo...
Assis defende que só Maria de Belém pode unir a Esquerda.
Em tempo.
Ainda há 8 dias apenas, Assis era um opositor do acordo à esquerda de Costa!..
Conclusão: Ou o Assis anda sem norte e baralhado, sem perceber se quer a “unidade da esquerda" ou "um PS isolado", ou então Assis é mais um génio incompreendido.
Para mim, o seu pensamento dos últimos dois meses tem sido claro e coerente: prefere o PS na oposição.
E o caminho mais curto para isso, será a eleição de Marcelo Rebelo de Sousa, com o seu precioso contributo...
domingo, 29 de novembro de 2015
Na Figueira, os campeões de xadrez dão-se mal ao circular junto dos peões...
Na sequência dos ferimentos sofridos,
em circunstâncias que estão por apurar, o vencedor da prova, Timur
Gareyev, de 27 anos de idade, residente em Los Angeles, nos EUA, foi
transportado para o hospital da Figueira da Foz pelas 4 horas da
manhã.
O campeão ficou com "a cara muito
maltratada".
Depois da cerimónia de encerramento e
entrega de prémios do IX Festival Internacional de Xadrez da
Figueira da Foz, ao início da noite de sábado, Timur Garayev saiu
do hotel onde estava alojado, para passear sozinho pela cidade, tendo
sido agredido por desconhecidos, numa rua do Bairro Novo, zona de
vida nocturna, no centro da cidade.
Segundo o que li no facebook, quem
chamou a PSP, foi o vereador do Turismo João
Portugal.Timur Gareyey, grande mestre, começou a noite figueirense a ganhar no xadrez, mas terminou-a a perder com os peões no Blackjack...
Fica o registo de mais um belo cartaz de promoção turística da nossa cidade nos órgãos de comunicação social de circulação nacional e internacional...
A Figueira intelectual deixou de pensar?
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| foto sacada daqui |
Não me lembro só (mas também...) de colunistas com tribuna fixa na imprensa ou com acesso aos canais intelectuais locais bem-pensantes.
Lembro-me da elite intelectual local em geral, gente com obra feita na literatura, no jornalismo, nas artes plásticas, no ensino, responsáveis por grandes empresas, gente do teatro e do cinema, etc. Com raríssimas excepções, ressalvando os casos do engº. Daniel Santos e Rui Curado da Silva, o silêncio tem sido praticamente total.
Nenhum órgão de comunicação local se lembrou de organizar um debate onde pusesse a discutir o tema, nomes “fortes” como Gonçalo Cadilhe, Nuno Camarneiro, Mário Silva, Domingos Silva, Joaquim de Sousa, Fernando Cardoso, Luis Albuquerque, Silvina Queirós, António Jorge Pedrosa, António Augusto Menano, por exemplo, para lhes perguntar o que pensam de na Figueira se realizarem reuniões de Câmara à porta fechada, há mais de dois anos, num País que conseguiu a democracia desde o 25 de Abril de 1974.
Seria interessante saber o que pensa a intelectualidade local, sobre este assunto.
O silêncio, na cidade do respeitinho, sobre este assunto, continua ensurdecedor.
Será, assim, com a manutenção de decisões destas, que se vai conseguir reforçar a participação dos figueirenses na vida colectiva da sua cidade?
As pessoas, como sabemos, cada vez comparecem em menor número aos actos eleitorais.
Cabe também aos políticos pensarem nisso - principalmente, fora da época das campanhas eleitorais!..
A Figueira é o berço do Patriarca da Liberdade e uma Terra aberta e disponível para a democracia. 244 anos depois do seu nascimento, ainda na sexta-feira passada, no discurso que fez no decorrer da cerimónia de homenagem a Álvaro Cunhal, João Ataíde - e bem - lembrou este grande vulto da Liberdade em Portugal.
Como entender, perceber e aceitar que tivesse sido imposto por um executivo camarário PS, com maioria absoluta, tendo como presidente de Câmara o Dr. João Ataíde, reuniões camarárias realizadas à porta fechada?..
sábado, 28 de novembro de 2015
Governo PS "irá tão longe", quanto "corresponder às aspirações do povo", disse esta noite Jerónimo de Sousa na Figueira
O nome do histórico líder comunista Álvaro Cunhal, que morreu em 2005, aos 91 anos, foi dado ontem ao troço final da rodovia urbana que parte da rotunda Baden Powell - na avenida Mário Soares - em direcção à praia da Tamargueira (rotunda Infante D. Pedro), na zona noroeste da freguesia de Buarcos.
