"A chuva obrigou,
ontem, ao cancelamento do
segundo e último desfile do
Carnaval de Buarcos/Figueira da Foz, que não chegou a
arrancar. Ao início da tarde,
a organização avançava que
deverá repetir-se este sábado, mas a data não é consensual, por estar próxima da
Páscoa.
O cancelamento impediu
a geração de receitas nas bilheteiras na ordem dos 20
mil euros.
A chuva já havia obrigado ao adiamento
do desfile nocturno das três
escolas de samba do concelho da Figueira da Foz – A
Rainha, Unidos do Mato
Grosso e Novo Império – ,
de sábado para segunda-feira.
O espectáculo realizou se, com poucos espectadores,
apesar da organização ter
abdicado das bilheteiras, e
os participantes não se livraram de uma molhadela, confirmando que o mau tempo
e o Carnaval não combinam."
Via DIÁRIO AS BEIRAS. Edição papel.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
O Miguel Almeida sabe que tudo é ideológico nesta vida, até a austeridade...
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| imagem sacada daqui |
Como o Miguel também sabe, de acordo com Marx, a ideologia da classe dominante tem como objectivo manter os mais ricos no controle da sociedade.
Portanto, é verdade, tal como titula a crónica de Miguel Almeida, militante do PSD, no diário AS Beiras da passada segunda-feira, que a "austeridade também é ideológica".
"Os partidos que perderam as eleições uniram-se numa frente comum para formação do actual governo, porque era um “imperativo patriótico” não permitir que quem ganhou se mantivesse na governação do país. Passos e Portas eram os arautos da austeridade e o país precisava de uma alternativa que pusesse fim, em definitivo, à austeridade. Como era de esperar, logo no primeiro orçamento, bateram de frente com a realidade e o orçamento que Bruxelas aprovou, com reservas, traz mais austeridade, ainda que mude parcialmente os destinatários. O resultado é um aumento da carga fiscal e uma revisão em baixa do crescimento económico para 1,8%. Ficamos assim a saber, que para o governo e os partidos que o apoiam, existe austeridade boa e má. Portanto, o que ditou a união das esquerdas para a formação do governo, não era o fim da austeridade, mas tão só uma austeridade diferente. O tal caminho alternativo que nos “venderam”, afinal é também austeritário, só que diferente, porque é de “esquerda e patriótico”. Temo que o populismo de que se reveste todo este caminho não traga bons resultados. A incompatibilidade que existe na equação de querer aumentar o crescimento económico, ao mesmo tempo que se aumenta a carga fiscal às empresas e se cria um discurso contra o “capital”, não traz, como nunca trouxe, bons resultados. Costa tinha razão, é necessário um outro caminho."
Antes do mais, tal como acontece com a maioria dos portugueses - onde certamente não estará incluído Miguel Almeida - assumo dificuldades em perceber e dominar todas as nuances com se tece a feitura de um orçamento de Estado.
Como todos os portugueses, tenho acesso à informação através dos jornais, rádios, televisão, internet, procuro verificar a posição de políticos de todos os quadrantes e, sobretudo, tenho particular atenção ao posicionamento dos grupos de interesses que mamam do Estado.
Depois procuro as minhas conclusões.
Desde logo, o óbvio: estamos fortemente condicionados por Bruxelas.
Perante esta realidade, existem duas maneiras de reagir: à Passos Coelho/Paulo Portas, que consistiu em aceitar toda e qualquer imposição sem contestação, e tratou os portugueses como carne para canhão; e aquilo que tem estado a ser feito pelo actual governo de António Costa, tentando numa conjuntura muito adversa, ter em conta os portugueses e o interesse nacional.
Manuela Ferreira Leite, uma social-democrata, reconheceu que o governo saiu vitorioso da difícil negociação...
Depois de semanas de acesas discussões sobre o OE16 em órgãos de informação controlados pelos interesses políticos e financeiros, em que a esmagadora flor do entulho do comentário politico em Portugal é afecta ao anterior governo (actual oposição), verificamos que não se registou a catástrofe anunciada. Como a crónica acima do Miguel Almeida deixa transparecer, a direita em Portugal vive hoje mergulhada na frustração.
Era o orçamento que não passaria em Bruxelas, era o governo que ia cair, era a chantagem das agências de rating (como sabemos, mais uma mão misteriosa a servir os interesses da alta finança...), eram aqueles que nos impuseram o maior aumento de impostos de que há memória a anunciar o apocalipse fiscal!..
Agora, tal como faz Miguel Almeida, no papel de a correia de transmissão dos interesses do seu partido na crónica acima, chegou-se ao ponto de defensores da ideologia da austeridade acusarem o actual governo de fazer um Orçamento de Estado ideológico!..
O guião, basicamente, resume-se a esta pobreza: os aumentos de impostos inscritos neste documento seriam o preço a pagar pelos acordos à esquerda que permitiram a constituição do actual governo.
Será que os portugueses já se esqueceram do que foi feito por Passos Coelho/Paulo Portas em 4 anos?
