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domingo, 12 de fevereiro de 2017
sábado, 11 de fevereiro de 2017
A Figueira e os jovens da Timelapse...
Para quem não sabe, a Timelapse é uma empresa de audiovisual multipremiada, com sede na Figueira da Foz. Tem entre os seus clientes conhecidas marcas e instituições portuguesas e multinacionais.
Foi fundada por dois jovens empreendedores. Os seus nomes: João Traveira e Luís Pereira.
Começou com uma brincadeira e tornou-se um caso sério de sucesso internacional.
A dado passo de uma entrevista dada ao jornal AS BEIRAS, que pode ser também ouvida na íntegra, mais logo, pelas 21H00, na Foz do Mondego Rádio (99.1FM), e vista na Figueira TV, Jot´ Alves pergunta: "têm clientes na Figueira da Foz?"
A resposta de João Traveira é elucidativa: "tivemos um trabalho este ano, para o Cevadas. Talvez não chegue a um por cento [o número de trabalhos produzidos para clientes locais]."
Nota de rodapé.
O problema da juventude talentosa, que está fora dos circuitos políticos e empresariais que se movem no "arco do poder", que ainda existe e insiste em trabalhar a partir da Figueira, é que esses sectores já deram por adquirido que essa tal mais valia (a tal juventude talentosa...) não existe...
A Figueira transformou-se num clube de amigos... Não só por isso, mas também por isso, a Figueira está às portas da morte. Pouco a pouco, os burocratas do regime foram afastando os valores que a Figueira tinha.
Esta entrevista do João Traveira é transparente e esclarecedora.
Por muito maçadora que seja a vida, hoje, numa cidade como a Figueira, ela teria que ter algum conteúdo, ideias e valores. E isso é algo que a Figueira deixou de ter: vivemos no vazio de ideias e competências.
A Figueira, hoje, não é nada.
A classe política vive entregue a si mesma. Nas suas conversas e encontros, nunca, ou muito raramente, dá conta da vida do cidadão comum, nunca se desloca em transportes colectivos, nunca, ou muito raramente, anda pelo meio da rua, nunca, ou muito raramente, sente o ambiente de um local de trabalho colectivo ou de um mercado.
A excepção que confirma a regra, resume-se ao período das campanhas eleitorais.
E a selecção foi-se tornando cada vez mais negativa, como os actuais detentores do poder executivo municipal são disso a melhor prova viva e actuante.
Os melhores preferiram desligar-se da política activa e entregar-se a trabalhos concretos.
A política na Figueira tornou-se um misto de palavras e intrigas...
Para abreviar: acabaram por ficar os piores. Como está a confirmar-se...
A falta de diálogo entre as cúpulas partidárias resulta, as mais das vezes, de tricas, questões e rivalidades puramente pessoais (se os figueirenses soubessem o que se passa por vezes nos chamados bastidores da política figueirense...).
A mediocracia (expressão criada por Balzac para designar “nova classe política burguesa”) acabou por fazer o seu caminho...
Quem tenha memória do que se passou a seguir ao 25 de Abril de 1974, sabe que, também na Figueira, tivemos políticos e técnicos capazes, que a revolução tornou inúteis.
A chamada classe política, tornou-se num grupo social profissionalizado, não ao serviço do interesse público e do povo, mas dos seus interesses pessoais e das capelinhas partidárias. Tem servido, sobretudo, como veículo ideológico conveniente aos interesses individuais de quem passa pelo poder.
Isso, não é política e muito menos gerir uma cidade e um concelho com uma visão estratégica ao serviço dos seus habitantes...
Isso, é interesse...
Dirão os caciques e os demagogos, que o que importa é o que sente o eleitorado real que vota.
Por isso mesmo é que vivemos mergulhados em doses contínuas de agitação e propaganda da classe política local, mas não se fala das coisas reais e concretas, nem dos problemas reais dos figueirenses...
A morte da Figueira, está a ser consumada todos os dias... Só não vê o óbvio quem não quer mesmo ver. Ou nisso não tem interesse...
Foi fundada por dois jovens empreendedores. Os seus nomes: João Traveira e Luís Pereira.
Começou com uma brincadeira e tornou-se um caso sério de sucesso internacional.
A dado passo de uma entrevista dada ao jornal AS BEIRAS, que pode ser também ouvida na íntegra, mais logo, pelas 21H00, na Foz do Mondego Rádio (99.1FM), e vista na Figueira TV, Jot´ Alves pergunta: "têm clientes na Figueira da Foz?"
A resposta de João Traveira é elucidativa: "tivemos um trabalho este ano, para o Cevadas. Talvez não chegue a um por cento [o número de trabalhos produzidos para clientes locais]."
Nota de rodapé.
O problema da juventude talentosa, que está fora dos circuitos políticos e empresariais que se movem no "arco do poder", que ainda existe e insiste em trabalhar a partir da Figueira, é que esses sectores já deram por adquirido que essa tal mais valia (a tal juventude talentosa...) não existe...
A Figueira transformou-se num clube de amigos... Não só por isso, mas também por isso, a Figueira está às portas da morte. Pouco a pouco, os burocratas do regime foram afastando os valores que a Figueira tinha.
Esta entrevista do João Traveira é transparente e esclarecedora.
Por muito maçadora que seja a vida, hoje, numa cidade como a Figueira, ela teria que ter algum conteúdo, ideias e valores. E isso é algo que a Figueira deixou de ter: vivemos no vazio de ideias e competências.
A Figueira, hoje, não é nada.
A classe política vive entregue a si mesma. Nas suas conversas e encontros, nunca, ou muito raramente, dá conta da vida do cidadão comum, nunca se desloca em transportes colectivos, nunca, ou muito raramente, anda pelo meio da rua, nunca, ou muito raramente, sente o ambiente de um local de trabalho colectivo ou de um mercado.
A excepção que confirma a regra, resume-se ao período das campanhas eleitorais.
E a selecção foi-se tornando cada vez mais negativa, como os actuais detentores do poder executivo municipal são disso a melhor prova viva e actuante.
