O Paulino, o Visconde e o Braga. Esta imagem do José Santos, fez-me recordar três figuras que já atingiram a dimensão mítica conferida pela raridade e a lembrança de quem, aqui pela Figueira, os viu, ouviu e apreciou no seu tempo.
Ai que que saudades, ai, ai!..
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
terça-feira, 12 de agosto de 2014
"Banco de Portugal contratou por convite filho de Durão Barroso"...
Luís Durão Barroso foi contratado sem concurso para o Departamento de Supervisão Prudencial.
A regra no banco é contratar por concurso salvo situações de "comprovada e reconhecida competência profissional".
Portugal, no seu melhor.
Terra de justiça e oportunidades para (alguns) jovens.
Já basta o o que aconteceu ao coitado do pai que, desde Novembro de 2004, anda pela emigração...
A regra no banco é contratar por concurso salvo situações de "comprovada e reconhecida competência profissional".
Portugal, no seu melhor.
Terra de justiça e oportunidades para (alguns) jovens.
Já basta o o que aconteceu ao coitado do pai que, desde Novembro de 2004, anda pela emigração...
Na Aldeia... (X)
| foto António Agostinho |
Este, é um retrato de um poder local que deveria ser varrido do concelho e do
país.
Mas, será que todo este imbróglio era necessário?..
Não.
Mas, será que todo este imbróglio era necessário?..
Não.
Quem o diz são os números: mesmo no verão (a foto é de ontem, cerca do meio dia, a praia adjacente estava repleta...), o parque pago do Hospital está quase sempre vazio.
Recorde-se: o processo foi desencadeado à socapa dos órgãos eleitos, mas essa não é a única questão...
Na
Aldeia – e já dois executivos lidaram com o problema – ninguém
democraticamente eleito tomou - que se conheça - uma posição
institucional.Recorde-se: o processo foi desencadeado à socapa dos órgãos eleitos, mas essa não é a única questão...
Entretanto,
esta medida, que excluiu
a democracia e o povo da decisão, criou mais uma factura que foi
endossada ao povo.
E tem estado a ser paga...
E tem estado a ser paga...
A falta que faz um especialista
"Com o Ministério das Finanças e o Banco de Portugal em silêncio, sabe-se lá porquê, com o Presidente da República ainda a pensar como vai justificar a actuação do supervisor depois das infelizes declarações que fez, e perante a catadupa de notícias sobre a actuação do Banco de Portugal, o empréstimo (a fundo perdido?) ao cair do pano que a SIC confirmou, a acta dada a conhecer por um escritório de advogados e os accionistas que se livraram do mau papel mesmo em cima do acontecimento, estou admirado com a ausência de Nuno Melo. Só com Marques Mendes a explicar as coisas os portugueses ficam sem o contraditório. Logo agora é que nos havia de acontecer uma coisa destas."
Via Delito de Opinião
Via Delito de Opinião
Para manter o prestígio... (II)
![]() |
Foto
Rui Albano Santos
|
Porque
este blogue não pode ser só larachas políticas, patos mortos,
futebol e fotos de mulheres nuas, fica mais uma notícia cultural...
Após
10 anos de interrupção, no cumprimento de uma promessa eleitoral, a Câmara Municipal da Figueira da Foz
relançou, no ano transacto, a Gala Internacional dos Pequenos
Cantores que decorreu no Grande Auditório
do Centro de Artes e Espectáculos.
Santana Lopes em Belém? Tudo tem limites!
"É com algum temor e grande perplexidade que vejo que se fala, aparentemente a sério, da hipótese de Santana Lopes se candidatar à Presidência da República, que nem está muito mal colocado em algumas sondagens que vão sendo publicadas e que corre o boato de que é a opção preferida por Passos Coelho.
Temor porque creio que os eleitores portugueses são capazes de quase tudo quando postos diante de uma urna, perplexidade porque começo a acreditar que 10 anos sejam o suficiente para apagar da memória dos portugueses a coboiada que foi o período de quatro ou cinco meses, na segunda metade de 2004, em que tivemos Santana Lopes como primeiro-ministro. Repito: coboiada – não há outro termo mais adequado para qualificar aquele período!
