sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Município da Figueira da Foz esclarece situação do Centro de Saúde de S. Julião

"Na sequência do surpreendente comunicado tornado público pelo Senhor Presidente da Junta de Freguesia de São Julião, e no cumprimento do dever de esclarecimento e transparência perante a população, o Município da Figueira da Foz vem prestar os seguintes esclarecimentos relativos ao funcionamento da Unidade de Saúde Familiar de São Julião e ao estado do respetivo edifício.

𝗥𝗲𝗰𝘂𝗿𝘀𝗼𝘀 𝗵𝘂𝗺𝗮𝗻𝗼𝘀 𝗲 𝗳𝘂𝗻𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗮 𝘂𝗻𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲
No que respeita aos recursos humanos não clínicos, o Município esclarece que estão afetos à Unidade de Saúde Familiar de São Julião dois assistentes operacionais, contratados diretamente pela autarquia.
No âmbito do auto de delegação de competências, o Município assegura ainda três funcionárias de limpeza em regime de outsourcing, contratadas à empresa IPJ, cujos horários complementam os dos assistentes operacionais, permitindo garantir o funcionamento da unidade em regime alargado, preferencialmente entre as 08h00 e as 20h00.
O horário de atendimento ao público é definido pelo SNS (através da ULS Baixo Mondego), em articulação com o Município, tendo este sempre acomodado os horários solicitados pela entidade de saúde.
Aos sábados, o Município assegura o pagamento de horas extraordinárias, possibilitando a abertura da unidade. Existe ainda uma quarta funcionária de limpeza disponível, caso se revele necessário o alargamento do horário aos sábados e domingos.
Relativamente à segurança, esclarece-se que nunca existiu, até à data, serviço de vigilância permanente naquela unidade de saúde, não tendo essa valência sido incluída no auto de transferência de competências.
𝗘𝘀𝘁𝗮𝗱𝗼 𝗱𝗼 𝗲𝗱𝗶𝗳𝗶́𝗰𝗶𝗼 𝗲 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗿𝘃𝗲𝗻𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗽𝗿𝗲𝘃𝗶𝘀𝘁𝗮
O Município da Figueira da Foz tem plena consciência da necessidade de intervenção no edifício do Centro de Saúde de São Julião, que existe há décadas. Nesse sentido, foram desenvolvidos esforços junto da tutela da saúde, tendo sido negociado um mecanismo de investimento financeiro e elaborado um projeto de arquitetura, amplamente discutido e validado pela Coordenadora da Unidade de Saúde de São Julião, pela extinta ARS Centro e pelo Conselho de Administração da ULS Baixo Mondego.
A empreitada foi já submetida a concurso por três vezes, não tendo sido possível, até ao momento, avançar com a obra devido às vicissitudes inerentes aos procedimentos concursais. Ainda assim, este Executivo Municipal mantém-se totalmente empenhado em promover o lançamento da obra no menor prazo possível.
𝗖𝗼𝗺𝗽𝗿𝗼𝗺𝗶𝘀𝘀𝗼 𝗱𝗼 𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶́𝗽𝗶𝗼
O Município da Figueira da Foz reafirma o seu compromisso com a saúde pública, com a dignidade das condições de trabalho dos profissionais de saúde e com a qualidade do atendimento prestado aos utentes, mantendo total disponibilidade para continuar a colaborar, de forma construtiva, com todas as entidades envolvidas.
A prestação de cuidados de saúde à população continuará a ser uma prioridade efetiva deste Executivo Municipal."

«A máquina, que designou “ZwavepooL”, garantiu, está a funcionar na sua piscina»

 Via Diário as Beiras (para ver melhor clicar na imagem)


Aberrações urbanísticas

 Imagem via Diário as Beiras

Câmara da Figueira da Foz preocupada com baixa navegabilidade no porto

Imagem via Diário as Beiras

Notícia completa aqui.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Junta de Freguesia de São Julião da Figueira da Foz preocupada com a situação em que se encontra o Centro de Saúde - Unidade de Saúde Familiar

Em comunicado a Junta de Freguesia de São Julião da Figueira da Foz, manifesta a preocupação desta entidade com a actual situação do Centro de Saúde de São Julião, em particular da sua Unidade de Saúde Familiar, que serve cerca de 10.000 utentes.