Empresas privatizadas em saldos, aumentos colossais de impostos, cortes violentos no Estado Social, imigração em massa, etc.
Será que os portugueses já se esqueceram?...
Desde já, em abono deste governo, registo o aumento do salário mínimo, a redução das taxas moderadoras, a redução dos impostos sobre o trabalho, a reposição dos cortes salariais na função pública, no Complemento Solidário para Idosos, no Rendimento Social de Inserção e no Abono de Família.
É positivo saber que se pode governar sem massacrar sempre os mais vulneráveis.
Registo mais um factor de esperança no orçamento do actual governo: o fim dos saldos no sector empresarial do Estado.
Após quatro anos a vender património do Estado “como quem vende os anéis para ir buscar dinheiro“, este orçamento não prevê qualquer privatização.
Bom, também é verdade que já não há muito mais para privatizar...
O PSD, procurou fazer passar, que o OE16 é o orçamento do “toma lá, dá cá“.
A resposta pronta e eficaz da esquerda, via deputado João Galamba, colocou a propaganda do PSD acessível a qualquer português que tenha dificuldade em perceber e interpretar um OE: trata-se do orçamento do “toma lá 1400 milhões e dá cá apenas 290“.
Gostei do trocadilho...
Irritado e aborrecido andei eu 4 anos com os os orçamentos do "toma lá peanuts, dá cá salários, prestações sociais e investimento em saúde e educação para dar isenções e benefícios aos mesmos de sempre"...
Eu sei que “o caminho do inferno está pavimentado de boas intenções”.
Vamos ver, depois de 4 anos da "geringonça de direita", o que vai dar a "geringonça de esquerda"...
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
Desfile de Carnaval foi cancelado na Figueira da Foz
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| Como é óbvio, esta jovem não desfilou no carnaval de Buarcos. Se assim fosse, estaria encarquilhada pelo frio... |
Todos sabemos o essencial sobre a matéria.
No Verão está calor e não chove; na Primavera está ameno e, às vezes, chove; no Outono está ameno e, frequentemente, chove; e no Inverno está frio e chove – muitas e muitas vezes.
Eu sei que existe muita incerteza na previsão do estado do tempo.
A meteorologia é uma ciência traiçoeira. Ela partilha isso com os piratas, os políticos e as ciências económicas.
Mas, no Inverno, o natural é estar frio e chover – muitas e muitas vezes…
Sempre carnaval...
As contas ainda não estão apuradas, mas já sabemos que, pelo menos, a base mínima do investimento financeiro, com o dinheiro dos nossos impostos e a fundo perdido, feito pela câmara da nossa cidade será, no mínimo, em 2016, com um evento promovido pela iniciativa privada, de 50 mil €.
Recorde-se: os promotores são autónomos e privados mas contam com o apoio financeiro e logístico garantido previamente.
Nada mau, para quem tem como objectivos, com a realização do carnaval cá da santa terrinha, presumo eu, nada mais nada menos, do que proporcionar alguma elevação espiritual, aumentar o saber, alargar o conhecimento, reflectir nas origens das alegrias desta vida, perspectivar um sistema produtivo ao mais elevado custo para alimentar burros a pão-de-ló, numa palavra, absorver e promover a cultura brasileira – daí o interesse cultural referido - uma vez que, por aqui, somos um bando de labregos intelectuais...
Resta, neste último dia da festa, realçar e agradecer a maneira louvável e o empenho com que os senhores da câmara, em nosso benefício, gastam o nosso dinheiro.
Dado o inequívoco interesse turístico, económico e cultural deste batuque brasileiro, em que na única vez que por lá passei, me senti tão deslocado como, imagino, se fosse um hippie me sentiria numa esteticista, sugiro, desde já, que nos passem a debitar na conta da água, mais uma taxa – e não sejam modestos... – para financiamento específico desta grande obra cultural e de promoção turística promovida, realizada e financiada por cabeças sabedoras e superiores.
Mais um ano, mais um carnaval e na Figueira nada de novo. Por ora, nada mais há a dizer sobre este filme.
Recorde-se: os promotores são autónomos e privados mas contam com o apoio financeiro e logístico garantido previamente.
Nada mau, para quem tem como objectivos, com a realização do carnaval cá da santa terrinha, presumo eu, nada mais nada menos, do que proporcionar alguma elevação espiritual, aumentar o saber, alargar o conhecimento, reflectir nas origens das alegrias desta vida, perspectivar um sistema produtivo ao mais elevado custo para alimentar burros a pão-de-ló, numa palavra, absorver e promover a cultura brasileira – daí o interesse cultural referido - uma vez que, por aqui, somos um bando de labregos intelectuais...
Resta, neste último dia da festa, realçar e agradecer a maneira louvável e o empenho com que os senhores da câmara, em nosso benefício, gastam o nosso dinheiro.
Dado o inequívoco interesse turístico, económico e cultural deste batuque brasileiro, em que na única vez que por lá passei, me senti tão deslocado como, imagino, se fosse um hippie me sentiria numa esteticista, sugiro, desde já, que nos passem a debitar na conta da água, mais uma taxa – e não sejam modestos... – para financiamento específico desta grande obra cultural e de promoção turística promovida, realizada e financiada por cabeças sabedoras e superiores.
