sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Trabalhadores da restauração e hotelaria em protesto amanhã

Via Diário as Beiras


«Os trabalhadores do setor da hotelaria e restauração vão estar amanhã em protesto na Figueira da Foz.

O Sindicato de Hotelaria do Centro realiza, a partir das 14H30, uma concentração junto a restauração do Bairro Novo, na rua do Casino, com afixação de faixas e distribuição de documentos à população. Uma hora depois, a concentração desloca-se para as imediações da Torre do Relógio. As iniciativas visam denunciar o bloqueio da contratação coletiva por parte das associações patronais do setor (AHRESP, AHP, APHORT, AHISA e AHETA), que recusam responder às propostas de revisão dos Contratos Coletivos de Trabalho apresentadas pelos sindicatos. Segundo o sindicato, este impasse mantém “centenas de milhares de profissionais a auferir apenas o Salário Mínimo Nacional”

Será que não se aprendeu nada com as obras na linha costeira que criaram um desequilíbrio brutal na orla marítima portuguesa?

A notícia está na edição de ontem do Jornal de Notícias: "Prédio construído em zona de risco junto ao mar em Vila do Conde"

"Um edifício está em construção no local onde, em fevereiro, a marginal de Vila Chã, em Vila do Conde, ruiu. A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) deu luz verde, há seis anos, com base no antigo plano da orla costeira. O novo entrou em vigor em 2021 e diz que aquela é uma zona de risco. A Câmara justifica-se com o parecer positivo da APA. 
São 26 apartamentos, num prédio de rés do chão e dois andares, na primeira linha de mar. O Villas Balnea está a nascer no n.° 187 da Avenida dos Banhos, em Vila Chã, Vila do Conde. Do outro lado da rua, em fevereiro, o mar engoliu a areia, a marginal ruiu e deixou o bar de praia em risco de derrocada. No Plano da Orla Costeira (POC) Caminha-Espinho, a zona é "de risco" e, ali a 50 metros, há um conjunto de casas com ordem de demolição. A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) admite que, há seis anos, deu parecer favorável ao empreendimento com base no antigo Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC), que caducou em 2021, mas alega que "a última palavra" é da Câmara. A autarquia justifica-se com a "luz verde" da APA."

"CHEGA DE VINHO VERDE. POUPEM!"

Via Tiago Franco.

«"Se a pessoa não poupar, pode ficar numa situação difícil porque a pensão pública não será suficiente", avisa o meu deputado favorito da IL.

Diz ele que não se trata de privatizar mas sim de ter bom senso. É preciso criar incentivos à poupança.

É exactamente por isto, ou também por isto, que gosto deste rapaz. Mais do que aqueles mantras liberais, ele dá uma roupagem mais palpável e perceptível às políticas económicas.

Muito bem...há que poupar. Estou de acordo, até porque farto-me de dizer a amigos meus que não podem meter tudo em Ferraris sem pensar na velhice.

Mas agora, amigo José, como é que isso se faz? É sempre na parte do "como" que encravam as ideias liberais que, diga-se, no papel são, por norma, espectaculares.

"Vamos dar um cheque ensino e liberdade de escolha aos pais para decidirem que escola querem !"
Como é que se garante liberdade se é a escola que escolhe os alunos?

"Vamos dar um cheque saúde, o doente escolhe o hospital e o estado deixa de ser responsável !"
Como é que o estado deixa de ser responsável se passa o cheque?

"Vamos poupar porque as pensões públicas são uma merda!"
Como é que se poupa se 3 em 4 pessoas ganham menos do que 1000 euros líquidos? (Dados da segurança social)

1.35% dos contribuintes recebem entre 4000 e 5000 euros líquidos todos os meses. Ou seja, 1.35% da população tem um salário compatível com o custo da habitação em Portugal.

Como é que neste cenário de pobreza, onde mal se vê o fim do mês, alguém consegue poupar, amigo Zé?

O liberalismo tem um problema crónico que se chama "realidade". Fora isso tem tudo para dar certo.»

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Prédios militares reabilitados: o executivo abrirá o período de candidaturas para a população se candidatar a habitar aquelas habitações agora renovadas

Via Diário as Beiras: "Dois blocos dos apartamentos militares, com 24 fogos, estão praticamente concluídos. Executivo abrirá candidaturas no início de setembro"


A irresistível cultura do partido do poder para tomar de assalto o Estado

"Este será um governo exigente na ética e intransigente na integridade!", disse Luís Montenegro...