Os melhores preferiram desligar-se da política activa e entregar-se a trabalhos concretos.
A política na Figueira tornou-se um misto de palavras e intrigas...
Para abreviar: acabaram por ficar os piores. Como está a confirmar-se...
A falta de diálogo entre as cúpulas partidárias resulta, as mais das vezes, de tricas, questões e rivalidades puramente pessoais (se os figueirenses soubessem o que se passa por vezes nos chamados bastidores da política figueirense...).
A mediocracia (expressão criada por Balzac para designar “nova classe política burguesa”) acabou por fazer o seu caminho...
Quem tenha memória do que se passou a seguir ao 25 de Abril de 1974, sabe que, também na Figueira, tivemos políticos e técnicos capazes, que a revolução tornou inúteis.
A chamada classe política, tornou-se num grupo social profissionalizado, não ao serviço do interesse público e do povo, mas dos seus interesses pessoais e das capelinhas partidárias. Tem servido, sobretudo, como veículo ideológico conveniente aos interesses individuais de quem passa pelo poder.
Isso, não é política e muito menos gerir uma cidade e um concelho com uma visão estratégica ao serviço dos seus habitantes...
Isso, é interesse...
Dirão os caciques e os demagogos, que o que importa é o que sente o eleitorado real que vota.
Por isso mesmo é que vivemos mergulhados em doses contínuas de agitação e propaganda da classe política local, mas não se fala das coisas reais e concretas, nem dos problemas reais dos figueirenses...
A morte da Figueira, está a ser consumada todos os dias... Só não vê o óbvio quem não quer mesmo ver. Ou nisso não tem interesse...
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
Acredito que na Figueira toda a gente tem juízo... O problema é outro: poucos o usam...
"A área de intervenção da requalificação da zona envolvente do Coliseu Figueirense, obra realizada pela autarquia ao abrigo do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), foi reduzida, porque a administração da praça de touros impediu que se interviesse na área circundante ao imóvel, alegando tratar-se de propriedade privada. Isto é, afiança que lhe pertence.
O presidente do conselho de administração do Coliseu Figueirense, Miguel Amaral, afirmou ao Diário As Beiras que “não há nenhum diferendo com a câmara”. E acrescentou: “Aquilo que a câmara projetou não se enquadra nos nossos objetivos”, justificou. Os “objetivos” a que se referiu são a cobertura da praça de touros. “Pretendemos realizar essa obra, o que implicará, também, uma intervenção no exterior”, confirmou.
A vereadora Ana Carvalho, por sua vez, disse: “A administração do Coliseu fez finca-pé que aquela zona é privada, apesar de nós [autarquia] não considerarmos que é privada, até porque as últimas obras que lá foram feitas foram realizadas pela câmara”. Miguel Amaral afiançou, no entanto, que a sociedade anónima que gere a praça de touros tem “provas documentais” que atestam tratar-se de propriedade privada."
Via As Beiras
Nota de rodapé.
Antes que seja tarde.
Eu nunca criei juízo, porque sempre tive um problema insolúvel: nunca consegui saber de que ele se alimenta para sobreviver...
O presidente do conselho de administração do Coliseu Figueirense, Miguel Amaral, afirmou ao Diário As Beiras que “não há nenhum diferendo com a câmara”. E acrescentou: “Aquilo que a câmara projetou não se enquadra nos nossos objetivos”, justificou. Os “objetivos” a que se referiu são a cobertura da praça de touros. “Pretendemos realizar essa obra, o que implicará, também, uma intervenção no exterior”, confirmou.
A vereadora Ana Carvalho, por sua vez, disse: “A administração do Coliseu fez finca-pé que aquela zona é privada, apesar de nós [autarquia] não considerarmos que é privada, até porque as últimas obras que lá foram feitas foram realizadas pela câmara”. Miguel Amaral afiançou, no entanto, que a sociedade anónima que gere a praça de touros tem “provas documentais” que atestam tratar-se de propriedade privada."
Via As Beiras
Nota de rodapé.
Antes que seja tarde.
Eu nunca criei juízo, porque sempre tive um problema insolúvel: nunca consegui saber de que ele se alimenta para sobreviver...
O meu mar do Cabedelo hoje está zangado
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| foto António Agostinho |
Cresci a vê-lo.
Estou a definhar com ele.
Entendo-o, embora ele ainda me tenha tanto para ensinar.
Trocamos olhares e entendemo-nos na perfeição.
Olá meu mar!
Não estejas zangado: basta ser inteligente!
Grandes fotos!.. (II)
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| foto de António Carlos Albuquerque. Mais fotos aqui. |
Excelente projecto de BEACH SPORTS!!!"
A peça hoje em exibição, em directo, mais do que má, é de bradar aos céus...
Ponto final, parágrafo.
Se o povo quer circo, o presidente (ou alguém por ele...) dá circo ao povo!
Ao contrário do que muitos pensam, porém, não somos um povo de merda!
Somos, apenas, um povo que gosta de manteiga ao sol...
À falta de melhor, assim, pensam eles, sempre se levanta a moral ao povo...
Quanto ao resto, quanto a mim, o que interessa relevar, é o seguinte: houve tempos na Figueira, em que as entidades públicas, através de pequenas mas insubstituíveis obras, mostravam que se preocupavam connosco. Hoje, tudo é feito para dar no olho e perdeu-se a noção daquilo que é realmente necessário.
Não é este, do meu ponto de vista, o caminho para se viver melhor na Figueira da Foz nos próximos anos.
Têm a palavra os figueirenses...
Grandes fotos!..
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| Foto António Carlos Albuquerque. Para ver mais,clicar aqui. |
Numa passeata, a boa mesa tem de estar presente. Ela faz parte integrante da passeata. Uma, sem a outra, não existem. Há como que um complemento necessário. É o momento em que a língua aprecia e se solta, criando-se um ambiente propício a que a se torne cada vez mais estimulante.