Mais um ano, mais um carnaval e na Figueira nada de novo. Por ora, nada mais há a dizer sobre este filme.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
Gostam de carnaval?.. Tomem lá e embrulhem...
"Em 2005, o Governo de José Sócrates deu um enorme contributo para se acabar com este absurdo privilégio ao legislar que ele terminaria daí para a frente. Resta agora completar o serviço e terminar com as sinecuras antigas que ainda sobrevivem e que tão bem simbolizam o chamado Bloco Central dos interesses. Um país que obriga os contribuintes a um pagamento vitalício a Armando Vara e Dias Loureiro pelos bons serviços prestados ao Estado - só para citar dois casos que beneficiavam dele em 2013 - não é um país decente. É um sítio que teima em manter-se mal frequentado."
Em tempo.
Lista completa de deputados signatários: Alberto Costa (PS), Alberto Martins (PS), Ana Paula Vitorino (PS), André Figueiredo (PS), António Braga (PS), Arménio Santos (PSD), Carlos Costa Neves (PSD), Celeste Correia (PS), Correia de Jesus (PSD), Couto dos Santos (PSD), Fernando Serrasqueiro (PS), Francisco Gomes (PSD), Guilherme Silva (PSD), Hugo Velosa (PSD), Idália Serrão (PS), João Barroso Soares (PS), João Bosco Mota Amaral (PSD), Joaquim Ponte (PSD), Jorge Lacão (PS), José Junqueiro (PS), José Lello (PS), José Magalhães (PS), Laurentino Dias (PS), Maria de Belém Roseira (PS), Miguel Coelho (PS), Paulo Campos (PS), Renato Sampaio (PS), Rosa Maria Albernaz (PS), Sérgio Sousa Pinto (PS) e Vitalino Canas (PS).
Depois digam que eu tenho mau feitio...
Em tempo.
Lista completa de deputados signatários: Alberto Costa (PS), Alberto Martins (PS), Ana Paula Vitorino (PS), André Figueiredo (PS), António Braga (PS), Arménio Santos (PSD), Carlos Costa Neves (PSD), Celeste Correia (PS), Correia de Jesus (PSD), Couto dos Santos (PSD), Fernando Serrasqueiro (PS), Francisco Gomes (PSD), Guilherme Silva (PSD), Hugo Velosa (PSD), Idália Serrão (PS), João Barroso Soares (PS), João Bosco Mota Amaral (PSD), Joaquim Ponte (PSD), Jorge Lacão (PS), José Junqueiro (PS), José Lello (PS), José Magalhães (PS), Laurentino Dias (PS), Maria de Belém Roseira (PS), Miguel Coelho (PS), Paulo Campos (PS), Renato Sampaio (PS), Rosa Maria Albernaz (PS), Sérgio Sousa Pinto (PS) e Vitalino Canas (PS).
Depois digam que eu tenho mau feitio...
Não dancem muito, para poupar na água...
... continuem descansados, do aumento dos combustíveis já tratou o Costa.
Passem a usar mais transportes públicos, deixem de fumar e moderem o recurso ao crédito.
O povo, onde me incluo, que continue a lutar por causas verdadeiramente importantes...
Há lá coisa mais bonita do que um bom par de mamas quase ao natural?..
Passem a usar mais transportes públicos, deixem de fumar e moderem o recurso ao crédito.
O povo, onde me incluo, que continue a lutar por causas verdadeiramente importantes...
Há lá coisa mais bonita do que um bom par de mamas quase ao natural?..
Parece magia... (mas, só lhe vou chamar Paulo Portas...)
"...garante que esteve em Bruxelas e pediu ao presidente da Comissão Europeia “que não fosse intransigente” com Portugal e aprovasse o Orçamento do Estado."
Sambar na Figueira, em Fevereiro, num descampado como é aquela Avenida, é uma anormalidade...
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| Via AS BEIRAS. Mais fotos aqui. |
Pelo andar da carruagem, ainda vai tornar-se um costume.
Pelo menos, parece já ter o efeito de habituar os figueirenses a qualquer coisa!
Bom, ainda sobram alguns resistentes a isto, a que não se habituam: refiro-me ao Carnaval brasileiro que se faz na Figueira.
Ver aquelas jovens com trajes generosos a sambar, não raras vezes à chuva e ao frio, para meia dúzia de dúzias de assistentes, agasalhados até às orelhas, faz vir ao de cima pensamentos nada abonatórios: aquilo é estúpido, visto de qualquer ângulo, por mais curvas que as bailarinas tenham.
Só aceito uma razão para sair à rua em trajes menores com um frio destes: é se alguém tiver de sair pela janela, porque, entretanto, alguém antecipou a hora de regresso a casa...
A meu ver, sambar na Figueira, em Fevereiro, num descampado como é aquela Avenida, é uma anormalidade.
Ou vocês acham normal, um homem pagar 3 € para poder ver mulheres descascadas com as legítimas ao lado?..
domingo, 7 de fevereiro de 2016
Bom domingo de carnaval, com muito pão e muito circo...