A decisão de atribuir o nome do antigo secretário-geral do PCP, foi tomada por deliberação camarária de 18 de Fevereiro e publicada em edital em Abril último.
Jerónimo de Sousa, que esteve presente na cerimónia, lembrou o historial de Cunhal enquanto político e homem das letras e das artes, "figura fascinante" e "combatente pela liberdade e democracia".
Por sua vez, o presidente da Câmara da Figueira da Foz, João Ataíde (PS), sublinhou que o fundador do PCP "merece a admiração de todos, concordando-se ou não com os seus ideais".
À noite o secretário-geral do PCP, no Pavilhão dos Caras Direitas, no decorrer de um jantar-comício, afirmou que "naquilo que depende do apoio dos comunistas, o Governo do PS irá tão longe quanto opte por uma política que corresponda às aspirações do povo."
E a concretizar esta manifestação de vontade disse: "O Governo irá tão longe conforme faça uma opção por uma política com solução duradoura, que corresponda aos interesses e aspirações do povo português".
E, a prosseguir, afirmou : "Aqui residirá o seu futuro, que com certeza poderá ser prolongado se essas respostas forem dadas".
O líder comunista disse ainda que "não pode nem deve ser desperdiçada" a possibilidade agora aberta, com o novo Governo do Partido Socialista, de "dar passos limitados, é certo, mas nem por isso pouco importantes" na adopção de uma trajectória que inverta aquilo que disse ser o "rumo de declínio" seguido nos últimos quatro anos.
Jerónimo de Sousa, prosseguiu o seu discurso, realçando a necessidade de uma política "patriótica e de esquerda" em oposição ao que disse ser a "política de mentira" da direita, e lembrou que o programa de governo que vai ser discutido, na quarta-feira, no parlamento "é um programa do PS, não um programa do PCP", mas que os comunistas o vão apoiar.
"Temos esta consciência da diferença e da divergência que existe em relação a matérias de fundo, mas, no quadro de honrar a palavra dada, o que faremos na Assembleia da República é rejeitar qualquer moção de rejeição que venha do PSD e do CDS", permitindo que o Governo liderado por António Costa entre em funções.
Jerónimo de Sousa revelou ainda que nas reuniões com o PS para formalização do acordo de apoio parlamentar comunista a um futuro governo "o Partido Socialista nunca quis impor nada ao PCP" e que "ficou claro" que os comunistas mantêm a sua autonomia, independência e identidade, apesar do acordo alcançado.
Jerónimo de Sousa disse ainda que a situação do país "não prescinde, antes exige" que a luta dos trabalhadores seja colocada em primeiro plano, e embora assumindo divergências programáticas com o PS, frisou que o novo Governo representa uma "evolução positiva" para o país.
"Não nos pomos em bicos de pés. Mas se hoje este Governo (de coligação PSD/CDS) foi derrotado e se a solução alternativa foi encontrada, podemos dizer camaradas que muito se deve ao PCP", disse ainda Jerónimo de Sousa.
Antes da intervenção do líder do PCP, usou da palavra Mário Nogueira, secretário-geral da Federação Nacional de Professores (FENPROF) e mandatário distrital de Coimbra da candidatura presidencial de Edgar Silva. Informou que vai estar hoje, sábado, em Lisboa, na manifestação convocada pela CGTP "para desejar que o governo do PS apoiado pelos partidos à sua esquerda tenha, de facto, políticas que não sejam de direita".
"Foi por isso que afastámos de lá o PSD e o CDS e agora o que é preciso é um governo que deixe de vez as políticas de direita", disse a concluir o seu discurso Mário Nogueira.
A decisão de atribuir o nome do antigo secretário-geral do PCP, foi tomada por deliberação camarária de 18 de Fevereiro e publicada em edital em Abril último.