As dificuldades são algo de permanente na Figueira...
Que trabalho, dedicação e esforço que não é exigido para tornar a Figueira da Foz, lá para 2019, uma referência nos desportos de areia!..
Bom pequeno almoço, "para a coisa arrebitar"...
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
E a sorte, mais do que o engenho humano, lá superou mais esta dificuldade...
"Autoridade Marítima Nacional auxilia navio mercante «ANGON» com dificuldades na saída da barra da Figueira da Foz"...
"...com dificuldades"?..
Lá pela Autoridade Marítima Nacional são cá uns optimistas!..
"...com dificuldades"?..
Lá pela Autoridade Marítima Nacional são cá uns optimistas!..
A mercearia figueirense...
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| Foi hoje inaugurado, pelas 8:00, na Rua de Billerud, o segundo Lidl Portugal no concelho da Figueira da Foz. As fotos são de Pedro Agostinho Cruz. |
"Na Várzea está a ser construída mais uma grande superfície. Dali seguimos até à rebatizada Avenida dos Supermercados (Av. Mário Soares e Av. Sá Carneiro), junto à qual surgirá outro supermercado. Não aprendemos com os erros cometidos no final dos anos 90, quando se começou a arrasar o comércio tradicional na Figueira. Será que é preciso repetir o que foi dito e redito, que este tipo de soluções comerciais não gera mais emprego do que aquele que destrói? Não percebemos que o lucro que ali se obtém voa para outras paragens e não é reinvestido na Figueira? Ignoramos que os impostos pagos por parte daquelas empresas vão parar à Holanda, através de esquemas fi ctícios de compra e venda? Ninguém está contra a existência de grandes superfícies, desde que haja um equilíbrio entre o benefício do serviço que prestam e o comércio local. Todavia, esse equilíbrio há muito que foi quebrado na Figueira, com claro prejuízo para o comércio local. Ainda mais inaceitável é continuada fuga aos impostos de algumas destas empresas, funcionando como autênticos sorvedouros da riqueza local para a Holanda, um país bem mais rico que Portugal. Este problema poderia ser atacado pela Associação Nacional de Municípios, se fosse um órgão descomprometido. Não seria muito difícil pressionar ou impor um mecanismo a estas empresas para estancar a fuga de riqueza local para a Holanda."
Nota de rodapé.
Está a acontecer há alguns anos, em silêncio, um brutal aumento do preço dos bens alimentares no nosso país.
Sem primeiras páginas e sem especialistas das televisões, este será brevemente o maior desafio de Portugal: a fome.
Neste momento, curiosamente, na Figueira, se há sector económico onde se verifica uma concorrência feroz, é na mercearia...
Não notam qualquer coisa de estranho na mercearia figueirense?..
Não esquecer: dois dos portugueses mais ricos, são merceeiros...
O dever acima de tudo. Então para quê as elites pagarem as dívidas?.. Ainda por cima a trabalhadores...
"A proposta do administrador judicial da unidade de transformação de madeira e fábrica de móveis Alberto Gaspar prevê que os antigos 86 operários recebem uma bagatela, em relação aos salários e indemnizações a que têm direito. O jornal AS BEIRAS teve acesso ao documento e as notícias não são boas. As verbas disponíveis na proposta de distribuição e rateio final da massa insolvente da empresa rondam os 22 mil euros. Por sua vez, o montante reclamado pelos ex-trabalhadores ascende a várias centenas de milhares de euros. A título de exemplo, um antigo operário tem a receber cerca de 45 mil euros, mas só deverá ter direito a 999 euros. Outro poderá receber apenas 988 euros dos 44,3 mil a que tem direito. Há ainda quem possa ficar com apenas 321 euros dos 14.434 que a empresa lhe devia. Os restantes 83 também podem contar com valores proporcionalmente semelhantes. É certo que, entretanto, tiveram acesso ao fundo de garantia salarial, cerca de cinco mil euros, mas, na maioria dos casos, ficou muito abaixo daquilo a que têm direito."
"Figueira com rumo" em 2017, ano de eleições! A máquina de agitação e progaganda não descura nehum pormenor
É conhecida a afeição pelos cães de largos milhares de figueirenses.
Faço parte desse lote. São bichos capazes de ter sentimentos nobres como reconhecimento e lealdade...
Sensível a isso, em 2017, ano de autárquicas, ao fim de 8 anos, os sacos voltaram aos dispensadores dos dejectos animais!..
Durante este tempo os dispensadores dos dejectos animais estiveram ao abandono...
Mas a máquina de agitação e propaganda socialista local, com vista a conquistar os donos do melhor amigo do humano, nomeadamente o seu voto, em outubro próximo futuro, não descura nenhum pormenor e voltou a colocar sacos nos dispensadores dos dejectos animais...
"Figueira com rumo!..."! Mas só em ano eleitoral...
Na política, tal como numa campanha publicitária, por exemplo, a um shampoo para a caspa de cães, vale tudo mesmo arrancar os olhos...
A verdade é uma coisa inútil...
Aliás, com verdade, tanto na política, como na publicidade, o comércio era impossível...
Faço parte desse lote. São bichos capazes de ter sentimentos nobres como reconhecimento e lealdade...
Sensível a isso, em 2017, ano de autárquicas, ao fim de 8 anos, os sacos voltaram aos dispensadores dos dejectos animais!..
Durante este tempo os dispensadores dos dejectos animais estiveram ao abandono...
Mas a máquina de agitação e propaganda socialista local, com vista a conquistar os donos do melhor amigo do humano, nomeadamente o seu voto, em outubro próximo futuro, não descura nenhum pormenor e voltou a colocar sacos nos dispensadores dos dejectos animais...
"Figueira com rumo!..."! Mas só em ano eleitoral...
Na política, tal como numa campanha publicitária, por exemplo, a um shampoo para a caspa de cães, vale tudo mesmo arrancar os olhos...
A verdade é uma coisa inútil...
Aliás, com verdade, tanto na política, como na publicidade, o comércio era impossível...