Nós resistimos aos mouros, aos espanhóis, aos franceses, ao escorbuto nas naus, a 1755, a décadas de ditadura, aos últimos anos de um (des)governo inacreditável, mas não aguentaríamos Santana em Belém, nem que Chopin ressuscitasse e compusesse os tais concertos para violino. Esperemos – esperemos mesmo – não vir a ter saudades dos dois mandatos de Cavaco Silva.
Deixemos o menino guerreiro em paz, please..."
Via Entre as brumas da memória
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Na Aldeia... (IX)
O
silêncio, aqui pela Aldeia, é considerado um atributo, uma
qualidade – no fundo uma mais valia.
É uma vantagem considerável.
Tal, presumo, deve decorrer do mistério que quase inevitavelmente resulta do silêncio.
É uma vantagem considerável.
Tal, presumo, deve decorrer do mistério que quase inevitavelmente resulta do silêncio.
Falar
e - pior ainda – escrever é, frequentemente, considerado um
erro.
Saber dizer pouco ou nada deve ser uma arte superior.
Saber dizer pouco ou nada deve ser uma arte superior.
Nunca
falar, porém, parece-me arrepiante.
Quem está calado deve estar a pensar. E deve ser sábio...
Quem está calado deve estar a pensar. E deve ser sábio...
Estas
ideias, superficiais, porém, tanto poderão estar certas como erradas.
Nem sempre, contudo, a admiração pelos esfíngicos se justifica.
Por vezes, quando um desses seres se decide finalmente a falar, a surpresa pode ser geral.
Nem sempre, contudo, a admiração pelos esfíngicos se justifica.
Por vezes, quando um desses seres se decide finalmente a falar, a surpresa pode ser geral.
Por
isso, o verdadeiro mestre do silêncio é aquele que domina a
palavra.
E que a usa no momento próprio.
E que a usa no momento próprio.
Há
pessoas destas na
Aldeia,
que são desvalorizadas por muitos, desprezadas por alguns e menosprezadas por outros.
Depois
acontece a surpresa!..
Não são muitas as pessoas que se podem gabar
de ter,
com uma só entrevista de jornal, ter
contribuído
para dissolver um executivo de uma junta de freguesia e provocado
eleições antecipadas.
Presumo que a sua reputação raramente esteve tão sólida.
É legítimo, portanto, que
aspire ao que tem direito: à presidência.
Quem
olha para ele recorda o desastroso passado recente.
Por mim tenho, pelo menos, duas duvidas: 1 - Se conseguirá ter autonomia para organizar uma Aldeia em segunda edição?
2 - Se terá capacidade para presidir com independência, competência e sem atritos ou quezílias?
O «Nelo» merece uma medalha
| foto sacada daqui |
... Das 36 medalhas em jogo nos mundiais de canoagem, 29 foram para caiaques feitos em Vila do Conde pela empresa de Manuel Ramos, o «Nelo»."
daqui
Cinco dias de cultura, genuinamente regional, é impossível de ignorar... Isto sim, é a verdadeira festa da nossa região...
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| fotos sacadas daqui |
Não
estive lá, mas, pelo que li nos jornais e vi no facebook, já deu para perceber que a missão foi mais uma vez cumprida...
“A
FINDAGRIM - Feira Comercial, Industrial e Agrícola de Maiorca chegou
ontem ao fim no Parque do Lago, depois de ter levado cinco dias de
muita animação à Freguesia de Maiorca. Espaços comerciais,
zona de animais, stands de associações e freguesias, artesanato,
tasquinhas e palcos para grupos locais, djs e bandas compuseram o
cenário vivo de um evento que teve os concertos de José Alberto
Reis, Némanus, José Cid, Emanuel e Diana Gil como pontos altos.”
E
que vos parece a rapaziada na foto?
As bicicletas são mesmo dos anos
60 e 70 e os petiscos devem continuar com o sabor dos velhos
tempos...
domingo, 10 de agosto de 2014
Joaquim Agostinho
![]() |
| foto sacada daqui |
Acabei de ver em directo na RTP1 a etapa final da da 76.ª Volta a Portugal em bicicleta que terminou na tarde deste domingo, em Lisboa.