Jerónimo de Sousa, que esteve presente na cerimónia, lembrou o historial de Cunhal enquanto político e homem das letras e das artes, "figura fascinante" e "combatente pela liberdade e democracia".
Por sua vez, o presidente da Câmara da Figueira da Foz, João Ataíde (PS), sublinhou que o fundador do PCP "merece a admiração de todos, concordando-se ou não com os seus ideais".
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| Foto Jorge Camarneiro |
E a concretizar esta manifestação de vontade disse: "O Governo irá tão longe conforme faça uma opção por uma política com solução duradoura, que corresponda aos interesses e aspirações do povo português".
E, a prosseguir, afirmou : "Aqui residirá o seu futuro, que com certeza poderá ser prolongado se essas respostas forem dadas".
O líder comunista disse ainda que "não pode nem deve ser desperdiçada" a possibilidade agora aberta, com o novo Governo do Partido Socialista, de "dar passos limitados, é certo, mas nem por isso pouco importantes" na adopção de uma trajectória que inverta aquilo que disse ser o "rumo de declínio" seguido nos últimos quatro anos.
Jerónimo de Sousa, prosseguiu o seu discurso, realçando a necessidade de uma política "patriótica e de esquerda" em oposição ao que disse ser a "política de mentira" da direita, e lembrou que o programa de governo que vai ser discutido, na quarta-feira, no parlamento "é um programa do PS, não um programa do PCP", mas que os comunistas o vão apoiar.
"Temos esta consciência da diferença e da divergência que existe em relação a matérias de fundo, mas, no quadro de honrar a palavra dada, o que faremos na Assembleia da República é rejeitar qualquer moção de rejeição que venha do PSD e do CDS", permitindo que o Governo liderado por António Costa entre em funções.
Jerónimo de Sousa revelou ainda que nas reuniões com o PS para formalização do acordo de apoio parlamentar comunista a um futuro governo "o Partido Socialista nunca quis impor nada ao PCP" e que "ficou claro" que os comunistas mantêm a sua autonomia, independência e identidade, apesar do acordo alcançado.
Jerónimo de Sousa disse ainda que a situação do país "não prescinde, antes exige" que a luta dos trabalhadores seja colocada em primeiro plano, e embora assumindo divergências programáticas com o PS, frisou que o novo Governo representa uma "evolução positiva" para o país.
"Não nos pomos em bicos de pés. Mas se hoje este Governo (de coligação PSD/CDS) foi derrotado e se a solução alternativa foi encontrada, podemos dizer camaradas que muito se deve ao PCP", disse ainda Jerónimo de Sousa.
Antes da intervenção do líder do PCP, usou da palavra Mário Nogueira, secretário-geral da Federação Nacional de Professores (FENPROF) e mandatário distrital de Coimbra da candidatura presidencial de Edgar Silva. Informou que vai estar hoje, sábado, em Lisboa, na manifestação convocada pela CGTP "para desejar que o governo do PS apoiado pelos partidos à sua esquerda tenha, de facto, políticas que não sejam de direita".
"Foi por isso que afastámos de lá o PSD e o CDS e agora o que é preciso é um governo que deixe de vez as políticas de direita", disse a concluir o seu discurso Mário Nogueira.
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Contributo para a futura biografia de um santo, “que esteve à frente do País durante mais de quatro anos e que ontem passou a líder da oposição”
“Foi um longo trabalho de parto até Pedro Passos Coelho nascer, no tórrido dia 24 de Julho de 1964, em Coimbra, com cinco quilos certinhos. Loiro, com franjinha e olhos azuis, o último de quatro filhos de Maria e António era uma criança adorada por miúdos e graúdos e um dos favoritos da professora da pré-primária, Branca Antonieta. A criança dócil, porém, já dava mostras de orgulho e de não apreciar mal-entendidos.
Um dia, num restaurante, uma empregada confunde-o com uma menina. Levanta-se da mesa e, com a maior das solenidades, pergunta: "Pai, mostro-lhe a pilinha?", deixando todos boquiabertos com a reacção.”
Em tempo.
Parece um enredo de uma comédia, mas é apenas uma citação de uma parte de um artigo assinado por Helena Cristina Coelho, publicado ontem no jornal Económico.
