"Festival do Chouriço Tradicional de Quiaios está de regresso até ao próximo domingo".
Coisas boas, como esta, mas também coisas ruins...

Com o recinto bastante despido de publico, as 4 Marchas deram o seu melhor.
Prémos:
Melhor Música: Sociedade Filarmónica Paionense.
Melhor Letra: Mulheres de Tavarede.
Melhor Traje: Marcha de Buarcos.
Melhor Arcos Balões: Marcha de Buarcos.
Melhor Marcação: Marcha de Buarcos.
Melhor Cavalinho: Mulheres de Tavarede,
Melhor Marcha da edição de 2026: Buarcos.
"A época balnear, no concelho da Figueira da Foz, começa hoje e estende-se até 13 de setembro. A nova temporada arranca com 53 nadadores-salvadores e três coordenadores contratados pelo município. Os nadadores-salvadores, apoiados por quatro motos-quatro, asseguram vigilância das praias de Quiaios, Murtinheira, Cabo Mondego, Tamargueira, Buarcos, Relógio, Forte, Cabedelinho, Cabedelo, Hospital, Cova, Costa Lavos e Leirosa."
Via Diário as Beiras: "a obra foi adjudicada por 3,9 milhões de euros (mais IVA) à Civibérica. Foi consignada em 3 outubro 2025, tendo um prazo de execução de 15 meses. Prevê-se que a empreitada fique concluída no dia 4 de janeiro de 2027. Até ao final de março, foi executada obra no valor de 887.262 euros, o que corresponde a 22,23% do orçamento. Reivindicada pela população, agentes económicos e autarcas há várias décadas, a variante de Quiaios, com cerca de 3,5 quilómetros, ligará a sede de freguesia à Praia de Quiaios através da área florestal, desviando tráfego da congestionada rua Direita na vila de Quiaios."
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O DIÁRIO AS BEIRAS, segundo o que anuncia na edição de hoje, publica amanhã uma entrevista a Santana Lopes, feita seis meses depois da eleição para o segundo mandato consecutivo na presidência da Câmara da Figueira da Foz, com uma esmagadora maioria absoluta. Na entrevista, o autarca aborda, entre outros assuntos, a variante de Quiaios, habitação pública, desenvolvimento económico do concelho, gestão financeira do município, os constantes pedidos de revisão de preços das empreitadas em curso e as suas avultadas e insustentáveis implicações financeiras, segurança marítima no porto ou administração portuária.
Para Santana Lopes, 2026 será o ano da “consolidação e conclusão de grandes projetos”.
Segundo o Diário as Beiras, "por exemplo, o lançamento da requalificação da entrada da cidade, pavilhão multiusos, conclusão da variante de Quiaios e da nova ponte sobre o Mondego, obras na rua Direita do Monte e na rua da Liberdade, compra do Cabo Mondego, novos lugares de estacionamento ou beneficiação da rede viária do concelho."
Ficam os votos de que, para além do escurecer deste fim ano de 2025, que se aproxima em grande velocidade, e no próximo Ano Novo de 2026, que já está a bater à porta, mas igualmente nos anos vindouros das nossas vidas, os figueirenses tenham aquilo que merecem, numa Figueira que ajudaram a criar com as suas escolhas políticas ao longo de 50 anos, e que, sobretudo - e por isso-, é o concelho que temos e a cidade em que vivemos.
Imagem via Município da Figueira da Foz

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| Imagem: Campeão das Províncias |