Em tempo de nostalgia, recordo a memória do grande Joaquim Agostinho, que ainda vi em competição, passar em cima da sua bicicleta, no empedrado da antiga 109, hoje Avenida 12 de Julho, na Gala.
Joaquim Agostinho, foi, a meu ver, não apenas o mais extraordinário ciclista português de sempre, mas, principalmente, alguém que, durante largos anos, foi uma referência e um orgulho para todos os portugueses espalhados pelo mundo.
Para manter o prestígio...
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| foto Foz do Mondego Rádio |
O certame abriu no passado dia 1 e vai estar ao dispor do publico até ao final de agosto. Assim, todos os dias, das 10 às 24h00, o pavilhão multiusos, no Parque de Estacionamento da Avenida de Espanha (Parque das Gaivotas), acolhe a segunda edição da Feira do Livro e das Artes Figueira da Foz 2014, organizada pela autarquia figueirense.
Quando um governo decide em horas como há-de gastar milhares de milhões e anda um ano a fazer de conta que vai aumentar o salário mínimo em 3 ou 4 cêntimos por hora fica tudo explicado sobre o estado miserável a que chegámos...
"Visto numa perspectiva humana o caso BES tem sido uma orgia de miséria humana que nos ajuda a conhecer melhor o Portugal de hoje, o baixo nível das nossas elites ficou bem evidente nestes dias. O comportamento dos mais diversos agentes ajuda a explicar o porquê da nossa pobreza colectiva, uma pobreza que é moral, de espírito e, consequentemente, económica que está cada vez mais entranhada e que nos impede de desenvolver o país."
Para continuar a ler clicar aqui.
Para continuar a ler clicar aqui.
Continuar a limpeza do oásis...
Isto já lá não vai lá com desodorizantes ambientais.
Com este fedor, tem mesmo de ser lixívia...
Com este fedor, tem mesmo de ser lixívia...
sábado, 9 de agosto de 2014
O futuro está conhecido...
“Os dois partidos da direita já valem mais do que o principal partido da oposição.”
Eles conhecem o povo... As eleições de 2015 estão praticamente no papo. As presidenciais de 2016 só não estão, porque Cavaco não se pode recandidatar...
"O melhor povo do mundo" só tem o que merece!
Eles conhecem o povo... As eleições de 2015 estão praticamente no papo. As presidenciais de 2016 só não estão, porque Cavaco não se pode recandidatar...
"O melhor povo do mundo" só tem o que merece!
Obrigado!
Ora cá está um sábado, em que dá para constatar
como o jornalismo regional anda criativo e original...
"CMVM desconfia de fugas de informação sobre o resgate do BES"...
Dá
para desconfiar...
Mas, alguma vez vamos ter a certeza?
"Continuação da apagada e vil tristeza do «nosso» fado", o próximo filme de ficção nacional a exibir em todo o país ...
“Segundo
uma "breve" no Correio
da Manhã,
o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) apoiou com 7
mil e quinhentos euros um "torneio" de futebol infantil
denominado "Dr. António Costa" organizado por um clube com
sede perto de Lisboa. A justificação - não sei se do IPDJ se do
clube - consiste em "homenagear" o referido António Costa,
«autarca de Lisboa, agora candidato a líder do PS». O dr. Emídio
Guerreiro, o secretário de Estado do Desporto e Juventude,
praticamente na clandestinidade desde que tomou posse, por
interpostos IPDJ e futebol infantil, será "simpatizante"
de Costa? Uma coisa é dar um subsídio, outra diferente é
acompanhar o subsídio de uma "homenagem" nas presentes
circunstâncias do homenageado. O que é que falta? Sentar o dr.
Costa numa bicicleta a cinco metros da meta final da Volta a
Portugal?“ daqui
Em tempo.
A fita está a andar...
Pelos vistos, o papel de futuro primeiro-ministro está entregue!..
Como, certamente, serão necessários mais artistas, atrevo-me a apresentar uma sugestão para compor e enriquecer o elenco do filme que deverá ser o próximo êxito da ficção nacional.
Como sabemos, o guião há muito que tem vindo a ser escrito e o filme vai entrar na fase de rodagem, julgo que em breve...
Não esqueçam, porém, que, para o papel de futuro ministro da Justiça, a Figueira tem um protagonista que pode dar uma ajuda no enriquecimento e valorização do elenco...
