
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Homenagem aos pescadores da pesca do bacalhau e a todos os marítimos covagalenses

Começa hoje, pelas 16 horas, no Clube Mocidade Covense, com a abertura da Exposição alusiva à pesca do Bacalhau, a homenagem aos marítimos covagalenses promovida pela Junta de Freguesia de São Pedro.
Igualmente hoje, em continuação do programa, decorre na mesma Colectividade, uma palestra sobre a temática da pesca do bacalhau, proferida pelo dr. Alfredo Pinheiro Marques, Director do Centro de Estudos do Mar.
Amanhã, sábado, também no Clube Mocidade Covense, prossegue a Exposição e haverá passagem de filmes.
Finalmente, domingo, dia 12, este evento terá o seu último dia, com o seguinte programa: Missa na Capela de São Pedro, pelas 11 horas, por alma dos marítimos covagaleneses já falecidos. Segue-se a inauguração do monumento do pescador do bacalhau, na rotunda da entrada norte da freguesia e um almoço volante, aberto a toda a população, no Largo da Borda do Rio.
É este o programa. 10, 11 e 12 de Julho de 2009, foram os dias, o mês e o ano escolhidos pela Junta de freguesia de São Pedro para a realização da homenagem aos marítimos covagalenses.
Sou filho, neto e bisneto de pescadores - alguns do bacalhau. Sei o que foi a pesca do bacalhau: uma autêntica escravatura. "Maus tratos, má comida, má dormida... Trabalhavam vinte horas, com quatro horas de descanso e isto, durante seis meses."
Como escrevi há uns meses atrás neste blogue, a propósito de uma exposição em Lavos, a pesca do bacalhau à linha, com dóris de um só homem, foi uma heróica, mas sofrida singularidade portuguesa. Isto, para deixar bem claro, que a epopeia do bacalhau na Cova e Gala é um património que faz parte da memória colectiva dos homens do mar figueirenses ainda vivos, directamente envolvidos, e dos seus familiares, que quem manda na nossa cidade não soube preservar.
Entretanto, um pormenor: tive conhecimento de um documento técnico da autoria de uma equipa de investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), elaborado por solicitação da EP – Estradas de Portugal, que vai ser editado pelo Instituto de Infra-Estruturas Rodoviárias (InIR), que considera que uma rotunda tem como função “regular o trânsito automóvel, mas assume igualmente um contributo válido na segurança dos peões e na requalificação do meio envolvente”. Por conseguinte, “a colocação de obstáculos físicos rígidos (por exemplo, estátuas, observadas em muitas rotundas) é um erro técnico”.
Igualmente hoje, em continuação do programa, decorre na mesma Colectividade, uma palestra sobre a temática da pesca do bacalhau, proferida pelo dr. Alfredo Pinheiro Marques, Director do Centro de Estudos do Mar.
Amanhã, sábado, também no Clube Mocidade Covense, prossegue a Exposição e haverá passagem de filmes.
Finalmente, domingo, dia 12, este evento terá o seu último dia, com o seguinte programa: Missa na Capela de São Pedro, pelas 11 horas, por alma dos marítimos covagaleneses já falecidos. Segue-se a inauguração do monumento do pescador do bacalhau, na rotunda da entrada norte da freguesia e um almoço volante, aberto a toda a população, no Largo da Borda do Rio.
É este o programa. 10, 11 e 12 de Julho de 2009, foram os dias, o mês e o ano escolhidos pela Junta de freguesia de São Pedro para a realização da homenagem aos marítimos covagalenses.
Sou filho, neto e bisneto de pescadores - alguns do bacalhau. Sei o que foi a pesca do bacalhau: uma autêntica escravatura. "Maus tratos, má comida, má dormida... Trabalhavam vinte horas, com quatro horas de descanso e isto, durante seis meses."