Ranking da Transparência das autarquias: a Figueira da Foz deixou de ir aos treinos?...
A realidade, em Fevereiro 2017.
A transparência, na Figueira, é uma "coisa" muito irónica: em três anos, este executivo de maioria absoluta, caiu do 1º. para o 52º. lugar...
A máquina de agitação e propaganda, em 4 Novembro de 2014.
"A nova página de internet da autarquia da Figueira da Foz, hoje apresentada aos jornalistas, quer ser uma referência na transparência da informação disponibilizada aos munícipes e uma ferramenta interativa de divulgação do município.
“Não deve haver no país uma página mais transparente do que esta. Quem tiver algum tempo para procurar informação, encontra-a aqui”, disse Tiago Castelo Branco, chefe de gabinete do Presidente da Câmara.
O novo sítio internet da Câmara Municipal, disponível em www.cm-figfoz.pt, reúne no mesmo espaço informação antes “dispersa” por vários locais e pretende “ser um ‘site’ apelativo e intuitivo”, frisou.
Na página inicial, abaixo de uma barra rotativa com 12 imagens do concelho, há quatro destaques, que versam, atualmente, sobre o novo regulamento municipal de ruído, a revisão do Plano Diretor Municipal (PDM), o plano estratégico do município e um concurso de imagem e vídeo.
Na barra à direita está “uma grande aposta” da Câmara Municipal: uma agenda interativa intitulada “What’s On Figueira da Foz”, gerida pelos serviços de turismo e onde os próprios utilizadores, depois de registados, podem inserir informação sobre eventos a decorrer no concelho."
Basta de realidade. Venham mais sonhos!
Os eleitores figueirenses são mais facilmente seduzidos por sonhos do que por mensagens baseadas em promessas exequíveis ou em obra feita.
A transparência, na Figueira, é uma "coisa" muito irónica: em três anos, este executivo de maioria absoluta, caiu do 1º. para o 52º. lugar...
A máquina de agitação e propaganda, em 4 Novembro de 2014.
"A nova página de internet da autarquia da Figueira da Foz, hoje apresentada aos jornalistas, quer ser uma referência na transparência da informação disponibilizada aos munícipes e uma ferramenta interativa de divulgação do município.
“Não deve haver no país uma página mais transparente do que esta. Quem tiver algum tempo para procurar informação, encontra-a aqui”, disse Tiago Castelo Branco, chefe de gabinete do Presidente da Câmara.O novo sítio internet da Câmara Municipal, disponível em www.cm-figfoz.pt, reúne no mesmo espaço informação antes “dispersa” por vários locais e pretende “ser um ‘site’ apelativo e intuitivo”, frisou.
Na página inicial, abaixo de uma barra rotativa com 12 imagens do concelho, há quatro destaques, que versam, atualmente, sobre o novo regulamento municipal de ruído, a revisão do Plano Diretor Municipal (PDM), o plano estratégico do município e um concurso de imagem e vídeo.
Na barra à direita está “uma grande aposta” da Câmara Municipal: uma agenda interativa intitulada “What’s On Figueira da Foz”, gerida pelos serviços de turismo e onde os próprios utilizadores, depois de registados, podem inserir informação sobre eventos a decorrer no concelho."
Basta de realidade. Venham mais sonhos!
Os eleitores figueirenses são mais facilmente seduzidos por sonhos do que por mensagens baseadas em promessas exequíveis ou em obra feita.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
As campanhas eleitorais
Daniel Santos, no jornal AS BEIRAS.
"O Presidente da República reuniu à sua volta os presidentes de câmara de todo o país para a comemoração dos 40 anos do poder autárquico. O evento foi aproveitado para sublinhar a adjudicação de mais poderes às autarquias segundo um modelo que o Governo anunciará em breve, alegadamente no respeito pelo princípio da subsidiaridade.
Constata-se porém que, não se encontrando vinculado a um órgão de ordem superior, devidamente eleito directamente pelos cidadãos, o modelo utilizado tem permitido que, de uma forma desregulada, se mantenham ao longo dos anos as decisões avulsas sobre a materialização de infraestruturas e equipamentos sempre numa lógica local, com proliferação de soluções equivalentes em concelhos próximos, como é o caso do Centro de Artes e Espectáculos na Figueira e do Convento de S. Francisco em Coimbra. Ou de infraestruturas regionais, como é o caso da Metro Mondego que, para além de não passarem do papel, induzem enormes constrangimentos, com consequências na funcionalidade regional que já vêm do passado e se projectarão do futuro.
A falta de vínculo de projectos regionais estruturantes junto de um órgão verdadeiramente legitimado pelo voto popular conduz à prossecução de soluções avulsas de rápida materialização para satisfação dos interesses eleitoralistas dos autarcas. E a administração central continua a não querer abrir mão da faculdade de distribuir tarefas e meios da forma que mais convém ao partido que está no poder."
Nota de rodapé.
Muitas vezes, ficamos impressionados por pessoas inteligentes e honestas descambarem, como dirigentes políticos, em trejeitos, tiques, erros e baixezas que, se estivessem fora da política, seriam os primeiros a repudiar e a criticar.
A metamorfose, a meu ver, não resulta da necessidade de se degradarem para chegar ao «povo».
Como é óbvio, «o povo» só vagamente será para aqui chamado.
Nas campanhas eleitorais, os políticos andam de almoços para jantares, almoços e jantares esses em que há enorme renitência em que se fale no princípio.
Têm que esperar, por vezes horas, depois de refeições pesadas e à portuguesa. Lá para o fim, fala uma longa série de oradores: o presidente da jota, o presidente da concelhia, o mandatário local, algum convidado especial e o candidato.
Depois, é sair à pressa para outra refeição para fazer a mesma coisa.
Nos intervalos, visitavam-se as feiras e os mercados obrigatórios.
As campanhas eleitorais são isto. Tudo tem de ser programado: não se podem esquecer as visitas a instituições empresariais, a "lobbies" locais, a eventos que coincidem com a campanha e que têm "gente".