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Portugal, uma terra de gente com charme...
A situação portuguesa não é uma comédia.
É mais um drama que se vai transformando em tragédia, com laivos de farsa! E os farsantes andam entre nós...
Não é, como calculam, o caso destes portugueses.
A calma e a sabedoria destes portugueses ilustres impressiona.
E, sublinhe-se devidamente, é tudo gente que nunca vai ter necessidade do subsídio de desemprego. Muito menos ainda, do rendimento social de inserção...
É mais um drama que se vai transformando em tragédia, com laivos de farsa! E os farsantes andam entre nós...
Não é, como calculam, o caso destes portugueses.
A calma e a sabedoria destes portugueses ilustres impressiona.
E, sublinhe-se devidamente, é tudo gente que nunca vai ter necessidade do subsídio de desemprego. Muito menos ainda, do rendimento social de inserção...
Na Aldeia... (VIII)
Desviei-me politicamente, há muito, por vontade própria, daqueles que alegre e
irresponsavelmente, têm ajudado na Aldeia, no concelho e no país, a
patidocracia hegemónica que basicamente tomou conta
de Portugal e Ilhas Adjacentes e nos conduziu ao lugar que ocupamos: dos últimos na EU e
na generalidade dos indicadores sócio-económicos.
A nossa vida em sociedade é o que sabemos: uma ficção, alicerçada na propaganda e irresponsabilidade que todos andamos a pagar.
Somos - e vamos continuar - a ser o que sempre fomos, pois não temos outros partidos, nem outra gente.
As
eleições deveriam ser uma coisa digna e séria, porque é aí que se escolhe a gente que determina o nosso futuro.
Infelizmente,
as coisas são o que são. Vota-se num “regedor” porque este pode
fazer convenientes favores; num presidente de câmara porque nos pode
empregar um familiar; num governo por fé clubista.
Têm
sido assim feitas as escolhas nesta sociedade onde é
permitido - e aceite - que os políticos no poder há vários anos ofereçam esferográficas, aventais, bonés, porco no espeto e copos de vinho a poucos dias das
eleições.
Ao
aceitarem e participarem em tais actos, os próprios eleitores
tornaram-se coniventes com o ficcionismo em que andamos a viver na
Aldeia, no concelho e no país há muitos e muitos anos.
Aqui pela Aldeia, embora sob disfarce, o PSD e o PS foram, desde 1989, os partidos vencedores.
Aqui pela Aldeia, embora sob disfarce, o PSD e o PS foram, desde 1989, os partidos vencedores.
Esta
hegemonia, como em tempos de caça às bruxas, teve um historial de
intriga e calúnia baseada na farsa de que os comunistas são uma
peste. Entenda-se por comunistas, todos os cidadãos que não se
revejam nas práticas locais do PSD e do PS.
Hoje, com umas eleições à porta, não vai ser diferente. Quem for votar, e tem ainda pesadelos com o
comunismo, vai continuar a ir ao porco no espeto no Parque das
Merendas.
Quem não pensa assim, o mais provável é não ir votar...
Quem não pensa assim, o mais provável é não ir votar...
O
resultado, e outro não será de esperar, vai ser mais do mesmo...
A Aldeia, tem sido liderada por eternos crentes do PSD e do PS, que aproveitaram a pouca exigência reinante, consolidada pelo atraso e comodismo dos seus habitantes.
Lá para finais de setembro, o mais tardar em outubro, na Aldeia as habituais
alminhas vão tornar a colocar os mesmos nos seus lugares e assim
vamos continuar a viver até que a morte se lembre deles e de nós.
Cá
na Aldeia, apesar dos tempos já terem mudado, vamos continuar a
viver na vila da ficção.
Não temos outra gente nem temos outros partidos. Somos quem somos - o caso do processo da criação da vila é paradigmático...
Não temos outra gente nem temos outros partidos. Somos quem somos - o caso do processo da criação da vila é paradigmático...
Se o que a ministra disse ontem acontecer, declaro que vou passar a acreditar em milagres...
BES.
"Aconteça o que acontecer, o Estado não será chamado a pagar o prejuízo".