A política do pão e circo, que os políticos promovem desde Roma, está hoje, mais uma vez, em exibição na nossa cidade.
Mais uma vez, o investimento público vai substituir o investimentos privado na realização do carnaval Figueira 2016.
Há muito que está provado que se a realização do carnaval na Figueira dependesse do dinheiro da iniciativa privada teria deixado de ser assunto há anos.
Mas voltando a Roma antiga, a política do pão e circo consistia em oferecer aos romanos alimentação, vinho e diversão. Quase todos os dias ocorriam lutas de gladiadores nos estádios, onde eram distribuídos alimentos e vinho. Desta forma, a população carente acabava esquecendo os problemas da vida real, diminuindo assim as hipóteses de revolta.
A partir de quarta-feira na Figueira retomamos a normalidade do carnaval quotidiano deste concelho ...
Os actores políticos que temos, no momento, por cá, são muito parecidos com os demais que tivemos nos últimos 20 e tal anos...
Em tempo.
Não é, não foi e nunca será intenção do autor deste blogue liderar qualquer contestação ao carnaval.
O que penso é transparente, simples de escrever e de entender: estas folias, não devem continuar a ser pagas com dinheiros públicos. O erro pode ser meu, mas não compreendo que a Câmara Municipal determine a cobrança de impostos e taxas para serviços essenciais, como é o caso da recolha do lixo, alegando que não pode suportar o seu custo, e queime o guito em batucadas.
Isto, em tempos normais; por maioria de razões, ainda mais em tempos difíceis como os que vivemos.
Mais uma vez, o investimento público vai substituir o investimentos privado na realização do carnaval Figueira 2016.
Há muito que está provado que se a realização do carnaval na Figueira dependesse do dinheiro da iniciativa privada teria deixado de ser assunto há anos.
Mas voltando a Roma antiga, a política do pão e circo consistia em oferecer aos romanos alimentação, vinho e diversão. Quase todos os dias ocorriam lutas de gladiadores nos estádios, onde eram distribuídos alimentos e vinho. Desta forma, a população carente acabava esquecendo os problemas da vida real, diminuindo assim as hipóteses de revolta.
A partir de quarta-feira na Figueira retomamos a normalidade do carnaval quotidiano deste concelho ...
Os actores políticos que temos, no momento, por cá, são muito parecidos com os demais que tivemos nos últimos 20 e tal anos...
Em tempo.
Não é, não foi e nunca será intenção do autor deste blogue liderar qualquer contestação ao carnaval.
O que penso é transparente, simples de escrever e de entender: estas folias, não devem continuar a ser pagas com dinheiros públicos. O erro pode ser meu, mas não compreendo que a Câmara Municipal determine a cobrança de impostos e taxas para serviços essenciais, como é o caso da recolha do lixo, alegando que não pode suportar o seu custo, e queime o guito em batucadas.
Isto, em tempos normais; por maioria de razões, ainda mais em tempos difíceis como os que vivemos.
sábado, 6 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Não tenho problemas de ansiedade e os meus abdominais com as caminhadas estão a ficar óptimos...
A propósito desta equipa autárquica...
O poder local figueirense nunca foi a pior coisa do mundo...
Mas, ao longo dos anos, tem tido demasiados dos nossos defeitos.E continua a ter...
Mais do mesmo, portanto...
Enfim, a oeste nada de novo...
A eternidade para Santana Lopes na Figueira!..
Na Figueira é sempre carnaval...
" O trio eléctrico está de volta à Figueira da Foz, 12 anos depois da última vez em que animação desfilou sobre rodas na marginal da cidade. Desta vez, porém, a moda importada pelo antigo presidente da câmara Pedro Santana Lopes faz-se no inverno, nos dois corsos do Carnaval de Buarcos/Figueira da Foz, e não nas noites cálidas de verão, como aconteceu naquela altura. A outra novidade é que em vez do samba é o zumba, a dança da moda, que vai animar a pista da viatura descoberta com 30 metros de comprimento. A sugestão partiu do professor figueirense de zumba Luís Paulo, que a Associação do Carnaval de Buarcos/Figueira da Foz, que este ano organiza a festa carnavalesca, acolheu de imediato. O mentor da ideia adiantou aos jornalistas que quem quiser pode juntar-se ao trio eléctrico, formando um grupo de foliões ao ritmo do zumba.
Na conferência de imprensa, Luís Paulo fez-se acompanhar por Adelino Vaz (organização do Carnaval), Rui Duarte (Junta de Buarcos) e Rosa Amélia, a peixeira mais conhecida de Portugal. “A peixeira do povo”, como gosta de ser conhecida, revelou que vai subir ao último andar do trio elétrico para dançar com “o fato mais descascado” que encontrar no seu roupeiro. A empresária apresentou-se como fã do trio eléctrico. Esta paixão nasceu na Figueira da Foz, quando, nos primeiros anos do actual século o músico brasileiro Netinho espalhou o ritmo baiano pela marginal. A carismática Rosa Amélia aproveitou a ocasião para defender o regresso do Carnaval de verão à Figueira da Foz. O trio elétrico vai abrir os desfiles de domingo e terça-feira, com cerca de uma centena de foliões a bordo e todos os quiserem acompanhá-lo. "
Via AS BEIRAS
Em tempo.