Reparação das comportas do Pranto

 "A obra é da APA. O problema foi causada pela tempestade Elsa"... A depressão Elsa aconteceu em meados de Dezembro de 2019!.. Entretanto, passaram vários 4 anos.

“Não é com um projeto que pode demorar quatro ou cinco anos que isto se resolve. Os agricultores não podem continuar à espera, sob o risco de deixar de haver arroz no vale do Pranto, que até é, segundo estudos internacionais, onde se produz o melhor arroz carolino da Europa”

João de Melo convidado das “5ªs de Leitura”


O escritor açoriano João de Melo vai estar hoje, a partir das 21H30, na Biblioteca Pública Municipal Pedro Fernandes Tomás, na Figueira da Foz, como convidado do ciclo “5ªs de Leitura”

A  iniciativa decorre no âmbito da comemoração dos 50 anos da carreira literária do escritor e conta com a presença da editora Cecília Andrade e moderação de Teresa Carvalho.

ACTUALIZAÇÃO

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Sessão realiza-se no próximo dia 29 na Incubadora Mar&Indústria da Figueira da Foz

Ouvido pelo DIÁRIO AS BEIRAS,  António Lé, armador figueirense e cofundador e dirigente da cooperativa de produtores de peixe Centro Litoral, com sede na Figueira da Foz, começou por dizer, que o “o setor das pescas a única coisa que quer é ser sempre uma mais-valia e estar do lado da resolução daquilo que são os benefícios para a população figueirense, em primeiro lugar. Estamos de acordo que se faça uma transição [energética], desde que se façam estudos, por entidades públicas completamente independentes”.
No entanto, o empresário e dirigente alertou para os impactos na pesca advindos da produção de eletricidade em alto-mar.
Questionado pelo DIÁRIO AS BEIRAS acerca do impacto da instalação de eólicas em alto-mar para o setor das pescas, o armador e dirigente figueirense António Lé afirmou que os impactos “são catastróficos”, porque “há uma área muito vasta de impossibilidade de navegação e de pesca”. António Lé baseou a sua afirmação em estudos e conclusões apuradas em diversos países onde se produz energia em alto-mar. “Precisamos de preservar os recursos e estimá-los cada vez mais e termos regras sobre os recursos, porque a população depende essencialmente do oceano”, advogou o empresário figueirense.

sábado, 17 de janeiro de 2026

O voto

Em 50 anos de democracia, o voto dos portugueses já contribuiu para eleger gente que fez muita merda.

Já nos enganámos. Podemo-nos voltar a enganar.
Porém, o voto continua a ser o melhor argumento para tentar emendar os nossos próprios erros.

8 dias de Carnaval

O programa do Carnaval de Buarcos/Figueira da Foz foi apresentado ontem. 

Ao todo, são oito os eventos que se realizarão, entre o dia 24 deste mês e 17 e fevereiro. Este ano, pela primeira fez, a organização está a cargo da Junta de Buarcos.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Associação ZERO quer investigação a obra no porto comercial

Via Diário as Beras: «A associação ambientalista ZERO exigiu ontem a intervenção do Ministério Público e da IGAMAOT, órgão de polícia criminal que investiga crimes ambientais, na obra portuária no Rio Mondego, por alegada violação de normas de impacte ambiental, avançou ontem a agência Lusa.

“Achamos inaceitável que uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) não esteja a ser cumprida nesta situação. Deve haver aqui uma intervenção por parte do Ministério Público e da IGAMAOT”, disse à Lusa Sara Correia, responsável pela área de recursos hídricos da ZERO.