Um dia, num restaurante, uma empregada confunde-o com uma menina. Levanta-se da mesa e, com a maior das solenidades, pergunta: "Pai, mostro-lhe a pilinha?", deixando todos boquiabertos com a reacção.”
Em tempo.
Parece um enredo de uma comédia, mas é apenas uma citação de uma parte de um artigo assinado por Helena Cristina Coelho, publicado ontem no jornal Económico.
A Figueira não tem um único deputado realmente figueirense na Asembleia da República
De ontem para hoje, Portugal, politicamente, está diferente.
Quem, ontem, era oposição, hoje, está no governo.
Por via disso, também a Assembleia da República está diferente: quem ontem era deputado, hoje é primeiro-ministro, ministro ou secretário de estado.
E quem ontem era primeiro-ministro, ministro ou secretário de estado, hoje é deputado.
Por via desses ajustes, a Figueira perdeu o único deputado realmente figueirense: Ana Elisabete Laborda Oliveira que tinha ido em sétimo lugar na lista do PàF por Coimbra.
A Figueira, caramba, vai estar representada por João Galamba!
Quem, ontem, era oposição, hoje, está no governo.
Por via disso, também a Assembleia da República está diferente: quem ontem era deputado, hoje é primeiro-ministro, ministro ou secretário de estado.E quem ontem era primeiro-ministro, ministro ou secretário de estado, hoje é deputado.
Por via desses ajustes, a Figueira perdeu o único deputado realmente figueirense: Ana Elisabete Laborda Oliveira que tinha ido em sétimo lugar na lista do PàF por Coimbra.
A Figueira, caramba, vai estar representada por João Galamba!
NOJO E INDIGNAÇÃO. EM DEFESA DOS PESCADORES, E DA MARINHA PORTUGUESA
(...) Quem vai conseguir evitar que os barcos pequenos, as embarcações de pesca e os iates de recreio, quando passarem a ter que entrar e sair nessa nova barra criada devido à nova orientação do molhe norte, se exponham ao mar de través...?
Esta será uma situação que poderá vir a ser desastrosa para os pescadores e os iatistas, e ruinosa para o futuro das pescas e da marina de recreio. (...) [01.03.2006]
(...) Quem vai ter a culpa dessa catástrofe...? (...) [01.10.2008]
Nunca me senti tão indignado. E até tinha prometido a mim próprio que iria calar-me (iria fazer aquilo que, nesta vida, sempre tive dificuldade em fazer… e que, sem dúvida, para futuro, tenho que começar a aprender… pois, infelizmente, toda esta miséria, esta vergonha portuguesa, já chegou a tal ponto que já nem sequer é possível acrescentar mais nada…). Mas é claro que não vou conseguir calar-me. São demasiado grandes o meu nojo e a minha indignação. Vou mesmo (uma vez mais…) falar, escrever e assinar o meu nome em baixo.
Toda a gente sabe que o Centro de Estudos do Mar (CEMAR) e o seu director (e autor destas linhas), Alfredo Pinheiro Marques, são quem, na Figueira da Foz, em 2006, 2007 e 2008 —, quando o erro do porto comercial foi avolumado (e avolumado para o dobro…!) —, teve a coragem de tomar posição pública, falar, escrever, assinar o nome, enviar textos para jornais, enfrentar publicamente a situação. Quem falou, e falou a tempo, quando havia que falar (e quando tantos e tantos se calaram… e assobiaram para o lado… ou até aplaudiram…). E já andávamos a alertar para as coisas do litoral, do porto e das areias, desde 1996…
E toda a gente sabe que, para além do autor destas linhas, a outra pessoa que, então, na Figueira da Foz, também tomou posição, e teve a coragem de falar, escrever, e assinar, foi o nosso caro Amigo Senhor Manuel Luís Pata, o homem a quem a Figueira da Foz deve os livros sobre a pesca do bacalhau (e, também ele, um Associado do Centro de Estudos do Mar - CEMAR). Cumprimos portanto, ambos, a nossa obrigação, manifestando-nos contra a insensatez… Tal como, antes de nós, já o haviam feito os falecidos Senhor Raul Bruno de Sousa e Capitão João Pereira Mano (este último, também, um Associado Honorário do CEMAR).