Coerência, é, 12 depois, no inverno, esta maioria absoluta que está no poder autárquico figueirense, contribuir para fazer reviver uma moda importada pelo antigo presidente da câmara Pedro Santana Lopes...
Será que estes, que tanto quanto sei, nunca pertenceram à elite cultural lisboeta, acreditam que a Figueira continua a ter tudo para estar na moda?..
Se isto constitui eternidade na Figueira para Santana Lopes, não sei!..
Aquilo que constato é que esta elite, que é eleita pelo povo, sabe que "o povo" é povo porque não percebe uma carrada de coisas.
Há muitas razões para "o povo" ser tratado por “o povo” e não por outro nome qualquer que lhe desse mais dignidade do que aquela que merece por parte de quem o governa.
Podia passar a listar essas razões, numa lista ordenada, ou numa lista desordenada, mas seria desnecessário, por irrelevante.
A esmagadora maioria de quem passa por aqui, para ler, não é "o povo"...
E, quem me lê, sabe do que eu estou a falar...
" O trio eléctrico está de volta à Figueira da Foz, 12 anos depois da última vez em que animação desfilou sobre rodas na marginal da cidade. Desta vez, porém, a moda importada pelo antigo presidente da câmara Pedro Santana Lopes faz-se no inverno, nos dois corsos do Carnaval de Buarcos/Figueira da Foz, e não nas noites cálidas de verão, como aconteceu naquela altura. A outra novidade é que em vez do samba é o zumba, a dança da moda, que vai animar a pista da viatura descoberta com 30 metros de comprimento. A sugestão partiu do professor figueirense de zumba Luís Paulo, que a Associação do Carnaval de Buarcos/Figueira da Foz, que este ano organiza a festa carnavalesca, acolheu de imediato. O mentor da ideia adiantou aos jornalistas que quem quiser pode juntar-se ao trio eléctrico, formando um grupo de foliões ao ritmo do zumba.
Na conferência de imprensa, Luís Paulo fez-se acompanhar por Adelino Vaz (organização do Carnaval), Rui Duarte (Junta de Buarcos) e Rosa Amélia, a peixeira mais conhecida de Portugal. “A peixeira do povo”, como gosta de ser conhecida, revelou que vai subir ao último andar do trio elétrico para dançar com “o fato mais descascado” que encontrar no seu roupeiro. A empresária apresentou-se como fã do trio eléctrico. Esta paixão nasceu na Figueira da Foz, quando, nos primeiros anos do actual século o músico brasileiro Netinho espalhou o ritmo baiano pela marginal. A carismática Rosa Amélia aproveitou a ocasião para defender o regresso do Carnaval de verão à Figueira da Foz. O trio elétrico vai abrir os desfiles de domingo e terça-feira, com cerca de uma centena de foliões a bordo e todos os quiserem acompanhá-lo. "
Via AS BEIRAS
Em tempo.
Coerência, é, 12 depois, no inverno, esta maioria absoluta que está no poder autárquico figueirense, contribuir para fazer reviver uma moda importada pelo antigo presidente da câmara Pedro Santana Lopes...
Será que estes, que tanto quanto sei, nunca pertenceram à elite cultural lisboeta, acreditam que a Figueira continua a ter tudo para estar na moda?..
Se isto constitui eternidade na Figueira para Santana Lopes, não sei!..
Aquilo que constato é que esta elite, que é eleita pelo povo, sabe que "o povo" é povo porque não percebe uma carrada de coisas.
Há muitas razões para "o povo" ser tratado por “o povo” e não por outro nome qualquer que lhe desse mais dignidade do que aquela que merece por parte de quem o governa.
Podia passar a listar essas razões, numa lista ordenada, ou numa lista desordenada, mas seria desnecessário, por irrelevante.
A esmagadora maioria de quem passa por aqui, para ler, não é "o povo"...
E, quem me lê, sabe do que eu estou a falar...
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Fico com o pobre coração em fanicos e aperta-se-me a alma quando olho para palermas...
Em tempo.
Não regressa à social-democracia porque nunca de lá saiu...nem ele, nem o PSD. Passos diz que se recandidata "em coerência" e sem "mudanças artificiais" de rumo no discurso do partido.
"Não vou andar pelo país com ideias transvestidas"...
Não regressa à social-democracia porque nunca de lá saiu...nem ele, nem o PSD. Passos diz que se recandidata "em coerência" e sem "mudanças artificiais" de rumo no discurso do partido.
"Não vou andar pelo país com ideias transvestidas"...
Cavaco...
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| Aníbal Cavaco Silva e António Costa. Foto: ANTÓNIO COTRIM/LUSA |
O Presidente da República disse que se
vai reunir hoje com o primeiro-ministro e espera que este lhe traga
"boas notícias".