Como escrevi há uns meses atrás neste blogue, a propósito de uma exposição em Lavos, a pesca do bacalhau à linha, com dóris de um só homem, foi uma heróica, mas sofrida singularidade portuguesa. Isto, para deixar bem claro, que a epopeia do bacalhau na Cova e Gala é um património que faz parte da memória colectiva dos homens do mar figueirenses ainda vivos, directamente envolvidos, e dos seus familiares, que quem manda na nossa cidade não soube preservar.
Entretanto, um pormenor: tive conhecimento de um documento técnico da autoria de uma equipa de investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), elaborado por solicitação da EP – Estradas de Portugal, que vai ser editado pelo Instituto de Infra-Estruturas Rodoviárias (InIR), que considera que uma rotunda tem como função “regular o trânsito automóvel, mas assume igualmente um contributo válido na segurança dos peões e na requalificação do meio envolvente”. Por conseguinte, “a colocação de obstáculos físicos rígidos (por exemplo, estátuas, observadas em muitas rotundas) é um erro técnico”.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Estes dias de brasa pré-eleitorais....
Até ao momento, já existem vários candidatos anunciados à Câmara da Figueira da Foz.
Os partidos políticos, enquanto vistos como um todo, em especial os do centrão, merecem-me nenhuma confiança.
Do meu ponto de vista, a nível local, há muitos anos que esses partidos não defendem os figueirenses.
Defendem, isso sim, os interesses de diferentes lobbies partidários locais, que vivem à “mamuge” do estado a que isto chegou. O carreirismo político, neste momento, cá pela parvónia, levou ao poder gente que não tendo condições para se governar a si mesmo, acabou a governar uma cidade e um concelho.
O sistema político, por intermédio dos partidos, vedou o acesso de cidadãos independentes às funções políticas.
No acto eleitoral de Outubro próximo, apenas espero que a Figueira saiba escolher alguém inteligente e honesto, com coragem e determinação em trabalhar para o bem comum, porque continuar a obra do actual executivo, não valerá a pena o esforço e, muito menos, a maçada.

Entretanto, por cá em S. Pedro, freguesia e vila plantada à beira-mar na margem Sul do concelho da Figueira da Foz, vai continuando a propaganda no jornal do costume.
Volvidos quatro mandatos, o presidente da junta faz o que se esperava: um balanço positivo da gestão autárquica da sua equipa. “Traçámos objectivos, definimos um rumo e, contra ódios, rancores, venenos e algumas vinganças mesquinhas, paulatinamente fomos conseguindo fazer de S. Pedro uma vila modelo”.
E eu a pensar que a luta era pelo progresso. Mas, a acreditar nas palavras do presidente da junta, não. É “contra ódios, rancores, venenos e algumas vinganças mesquinhas”!..
Será que a vila de São Pedro é assim tão medíocre como a pinta o presidente?...
Sem uma oposição forte há 16 anos, deixou de haver equilíbrio de poder e espaço para a alternância em São Pedro. Ficou aberto o terreno para o nepotismo e radicalismo individual e para as ilusões de grupo.
O poder absoluto do quero, posso e mando está instalado...
São Pedro, freguesia, vai pagar isto muito caro.
Os partidos políticos, enquanto vistos como um todo, em especial os do centrão, merecem-me nenhuma confiança.
Do meu ponto de vista, a nível local, há muitos anos que esses partidos não defendem os figueirenses.
Defendem, isso sim, os interesses de diferentes lobbies partidários locais, que vivem à “mamuge” do estado a que isto chegou. O carreirismo político, neste momento, cá pela parvónia, levou ao poder gente que não tendo condições para se governar a si mesmo, acabou a governar uma cidade e um concelho.
O sistema político, por intermédio dos partidos, vedou o acesso de cidadãos independentes às funções políticas.
No acto eleitoral de Outubro próximo, apenas espero que a Figueira saiba escolher alguém inteligente e honesto, com coragem e determinação em trabalhar para o bem comum, porque continuar a obra do actual executivo, não valerá a pena o esforço e, muito menos, a maçada.

Entretanto, por cá em S. Pedro, freguesia e vila plantada à beira-mar na margem Sul do concelho da Figueira da Foz, vai continuando a propaganda no jornal do costume.
