
Hoje, não estou nada optimista.
Ando preocupado comigo próprio.
Não é por nada de especial: apenas, porque vivo em Portugal.
E em Portugal, para quem vive honestamente do seu trabalho, se o presente é difícil (
precário, neste período, o considerado activo), o futuro tem horizonte ameaçador e negro (
pedinte, daqui a uns anos, quando chegar à reforma).
Enfim, como ainda faltam uns anos, o melhor mesmo, é ir vivendo um dia a seguir ao outro.
Preferencialmente, com expectativa baixa.
Pode ser que a coisa venha a correr melhor do que esperávamos!..