E discussão de projectos e de ideias, perguntam vocês?..
Nada, zerinhos...
"O Presidente da República reuniu à sua volta os presidentes de câmara de todo o país para a comemoração dos 40 anos do poder autárquico. O evento foi aproveitado para sublinhar a adjudicação de mais poderes às autarquias segundo um modelo que o Governo anunciará em breve, alegadamente no respeito pelo princípio da subsidiaridade.
Constata-se porém que, não se encontrando vinculado a um órgão de ordem superior, devidamente eleito directamente pelos cidadãos, o modelo utilizado tem permitido que, de uma forma desregulada, se mantenham ao longo dos anos as decisões avulsas sobre a materialização de infraestruturas e equipamentos sempre numa lógica local, com proliferação de soluções equivalentes em concelhos próximos, como é o caso do Centro de Artes e Espectáculos na Figueira e do Convento de S. Francisco em Coimbra. Ou de infraestruturas regionais, como é o caso da Metro Mondego que, para além de não passarem do papel, induzem enormes constrangimentos, com consequências na funcionalidade regional que já vêm do passado e se projectarão do futuro.
A falta de vínculo de projectos regionais estruturantes junto de um órgão verdadeiramente legitimado pelo voto popular conduz à prossecução de soluções avulsas de rápida materialização para satisfação dos interesses eleitoralistas dos autarcas. E a administração central continua a não querer abrir mão da faculdade de distribuir tarefas e meios da forma que mais convém ao partido que está no poder."
Nota de rodapé.
Muitas vezes, ficamos impressionados por pessoas inteligentes e honestas descambarem, como dirigentes políticos, em trejeitos, tiques, erros e baixezas que, se estivessem fora da política, seriam os primeiros a repudiar e a criticar.
A metamorfose, a meu ver, não resulta da necessidade de se degradarem para chegar ao «povo».
Como é óbvio, «o povo» só vagamente será para aqui chamado.
Nas campanhas eleitorais, os políticos andam de almoços para jantares, almoços e jantares esses em que há enorme renitência em que se fale no princípio.
Têm que esperar, por vezes horas, depois de refeições pesadas e à portuguesa. Lá para o fim, fala uma longa série de oradores: o presidente da jota, o presidente da concelhia, o mandatário local, algum convidado especial e o candidato.
Depois, é sair à pressa para outra refeição para fazer a mesma coisa.
Nos intervalos, visitavam-se as feiras e os mercados obrigatórios.
As campanhas eleitorais são isto. Tudo tem de ser programado: não se podem esquecer as visitas a instituições empresariais, a "lobbies" locais, a eventos que coincidem com a campanha e que têm "gente".
E discussão de projectos e de ideias, perguntam vocês?..
Nada, zerinhos...
Para além da questão ética...
"CGD: Carta secreta de Domingues compromete Centeno...
António Domingues tinha um acordo com o ministro das Finanças para não entregar a declaração de rendimentos no Constitucional"!..
Perante isto, o que é que um gajo pode escrever mais?..
Na minha santa e imbecil ignorância, gostava de acreditar em políticos que me dissessem as verdades difíceis e complicadas.
Na minha santa e imbecil ignorância, gostava de acreditar que “os políticos não são todos uns mentirosos”.
Na minha santa e imbecil ignorância, gostava de acreditar que os portugueses não dão popularidade e votos aos políticos que lhes mentem.
Quem escolhe e privilegia os mentirosos, em detrimento dos verdadeiros, não se pode depois queixar...
António Domingues tinha um acordo com o ministro das Finanças para não entregar a declaração de rendimentos no Constitucional"!..
Perante isto, o que é que um gajo pode escrever mais?..
Na minha santa e imbecil ignorância, gostava de acreditar em políticos que me dissessem as verdades difíceis e complicadas.
Na minha santa e imbecil ignorância, gostava de acreditar que “os políticos não são todos uns mentirosos”.
Na minha santa e imbecil ignorância, gostava de acreditar que os portugueses não dão popularidade e votos aos políticos que lhes mentem.
Quem escolhe e privilegia os mentirosos, em detrimento dos verdadeiros, não se pode depois queixar...
Paço de Maiorca: um «crime financeiro» e «negócio ruinoso», mas (digo eu...), «com charme»!.. (3)
Lembro-me das brincadeiras que se inventaram para proporcionar o "binquedo" a alguém...
Então, tal como agora, a Figueira era um divertimento!
Foram tempos em que os heróis encarnaram, nessa mesma encarnação...
"FGT foi extinta mas Paço de Maiorca continua por resolver", pode ler-se hoje no jornal AS BEIRAS.
Segundo o mesmo jornal, "está concluído o processo de extinção Figueira Grande Turismo (FGT), criada por Santana Lopes."
Os funcionários, recorde-se, foram integrados na câmara. Porém, o dossiê do Paço de Maiorca, que era para ter sido transforamado em unidade hoteleira de charme, via uma parceria com o Grupo Lágrimas, não foi encerrado.
O processo do Paço de Maiorca está pendente da resolução do empréstimo concedido pelo BPI – seis milhões de euros.
A autarquia figueirense, na sequência da extinção da FGT passou a ser acionista direta da sociedade.
A vereadora do PSD Anabela Tabaçó, na reunião de câmara da passada segunda-feira, questionou João Ataíde sobre as responsabilidades da sociedade do Paço de Maiorca assumidas pela autarquia. A autarca da oposição reiterou, por outro lado, que o presidente podia ter parado o processo, para depois decidir o que fazer, a fi m de evitar o desfecho que se conhece.
O presidente, porém, afiançou que fez tudo para concluir as obras e resolver os problemas herdados.
Desde o início que a parceria público-privada, criada no segundo mandato do falecido presidente da câmara Duarte Silva (PSD), mereceu forte contestação.
O accionista privado detinha a maioria das ações, mas o imóvel era da FGT, que também se responsabilizou pelas obras.