"É muito importante que se chegue a um entendimento com a Comissão Europeia sobre o próximo Orçamento por uma razão fundamental: porque Portugal é um país que depende muito do estrangeiro..."
Todos sabemos que é muito mais confortável negar a justeza de uma causa para justificar indiferença, do que ter a coragem de assumir indiferença perante a justeza da causa.
Agora: se não é para ajudar, ao
menos podia não ser empata...
Todos sabemos que é muito mais confortável negar a justeza de uma causa para justificar indiferença, do que ter a coragem de assumir indiferença perante a justeza da causa.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Cá está algo que explica muita coisa...
José Rodrigues dos Santos é considerado pelos portugueses o melhor escritor nacional.
EM TEMPO.
Tal como Tony Carreira e Anselmo Ralph são os melhores compositores e intérpretes...
E Joana Vasconcelos é a melhor artista plástica.
EM TEMPO.
Tal como Tony Carreira e Anselmo Ralph são os melhores compositores e intérpretes...
E Joana Vasconcelos é a melhor artista plástica.
Mensagem para as novas gerações? Puta que os pariu! *
"Missão técnica da Comissão Europeia que se deslocou a Lisboa já aprovou a última versão do OE, depois da introdução de novas medidas de austeridade. Europa também cedeu - nas metas e nalgumas reivindicações do Governo"...
* Luiz Pacheco.
Isto só me tem dado chatices - entrevista por João Paulo Cotrim para a revista Ler, 1995, em O Crocodilo Que Voa, Tinta-da-China.
* Luiz Pacheco.
Isto só me tem dado chatices - entrevista por João Paulo Cotrim para a revista Ler, 1995, em O Crocodilo Que Voa, Tinta-da-China.
No aproveitar é que estaria o ganho...
O BE e o PCP não deviam deixar a oportunidade que resulta das pressões da Comissão Europeia, para impor ao PS a exigência da tributação efectiva de quem mais possui e mais pode.
Haja vontade política...
Haja vontade política...
Banco Efisa, Miguel Relvas e os “nossos” 90 milhões de euros
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| Foto: António Cotrim/Lusa@Esquerda.net |
Agora as novidades: em primeiro lugar, ficamos a saber que o Estado português injectou cerca de 90 milhões de euros num banco que vendeu por 38 milhões. Dinheiro para aumentar o salário mínimo tem o condão de chocar a nossa moralíssima direita mas quando chega a hora de despejar 90 milhões de euros num descendente do BPN não se passa nada. Em segundo lugar Miguel Relvas, sempre no sítio certo, à hora certa. O ex-ministro e homem forte de Pedro Passos Coelho integra a Pivot SGPS e, coincidência das coincidências, o governo do qual fez parte não só lhe vendeu o Efisa por meia dúzia de tostões como ainda lá injectou mais do dobro daquilo que recebeu por ele. Um caso em que, bem vistas as coisas, acabamos por pagar 52 milhões de euros à Pivot SGPS para ficar com o banco, livre de encargos adicionais. Como é belo o liberalismo privatizador da direita nacional."
João Mendes, via Aventar
Dívida pública aumentou 5,3 mil milhões de euros em 2015
"O Banco de Portugal anunciou que a dívida pública atingiu os 231,1 mil milhões de euros em dezembro de 2015, o que representa um aumento de 5,3 mil milhões de euros face ao registado no final de 2014".
Via Expresso
Via Expresso
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Cosme Machado
Estava eu, esta tarde, tranquilo, imerso em amena leitura de um livro de Pacheco Pereira sobre Álvaro Cunhal, quando fui abalroado por esta notícia: Cosme Machado ficou de fora da lista de nomeações para a próxima jornada...
Portugal, deve ser o único país do mundo em que o conflito floresce na organização e fenece no caos...
Uma das desvantagens de ser árbitro de futebol de onze é que acontecem offsides em jogadas que dão golo.
De domingo para cá, tem sido um fartote de Cosme Machado.
Para mim que não o conheço de lado nenhum, Cosme Machado é apenas isto: um péssimo e errático árbitro de futebol, capaz das piores decisões possíveis.
A sua especialidade é estragar jogos de futebol.
Portugal, deve ser o único país do mundo em que o conflito floresce na organização e fenece no caos...
Uma das desvantagens de ser árbitro de futebol de onze é que acontecem offsides em jogadas que dão golo.
De domingo para cá, tem sido um fartote de Cosme Machado.
Para mim que não o conheço de lado nenhum, Cosme Machado é apenas isto: um péssimo e errático árbitro de futebol, capaz das piores decisões possíveis.
A sua especialidade é estragar jogos de futebol.
Social-democracia: partir em caso de emergência
"A social-democracia, enclausurada numa gaveta nos confins sombrios da São Caetano à Lapa, é uma espécie de extintor numa caixa de vidro que o PSD ameaça partir em caso de emergência. E digo ameaça porque nunca chega a sair da gaveta não deixando, porém, de servir o seu propósito do convencer uns quantos da existência de uma viragem à esquerda num partido que tratou de esmagar o Estado Social durante quatro anos. Um partido que liderou um governo que procurou colocar em prática uma espécie de liberalismo privatizador ao serviço das mais altas clientelas enquanto a precariedade, a pobreza e a destruição dos direitos laborais alastravam. Eles bem podem encenar a farsa da social-democracia as vezes que quiserem. Sá Carneiro continuará às voltas no túmulo."
