Foto: António Agostinho
O meu rio, claro, é o Mondego, rio que marcha para a foz, trazendo a memória e histórias de boas gentes e paisagens únicas.
Foto: António Agostinho
O meu rio, claro, é o Mondego, rio que marcha para a foz, trazendo a memória e histórias de boas gentes e paisagens únicas.
Via Diário as Beiras
"Evento é promovido pela Casa do Lavrador e assinala 20 anos de confecção e venda da iguaria".
A Concelhia da Figueira da Foz do PS reagiu ao discurso do Presidente da Câmara da Figueira da Foz, Dr. Pedro Santana Lopes. Fica a Nota de Imprensa do PS Figueira da Foz:
"O Partido Socialista da Figueira da Foz saúda o Dr. Pedro Santana Lopes pela sua eleição como Presidente da Câmara Municipal e felicita todos os eleitos para os diferentes órgãos autárquicos, independentemente da força política pela qual concorreram.
O PS respeita o resultado das urnas e reafirma o seu compromisso com a democracia local, com a Figueira e com os figueirenses.
Estamos prontos para exercer o nosso papel com firmeza e sentido de responsabilidade — apoiando as propostas que sirvam verdadeiramente os interesses da população, mas enfrentando, sem hesitações, tudo o que se afaste desse caminho. Lamentamos, contudo, o tom intimidatório e arrogante do discurso do senhor Presidente da Câmara. As palavras proferidas revelaram mais amargura e ressentimento do que espírito democrático, deixando transparecer a dificuldade em aceitar que a Figueira da Foz é uma terra plural, com várias vozes e sensibilidades, onde ninguém detém o monopólio da vontade popular.
Recusamos qualquer tentativa de deslegitimar os eleitos do Partido Socialista ou de repetir comportamentos do passado, em que presidentes de junta e autarcas socialistas foram alvo de desrespeito ou humilhação em plena Assembleia Municipal.
O respeito democrático é inegociável, e nenhum cargo, por mais alto que seja, isenta quem o exerce das suas responsabilidades, da urbanidade que o cargo exige, nem lhe confere o direito de ofender ou intimidar quem pensa diferente.
A campanha eleitoral decorreu com normalidade, serenidade e espírito democrático — e é assim que deve continuar o debate político. Não aceitaremos prepotências nem manobras de confronto institucional.
O Partido Socialista espera que as promessas eleitorais agora feitas sejam cumpridas, em especial aquelas que respeitem a identidade, o equilíbrio e o futuro da Figueira da Foz.
Contudo, não poderemos deixar de sublinhar, com clareza, que boa parte das medidas apresentadas no programa eleitoral do senhor Presidente não são da responsabilidade da Câmara Municipal, nem dependem da sua vontade ou ação direta.
Mais grave do que isso, é eticamente reprovável tentar fazer crer aos figueirenses que essas medidas ou investimentos existem graças a esta governação. O respeito pela verdade e pela transparência perante os figueirenses deve ser a base de qualquer projeto político sério e credível.
O Partido Socialista estará, como sempre, ao serviço da Figueira da Foz: para fiscalizar, propor e defender o interesse público. Seremos uma oposição responsável, combativa e vigilante."
Calculo que não será fácil exercer o cargo de Presidente da Assembleia Municipal da Figueira da Foz. Será, porventura, ainda mais difícil ser Presidente com três Presidentes de Câmara diferentes.
José Duarte, aos 83 anos de idade, presidente reeleito da Assembleia Municipal da Figueira da Foz, tomou posse para o quarto mandato consecutivo: três pelo PS e este pela coligação Figueira a Primeira.
Como escrevi há muitos anos, José Duarte não é o melhor, nem o mais competente, presidente de uma Assembleia Municipal, mas exerce o cargo com modéstia, respeito por todos, cordialidade democrática, tem estados de espírito, emociona-se (como aconteceu na tomada de posse no passado domingo) e é exigente q.b..
Bastava-me que os políticos fossem assim. A descredibilização que atinge a política, não é pontual nem subjetiva. É um processo evolutivo que ultrapassa as circunstâncias, os partidos e as personalidades. Não só na Figueira, radica-se na constatação quotidiana que os políticos, seja qual for a sua ideologia, não são capazes de resolver os principais problemas. Isto afecta profundamente a democracia, quer na forma como as pessoas a avaliam, quer a forma como as pessoas participam nela.
A democracia não fica reduzida ao voto nas eleições. Esta fragilização da participação popular, através do voto, a concretizar-se, é um inevitável empobrecimento da democracia. É neste contexto, penoso e difícil, que José Duarte Pereira tem desempenhado o melhor que sabe e pode o difícil cargo de Presidente da Assembleia Municipal da Figueira da Foz.
A cor partidária, nem sempre retira o colorido a quem encara a vida e a politica com sentido de responsabilidade democrática e cultura humanística. É assim que se promove uma maior aproximação entre eleitos e eleitores e entre estes e as instituições, porque o órgão autárquico a que José Duarte continua a presidir, a Assembleia Municipal da Figueira da Foz, terá de ser sempre a casa da Democracia do Concelho da Figueira da Foz.
Daqui a pouco, pelas 15h30, no Centro de Artes e Espetáculos, realiza-se a cerimónia de tomada de posse e instalação da Assembleia e Câmara municipais da Figueira da Foz.
Artigo 41.º da Constituição da República Portuguesa, "Liberdade de consciência, de religião e de culto".
Via Diário as Beiras
"Do Lado de Cá, projeto promovido pela junta de freguesia, entre outras atividades, inclui teatro e gastronomia."
Para ler melhor clicar na imagem.
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