Maria Luís Albuquerque, ministra das Finanças.
"Aconteça o que acontecer, o Estado não será chamado a pagar o prejuízo".
Maria Luís Albuquerque, ministra das Finanças.
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
Isto é o que se chama falar claro...
"Estou convencido de que não havia melhor solução para o BES".
- Carlos Zorrinho, ex-líder parlamentar e actual eurodeputado do PS.
- Carlos Zorrinho, ex-líder parlamentar e actual eurodeputado do PS.
Na Aldeia... (VII)
Sei, porque me contaram, de valorosos e talentosos Amadores dos anos 40 e 50 do século passado, como, por exemplo, o grande e tão esquecido covagalense professor Mário Lima Viana...
Tanto quanto a minha memória já mo permite, recordo, lá pelos idos de 1975, a representação pelos elementos do também saudoso GAU, da peça “AS DUAS CAUSAS” de Ramada Curto...
Diz quem assistiu e colaborou, que entre as peças que se levaram à cena na Aldeia, esta fez história no teatro local, como o comprovaram as enchentes no Marítimo da Gala e nas terras limítrofes por onde andou em digressão...
Temos, portanto, tradições teatrais na Cova e Gala.
Tínhamos – e continuamos a ter - amadores (actores e actrizes) que desempenhavam e continuam a desempenhar os seus papeis como se de profissionais se tratassem.
O interessante, porém, seria talvez tentar perceber porque esteve tantos anos parado o teatro na Aldeia.
Terá sido, porventura, consequência da evolução social e pelo advento da televisão?..
Pelos visto, a tal caixinha que mudou o mundo, mudou também a Aldeia - hoje, as telenovelas preenchem as noites de muitos de nós.
Será que vamos continuar a embrutecer o espírito a viver vidas inventadas?
Tininho, tininho!.. (II)
Na Figueira, um jornal (edição papel) ainda pode servir para embrulhar carapaus ou lavar vidros...
Agora, que utilidade tem um blogue?..
Em tempo.
Numa cidade pobre de quase tudo, pobre do jornalista que se meta com os poderosos da política, de modo a assustá-los de verdade.
Fica frito, num instantinho, pois quase todos têm por onde podem ser pegados.
O poder não perdoa afrontas, porque a perda do poder, é a perda da imunidade de facto...
Depois, temos a luta pela sobrevivência em que só os animais ferozes e sem escrúpulos de maior, se safam impunes.
Até ao dia em que são devorados pela imprevidência, porque a selva guarda segredos e um deles é a imprevisibilidade do tempo e os humores dos políticos.
Agora, que utilidade tem um blogue?..
Em tempo.
Numa cidade pobre de quase tudo, pobre do jornalista que se meta com os poderosos da política, de modo a assustá-los de verdade.
Fica frito, num instantinho, pois quase todos têm por onde podem ser pegados.
O poder não perdoa afrontas, porque a perda do poder, é a perda da imunidade de facto...
Depois, temos a luta pela sobrevivência em que só os animais ferozes e sem escrúpulos de maior, se safam impunes.
Até ao dia em que são devorados pela imprevidência, porque a selva guarda segredos e um deles é a imprevisibilidade do tempo e os humores dos políticos.
Jovem de 19 anos perde a vida em acidente de viação
Luís Filipe Azenha, de 19 anos e natural da freguesia de Bom Sucesso, morreu ontem, na sequência de uma colisão entre um automóvel e um camião, por volta das 12.30 horas, no IC1 (antiga Estrada Nacional 109), perto da Costa de Lavos.
Via Diário de Coimbra
Via Diário de Coimbra
Pobre país - o nosso...
Segundo acusação de Paul De Grauwe, professor de Economia na Universidade de Leuven, na Bélgica, e ex-conselheiro da Comissão Europeia, em declarações ao Dinheiro Vivo, o "Governo está a enganar os portugueses" quando diz que a operação de resgate do BES não terá custos para os contribuintes!..
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Isto é tão óbvio que até irrita...
O que verdadeiramente o BES fez, foi exactamente o que fez a D.Branca, só que tinha o suporte da CMVM. (...)
No fundo quem se deve ficar a rir disto tudo é Ricardo Salgado!
