quinta-feira, 2 de abril de 2026

Ministra do Ambiente visitou as obras no dique e no canal do Mondego, em Coimbra. Canal de rega ficará pronto em maio

"Governo vai transferir financiamento nos próximos dias, para que autarquias possam fazer frente aos problemas urgentes na bacia do rio Mondego. Protocolos de apoio foram assinados ontem com os municípios de Coimbra, Soure, Montemor-o-Velho, Figueira da Foz e Pombal, e a verba será transferida nos próximos dias. Concelhos de Coimbra, Soure e Montemor-o-Velho já sabem onde vai ser gasto dinheiro. Além dos 15 milhões ontem protocolados, a ministra do Ambiente e Energia, Maria Graça Carvalho, revelou que o ministério está a preparar o envio de mais seis milhões de euros para outras obras".

Via Diário as Beiras. Para ler melhor clicar na imagem.

Ontem foi dia 1 de abril: mais uma vez alinhámos na tradição e, como sempre, houve quem acreditasse

 Era um dos segredos mais bem guardados na Figueira. Porém, a Agência Caralhete News conseguiu o furo em rigoroso exclusivo: início da construção de nova ETAR em S. Pedro está para breve.

OUTRA MARGEM voltou a não falhar à tradição e publicou ontem a sua notícia falsa do 1 de abril. Foi um texto, onde a criatividade acompanhada da necessidade de anos deste equipamento, levou a que muitos leitores não dessem pela brincadeira. 

Hoje há reunião de Câmara

O executivo camarário da Figueira da Foz reúne-se hoje, pelas 10H15, na primeira sessão ordinária de câmara do mês de abril. A reunião é transmitida em direto através da página do município na internet.
A Ordem de Trabalhos pode ser consultada aqui.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

A pluralidade tem de ser defendida na Constituição

Dizem que mais de metade dos portugueses defende uma revisão constitucional

Depois de na passada semana, ter dito que avançaria com um processo de revisão constitucional "até ao final do ano", André Ventura afirmou ontem que o Chega pretende dar início à revisão da lei fundamental já neste mês de Abril, quando se cumprem 50 anos da Constituição de 1976. Referindo que os deputados do partido com assento na Comissão de Assuntos Constitucionais vão "começar a redigir um primeiro texto de revisão constitucional", Ventura acrescentou que esta não pretende ser "uma revisão nem maximalista, nem minimalista".
"É uma revisão de que o país precisa neste momento para ter uma Constituição adequada aos novos tempos." 
Para o deputado, são quatro os grandes pontos que devem merecer atenção e que, de resto, são bandeiras antigas do Chega. O primeiro é a "limpeza da carga ideológica que a Constituição ainda tem", com as referências ao socialismo; o segundo o da "revisão do modelo económico", que diz estar "muito assente naquilo que era o modelo económico dos anos 1970 e 80. num modelo de estatização"; em terceiro lugar, uma "maior proximidade entre eleitos e eleitores", mas com redução de cargos políticos, nomeadamente do número de deputados; e a quarta, "a questão da justiça" - e, neste âmbito, o agravamento de penas que possam ir, "no limite, até à prisão perpétua"
Vamos à realidade.
Mais de metade dos portugueses, não sabe o que é a Constituição e, muito menos, o que nela consta. 
Isto é importante. Esta é a política do Chega.
Andamos no mundo das percepções: os velhos não saem à rua com medo de viver num país governado por quadrilhas de assassinos, ladrões, violadores, bandidos.
Duvidam: vejam a televisão do Correio da Manha [sem til], com os mesmos casos em loop 24 horas, e até mais, a entrarem permanentemente na cabeça das pessoas.
É por aqui que anda a direita, há anos e anos, a fazer a cabeça dos portugueses para uma revisão constitucional que erradique o que resta da Revolução do 2 de Abril de 1974.
Tomem atenção às palavras de José João Abrantes, actual presidente do TC: "têm-se ouvido vozes a dizer que o TC não pode contrariar aquilo em que o povo vota e há mesmo quem questione que sentido faz a decisão de um tribunal de 13 juízes prevalecer sobre uma maioria de deputados". Sublinhando que "esta argumentação tem sido utilizada noutros espaços, inclusivamente para justificar o caminho para algumas autocracias", destacou que a "legitimidade democrática não vem unicamente do voto e a separação de poderes é um valor igualmente importante para a democracia”.
O projecto, valores e o conjunto de direitos consagrados na Constituição da República Portuguesa (CRP), aprovada no dia 2 de Abril de 1976, estão profundamente enraizados na sociedade portuguesa, são actuais e perspectivam um rumo de desenvolvimento e justiça social, que urge intensificar, defender e promover.