É por isso que, agora… quando todos falam, escrevem, vociferam e trocam acusações, em vozearias cruzadas (e até políticos partidários se atrevem a vir fazer política devido a uma tragédia…!), eu quereria conseguir calar-me, e simplesmente rezar com os que sabem rezar, e chorar com os que, uma vez mais, têm que chorar. Mas não sei, nem consigo. Porque a minha indignação é ainda maior do que o meu nojo e a minha tristeza.
Nunca (em toda a minha vida…) me senti tão indignado como me sinto, agora, em Novembro de 2015, quando leio nos jornais que está a haver quem, em partidos políticos, em entidades e administrações portuárias que foram nomeadas "anteontem" (politicamente…), e em instituições judiciais que nada percebem de navegação, afirme que "a barra está desassoreada", atribua culpas aos próprios pescadores (por não usarem os coletes)… e acuse a Marinha (que é quem tem que os salvar quando naufragam) de falta de profissionalismo… de ser "incompetente" [sic], e de fazer declarações que são "chorrilhos sem nexo" [sic]…!
A minha indignação não tem limites, quando vejo que há quem esteja a querer investigar, criminalmente, a actuação da Marinha de Guerra Portuguesa… (!) e esteja a querer condenar, criminalmente, em tribunal — por "homicídio" [sic]…! —, um mestre poveiro de uma pequena embarcação de pesca que sobreviveu a um naufrágio em que viu morrer os seus companheiros à sua frente… Condená-lo por ter cometido o pretenso "crime" de não utilizar a Cartografia…! Porque "não usou a rota prevista na carta náutica"… (!)… A rota que (para uma embarcação pequena como a sua) seria sempre, na verdade, uma rota impossível, e suicidária… (!) — pois o próprio porto, pela sua conformação, totalmente errada (e, por isso, sempre assoreada), tal como se encontra, é impossível para barcos assim pequenos.
Como se a própria sucessão — ininterrupta… — dos naufrágios e das mortes, ao longo dos últimos anos, na barra do porto fluvial da Foz do Mondego, não fosse a prova, indesmentível, de que o que está errado é O PRÓPRIO PORTO (e não a navegação que nele venham a fazer as pequenas embarcações de pesca)…!
Como se esse erro não tivesse sido apontado, por nós, desde 2006 e 2008 (nas vésperas de tal erro ser aumentado, para o dobro, com mais 400 metros)…!
Está-se a iniciar, em 16.11.2015, um julgamento criminal, em Coimbra, de quem sobreviveu à tragédia em que, em 25.10.2013 (no dia do aniversário da morte do "Príncipe Perfeito" de Portugal, Dom João II, em 1495…) morreram, na barra do Mondego, quatro dos seus companheiros…? Pois eis que, entretanto (um mês e uma semana antes do início desse julgamento…), em 06.10.2015, morreram aí, EXACTAMENTE NO MESMO LOCAL, mais outros CINCO (5) pescadores…! Exactamente nas mesmas circunstâncias: desrespeitando (tendo que desrespeitar…) a tal célebre "Carta Náutica"…
A carta do porto impossível (para barcos pequenos…) do Mondego…
E agora…? Alguém vai querer julgar também os mortos de 06.10.2015…?
O barco que agora em 06.10.2015 naufragou na barra impossível do porto impossível do Mondego, erradamente construído no interior do estuário do rio, era o barco de Aveiro (Ílhavo) que, antigamente, durante muitos anos, havia sido comandado pelo nosso caro Amigo Mestre Alcino Clemente, da Praia de Mira ("este homem já era pescador antes de nascer"…), o homem que nos orgulhamos de ter connosco, como Associado, e membro do Conselho Consultivo e Científico, do Centro de Estudos do Mar; o homem com quem, desde há vinte anos, temos compartilhado tantos e tantos combates cívicos, na Praia de Mira e não só.
Os pescadores que agora em 06.10.2015 morreram eram Amigos e tripulação do Mestre Alcino, que com ele haviam navegado, e pescado, durante muitos anos.
Não há limites para a nossa tristeza e para a nossa indignação. Vai ser preciso contar esta História, para o Futuro. Vamos ser nós que a vamos contar.