João Mendes - via Aventar
João Mendes - via Aventar
Miguel Relvas...
"Banco Efisa, diz-lhe alguma coisa?
Era o antigo banco de investimentos do BPN e que está parado desde 2009. Está longe de ser um banco relevante no sistema, mas tem uma mais-valia: uma licença bancária para operar em Portugal, Moçambique, Angola e na América Latina, que foi mantida à custa da injecção de dinheiros públicos, cerca de 52 milhões desde 2014.
Em julho de 2015, já depois de ter vendido o BPN, o Estado decide vender também o Banco Efisa, que até aí se encontrava dentro da Parvalorem, o veículo criado para gerir os restos do BPN. O Efisa é assim entregue à Pivot por 38 milhões de euros.
Na altura pouco se sabia da Pivot, a não ser que congregava investidores angolanos, norte-americanos e portugueses. Ficámos, no entanto, na semana passada, a conhecer um pouco mais desta história.
Miguel Relvas, diz-lhe alguma coisa? Foi secretário de Estado da Administração Local em 2004, altura em que ajudou a Tecnoforma - em que esteve Passos Coelho como administrador - a montar a fraude dos aeródromos. Mais tarde tornou-se número dois do primeiro-ministro Passos, e ministro dos Assuntos Parlamentares até abril de 2013.
Miguel Relvas já tinha sido consultor do banco de investimento do BPN antes da nacionalização. Na altura, o deputado e administrador da Kapaconsult (que tinha como único cliente o Efisa) era crucial para abrir as portas da política e dos negócios no Brasil .
Em 2012, foi o seu Governo a nomear Francisco Nogueira Leite, ex-administrador da Tecnoforma com Passos Coelho, para presidente da Parvalorem. Para além de chamar outros quadros próximos da Tecnoforma, Nogueira Leite manteve homens da confiança de Oliveira e Costa em lugares críticos da empresa. E foi ele, enquanto responsável máximo da Parvalorem, a conduzir a venda do Efisa à Pivot em 2015.
Já fora do Governo, é Miguel Relvas quem aparece, mais uma vez, a prestar serviços de consultoria à Pivot. Mas na semana passada o consultor Relvas foi promovido a accionista, e pede agora ao Banco de Portugal que ateste a sua idoneidade para ser dono de um banco, o Efisa.
Miguel Relvas e idoneidade, uma contradição nos termos capaz de arrancar uma boa gargalhada a qualquer um se não corresse o risco de vir mesmo a ser declarada".
Fica a pergunta de Mariana Mortágua: Miguel Relvas, diz-lhe alguma coisa?
Em tempo.
"Passos mete 90 milhões no banco de Relvas."
Era o antigo banco de investimentos do BPN e que está parado desde 2009. Está longe de ser um banco relevante no sistema, mas tem uma mais-valia: uma licença bancária para operar em Portugal, Moçambique, Angola e na América Latina, que foi mantida à custa da injecção de dinheiros públicos, cerca de 52 milhões desde 2014.
Em julho de 2015, já depois de ter vendido o BPN, o Estado decide vender também o Banco Efisa, que até aí se encontrava dentro da Parvalorem, o veículo criado para gerir os restos do BPN. O Efisa é assim entregue à Pivot por 38 milhões de euros.
Na altura pouco se sabia da Pivot, a não ser que congregava investidores angolanos, norte-americanos e portugueses. Ficámos, no entanto, na semana passada, a conhecer um pouco mais desta história.
Miguel Relvas, diz-lhe alguma coisa? Foi secretário de Estado da Administração Local em 2004, altura em que ajudou a Tecnoforma - em que esteve Passos Coelho como administrador - a montar a fraude dos aeródromos. Mais tarde tornou-se número dois do primeiro-ministro Passos, e ministro dos Assuntos Parlamentares até abril de 2013.
Miguel Relvas já tinha sido consultor do banco de investimento do BPN antes da nacionalização. Na altura, o deputado e administrador da Kapaconsult (que tinha como único cliente o Efisa) era crucial para abrir as portas da política e dos negócios no Brasil .
Em 2012, foi o seu Governo a nomear Francisco Nogueira Leite, ex-administrador da Tecnoforma com Passos Coelho, para presidente da Parvalorem. Para além de chamar outros quadros próximos da Tecnoforma, Nogueira Leite manteve homens da confiança de Oliveira e Costa em lugares críticos da empresa. E foi ele, enquanto responsável máximo da Parvalorem, a conduzir a venda do Efisa à Pivot em 2015.
Já fora do Governo, é Miguel Relvas quem aparece, mais uma vez, a prestar serviços de consultoria à Pivot. Mas na semana passada o consultor Relvas foi promovido a accionista, e pede agora ao Banco de Portugal que ateste a sua idoneidade para ser dono de um banco, o Efisa.
