"Município pediu parecer técnico à Universidade de Coimbra sobre a melhor solução, tendo em conta a eficácia e os custos"
Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)
"Município pediu parecer técnico à Universidade de Coimbra sobre a melhor solução, tendo em conta a eficácia e os custos"
Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)
Sim, um vestido. A peça de tecido que Margarida Maldonado Freitas, empresária, farmacêutica e mulher de um Presidente recém-empossado, teve a ousadia de vestir na cerimónia. Um acto escandaloso que obrigou a imprensa especializada em assuntos de elevada gravidade nacional, como decotes, pulseiras e destinos de férias de celebridades, a mobilizar os seus mais experientes analistas têxteis.
A investigação começou como todas as grandes investigações jornalísticas. Com um zoom numa fotografia e uma busca no Google. Pouco depois surgiu a manchete: “Descobrimos o vestido!”. Um trabalho hercúleo digno de Watergate, mas com muito mais seda e muito menos Nixon.
A partir daí abriu-se um debate profundo sobre a democracia portuguesa. Não sobre salários, habitação ou política externa. Não. Sobre se uma mulher adulta, empresária e economicamente independente pode comprar a roupa que lhe apetece com o dinheiro que é dela."
Para continuar a ler clicar aqui.
Às 11:00, cumprindo o horário previsto, o novo Presidente da República esteve em Mourísia, no concelho de Arganil, distrito de Coimbra, aldeia cercada por chamas em 2025, e que visitou no verão passado – incluindo desta forma o interior no programa alargado da sua posse.
"Os preços dos combustíveis voltam a subir de forma escandalosa, arrastando uma previsível escalada geral dos preços, fazendo aumentar o custo de vida e ameaçando degradar ainda mais as já difíceis condições de vida do povo português.
Ouvimos dizer que o aumento dos preços dos combustíveis é o preço a pagar por uma guerra feita para levar a democracia ao Irão. Querem ainda convencer-nos de que esse aumento de preços é inevitável e resulta de uma relação supostamente científica entre a oferta e a procura que sustentaria o equilíbrio de mercados que funcionam livremente.
O problema é que não é nada assim.
A guerra não se destina a levar democracia a lado nenhum. O aumento de preços dos combustíveis não é inevitável, nem resulta directamente de quaisquer equilíbrios económicos. Muito menos os mercados são entidades abstratas que funcionam equilibrada e livremente.
Não há como construir uma democracia bombardeando o povo que se diz querer libertar para esse objectivo. E a agressão dos EUA e Israel ao Irão não tem na sua essência qualquer motivação democrática. É o controlo político do Médio Oriente e a apropriação dos seus recursos naturais que está em causa em função das ambições de domínio hegemónico dos EUA e Israel à escala regional e global.
A agressão dos EUA e Israel ao Irão implica, obviamente, graves perturbações no fornecimento internacional de petróleo e seus derivados. Essas dificuldades devem ser mais um (não o único, nem o principal, mas mais um) dos muitos argumentos que justificam a exigência do fim da guerra e da desestabilização que os EUA e Israel têm levado a praticamente todos os povos daquela região.
Mesmo neste contexto, a subida dos preços dos combustíveis não é inevitável. Ela resulta em boa parte do aproveitamento que os grandes grupos económicos do sector energético, particularmente as petrolíferas, estão a fazer desse conjunto de circunstâncias para fazer aumentar os preços e, assim, aumentarem os seus já escandalosos lucros bilionários.
Fazem-no usando o poder que têm para fixar os preços a seu bel-prazer, sem qualquer consideração pelos impactos económicos e sociais gerais dessas decisões.
Fazem-no sabendo que contam com um poder político maioritariamente submisso aos seus interesses, que não oferece resistência aos seus intentos, antes encontra forma de a eles se acomodar, transferindo até para o Estado e os cofres públicos parte dos seus impactos financeiros.
Fazem-no comprovando que os mercados não são entidades abstratas, são sim uma realidade concreta que resulta da composição de poderosos interesses económicos e financeiros que se movem exclusivamente pelos objetivos da multiplicação dos lucros e da acumulação de capital.
Fazem-no sabendo que, aproveitando hoje os pretextos para aumentar escandalosamente os preços e os seus lucros, não mais farão regressar à base aqueles preços, mesmo que desapareçam os pretextos hoje utilizados.
Regular, tabelar e fixar os preços dos combustíveis é, claramente, a solução que se impõe por dever democrático de defender os interesses do povo e o desenvolvimento nacional."
Via Diário as Beiras: "Posto dos Correios instalado na sede da junta de freguesia está desligado da rede desde 28 de janeiro".
- (para ver melhor clicar na imagem)