"Na primeira semana de agosto, foram nomeados em regime de substituição novos diretores do centro distrital do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) para a região Centro. Esta alteração acontece no âmbito da restruturação no IEFP, com o objetivo de “garantir maior proximidade, eficiência e impacto”, citando os novos estatutos aprovados pelo serviço público de emprego nacional.
Entre os escolhidos está uma fisioterapeuta, autarcas e ex-deputado do PSD, todos nomeados em regime de substituição.
Ou seja, ocupam as funções sem terem passado pelo crivo da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CRESAP)." - Revista Sábado

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Estas coisas não se inventam

 Via Diário as Beiras
"Deputados municipais desfiliam-se do Chega"

«Os três autarcas eleitos pelo Chega para a Assembleia Municipal da Figueira da Foz – João Saltão, Balbina Oliveira e António Sebastião – desfiliaram-se do partido, passando a deputados municipais independentes.
“Esta decisão surge na sequência dos acontecimentos dos últimos dias, nomeadamente do processo envolvendo o presidente da Junta de Maiorca, bem como da pressão exercida pelo partido para que fosse eliminada uma publicação que os próprios deputados consideram ter sido uma legítima defesa da honra e da dignidade política”, avança nota enviada hoje ao DIÁRIO AS BEIRAS.
“Não podemos aceitar que o exercício de um mandato para o qual fomos democraticamente eleitos seja condicionado ou manietado por interesses partidários”, acrescenta.
Ao que o DIÁRIO AS BEIRAS apurou, a decisão dos três deputados municipais eleitos em 2025 pelas listas do Chega, agora independentes, já foi comunicada ao presidente da Assembleia Municipal da Figueira da Foz, José Duarte Pereira.»

É o que acontece quando a extrema direita toma conta da agenda política e impõe leis como a que a ONU contesta

"ONU pede retirada de projectos do PSD, Chega e CDS sobre identidade de género"
Que necessidade tinha Portugal de se sujeitar a esta humilhação?
Via jornal Público (para ver melhor clicar na imagem)

As coisas chegam com atraso, mas acabam por cá chegar: Chega com vida difícil também na Figueira.

Na Figueira, mesmo em Agosto, nada já é como era. Com o emergente impacto da pressão política no poder pela extrema-direita e com as performances diárias dos seus protagonistas, a estação tonta passou a corresponder ao que aconteceu antes e vai acontecer depois do verão de 2026. As trapalhadas e as ameaças veladas estão aí para o provar...
Nuno Santos, presidente da Junta de freguesia de Maiorca, fez uma publicação no facebook. Os restantes autarcas do Chega reagiram com contundência ao “post” do presidente da Junta de Maiorca e distanciaram-se em absoluto dessa publicação.
“Fiquei desagradado”, afirma Nuno Santos na edição de hoje do Diário as Beiras“O que fiz foi demarcar-me de determinadas publicações e comentários feitos nas redes sociais com os quais não me identifico. Não ataquei ninguém nem coloquei em causa o trabalho político de ninguém. Infelizmente, a minha posição não foi bem recebida por algumas pessoas e houve reações que considero desnecessárias, algumas num tom de humilhação e desvalorização pessoal. Naturalmente, fiquei desagradado com a situação".
 Hugo Fresta, vereador eleito pelo Chega, considerou “lamentável que o presidente de junta tenha exposto a sua discordância sobre certas publicações sem sequer ter exposto essas discordâncias antes nos fóruns internos convenientes”. E concluiu: “O vereador e os deputados municipais do Chega não deixarão de continuar a fazer a sua oposição construtiva e responsável devido a pressões do executivo municipal sobre um presidente de junta”.
Contactado pelo Diário as Beiras, Santana Lopes optou por não reagir às afirmações dos autarcas do Chega acerca das alegadas pressões políticas de membros do executivo camarário sobre Nuno Santos.

Montemor-o-Velho...