“Não se compreende a urgência na execução destas obras. Se estava descrito e previsto na DIA que as obras não deveriam ocorrer entre dezembro e abril, precisamente como forma de proteção a estas espécies migratórias, a lampreia, o sável, a savelha, não há qualquer justificação, não encontramos aqui um motivo de urgência que justifique que as obras estejam a ser realizadas nesta altura”, afirmou ainda ainda Sara Correia.»


quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

"... arriba da Praia do Teimoso"

 Via Diário as Beiras

"Os pescadores esperam que a suspensão dos rebentamentos e dragagens faça aumentar a quantidade de pescado no rio"

 Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)

Ribau Esteves, a liderança da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro – CCDR e a mudança do Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz

Comunicado do CDS/PP via Figueira na Hora

«A votação ocorrida na Assembleia Municipal extraordinária da Figueira da Foz, tendo como ponto único a eleição de Ribau Esteves para a presidência da CCDR Centro, levanta questões políticas sérias que não podem ser ignoradas. O CDS da Figueira da Foz não pode deixar de manifestar a sua estupefação perante a mudança de posição do presidente da Câmara Municipal, Pedro Santana Lopes, ocorrida num curto espaço de tempo.

Há pouco mais de um mês, no canal de informação NOW, Pedro Santana Lopes assumiu de forma clara, fundamentada e pública que não apoiaria a candidatura de Ribau Esteves. Fê-lo invocando razões estruturais e políticas: a concentração excessiva de poder nas CCDR, o modelo híbrido de alegada descentralização com forte controlo governamental, a escolha dos nomes pelas cúpulas partidárias em Lisboa e, sobretudo, a defesa dos interesses estratégicos da Figueira da Foz face a desequilíbrios regionais persistentes, nomeadamente em relação a Aveiro. Essas declarações foram sustentadas em exemplos concretos, como os dossier dos portos (Aveiro e Figueira), do turismo, das infraestruturas e das decisões estratégicas ligadas ao desenvolvimento regional e às energias offshore.
Perante este enquadramento, a alteração de sentido de voto na Assembleia Municipal pela Coligação que sustenta a FAP carece de explicação política. Não está em causa uma divergência pontual ou uma nuance tática, mas sim a inversão de uma posição pública assumida com forte carga política e institucional. Quando um responsável autárquico muda de posição num processo desta relevância, a transparência exige que explique aos eleitos locais e à população o que se alterou no contexto, que garantias adicionais foram dadas e que benefícios concretos resultam dessa mudança para o concelho da Figueira da Foz.
O que levou Pedro Santana Lopes a mudar a sua posição? Que contrapartidas políticas ou institucionais foram asseguradas para justificar o apoio a uma candidatura que o próprio considerou, ainda recentemente, motivo de ceticismo e preocupação?
O CDS que não apoiou esta candidatura entende que estas perguntas não são meramente retóricas. Num momento em que as CCDR passam a concentrar competências decisivas em áreas como saúde, educação, fundos europeus, infraestruturas e ordenamento do território, a posição assumida pelos representantes da Figueira da Foz deve ser clara, explicada e sustentada em ganhos objetivos para o concelho e para a região».

Nota de rodapé.
1. O decreto-lei que regula as eleições para as CCDR, foi publicado em Junho de 2020 e determina que o colégio eleitoral é constituído por:
    a) Presidentes das câmaras municipais; b) Presidentes das assembleias municipais; c) Vereadores eleitos, ainda que sem pelouro atribuído; d) Deputados municipais, incluindo os presidentes das juntas de freguesia.
    Anteriormente, os presidentes das CCDR eram nomeados pelo Governo. Agora, são os vice-presidentes.
2. Como se sabe, Portugal recebe muitos milhões de €€€ em fundos europeus. E as CCDR gerem e repartem pelos mais chegados, muitos desses milhões...
3. A eleição para as CCDR, na opinião de muitos, "é uma palhaçada". Contudo, na vida política, tal como no circo, existem os "palhaços ricos" e os "palhaços pobres"...