Miguel Relvas e idoneidade, uma contradição nos termos capaz de arrancar uma boa gargalhada a qualquer um se não corresse o risco de vir mesmo a ser declarada".
Fica a pergunta de Mariana Mortágua: Miguel Relvas, diz-lhe alguma coisa?
Em tempo.
"Passos mete 90 milhões no banco de Relvas."
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Isto é a social-democracia de Passos Coelho?..
Segundo o Jornal de Notícias, os salários da administração do regulador da aviação civil foram aumentados em 150%.
Esta decisão foi tomada no último mês do governo de coligação liderado por Passos Coelho.
Isto, resume-se numa palavra: escândalo.
O que é que o governo de esquerda espera para reverter, de imediato, esta decisão?..
Esta decisão foi tomada no último mês do governo de coligação liderado por Passos Coelho.
Isto, resume-se numa palavra: escândalo.
O que é que o governo de esquerda espera para reverter, de imediato, esta decisão?..
A boa notícia do dia: na Figueira é sempre carnaval...
"A chegada dos Reis do Carnaval de Buarcos Figueira da Foz 2016, foi esta tarde presenciada por centenas de pessoas que se deslocaram aos três pontos de paragem do cortejo.
O rei Saúl Ricardo e a rainha Luísa Marques, acompanhados pelas duas damas de honor, "chegaram" às 15h30 na estação ferroviária da cidade.
À sua espera estava já a bateria da Escola de Samba Unidos do Matogrosso, bem como uma charrete que os iria então transportar pelas ruas da cidade.
A segunda paragem foi depois o edifício da Câmara Municipal da Figueira da Foz, onde eram aguardados pela bateria da Escola de Samba A Rainha e pelo vereador responsável pela área do Turismo, João Portugal. Os reis subiram então à varanda dos Paços do concelho para "receber" as "chaves" do concelho, de forma a declararem abertos os festejos de Carnaval.
O discurso do rei foi proferido logo a seguir, na varanda do emblemático edifício do Grupo Caras Direitas, em Buarcos, numa alocução muito aplaudida que abordou a nova organização do evento, a ACBFF, fazendo também um resumo dos temas dos grupos e escolas de samba que este ano irão desfilar na Avenida do Brasil, nos dias 6 (à noite) e depois 7 e 9 de fevereiro, durante a tarde."
(Texto e foto de José Santos, via Figueira na Hora)
Este blogue, dentro em pouco, vai perfazer 10 anos de existência.
Quando este espaço nasceu, rapidamente começou a ganhar leitores e fez Amigos e inimigos.
Nada que eu não soubesse que ia acontecer.
Se a situação, em 2006, a esse nível, já era o que era, 10 anos depois, está pior.
Na Figueira é sempre carnaval. Esta, que agora começa, é apenas mais uma semana.
Ainda bem: uma cidade que não soubesse mostrar e rir da sua ignorância, seria uma Aldeia imensamente infeliz...
O rei Saúl Ricardo e a rainha Luísa Marques, acompanhados pelas duas damas de honor, "chegaram" às 15h30 na estação ferroviária da cidade.
À sua espera estava já a bateria da Escola de Samba Unidos do Matogrosso, bem como uma charrete que os iria então transportar pelas ruas da cidade.
A segunda paragem foi depois o edifício da Câmara Municipal da Figueira da Foz, onde eram aguardados pela bateria da Escola de Samba A Rainha e pelo vereador responsável pela área do Turismo, João Portugal. Os reis subiram então à varanda dos Paços do concelho para "receber" as "chaves" do concelho, de forma a declararem abertos os festejos de Carnaval.
O discurso do rei foi proferido logo a seguir, na varanda do emblemático edifício do Grupo Caras Direitas, em Buarcos, numa alocução muito aplaudida que abordou a nova organização do evento, a ACBFF, fazendo também um resumo dos temas dos grupos e escolas de samba que este ano irão desfilar na Avenida do Brasil, nos dias 6 (à noite) e depois 7 e 9 de fevereiro, durante a tarde."
(Texto e foto de José Santos, via Figueira na Hora)
Este blogue, dentro em pouco, vai perfazer 10 anos de existência.
Quando este espaço nasceu, rapidamente começou a ganhar leitores e fez Amigos e inimigos.
Nada que eu não soubesse que ia acontecer.
Se a situação, em 2006, a esse nível, já era o que era, 10 anos depois, está pior.
Na Figueira é sempre carnaval. Esta, que agora começa, é apenas mais uma semana.
Ainda bem: uma cidade que não soubesse mostrar e rir da sua ignorância, seria uma Aldeia imensamente infeliz...
Cosmética...
Se o dono - que o "economista" da SIC gosta de convidar para nos dar lições de moral(!) - mudou a sede para a Holanda para não pagar impostos em Portugal, não é de estranhar que tente esconder a origem da carne de porco que vende nos seus supermercados, trocando gato por lebre.
A táctica do esconde-esconde não se aplica apenas aos impostos...
(daqui)
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