Esta primeira página da edição de hoje do Diário as Beiras, dá conta do que se vai passar no vizinho concelho de Montemor-o-Velho, mas é o espelho de um país em estado de dissolução e sem solução à vista.
O cartaz é o seguinte:
Bárbara Bandeira (29), Calema (30), Mickael Carreira (31), Lon3r Johny (1), Syro (2), Zé Amaro (3), Deejay Telio e Kura (4), Diogo Piçarra (5), Sara Correia, Porquinha Peppa e Ovelha Choné (6), Vizinhos (7) e Sons do Minho (8) são os cabeças de cartaz da edição de 2026 da Feira do Ano, que acontece de 29 de agosto a 8 de setembro, e que este ano comemora 600 anos sobre a concessão, em 1426, da feira franca anual de Montemor-o-Velho.
Além dos artistas do palco principal, haverá ainda o palco secundário que conta com apresentações de Sílvio Girão Fado, Bakas Band, Vem Ser Feliz, Bora Lá ao Fado, Mickael Salgado e Inês Freira, a par dos encontros folclore e cantares e das atuações das escolas e grupos de dança. Neste mesmo palco, os fins de noite ganham animação com as atuações de dj’s.
A entrada é gratuita. Mas, quanto é que vai custar ao contribuinte?

terça-feira, 25 de agosto de 2026

E, no entanto, Portugal move-se: PJ quer ouvir Ventura e deputados do Chega sobre alegado assalto no Parlamento

A Polícia Judiciária (PJ) quer ouvir André Ventura e os deputados do Chega Paulo Seco e Francisco Gomes como testemunhas no âmbito da investigação ao alegado assalto ao gabinete do presidente do partido na Assembleia da República.

A Renascença confirmou junto de fonte oficial do Chega a informação avançada pela "SIC Notícias".

"O centro de formação ministra instrução sob a égide da Unidade Politécnica Militar"

 Via Diário as Beiras

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

"As obras de melhoria das acessibilidades marítimas e das infraestruturas do Porto da Figueira da Foz entram numa nova fase"

 Via Diário as Beiras: «O Porto da Figueira da Foz vai entrar numa nova fase de obras para continuar a implementar melhoria nas acessibilidades marítimas e nas infraestruturas.
Está concluída a intervenção nos 415 metros de cais, com a instalação de novas defensas e cabeços de amarração e a extensão da laje de cais em cinco metros, reforçando a capacidade operacional desta área. A obra do Pontão para o estacionamento de rebocadores também ficou recentemente concluída.
Neste momento já estão a decorrer as obras no Terminal de Carga Geral. Já estão no terreno os trabalhos de construção dos 460 metros de cais, acompanhados pelo aprofundamento do canal de navegação, uma intervenção, que será “essencial para melhorar as condições de acesso marítimo ao porto”.»

domingo, 23 de agosto de 2026

Vamos ajudar Cuba!

 Via Jornal Público

Forte de Santa Catarina, mais uma telenovela figueirense em "reprise"...

Foto: Luís Fidalgo

Via Diário de Coimbra
"Os moradores das imediações do Forte de Santa Catarina estão indignados com o ruído provocado pelo espaço de restauração e diversão que está instalado naquele icónico monumento da cidade. O estabelecimento, conhecido pelas festas com DJ's e sessões de sunset, tem prolongado a animação pela noite dentro com a música a ecoar pela madrugada fora, sobretudo aos fins de semana, durante o mês de agosto. A situação está a gerar contestação por parte de residentes, que exigem a intervenção urgente da Câmara Municipal.

Os habitantes referem que o som projetado a partir das muralhas se propaga com facilidade em direção aos edifícios vizinhos do Forte de Santa Catarina (onde existem hotéis, espaços de alojamento local e habitações particulares), considerando que o impacto é agravado pela total ausência de barreiras acústicas na estrutura histórica. «Tornou-se impossível descansar ao fim de semana. É inadmissível ter música alta e pessoas a cantar às 04h00 da madrugada», criticam as pessoas que se sentem lesadas no direito ao seu descanso.

Contactado pelo Diário de Coimbra sobre esta situação, João Martins, vereador com o pelouro de Taxas e Licenças (licenças especiais de ruído), esclarece que o espaço em causa opera como um estabelecimento de restauração e bebidas e que a estrutura está instalada num espaço que pertence ao Ministério da Defesa Nacional, pelo que o funcionamento está enquadrado pela legislação e o horário autorizado estende-se, atualmente, até às 4h00."

Em tempo.