Volvidos quatro mandatos, o presidente da junta faz o que se esperava: um balanço positivo da gestão autárquica da sua equipa. “Traçámos objectivos, definimos um rumo e, contra ódios, rancores, venenos e algumas vinganças mesquinhas, paulatinamente fomos conseguindo fazer de S. Pedro uma vila modelo”.
E eu a pensar que a luta era pelo progresso. Mas, a acreditar nas palavras do presidente da junta, não. É “contra ódios, rancores, venenos e algumas vinganças mesquinhas”!..
Será que a vila de São Pedro é assim tão medíocre como a pinta o presidente?...
Sem uma oposição forte há 16 anos, deixou de haver equilíbrio de poder e espaço para a alternância em São Pedro. Ficou aberto o terreno para o nepotismo e radicalismo individual e para as ilusões de grupo.
O poder absoluto do quero, posso e mando está instalado...
São Pedro, freguesia, vai pagar isto muito caro.
Aeródromo da Figueira da Foz: trezentos mil euros depois, tudo na mesma….

Recebi, por mail, a NEWSLETTER dos vereadores do PS, referente a Julho corrente. Entre a variada e útil informação, vinha este texto:
“É desta que vamos ter aeródromo municipal”.
Estas foram as palavras do presidente da Câmara em 15 de Julho de 2004, ou seja há 5 anos atrás. O presidente assinava, então, um protocolo com o batalhão de engenharia de Espinho que veio fazer os trabalhos de terraplanagem da pista. De acordo com declarações do autarca, no final do ano de 2004 haveria aeronaves a aterrar e a descolar no aeródromo da Figueira da Foz.
Atendendo ao calendário aprazado, em 2007 tudo deveria estar concluído: o hangar, o posto de abastecimento e a asfaltagem da pista.
Mas nada. Trezentos mil euros já gastos servem de coisa nenhuma. A Câmara não conseguiu encontrar nenhum parceiro privado que quisesse ajudar a pagar a pista. Assim, a triste história do aeródromo desvaneceu-se num adiar da sua conclusão para 2013.”
“É desta que vamos ter aeródromo municipal”.
Estas foram as palavras do presidente da Câmara em 15 de Julho de 2004, ou seja há 5 anos atrás. O presidente assinava, então, um protocolo com o batalhão de engenharia de Espinho que veio fazer os trabalhos de terraplanagem da pista. De acordo com declarações do autarca, no final do ano de 2004 haveria aeronaves a aterrar e a descolar no aeródromo da Figueira da Foz.
Atendendo ao calendário aprazado, em 2007 tudo deveria estar concluído: o hangar, o posto de abastecimento e a asfaltagem da pista.
Mas nada. Trezentos mil euros já gastos servem de coisa nenhuma. A Câmara não conseguiu encontrar nenhum parceiro privado que quisesse ajudar a pagar a pista. Assim, a triste história do aeródromo desvaneceu-se num adiar da sua conclusão para 2013.”
quarta-feira, 8 de julho de 2009
1º Festival Regional Penteado e Moda
Programa:
10h00 - Abertura do Festival pelo presidente da Junta da Vila de S.Pedro - Sr. Carlos Simão
* Início do 1º Festival Regional Penteado e Moda
14h00 - Danças com jovens do Grupo de Dança da ARC da Lavos/ Marinha das Ondas e Siveirinha Grande
15hoo - L.R Saúde e Beleza para todos " Aloé Vera"
* Continuação do 1º Festival Regional Penteado e Moda
16h00 - Encerramento Centro Artístico e Cultural dos Cabeleiros de Portugal
Derrapagem...
- blogue o ambiente na figueira da foz
A derrapagem dos custos das obras é um dos "emblemas" da administração pública portuguesa.
A regra, é a derrapagem. A excepção, é a coincidência entre o valor posto a concurso e o preço real da empreitada.
Desde os organismos do Estado e as câmaras, aos projectistas e construtoras, todos aprenderam a viver num sistema em que a simulação, a hipocrisia e a mentira constroem uma nebulosa de interesses e conluios onde tudo é possível e o rigor orçamental sai de rastos.