Município figueirense assinala Dia Nacional dos Moinhos

 Via Diário as Beiras

Buarcos é uma freguesia mista: tem a zona urbana e uma extensa parte rural

Via Diário as Beiras:
- "Junta de Buarcos retomou as comemorações do Dia da Freguesia"
- "Festival Pirata mantém-se na Tamargueira, realizando-se de 23 a 26 de julho".
- "... poderá realizar-se já este ano o Mercado da Primavera, durante três dias, com início no dia 1 de maio". 
Para ver melhor clicar na imagem.

Allianz Figueira Pro abre Liga MEO Surf 2026 com regresso dos principais nomes do surf nacional ao Cabedelo

Primeira etapa da temporada arranca a 2 de abril na Figueira da Foz e reúne campeões nacionais, antigos vencedores da prova e candidatos ao título num arranque decisivo para o ranking de 2026.

Exclusivo OUTRA MARGEM: início da construção de nova ETAR em S. Pedro está para breve

Era um dos segredos mais bem guardados na Figueira.
Porém, a Agência Caralhete News conseguiu o furo em rigoroso exclusivo.

O problema já dura, pelo menos, desde 2006, mas vai ficar resolvido em breve... 
Quem é frequentador das melhores praias do concelho da Figueira da Foz e passa nas imediações da ETAR de S. Pedro, na chamada "estação alta"  vai deixar de sentir o perfume no ar!.. 
Em pleno mês de Agosto, era uma atracção turística este autêntico cartão de visitas... Muitos veraneantes, só para sentirem esta sensação terceiro mundista numa urbe cosmopolita como a Figueira, não dispensavam snifar esta preciosidade honorífica, cujo odor só podia ser usufruído no trajecto entre a rotunda à entrada Gala e a Morraceira. 
Contudo, esta mais valia, que dura há muitos anos, tem os dias contados. A construção de uma nova e moderna Estação de Tratamento de Águas Residuais de São Pedro está prevista para breve. 
Recorde-se que a resolução foi prometida em 2018, pela maioria absoluta do PS. Na altura, o presidente João Ataíde avançou que a Câmara da Figueira da Foz iria construir um novo equipamento na zona industrial, para tratar os efluentes industriais. 
Registe-se que a ETAR da freguesia da outra margem da cidade, que trata os efluentes da zona industrial, hospital, porto de pesca, unidades de conserva de peixe e esgotos domésticos, tem a capacidade máxima de tratamento de efluentes esgotada. 
Quem passar nas imediações da ETAR de S. Pedro no decorrer da próxima época balnear ainda não vai notar a diferença. Sabe-se, porém, que a nova Estação de Tratamento e Águas Residuais estará terminada em Junho de 2028. O projecto está avaliado em mais de 30 milhões de euros, sendo  27,29 milhões de fundos comunitários. O restante valor será suportado pela concessionária pelo abastecimento de água e tratamento de esgotos no nosso concelho e pela Câmara Municipal. 
Fica assim sem efeito o projecto do by pass dos afluentes de S. Pedro para a Etar de Vila Verde, pois isso implicaria a necessidade de um investimento avultado para o concretizar. 
A ideia de utopia está sempre presente em nós e funciona como uma válvula de escape. E assim, de uma penada, vão dois by passes à vida na Aldeia: o by pass do Cabedelo e o by pass da merda da ETAR DE S. PEDRO... 
Na imagem, o novo e modelar equipamento que a Câmara da Figueira da Foz vai construir na zona industrial, para tratar e resolver de vez o problema dos esgotos do sul do concelho, pois vai servir também para tratar os efluentes industriais da Soporcel e da Celbi.

terça-feira, 31 de março de 2026

Cinquenta anos da Constituição do 25 de Abril

"É pela natureza radicalmente democrática e igualitária da Constituição de 1976 que ela é visceralmente detestada pelas direitas desde há 50 anos.

A história constitucional portuguesa, mas, mais importante do que isso, é a primeira constituição democrática da nossa história coletiva, a primeira que os portugueses puderam dar a si próprios."

A máscara acaba sempre por cair...

«Trump redobra ameaças ao Irão e diz que quer "tomar conta do petróleo"»

Saramago: curiosa e incómoda esta personagem...

«SE PUDES OLHAR, VÊ. SE PODES VER, REPARA».