Esta será uma situação que poderá vir a ser desastrosa para os pescadores e os iatistas, e ruinosa para o futuro das pescas e da marina de recreio. (...) [01.03.2006]
(...) Quem vai ter a culpa dessa catástrofe...? (...) [01.10.2008]
Alfredo Pinheiro Marques, 2006, 2008
Nunca me senti tão indignado. E até tinha prometido a mim próprio que iria calar-me (iria fazer aquilo que, nesta vida, sempre tive dificuldade em fazer… e que, sem dúvida, para futuro, tenho que começar a aprender… pois, infelizmente, toda esta miséria, esta vergonha portuguesa, já chegou a tal ponto que já nem sequer é possível acrescentar mais nada…). Mas é claro que não vou conseguir calar-me. São demasiado grandes o meu nojo e a minha indignação. Vou mesmo (uma vez mais…) falar, escrever e assinar o meu nome em baixo.
Toda a gente sabe que o Centro de Estudos do Mar (CEMAR) e o seu director (e autor destas linhas), Alfredo Pinheiro Marques, são quem, na Figueira da Foz, em 2006, 2007 e 2008 —, quando o erro do porto comercial foi avolumado (e avolumado para o dobro…!) —, teve a coragem de tomar posição pública, falar, escrever, assinar o nome, enviar textos para jornais, enfrentar publicamente a situação. Quem falou, e falou a tempo, quando havia que falar (e quando tantos e tantos se calaram… e assobiaram para o lado… ou até aplaudiram…). E já andávamos a alertar para as coisas do litoral, do porto e das areias, desde 1996…
E toda a gente sabe que, para além do autor destas linhas, a outra pessoa que, então, na Figueira da Foz, também tomou posição, e teve a coragem de falar, escrever, e assinar, foi o nosso caro Amigo Senhor Manuel Luís Pata, o homem a quem a Figueira da Foz deve os livros sobre a pesca do bacalhau (e, também ele, um Associado do Centro de Estudos do Mar - CEMAR). Cumprimos portanto, ambos, a nossa obrigação, manifestando-nos contra a insensatez… Tal como, antes de nós, já o haviam feito os falecidos Senhor Raul Bruno de Sousa e Capitão João Pereira Mano (este último, também, um Associado Honorário do CEMAR).
É por isso que, agora… quando todos falam, escrevem, vociferam e trocam acusações, em vozearias cruzadas (e até políticos partidários se atrevem a vir fazer política devido a uma tragédia…!), eu quereria conseguir calar-me, e simplesmente rezar com os que sabem rezar, e chorar com os que, uma vez mais, têm que chorar. Mas não sei, nem consigo. Porque a minha indignação é ainda maior do que o meu nojo e a minha tristeza.
Nunca (em toda a minha vida…) me senti tão indignado como me sinto, agora, em Novembro de 2015, quando leio nos jornais que está a haver quem, em partidos políticos, em entidades e administrações portuárias que foram nomeadas "anteontem" (politicamente…), e em instituições judiciais que nada percebem de navegação, afirme que "a barra está desassoreada", atribua culpas aos próprios pescadores (por não usarem os coletes)… e acuse a Marinha (que é quem tem que os salvar quando naufragam) de falta de profissionalismo… de ser "incompetente" [sic], e de fazer declarações que são "chorrilhos sem nexo" [sic]…!
A minha indignação não tem limites, quando vejo que há quem esteja a querer investigar, criminalmente, a actuação da Marinha de Guerra Portuguesa… (!) e esteja a querer condenar, criminalmente, em tribunal — por "homicídio" [sic]…! —, um mestre poveiro de uma pequena embarcação de pesca que sobreviveu a um naufrágio em que viu morrer os seus companheiros à sua frente… Condená-lo por ter cometido o pretenso "crime" de não utilizar a Cartografia…! Porque "não usou a rota prevista na carta náutica"… (!)… A rota que (para uma embarcação pequena como a sua) seria sempre, na verdade, uma rota impossível, e suicidária… (!) — pois o próprio porto, pela sua conformação, totalmente errada (e, por isso, sempre assoreada), tal como se encontra, é impossível para barcos assim pequenos.