Por outro lado, os lucros da unidade hoteleira seriam distribuídos pelos dois parceiros, mas os prejuízos, esses, ficariam por conta do accionista público. |
Onde é que já lá vai o prazo de execução da obra (90 dias!)...
Notícia de primeira página do Diário de Coimbra do passado dia 18 de outubro de 2016: "na Figueira, novos quiosques são instalados para a semana".
Entretanto, a comédia em torno dos quisoques figueirenses continua!
O PSD, na última reunião de câmara, que se realizou na passada segunda-feira, lembrou que a instalação dos novos quiosques está atrasada.
O executivo camarário socialista justificou o atraso com a falta de cumprimento do prazo por parte do empreiteiro.
Entretanto, já foram instalados os três “americanos”, enquanto os restantes deverão ser colocados até abril.
Entretanto, a comédia em torno dos quisoques figueirenses continua!
O PSD, na última reunião de câmara, que se realizou na passada segunda-feira, lembrou que a instalação dos novos quiosques está atrasada.
O executivo camarário socialista justificou o atraso com a falta de cumprimento do prazo por parte do empreiteiro.
Entretanto, já foram instalados os três “americanos”, enquanto os restantes deverão ser colocados até abril.
A transparência, na Figueira, é uma "coisa" muito irónica: em três anos, este executivo de maioria absoluta, caiu do 1º. para o 52º. lugar...
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| Para ver melhor, clicar na imagem |
"Temos vindo a aumentar os níveis de transparências, iremos continuar este esforço e vamos discutir, com a entidade que elabora o ITM, alguns aspectos que não foram considerados nesta avaliação".
Eu, se fosse do gabinete da presidência, este ano, se dissesse alguma coisa a justificar mais esta descida de 20 lugares, diria apenas: a Figueira não desceu muito. Os outros municípios é que melhoraram bastante.
O novo tabu figueirense
Não há político menor que não tenha o seu tabu.
José Elísio, não conseguiu fugir à regra.
Assim, um dia depois do anúncio do candidato do PSD à Câmara da Figueira, veio dizer ao mundo que nas próximas autárquicas vai desancar os candidatos partidários no concelho, criando um facto político novo.
Passo o citar AS BEIRAS, de hoje.
O movimento independente Vai ou Racha, criado por José Elísio, através do qual conquistou a Junta de Lavos nos dois últimos mandatos, poderá apresentar-se nas próximas eleições autárquicas com candidatos à câmara, à assembleia municipal da Figueira da Foz e a várias juntas do concelho da Figueira da Foz. “Estamos a fazer contactos para aferir a disponibilidade e a vontade das pessoas”, admitiu o autarca. José Elísio garantiu, no entanto, que não será candidato à câmara, nem recandidato à Junta de Lavos.
Se o Vai ou Racha avançar, poderá afectar os candidatos à câmara dos dois principais partidos, João Ataíde (PS) e Carlos Tenreiro (PSD). O líder do Vai ou Racha deixou claro.
“O que viermos a fazer não será contra nada nem contra ninguém. Esta é uma iniciativa apartidária que tem por finalidade contribuir para resolver questões locais muito concretas”.
Também segundo o mesmo jornal, o centro-direita olha para as movimentações do político lavoense com apreensão, temendo que o Vai ou Racha possa beneficiar o recandidato João Ataíde.
José Elísio, porém, tem outra visão.
“Sou amigo do dr. João Ataíde, tem-me tratado bem. Tenho colaborado com ele e continuarei a colaborar com ele, se ele ganhar as eleições, como colaborarei com outros”.
Para terminar.
A decretipude das sociedades foi um tema que Federico Fellini tratou magistralmente.
Rever os seus filmes (actualíssimos) é perceber como, cá pela Figueira, o Rei vai nu há vários anos...
Infelizmente, cá pela Figueira, não aprendemos nada com o Mestre Fellini...
José Elísio, não conseguiu fugir à regra.
Assim, um dia depois do anúncio do candidato do PSD à Câmara da Figueira, veio dizer ao mundo que nas próximas autárquicas vai desancar os candidatos partidários no concelho, criando um facto político novo.
Passo o citar AS BEIRAS, de hoje.
O movimento independente Vai ou Racha, criado por José Elísio, através do qual conquistou a Junta de Lavos nos dois últimos mandatos, poderá apresentar-se nas próximas eleições autárquicas com candidatos à câmara, à assembleia municipal da Figueira da Foz e a várias juntas do concelho da Figueira da Foz. “Estamos a fazer contactos para aferir a disponibilidade e a vontade das pessoas”, admitiu o autarca. José Elísio garantiu, no entanto, que não será candidato à câmara, nem recandidato à Junta de Lavos.
Se o Vai ou Racha avançar, poderá afectar os candidatos à câmara dos dois principais partidos, João Ataíde (PS) e Carlos Tenreiro (PSD). O líder do Vai ou Racha deixou claro.
“O que viermos a fazer não será contra nada nem contra ninguém. Esta é uma iniciativa apartidária que tem por finalidade contribuir para resolver questões locais muito concretas”.
Também segundo o mesmo jornal, o centro-direita olha para as movimentações do político lavoense com apreensão, temendo que o Vai ou Racha possa beneficiar o recandidato João Ataíde.
José Elísio, porém, tem outra visão.
“Sou amigo do dr. João Ataíde, tem-me tratado bem. Tenho colaborado com ele e continuarei a colaborar com ele, se ele ganhar as eleições, como colaborarei com outros”.
Para terminar.
A lufa lufa na política figueirense está instalada de novo...
Um pormenor: perceberam o timing do mestre José Elísio?..A decretipude das sociedades foi um tema que Federico Fellini tratou magistralmente.
Rever os seus filmes (actualíssimos) é perceber como, cá pela Figueira, o Rei vai nu há vários anos...
Infelizmente, cá pela Figueira, não aprendemos nada com o Mestre Fellini...
Futebol, um jogo complexo...