É assim que o esquema funciona. É assim que se gastam a mais, anualmente, centenas de milhões de euros saídos dos bolsos dos contribuintes.
A regra, é a derrapagem. A excepção, é a coincidência entre o valor posto a concurso e o preço real da empreitada.
Desde os organismos do Estado e as câmaras, aos projectistas e construtoras, todos aprenderam a viver num sistema em que a simulação, a hipocrisia e a mentira constroem uma nebulosa de interesses e conluios onde tudo é possível e o rigor orçamental sai de rastos.
É assim que o esquema funciona. É assim que se gastam a mais, anualmente, centenas de milhões de euros saídos dos bolsos dos contribuintes.
Isto, num País depauperado, exausto e pobre.
terça-feira, 7 de julho de 2009
As mensagens de amor são como promessas eleitorais: às vezes cumprem-se...
A projectada construção do Núcleo Cultural de S. Pedro, inicialmente, previa um investimento na ordem dos 250 mil euros.
Contudo, a apresentação de um valor bastante superior “obrigou” a que o executivo figueirense anulasse ontem, em reunião de câmara, o concurso público em vigor para, seguidamente, aprovar outro concurso com o triplo do valor. Ou seja, um orçamento de 700 mil euros.
“Vamos gastar dinheiro num equipamento de características duvidosas. É uma zona de pesca e eu acho que o sr. Presidente vai à pesca de um apoio político”, frisou António Tavares, argumentando que, nesta altura, com a situação financeira que se vive na câmara, não se justifica que se gaste 700 mil euros, quando mais de 50 por cento do espaço é reservado para bar e restaurante.
“Não me parece que faça sentido. Este valor é desajustado”, argumentou o vereador do PS.
Duarte Silva, interpelado por João Vaz sobre qual a percentagem que será suportada pelo município e o quanto dirá respeito aos fundos comunitários, respondeu que a candidatura ao QREN ainda está em curso e que o apoio está na ordem dos 30 por cento.
A abertura de novo concurso público para a construção do Núcleo Cultural de S. Pedro no valor de 700 mil euros foi aprovado pela maioria “laranja”.
Contudo, a apresentação de um valor bastante superior “obrigou” a que o executivo figueirense anulasse ontem, em reunião de câmara, o concurso público em vigor para, seguidamente, aprovar outro concurso com o triplo do valor. Ou seja, um orçamento de 700 mil euros.
“Vamos gastar dinheiro num equipamento de características duvidosas. É uma zona de pesca e eu acho que o sr. Presidente vai à pesca de um apoio político”, frisou António Tavares, argumentando que, nesta altura, com a situação financeira que se vive na câmara, não se justifica que se gaste 700 mil euros, quando mais de 50 por cento do espaço é reservado para bar e restaurante.
“Não me parece que faça sentido. Este valor é desajustado”, argumentou o vereador do PS.
Duarte Silva, interpelado por João Vaz sobre qual a percentagem que será suportada pelo município e o quanto dirá respeito aos fundos comunitários, respondeu que a candidatura ao QREN ainda está em curso e que o apoio está na ordem dos 30 por cento.
A abertura de novo concurso público para a construção do Núcleo Cultural de S. Pedro no valor de 700 mil euros foi aprovado pela maioria “laranja”.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Que merda de contrato!
O objecto deste contrato, foi um sanitário instalado na Praça 8 de Maio (Praça Nova), ali colocado em regime de aluguer no mandato de Santana Lopes, já lá vão 10 anos!..
Decorrido todo este tempo, a quase falida câmara da Figueira, entretanto, já pagou cerca de 200 mil euros. Ainda por cima quase inutilmente, pois de acordo com o mesmo jornal, “está a ser utilizado, em média, por 3,6 pessoas por dia”!..
Feitas as contas, cada vez que alguém faz uma mijinha, todos os munícipes pagam cerca de 19 euros!.. Por seu turno, o utilizador desembolsa 20 cêntimos!..