«A escola pública, em particular, vai-se transformando quase sem ruído, mas nem por isso de forma menos profunda. E é precisamente por isso que recuso a ideia de uma escola que, aos poucos, vá desistindo daquilo que lhe dá vida no essencial: a exigência, o debate e a construção do pensamento. É neste contexto que não pode ser ignorada a secundarização de José Saramago, o único Prémio Nobel da Literatura em língua portuguesa nas escolas. O debate em torno desta decisão não se resume à defesa de um autor ou do seu valor institucional. Trata-se, acima de tudo, de defender aquilo que a escola deve ser. E Saramago representa, como poucos, essa dimensão exigente: ler o que incomoda, pensar o que inquieta, desafiar-se a ver o mundo para lá da espuma dos dias».

Daniel dos Reis NunesSaramago e a escola que desiste de pensar

"«Se podes olhar, vê. Se puderes ver, repara». Numa frase (em duas, na verdade) - e entre muitas outras possíveis - a razão pela qual se torna incompreensível a intenção de retirar José Saramago da lista de autores de leitura obrigatória no 12º ano. Reparem, aliás, naquele que é provavelmente mais um caso de gradualismo como método de ação política: antevendo as críticas, retira-se Saramago e coloca-se, em alternativa, Mário de Carvalho (escritor e antifascista, com ligação ao PCP). Depois é só deixar cair também este último e o processo fica concluído, atingindo-se assim, em modo suave, o objetivo pretendido.

Diz o ministro Fernando Alexandre que ainda nada está decidido e que a possibilidade de José Saramago deixar de ser leitura obrigatória no 12.º ano, «é absolutamente técnica». Esquecendo-se, porém, que não é a primeira vez que tenta transfigurar questões políticas em meras questões técnicas, como sucedeu - de forma clamorosa - no embuste que inventou (e que mantém, para dissimular o seu fracasso) em torno da falta de professores."

Alqueidão a caminho do centenário como autarquia: freguesia assinalou ontem 98 anos, com uma cerimónia realizada nas instalações da junta

Via Diário as Beiras: "As celebrações contaram com a participação do presidente da Assembleia Municipal da Figueira da Foz, José Duarte, do vereador Hugo Fresta e dos deputados municipais Hugo Frade e Rui Miguel Cruz."

Para ler melhor clicar na imagem.

Junta de Buarcos retoma Dia da Freguesia 12 anos depois

 Via Diário as Beiras

Recorde-se: "imóveis estão na área de abrangência da requalificação da entrada da cidade, uma das prioridades do mandato"

Há muito tempo que Santana Lopes quer solução para os edifícios da zona da estação.
“Vamos ter de pressionar [a Comboios de Portugal e a Infraestruturas de Portugal] sobre o estado dos imóveis na zona da estação”, disse já o autarca figueirense, falando numa reunião de câmara.
Por sua vez, o ministro das Infraestruturas e Habitação sabe que os imóveis em causa estão degradados e devolutos. No dia 1 de agosto de 2024, aproveitando a presença do governante na Figueira, Santana Lopes levou Miguel Pinto Luz àquela zona da cidade, para ver o estado em que aquele património do Estado se encontra.
“Este é um passivo toxico da cidade e, portanto, tem de sair. O senhor ministro diz que o caminho mais adequado é passar para a câmara e a câmara fazer o que entender. Eu pus duas hipóteses: vir abaixo ou passar para a câmara”, disse, naquele dia, ao DIÁRIO AS BEIRAS Santana Lopes, no final da visita.
Na altura, o ministro optou por ficar em silêncio.
Entretanto, já se realizaram eleições legislativas e autárquicas e nada se alterou. Aquele espaço é fundamental para requalificar aquela entrada da cidade. Nomeadamente, está prevista para o local a nova plataforma intermodal de transportes ferroviários e rodoviários. 

Hoje o assunto está, mais uma vez, nas páginas do Diário as Beiras.

PS: o “agarrem-me senão eu mato” durou 48 horas

Ana Sá Lopes

"A coisa que mais me impressionou no congresso do PS foram as cadeiras vazias. Ou a escolha do local foi infeliz (demasiado grande para o número de socialistas presentes) ou chegamos à triste conclusão de que os socialistas não se querem ouvir uns aos outros. A ser assim, como é que os militantes de um partido que tem falta de pachorra para ouvir os seus camaradas espera captar a atenção do país? Se nem os discursos interessam aos delegados do PS, vão interessar a quem?"