"Dando de barato o gigantesco desperdício de recursos do país, a cada semana que passa, vendo e ouvindo os rescaldos das jornadas futebolísticas e o clima que se gera entre cidadãos divididos pelos vários clubes, cidadãos que tomam como seus os lucros, os prejuízos e demais vicissitudes do NEGÓCIO CORRUPTO do futebol… atrasa-se em mais alguns dias a mobilização para a resolução dos problemas reais desses mesmos cidadãos.
Tudo somado, são anos de atraso… quando não mesmo causas perdidas definitivamente, dado o afastamento, a divisão e o ódio instalados na sociedade.
Não admira que o futebol seja uma actividade tão querida pelo poder e pelos grandes figurões que, neste regime, o detêm.
VIVA O FUTEBOL !!!!!"
FUTEBOL - UM TRAVÃO DA HISTÓRIA, via Samuel Quedas
Tudo somado, são anos de atraso… quando não mesmo causas perdidas definitivamente, dado o afastamento, a divisão e o ódio instalados na sociedade.
Não admira que o futebol seja uma actividade tão querida pelo poder e pelos grandes figurões que, neste regime, o detêm.
VIVA O FUTEBOL !!!!!"
FUTEBOL - UM TRAVÃO DA HISTÓRIA, via Samuel Quedas
Não é má ficção. A Figueira,em 2017, é uma muito triste realidade...
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| foto sacada daqui |
É, também, o reflexo daquilo que são os políticos na Figueira e em Portugal, em 2017.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
Senhor presidente Ataíde: estas obras não deviam ter estado prontas em 31 de Dezembro de 2016?
O verdadeiro artista, é aquele que explica algo fácil de maneira confusa, de tal modo que nos faz pensar pensar que a confusão é culpa nossa.
E o Conselho de Opinião da RTP não teve de explicar como não conseguiu fundamentar o "chumbo" do jornalista para o cargo!..
"João Paulo Guerra (jornalista desde 1962) assume funções como provedor do Ouvinte da RTP"
- Via Público
Escusam de agradecer: o meu cantinho no céu está garantido!.. (II)
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| Diário de Coimbra de 7 de fevereiro de 2017. Para que conste e para memória futura. Para ler melhor, clicar na imagem |
O momento não está para politiquices: a erosão costeira a sul da barra do Mondego é um assunto muito sério...
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
Ao trabalho, senhor candidato Tenreiro, ao trabalho!..
Confesso que foi sem surpresa, que tive a confirmação que Carlos Tenreiro era o candidato do PSD/Figueira à Câmara Municipal da Figueira da Foz nas eleições autárquicas a realizar em outubro próximo.
De nome, conheço Carlos Tenreiro há muitos anos, tenho acompanhado o seu percurso de luta na Assembleia de Freguesia de Buarcos/S. Julião e tive recentemente uma conversa pessoal com ele.
Claro que não lhe vou dar conselhos (quem sou eu, para ter a pretensão de dar conselhos a alguém!..), apenas faço esta nota para sublinhar um pormenor.
Na Figueira, a tendência é para o mimetismo, isto é, para o acertar o passo pelos demais, pelo que uma opinião independente e desalinhada pode parecer estranha e até desconcertante, de tanto habituados ao politicamente correcto e às verdades absolutas!
Acredite, contudo, senhor candidato do PSD: não é por esse caminho que contribuirá para fazer avançar a Figueira.
Por aí, estará condicionado e pré controlado...
Moramos numa cidade de demasiados sentidos únicos no nosso viver quotidiano.
Ou porque é proibido, ou porque parece mal, ou porque podemos cair no ridículo, enfim...
O senhor candidato é que sabe as linhas com que se há-de coser.
Eu, gosto muito de Régio...
"Não sei por onde vou, Não sei para onde vou, Sei que não vou por aí!"!
Mas que gostaria de ver dar um pontapézito no traseiro do politicamente correcto corporizado por este malfadado executivo que continua a sorrir, para nossa desgraça, lá isso, adoraria...
Como o agora candidato Carlos Tenreiro um dia escreveu: "25 de Abril é a coragem de viver em democracia desfrutando a liberdade".
De nome, conheço Carlos Tenreiro há muitos anos, tenho acompanhado o seu percurso de luta na Assembleia de Freguesia de Buarcos/S. Julião e tive recentemente uma conversa pessoal com ele.
Claro que não lhe vou dar conselhos (quem sou eu, para ter a pretensão de dar conselhos a alguém!..), apenas faço esta nota para sublinhar um pormenor.
Na Figueira, a tendência é para o mimetismo, isto é, para o acertar o passo pelos demais, pelo que uma opinião independente e desalinhada pode parecer estranha e até desconcertante, de tanto habituados ao politicamente correcto e às verdades absolutas!
Acredite, contudo, senhor candidato do PSD: não é por esse caminho que contribuirá para fazer avançar a Figueira.
Por aí, estará condicionado e pré controlado...
Moramos numa cidade de demasiados sentidos únicos no nosso viver quotidiano.
Ou porque é proibido, ou porque parece mal, ou porque podemos cair no ridículo, enfim...
O senhor candidato é que sabe as linhas com que se há-de coser.
Eu, gosto muito de Régio...
"Não sei por onde vou, Não sei para onde vou, Sei que não vou por aí!"!
Mas que gostaria de ver dar um pontapézito no traseiro do politicamente correcto corporizado por este malfadado executivo que continua a sorrir, para nossa desgraça, lá isso, adoraria...
Como o agora candidato Carlos Tenreiro um dia escreveu: "25 de Abril é a coragem de viver em democracia desfrutando a liberdade".
O tabu do PSD/Figueira acabou. E Tenreiro aqui tão perto!..
"A Concelhia da Figueira da Foz do PSD vota, esta noite, o nome de Carlos Tenreiro como candidato do partido à Câmara da Figueira da Foz.
O conhecido advogado da Figueira da Foz, 52 anos, em 2013, concorreu à presidência da Junta de Buarcos e S. Julião como independente, nas listas da coligação Somos Figueira, liderada pelo PSD.