Há notícias que já não me causam o mínimo de admiração e, muito menos, indignação. Para esse peditório já dei. E muito... Tudo foi dito. Revejam no OUTRA MARGEM Player.
Embora isto seja algo herdado do passado, o actual executivo sabe que a CONCESSÃO DA EXPLORAÇÃO DE ESPAÇO INTEGRADO NO FORTE DE SANTA CATARINA é um asunto de interesse público. O Forte de Santa Catarina é um património do Estado. Já podia ter feito alguma coisa. Contudo, a salvaguarda do património cultural na Figueira da Foz continua a não ser um assunto interessante para a classe política.
Limito-me, portanto, a recordar a intervenção da deputada municipal Maria Isabel Sousa PSD, no decorrer da Assembleia Municipal realizada no dia 27 de junho de 2020

"O Forte de Santa Catarina, cuja construção atual remonta ao reinado de Filipe I de Portugal (finais do séc. XVI), poderia ser transformado num digno centro interpretativo da Guerra Peninsular (sobre as invasões Francesas e auxílio do exército Inglês, na primeira década do séc. XIX), assim como dos ataques históricos de corsários ingleses no séc. XVII.
Este conjunto arquitetónico militar poderia servir de laboratório histórico, aberto a visitas a turistas e estudantes, respondendo aos desígnios da flexibilidade curricular preconizada pelo Ministério da Educação, que evoca a necessidade de criar novos e diferentes ambientes de aprendizagem.
Ao invés disso, no seu interior foi implantado um complexo de bar/restaurante, ornado com sombreiros de colmo ao estilo do Caribe, completamente descontextualizados da envolvente, ferindo o propósito da criação daquela edificação, perfurando a muralha em vários pontos para melhor servir o acesso dos possíveis utilizadores do espaço. Uma escada de betão rompe a muralha histórica, esta, volta a sofrer ferimentos com a fixação de um dístico completamente redundante, onde se lê “Forte”. E é nas traseiras do complexo do Ténis Clube  onde se encontra a ser construído mais um disparate arquitetónico, uma pretensa Casa de Chá, voltada para o rio, mas que para ser construída, fere de novo a muralha do Forte de Santa Catarina, oculta-a e quem se desloca de sul para norte, fica com uma visão limitada da grandeza e beleza desta fortificação, escondida que está atrás de um edifício modernista de ferro, madeira e (futuramente) vidro. Muitas outras cidades tentaram uma coexistência entre o património histórico e as construções modernistas/funcionalistas, a maior parte delas com o objetivo de criar equipamentos culturais, que melhor servissem a cidade. Aqui não é o caso, um edifício histórico, está ao serviço da economia e do comércio de particulares, sem qualquer preocupação com o significado da real preservação do património.
Já nos bastava a colonização pelo Ténis Clube nas suas traseiras, nas áreas mais baixas junto à circular, no qual estão construídos mais dois courts de Ténis, que para facilitar o acesso aos praticantes da modalidade, mais uma vez criaram uma incisão na muralha na qual se fixa uma escada em madeira, mesmo ao lado da dita construção, futura Casa de Chá.
Perguntamos, como foi possível viabilizar este (e o outro estabelecimento) no coração histórico da nossa cidade, sem que para tal ninguém tivesse uma palavra a dizer. Uma estrutura que nasceu da noite para o dia, que peca por ocultar uma parte significativa do Forte de Santa Catarina e do substrato rochoso sobre o qual este foi construído, vestígios do antigo promontório de Santa Catarina, constitui um atentado urbanístico,  que muito nos desagrada, somos veementemente contra tal situação, e questionamo-nos como tal abjeção foi autorizada pela tutela, quando se trata de um edifício classificado como Imóvel de Interesse Público,  desde 1961.
Se tivéssemos muitos edifícios históricos, poderíamos de algum modo explicar este desaire, mas não, a nossa cidade não é assim tão rica em património, por isso não o podemos desvirtuar ao sabor de outros interesses que não sejam os de zelar pelo legado que os nossos antepassados nos deixaram e que conta a nossa História.  Deveríamos antes criar todas as condições para que os alunos tivessem naquele local aulas, no exterior dos muros da escola, que tão enriquecedoras são, proporcionando-lhes aprendizagens verdadeiramente significativas."