Este contrato, pelos vistos de longa duração, termina em 2013. Até lá, se não for denunciado, o que implica uma indemnização de 20 mil euros, terão de ser pagos ainda mais 110 mil euros.
Os figueirenses, pelos vistos, ao longo destes 10 anos pagaram um balúrdio pelo aluguer do equipamento sanitário, mas utilizaram-no pouco. Segundo o vereador José Elísio, até ao início da semana passada, “o WC tinha sido utilizado por apenas 1.132 pessoas”.
A Figueira tem muitas carências. Todavia, tem mais um motivo de orgulho - herança da gestão do dr. Santana Lopes, na passagem por esta cidade: a “casa de banho” pública mais cara da cidade – quiçá, mesmo, a mais cara do País!...
Por outras palavras, na opinião de António Tavares, vereador da oposição socialista: “à devida escala e na devida dimensão, este é o exemplo do que foi a gestão financeiramente ruinosa do dr. Santana Lopes”.
Nota: o vereador do pelouro do ambiente, só agora, a dois meses do final do mandato, é que deu pela merda deste contrato?..
José Elísio, nos anos de poder laranja na Figueira, honra lhe seja feita, foi sempre uma figura de prôa do PSD local. A saber: presidente da concelhia laranja, assessor, vereador.
Porquê, então, só agora vir à colação com esta merda retrasada?...
Independentes...
Contudo, também, não sou totalmente independente. Ninguém, aliás, é totalmente independente. Sei do que falo. Em 1985, fiz parte da LISP – Lista Independente de São Pedro – que ganhou as primeiras eleições para a então novel freguesia de São Pedro...
Mas, vamos às eleições de 2009. Sempre que há eleições eles aí estão, os chamados independentes. Nas eleições autárquicas, os independentes multiplicam-se e constituem mesmo listas. Agora também para as câmaras!..
Este ano, temos a perspectiva de duas candidaturas independentes à câmara da Figueira...
Mas, se os independentes se podem organizar em listas próprias, o que leva os partidos a incluir independentes nas suas listas, muitas vezes preterindo os militantes?..
Na Figueira, Duarte Silva, pelo PSD, diz-se independente. Ataíde das Neves, é independente do PS. Se formos analisar a composição de todas as listas, certamente que terão mais participantes independentes, que militantes.
Eu, pecador me confesso: nas autárquicas de 2005, fiz parte da lista da CDU, como independente, à Assembleia de Freguesia de São Pedro.
Mas, independentes de quê? E porquê?..
Porque terão mais credibilidade que os militantes? Porque serão menos corruptíveis? Mas, afinal, o que distingue um militante de um independente?
O cartão? Os princípios? Por acaso, em Portugal no ano da graça de 2009, terão alguma importância os princípios? Nas próximas autárquicas, vamos ter mais independentes do que nunca a concorrer, nomeadamente na Figueira e em São Pedro.
Independente, eu?... A propósito, há por aí alguém que proponha a construção de um complexo desportivo por estes lados?
São Pedro também tem gente.
domingo, 5 de julho de 2009
Registe-se a sinceridade…
Leonor Coutinho, deputada socialista e candidata pelo PS à Câmara de Cascais, considera que “a decisão do PS de interditar a dupla candidatura prejudica as pessoas que estão no início da carreira.”
Leram bem: para esta gente, ser deputado ou presidente de câmara, não é um cargo político que deveria ser de serviço público....
É carreira!...
Aprenderam alguma coisa?...
sábado, 4 de julho de 2009
As alternativas que existem!...
Outra, não quer a oposição partidária por perto:
Manuela Ferreira Leite não quer Pedro Passos Coelho nas listas eleitorais do PSD.
Manuela Ferreira Leite não quer Pedro Passos Coelho nas listas eleitorais do PSD.
O País “corneado”…
Alguém se lembra o que se discutiu, de relevante, na Assembleia da República na passada quinta-feira?..