Carlos Tenreiro não ganhou as eleições, mas assumiu o seu lugar na assembleia de freguesia, através do qual tem feito uma incisiva oposição ao executivo socialista."
- Via AS BEIRAS.
O conhecido advogado da Figueira da Foz, 52 anos, em 2013, concorreu à presidência da Junta de Buarcos e S. Julião como independente, nas listas da coligação Somos Figueira, liderada pelo PSD.
Carlos Tenreiro não ganhou as eleições, mas assumiu o seu lugar na assembleia de freguesia, através do qual tem feito uma incisiva oposição ao executivo socialista."
- Via AS BEIRAS.
Porque escondem o Tavares?..
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| foto sacada daqui |
São-no também - e muitas vez mais - com as caras que, antes ou depois, dos actos eleitorais se escondem.
Quando a poderosa máquina de propaganda ao serviço do presidente Ataíde, a partir de determinada altura, resolveu menorizar e esconder António Tavares sabia o que estava a fazer.
E, quando no folclore de agitação da tal máquina de propaganda ao serviço do presidente Ataíde, a cara mais vista pelas câmaras fotográficas dos jornais, que falam da Figueira, é a de Carlos Monteiro, percebe-se o resto.
Mas, isto, não se discute... Não é que lamente o que acabou por acontecer ao vereador Tavares. Penso, até, que em termos políticos acabou por ter aquilo que mereceu.
Estou apenas a tentar demonstrar e a valorizar a falta de sentimentos de solidariedade, que nos é exibida por quem é responsável pela governação executiva da cidade da Figueira da Foz, de há 7 anos, sete, a esta parte.
Isso, diz muito sobre a qualidade dos políticos...
Este nó, ainda por desatar, representa um problema...
Falta saber a dimensão.
A receita, pelos vistos, é simples: a maneira de despertar o interesse dos franceses pela Figueira é forra-lhes o estômago...
"A convite da Câmara Municipal, a Associação Figueira com Sabor a Mar vai levar uma comitiva a Paris, de 3 a 5 de Março, composta por autarcas e membros da Associação do Bairro Novo e Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF).
Isabel Brites explicou ao Diário de Coimbra que, na capital francesa, a comitiva vai divulgar a Figueira da Foz, bem como a sua rica gastronomia, cabendo à Associação Figueira com Sabor a Mar confeccionar algumas delícias gastronómicas (como espetadas de mexilhão e pataniscas de bacalhau) e, assim, despertar o interesse dos franceses."
Isabel Brites explicou ao Diário de Coimbra que, na capital francesa, a comitiva vai divulgar a Figueira da Foz, bem como a sua rica gastronomia, cabendo à Associação Figueira com Sabor a Mar confeccionar algumas delícias gastronómicas (como espetadas de mexilhão e pataniscas de bacalhau) e, assim, despertar o interesse dos franceses."
"Somos Figueira"?
"...é cada vez maior o fosso entre as promessas que nos fazem na altura de assinar o contrato e o serviço prestado ao longo da sua duração, já para não falar de quando, cerca de meia dúzia de meses antes da respetiva renovação, nos inundam de promessas e nos prometem que, com a fidelização, ainda teremos mais vantagens e que agora é que vai ser!... Pronto: tinha prometido aos meninos que hoje não falava de política!..."
"Prometi, cumpri!".
Teotónio Cavaco, Deputado Municipal do PSD, hoje na sua crónica habitual das segundas-feiras no jornal AS BEIRAS.
Em tempo.
A qualidade dos políticos figueirenses, de há uns anos para cá, tem vindo a descer.
Para não sairmos do que conhecemos bem, aqui na Figueira, a noção de estadista, por exemplo aplicada ao actual presidente da câmara, pode vir a causar sérios problemas de saúde púbica...
Há malta que eu conheço, que seria capaz de ter ataques de gargalhada, até à paragem cardíaca...
Entretanto, sabemos que o futuro da cidade e do concelho, terá de passar pela capacidade de gerar alternativas de poder baseadas em ideias e soluções protagonizadas por outra gente...
Veja-se o que aconteceu em 2013.
Na altura, a alternativa ficou entregue ao Miguel Almeida, bom rapaz, melhor pessoa e excelente ser humano, porém, um eterno jovem que parece que ainda ontem militava na secção da JSD da secundária Joaquim Carvalho, que tem feito uma notável carreira política (e não só...) embalado por Santana Lopes, dentro da secção de recados a entregar ao PSD...
Boa sorte Teo (permita que o trate assim...).
E mantenha a promessa: continue a não falar de política...
Isso só dá chatices... O menino Agostinho, desde já, agradece.
"Prometi, cumpri!".
Teotónio Cavaco, Deputado Municipal do PSD, hoje na sua crónica habitual das segundas-feiras no jornal AS BEIRAS.
Em tempo.
A qualidade dos políticos figueirenses, de há uns anos para cá, tem vindo a descer.
Para não sairmos do que conhecemos bem, aqui na Figueira, a noção de estadista, por exemplo aplicada ao actual presidente da câmara, pode vir a causar sérios problemas de saúde púbica...
Há malta que eu conheço, que seria capaz de ter ataques de gargalhada, até à paragem cardíaca...
Entretanto, sabemos que o futuro da cidade e do concelho, terá de passar pela capacidade de gerar alternativas de poder baseadas em ideias e soluções protagonizadas por outra gente...
Veja-se o que aconteceu em 2013.
Na altura, a alternativa ficou entregue ao Miguel Almeida, bom rapaz, melhor pessoa e excelente ser humano, porém, um eterno jovem que parece que ainda ontem militava na secção da JSD da secundária Joaquim Carvalho, que tem feito uma notável carreira política (e não só...) embalado por Santana Lopes, dentro da secção de recados a entregar ao PSD...
Boa sorte Teo (permita que o trate assim...).
E mantenha a promessa: continue a não falar de política...
Isso só dá chatices... O menino Agostinho, desde já, agradece.
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