O presidente da Câmara por sucessão, Carlos Monteiro, na altura, respondeu nos termos que pode ler clicando aqui.

Quando é para mentir ou fazer demagogia a direita não brinca em serviço

A direita mente sempre muito mais do que a esquerda. As marionetas dos partidos da maioria, lá estão para aplaudir e dizer que aqui e ali se avistam sinais de recuperação económica - algo que é nitidamente desmentido pelos números oficiais.
Entretanto, como não há eleições à vista, o combate às desigualdades, objectivo essencialmente coletivo, fica para mais tarde. Este Governo AD, está interessado é na individualização das relações de trabalho e da proteção social.

Imagem jornal Público

sábado, 22 de agosto de 2026

Pimenta no cú dos outros é refresco...

O partido das virgens ofendidas

«Jerónimo de Sousa, o "avô bêbado que a gente tem em casa que, a partir de um certo momento, começa a não achar graça às piadas".

 "Marcelo está em casa, mas de máscara para a câmara. Sozinho, parecia uma espécie de fantasma. Não estou a dizer que é um esqueleto, estou a dizer que parecia...".

Ana Gomes "contrabandista", João Ferreira, "ar de operário beto de Cascais".

 Lula da Silva esteve em Belém com Ventura a gritar: "Lula, ladrão, o teu lugar é na prisão".

E podíamos continuar a ronda pelo resto da bancada para lamentar [não é gralha], a começar no "desconizar" do deputado Frazão até ao deputado beijoqueiro Melo, passando pela deputada Cid a chamar "assassina" à deputada Isabel Moreira. Agora "Fuck Chega" é que não pode ser. Não. Isso é insultar 1.437.881 portugueses que votaram em meia-dúzia que se dedica a insultar os outros 4 880 068, num festival pago com o dinheiro dos contribuintes, coisa que não acontece com os deputados do partido da taberna que estão no Parlamento a expensas próprias.»

"Governo deu mais um passo para a instalação do Tribunal Julgado da Paz na Figueira da Foz, com a aprovação do decreto-lei em sede de conselho de ministros"

 Via Diário as Beiras

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Na Figueira ainda há SILLY SEASON

Na Figueira, mesmo em Agosto, nada já é como era. Com o emergente impacto da pressão política no poder pela extrema-direita e com as performances diárias dos seus protagonistas, a estação tonta passou a corresponder ao que aconteceu antes e vai acontecer depois do verão de 2026. 
As trapalhadas e as ameaças veladas estão aí para o provar...

1. "Autarcas do CHEGA Figueira da Foz pautam a sua atuação pela defesa intransigente dos direitos dos munícipes, pela fiscalização rigorosa da atividade do executivo camarário e pela salvaguarda do interesse de todo o concelho.

2. ... não nos peçam para fazer uma oposição de fachada.

3. Se o executivo continuar a não agendar as propostas do Chega e a deixar sem resposta os nossos requerimentos — como tem sucedido nos últimos meses —, recorreremos ao Ministério Público, nos termos previstos na lei. Não permitiremos que o presidente transforme o concelho da Figueira da Foz numa oligarquia.

4. ​Este combate político tem sido conduzido com elevação, de forma factual e focada nas instituições. Em momento algum insultámos ou ofendemos a título pessoal os membros do executivo. Tal prática tem sido, sim, adotada pela FAP, como ficou bem patente na última Assembleia Municipal, através dos ataques ferozes do presidente da câmara ao presidente da Assembleia, José Duarte Pereira, e a vários deputados do Chega.

5. ... distanciamo-nos em absoluto da recente publicação do presidente da Junta de Freguesia de Maiorca, eleito pelo Chega. Repudiamos contundentemente a sua atitude, embora não nos surpreenda: o próprio Nuno Santos já nos tinha comunicado que era pressionado de forma recorrente por membros do executivo camarário para se distanciar do Chega, tendo sido recentemente instigado a fazer a dita publicação nas redes sociais.

6. ​O presidente da junta teria demonstrado verdadeira coragem política se tivesse vindo a público denunciar as pressões que tem sofrido por parte do executivo camarário. Na política não vale tudo. Como afirmou recentemente Pedro Santana Lopes, a verdade na política é fundamental — é pena que o próprio executivo não aplique as regras que preconiza."

Texto extraído de um comunicado dos Autarcas do Chega na Figueira da Foz.