O problema, aliás, apesar do insólito, caricato, inesperado e lamentável “episódio dos chifres”, não é novo. Há muito que não se discute, nem sequer na Assembleia da República, o local próprio, a nação portuguesa e os problemas que realmente minam o desenvolvimento deste país.
Nos últimos anos, a discussão política em Portugal tem-se, praticamente, resumido a uma acentuação de ódios pessoais, a julgamentos públicos e sumários de pessoas, a uma obsessão por tricas que, espremidas, são irrelevantes, para o que é mesmo importante: tentar resolver os problemas do país.
O clima anda crispado e - nota-se, existe ódio no ar!..
O povo ignora ou odeia os políticos; os políticos odeiam-se mutuamente; os partidos odeiam a parte minoritária da sociedade que questiona, pensa e coloca problemas reais, mas incómodos…
E, assim, vai indo Portugal...
Alguém consegue ver como um cenário plausível, hoje em dia, por exemplo, Sócrates e Manuela Ferreira Leite, a sentarem-se à mesma mesa para discutir, sem reservas, o país. Quem diz Sócrates e a dona Manuela, poderia dizer Jerónimo de Sousa e Louçã…
Entretanto, o País está cada vez mais atrasado em relação ao espaço europeu… Dizendo mais claramente: eu, o leitor e a maioria dos portugueses, vivemos cada vez pior…
A Justiça, a Saúde, a Educação, o Emprego, são sectores onde a degradação é conhecida e reconhecida…
E sem Justiça, Educação, Saúde, Emprego, não há País moderno, civilizado, progressista, onde a maioria tenha gosto em viver…
Este País fatalista, amorfo e conformado, habituou-se, há muito, a ser “corneado” por quem o tem dirigido… O episódio Pinho, foi, apenas, mais uma “cornada”…
Só que, esta, fotografada e filmada…
O problema, aliás, apesar do insólito, caricato, inesperado e lamentável “episódio dos chifres”, não é novo. Há muito que não se discute, nem sequer na Assembleia da República, o local próprio, a nação portuguesa e os problemas que realmente minam o desenvolvimento deste país.
Nos últimos anos, a discussão política em Portugal tem-se, praticamente, resumido a uma acentuação de ódios pessoais, a julgamentos públicos e sumários de pessoas, a uma obsessão por tricas que, espremidas, são irrelevantes, para o que é mesmo importante: tentar resolver os problemas do país.
O clima anda crispado e - nota-se, existe ódio no ar!..
O povo ignora ou odeia os políticos; os políticos odeiam-se mutuamente; os partidos odeiam a parte minoritária da sociedade que questiona, pensa e coloca problemas reais, mas incómodos…
E, assim, vai indo Portugal...
Alguém consegue ver como um cenário plausível, hoje em dia, por exemplo, Sócrates e Manuela Ferreira Leite, a sentarem-se à mesma mesa para discutir, sem reservas, o país. Quem diz Sócrates e a dona Manuela, poderia dizer Jerónimo de Sousa e Louçã…
Entretanto, o País está cada vez mais atrasado em relação ao espaço europeu… Dizendo mais claramente: eu, o leitor e a maioria dos portugueses, vivemos cada vez pior…
A Justiça, a Saúde, a Educação, o Emprego, são sectores onde a degradação é conhecida e reconhecida…
E sem Justiça, Educação, Saúde, Emprego, não há País moderno, civilizado, progressista, onde a maioria tenha gosto em viver…
Este País fatalista, amorfo e conformado, habituou-se, há muito, a ser “corneado” por quem o tem dirigido… O episódio Pinho, foi, apenas, mais uma “cornada”…
Só que, esta, fotografada e filmada…
sexta-feira, 3 de julho de 2009
O dia seguinte...
Foto sacada daqui
Será que para Manuel Pinho a comédia acabou?..EM PORTUGAL NUNCA SE SABE?...No que diz respeito à forma como tomou a decisão de sair do cargo assegurou que a tomou sozinho dentro do Governo. “Falei comigo próprio e falei à minha mulher primeiro, que ficou muito satisfeita”...
quinta-feira, 2 de julho de 2009
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