terça-feira, 17 de setembro de 2019
A política do quiosque continua...
| Quiosque junto ao Coliseu Figueirense. Quiosque junto ao parque infantil das Abadias! Fotos sacadas daqui. |
Em 2016 foram investidos cerca de 300 mil euros na construção quiosques.
Desses, dois continuam fechados. Desde 2016 que vão a hastas públicas e ninguém os quer.
Ontem, houve mais uma jornada do jogo do faz de conta...
Rio e as políticas climáticas: "Até já disse que concordava com um outdoor do BE"...
Costa: "Rui Rio tem uma obsessão contra a Justiça, não gosta dos juízes"...
Nota:
Para ver o debate na íntegra clicar aqui.
segunda-feira, 16 de setembro de 2019
Legislativas 2019: ainda há muito por vindimar...
A confusão é a habitual, sondagens incluídas, em período de pré-campanha.
Entretanto, a poeira vai assentando à medida da aproximação do período oficial de campanha...
Quase um terço dos portugueses ainda não decidiu em quem vai votar.
Até ao lavar dos cestos ainda é vindima...
Entretanto, a poeira vai assentando à medida da aproximação do período oficial de campanha...
Quase um terço dos portugueses ainda não decidiu em quem vai votar.
Até ao lavar dos cestos ainda é vindima...
Serviço Público
Quer conhecer os programas eleitorais de (quase) todos os partidos a votos nas próximas Legislativas?
Usamos todas as desculpas e mais algumas para não votar. E tendemos a julgar pela capa, sem conhecer as propostas dos partidos que se apresentam a votos. Por esse motivo, disponibilizo aqui as ligações para os programas eleitorais às Legislativas que se avizinham. Caso tenha informação sobre o paradeiro dos programas em falta, agradeço desde já o envio dos mesmos, para incluir neste resumo. E não se esqueça de votar!
ALIANÇA:
BLOCO DE ESQUERDA:
CDS – PARTIDO POPULAR:
CDU:
CHEGA:
INICIATIVA LIBERAL:
JUNTOS PELO POVO:
Paradeiro incerto
LIVRE:
MOVIMENTO ALTERNATIVA SOCIALISTA:
NÓS, CIDADÃOS!:
PAN:
PARTIDO DA TERRA:
Paradeiro incerto
PARTIDO DEMOCRÁTICO REPUBLICANO:
PARTIDO POPULAR MONÁRQUICO:
Paradeiro incerto
PARTIDO TRABALHISTA PORTUGUÊS:
Paradeiro incerto
PARTIDO UNIDO DOS REFORMADOS E PENSIONISTAS:
Paradeiro incerto
PCTP/MRPP:
Paradeiro incerto
PNR:
PS:
PSD:
REAGIR, INCLUIR, RECICLAR:
Paradeiro incerto
(Via Aventar)
Vivemos um tempo difícil...
No tempo em que vivemos, mesmo os energúmenos mais ignorantes podem aspirar a ser presidentes de um país...
"O célebre farolim da rotunda do Farol, em Buarcos"...
Via À Beira-Mar
"O célebre farolim da rotunda do Farol, em Buarcos, 'menino dos olhos' do presidente José Esteves, foi despejado/abandonado num canavial em frente ao centro de saúde, à espera que o (re)ponham no sítio, um dia, quem sabe...!"
"O célebre farolim da rotunda do Farol, em Buarcos, 'menino dos olhos' do presidente José Esteves, foi despejado/abandonado num canavial em frente ao centro de saúde, à espera que o (re)ponham no sítio, um dia, quem sabe...!"
domingo, 15 de setembro de 2019
Voltámos à normalidade
Acabou-se Agosto. Já estamos em meados de Setembro. Os putos já regressaram às aulas.
No Cabedelo, "enquanto aguardo o orçamento para a instalação de vidros duplos na esplanada, espero que o dr. Carlos Tenreiro não apareça em modo de manifestação, devidamente autorizada, com familiares, amigos e correlegionários, apetrechados de tachos, panelas, batuques e cornetas a azucrinarem-me a cabeça"...
Portanto, creio que já podemos todos voltar à normalidade absurda e tranquila dos dias. Estão aí quase as eleições, o Benfica lá vai ganhando, sem estar a jogar bem e parece que a professora Marta Pena vai ser uma das convidadas do Dez & 10 que começa no CAE e termina no Casino.
Enfim: depois da silly season, na Figueira, pouco a pouco, estamos a regressar às coisas importantes.
No Cabedelo, "enquanto aguardo o orçamento para a instalação de vidros duplos na esplanada, espero que o dr. Carlos Tenreiro não apareça em modo de manifestação, devidamente autorizada, com familiares, amigos e correlegionários, apetrechados de tachos, panelas, batuques e cornetas a azucrinarem-me a cabeça"...