Esta intervenção de Paulo Morais diz tudo!
No fundo quem se deve ficar a rir disto tudo é Ricardo Salgado!
Esta intervenção de Paulo Morais diz tudo!
O poder das nódoas!..
"Lugares-chave da Misericórdia de Lisboa são ocupados por militantes do PSD e do CDS"...
Não se trata propriamente de uma novidade, visto que a Santa Casa da Misericórdia de Llisboa é gerida há muitos anos, tanto pelo PSD, como pelo CDS e pelo PS, numa lógica partidária.
Actualmente, porém, e tanto quanto é possível avaliar, esta lógica ganhou peso dentro da instituição.
Entre os nomes conhecidos como próximos do provedor está também Lídio Lopes, um antigo vice-presidente da Câmara da Figueira e até há pouco líder histórico da concelhia local do PSD, que ocupa as funções de subdirector do Departamento de Qualidade e Inovação da Misericórdia.
Não se trata propriamente de uma novidade, visto que a Santa Casa da Misericórdia de Llisboa é gerida há muitos anos, tanto pelo PSD, como pelo CDS e pelo PS, numa lógica partidária.
Actualmente, porém, e tanto quanto é possível avaliar, esta lógica ganhou peso dentro da instituição.
Entre os nomes conhecidos como próximos do provedor está também Lídio Lopes, um antigo vice-presidente da Câmara da Figueira e até há pouco líder histórico da concelhia local do PSD, que ocupa as funções de subdirector do Departamento de Qualidade e Inovação da Misericórdia.
Que não se confunda então a "preguiça" com a preguiça...
.... são os votos do eng. Daniel Santos expressos na crónica de hoje no jornal AS BEIRAS, que pode ser lida clicando aqui.
Se não foi o Zandinga...
Muito
antes da Maya e as suas cartas, os Portugueses sabiam do futuro
através das palavras de Lesagi Zandinga,
um tárologo/bruxo/vidente que aparecia em tudo o que era programa de
televisão com as suas previsões do ano que iria começar.
Mas
já não estamos nos anos 80 do século passado...
Entretanto,
o Zandinga desapareceu da circulação...
Por isso, como poderia a PT na passada 5ª feira ter conhecimento de uma decisão que o governo apenas tomou no fim de semana?
A
propósito: sabem “quem sobreviveu melhor ao naufrágio do BES?”...
Por isso, como poderia a PT na passada 5ª feira ter conhecimento de uma decisão que o governo apenas tomou no fim de semana?
“Representante do Crédit Agricole na administração do BES não deu por nada”...
Sei
de bancos – bons ou maus – praticamente o que sei sobre
futebol.
Ou
seja, o mínimo possível: sei que existe uma bola redonda, duas
balizas, um campo onde 22 jogadores andam a correr e a procurar dar
pontapés na bola. E
há três fulanos que tentam regular aquilo...
Ainda
bem que um ignorante como eu não tem onde cair morto...
Isto, pensei eu com
os meus botões, depois de ler no jornal i o que transcrevo abaixo...
“O vice-presidente do Crédit Agricole, o banco que agora se considera "traído" pela família Espírito Santo, com quem mantinha uma das mais antigas alianças, era também o vice-presidente do conselho de administração do BES. Bruno Bernard Marie Joseph de Laage de Meux estava mesmo ali ao lado, mas nunca deu por nada.
Licenciado pela Écoles des Hautes Études Commerciales e MBA pelo INSEAD, foi desde 2006 administrador e membro do Comité Estratégico Crédit Agricole, o banco que ontem ameaçou levar tudo para os tribunais.
"Nós só podemos lamentar ter sido enganados por uma família com quem temos tentado construir uma parceria há anos", afirmou ontem o presidente executivo do Crédit Agricole, Jean-Paul Chifflet, um dos accionistas mais antigos do BES, que com a sua posição de 14,6% perdeu 708 milhões de euros depois do resgate do grupo bancário pelo Estado.
Jean-Paul Chifflet aguarda o resultado das auditorias em curso para decidir se avança ou não com processos judiciais contra a anterior gestão do BES. O que não deixa de ser irónico.”
"Memória meteorológica é algo que ninguém tem"
| foto António Agostinho |
MEC
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