Como se a própria sucessão — ininterrupta… — dos naufrágios e das mortes, ao longo dos últimos anos, na barra do porto fluvial da Foz do Mondego, não fosse a prova, indesmentível, de que o que está errado é O PRÓPRIO PORTO (e não a navegação que nele venham a fazer as pequenas embarcações de pesca)…!
Como se esse erro não tivesse sido apontado, por nós, desde 2006 e 2008 (nas vésperas de tal erro ser aumentado, para o dobro, com mais 400 metros)…!
Está-se a iniciar, em 16.11.2015, um julgamento criminal, em Coimbra, de quem sobreviveu à tragédia em que, em 25.10.2013 (no dia do aniversário da morte do "Príncipe Perfeito" de Portugal, Dom João II, em 1495…) morreram, na barra do Mondego, quatro dos seus companheiros…? Pois eis que, entretanto (um mês e uma semana antes do início desse julgamento…), em 06.10.2015, morreram aí, EXACTAMENTE NO MESMO LOCAL, mais outros CINCO (5) pescadores…! Exactamente nas mesmas circunstâncias: desrespeitando (tendo que desrespeitar…) a tal célebre "Carta Náutica"…
A carta do porto impossível (para barcos pequenos…) do Mondego…
E agora…? Alguém vai querer julgar também os mortos de 06.10.2015…?
O barco que agora em 06.10.2015 naufragou na barra impossível do porto impossível do Mondego, erradamente construído no interior do estuário do rio, era o barco de Aveiro (Ílhavo) que, antigamente, durante muitos anos, havia sido comandado pelo nosso caro Amigo Mestre Alcino Clemente, da Praia de Mira ("este homem já era pescador antes de nascer"…), o homem que nos orgulhamos de ter connosco, como Associado, e membro do Conselho Consultivo e Científico, do Centro de Estudos do Mar; o homem com quem, desde há vinte anos, temos compartilhado tantos e tantos combates cívicos, na Praia de Mira e não só.
Os pescadores que agora em 06.10.2015 morreram eram Amigos e tripulação do Mestre Alcino, que com ele haviam navegado, e pescado, durante muitos anos.
Não há limites para a nossa tristeza e para a nossa indignação. Vai ser preciso contar esta História, para o Futuro. Vamos ser nós que a vamos contar.
ALFREDO PINHEIRO MARQUES
Director do Centro de Estudos do Mar - CEMAR
24.11.2015
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
António Costa já é primeiro-ministro...
Não
podemos esquecer os últimos 4 anos...
Cavaco
apelou sempre ao diálogo e compromisso entre os partidos.
Quando está quase para se ir embora, finalmente, conseguiu...
O que poderia desejar mais, para terminar este segundo e último mandato em beleza?..
O que poderia desejar mais, para terminar este segundo e último mandato em beleza?..
Jerónimo de Sousa vai estar amanhã na Figueira
Amanhã, dia 27 de Novembro, o Secretário Geral do PCP, Jerónimo de
Sousa desloca-se à Figueira da Foz a fim de participar em duas
importantes iniciativas políticas.
A
primeira, tem lugar às 16 Horas e consiste na inauguração da
Avenida Álvaro Cunhal, situada entre a rotunda Baden Powel e a
Escola Infante D Pedro em Buarcos.
A
segunda, realiza-se pelas às 20 Horas no Pavilhão dos Caras Direitas, também
em Buarcos: é um Jantar, onde o Secretário Geral do PCP
fará uma importante intervenção sobre o actual momento político e
as perspectivas do PCP quanto ao seu desenvolvimento.
Grande chamada de primeira página!...
![]() |
| "Costa chama cega e cigano para o Governo". |
Nunca brinco com as deficiências deste "jornal"...
Metem-me nojo.
Deste, dizem, que é o que vende mais...
Deste, dizem, muitos, em voz alta, aliás, não muito alta: que porcaria, que nojo de jornal...
E em voz baixa, aliás, baixíssima, alguns dizem: ora, o que é preciso é fazer pela vida...
Que o mesmo é dizer: nesta sociedade em que vivemos, é preciso é “triunfar”...
Custe o que custar...
Que vos faça bom proveito a leitura do "correio da manha"...
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