Portanto, creio que já podemos todos voltar à normalidade absurda e tranquila dos dias. Estão aí quase as eleições, o Benfica lá vai ganhando, sem estar a jogar bem e parece que a professora Marta Pena vai ser uma das convidadas do Dez & 10 que começa no CAE e termina no Casino.
Enfim: depois da silly season, na Figueira, pouco a pouco, estamos a regressar às coisas importantes.
"Acima de tudo está Portugal"
O PS e o poder
"O maior desafio que o poder coloca a um homem não é o de conquistá-lo, mas de dominá-lo quando o conquista. Para possuir poder basta, por vezes, deixar que ele se encaminhe até nós. O problema surge quando é necessário exercer domínio sobre o poder que o poder exerce sobre quem o possui. É aqui que se distinguem os verdadeiros homens de poder.
O PS não tem homens capazes de exercer o poder, uma vez que demonstrou não ter homens capazes de dominar o poder que possuem.
Todo o militante ou simpatizante do Partido Socialista deve levar isto em conta nas próximas eleições. Assim como deve levar em conta que acima da lealdade que deve ao seu partido está o respeito pelos valores que emanam da sua Declaração de Princípios. E que acima de tudo isto está Portugal."
Todo o militante ou simpatizante do Partido Socialista deve levar isto em conta nas próximas eleições. Assim como deve levar em conta que acima da lealdade que deve ao seu partido está o respeito pelos valores que emanam da sua Declaração de Princípios. E que acima de tudo isto está Portugal."
Espero que uma boa parte do eleitorado perceba o que verdadeiramente está em causa...
Surda e absurda: a maioria absoluta
"A Assembleia da República está dominada por uma maioria absoluta, a do arco da governação há muitos anos: entre PS e PSD (e o satélite CDS), é mais aquilo que os une (a distribuição de “jobs”) do que aquilo que os separa. Conclui-se, portanto, que existe uma maioria absoluta de facto. No que se refere às questões essenciais, tem-se intensificado o mesmo desprezo pelos serviços públicos, a mesma subserviência aos poderes privados e a uma União Europeia que representa, na prática, esses mesmos poderes.
É claro que a distribuição de poder(es) é suficiente para que haja conflitos entre os partidos do arco da governação, pelo que uma legislatura fortalece sempre um lado, enfraquecendo o outro.
Além disso, um deputado, de uma maneira geral, não representa os eleitores, antes serve o partido, votando de acordo com as ordens que emanam das chefias. Se esta perversão existe em todos os partidos (com os deputados a desrespeitarem conscientemente a sua essência), torna-se ainda mais perigosa quando há uma maioria absoluta de direito: na prática, o poder legislativo fica ao serviço do executivo.
A Geringonça foi uma habilidade absolutamente legal e legítima que serviu para afastar Passos Coelho do poder, o que já foi bom, mas não suficiente para que o PS abandonasse a sua verdadeira natureza. António Costa conseguiu, assim, chegar ao poder, fingindo-se de esquerda, usando as companhias que se deixaram usar.
Neste momento, os socialistas sonham com uma nova maioria absoluta. Centeno já disse que é mais fácil atingir objectivos se isso acontecer. No fundo, no fundo, qual é o político que não sonha com uma ditadura? O meu único voto de esquerda é contra a maioria absoluta, até porque, excepcionalmente, concordo com António Costa."
sábado, 14 de setembro de 2019
A hora dos gordos, dos ex-políticos, dos políticos, do presidente do Coliseu, dos empresários, do realizador e da professora...
![]() |
| Para ver melhor, clicar na imagem. Para bom entendedor, esta boa imagem (via Diário as Beiras) basta. |
Para não cair no esquecimento...
40 ANOS DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE
Quando o SNS nasceu, havia pessoas que nunca tinham ido a um médico.O despacho que criou o Serviço Nacional de Saúde foi publicado a 15 de Setembro de 1979.
sexta-feira, 13 de setembro de 2019
Legislativas 2019: a coerência comunista
«“Um programa patriótico e de esquerda”. É assim que o PCP se apresenta às legislativas de 6 de outubro. Aumento do salário mínimo nacional para 850 euros é uma das medidas mais emblemáticas. Mas há outras, de cariz marcadamente social.
Quem passar os olhos pelo programa eleitoral do PCP perceberá, de imediato, que é um dos mais congruentes. Em primeiro lugar, porque se há partido que se mantém fiel aos propósitos ideológicos e partidários, é o PCP.
E em segundo lugar, porque não inventa, não cria medidas-bandeira para encher parangonas de jornais. Nisto, reconheço-lhes esse papel que, para o bem e para o mal, discordemos ou concordemos, é um papel de verdade para com o seu eleitorado.»
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