terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz celebraram 143 anos de serviço dedicado à comunidade.

 Via Diário as Beiras:

"No dia do aniversário, decorria a sessão solene, foi anunciado o aumento do apoio financeiro atribuído pelo Município da Figueira da Foz. Foi uma dupla prenda de anos, já que a medida abrange as verbas mensais e anuais. A vereadora Olga Brás revelou que o apoio financeiro mensal atribuído pelo município passou de seis mil euros para 7.500 euros. Por sua vez, o apoio anual, destinado à aquisição de equipamento de proteção individual, subiu de 30 mil euros para 35 mil euros."

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Admitamos, supúnhamos ou imaginemos...Querem assim? Por mim está tudo bem e recomenda-se...

«Governo falha compromisso e prolonga concessões dos casinos da Solverde e Estoril Sol, “por um período estritamente necessário”...

Os novos passos do processo ficaram agora definidos assim: até ao último dia do ano, os operadores interessados na concessão dos cinco casinos em Portugal terão entregar as respetivas propostas financeiras, incluindo outras contrapartidas que estão dispostos a avançar. Pelo caminho, e porque a 31 de dezembro também expira o prazo das atuais concessões, o Governo vai prorrogá-las, a título excecional, por um determinado período em 2026, até ficarem concluídos todos os trâmites que o concurso envolve, desde logo a decisão sobre os vencedores.»

Supúnhamos «que a notícia era "Governo PS falha compromisso e prolonga concessões dos casinos da Solverde", a empresa de que José Sócrates foi avençado, e da qual só "saiu" depois de ter vindo a público na comunicação social»...

Admitamos, supúnhamos ou imaginemos...

Um 2026 com "saúde, paz e amor"...

Em declarações insertas na edição de hoje do DIÁRIO AS BEIRAS, o presidente da Câmara da Figueira da Foz faz balanço “muito positivo” de 2025. 
“Para a Figueira, foi muito bom, e progredimos, nomeadamente na estabilidade [política], depois dos resultados eleitorais [de 12 de outubro]. Para a comunidade, que é o que interessa, houve paz e algum progresso”, frisou Santana Lopes.
Para 2026, no fundamental, Pedro Santana Lopes, "deseja que haja aqueles três votos que se costumam formular na Passagem de Ano: saúde, paz e amor"
Tendo em conta “os projetos, os grandes desafios e as decisões que serão tomadas, 2026 será um ano marcante para muitos anos”
2026 será marcado pela conclusão de várias obras municipais relevantes em curso, como habitação com renda acessível, Variante de Quiaios, Zona Industrial do Pincho ou a requalificação da Escola Secundária Bernardino Machado. Será ainda o ano do lançamento de novos projetos municipais – pavilhão multiusos, construção e reabilitação de unidade de saúde e reabilitação de escolas, requalificação da principal entrada da cidade (abrange acesso à A14 e a zona da estação de comboios) ou novas zonas de estacionamento.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

"... o maior Orçamento do Município da Figueira da Foz de sempre"

Via Diário as Beiras: "entre elogios, críticas e reparos, a maioria FAP viu aprovados os instrumentos financeiros da gestão autárquica para 2026".

domingo, 21 de dezembro de 2025

Conservador trans: o pobre que se identifica como rico

Margarida Davim

"Gonzalo não detém meios de produção. Não é dono de terras nem de fábricas. Não é sequer proprietário do seu próprio teto. Tem de trabalhar num emprego que muito provavelmente é por turnos e cujo pagamento não andará muito longe do salário mínimo espanhol. E mesmo assim não se sustenta. Mesmo assim, não consegue viver fora de casa dos pais. Mas, apesar de tudo isso, acha que não é da classe trabalhadora. Gonzalo identifica-se como classe alta. E quem sou eu para contrariar aquilo com que alguém se identifica?

Gonzalo é o oprimido ideal. Não questiona a sua própria condição, porque acha que é tudo uma questão de esforço. E ele está a esforçar-se. Se todo esse esforço não der em nada, pode sempre culpar os “subsídio-dependentes”, os imigrantes, os negros ou os ciganos. E só o facto de os apontar a dedo e de lhes cuspir na cara, nem que seja apenas em caixas de comentários das redes sociais, o fará sentir-se melhor. E é sentindo-se melhor, julgando ter “o pack completo de beto”, que será gozado pelos betos a sério, aqueles que nasceram em famílias ricas como a da marquesa com quem ele sonha, que estudaram nos melhores colégios e mal nasceram estavam já destinados a ser acionistas de grandes empresas, proprietários de latifúndios, donos de contas bancárias recheadas, com as quais podem comprar casas como aquela em que Gonzalo vive com os pais, para as transformar em fichas de casino, enviando o dinheiro, livre de impostos, para paraísos fiscais, enquanto o pobre repositor de supermercado pena no inferno doméstico. Gonzalo está contente consigo próprio. Os herdeiros ricos também. E agradecem-lhe muito que lute pela baixa dos impostos, que queira ver a saúde pública reduzida a nada, para aumentar a quota de negócio dos privados, que desdenhe de sindicatos e lutas de trabalhadores, que se mostre contente por ser precário e flexível. E culpe sempre os de baixo.

O mais certo é que Gonzalo nunca se case com uma marquesa. Mas a marquesa deve-lhe muito mais do que pode imaginar."

Via Revista Visão (para ler melhor clicar na imagem)

A folha em branco...

O momento da folha em branco de António Filipe,  “Está aqui a minha lista de clientes”.

Comentário de Rui Pereira.

«Com a questão das revelações do interesses privados -empresariais, clientelares, etc.- dos candidatos a entrar em força na luta eleitoral, António Filipe, o candidato comunista à Presidência da República, exibiu ontem, no seu último debate televisivo, uma folha em branco: “Esta é a lista dos meus clientes. Nenhum”.

Décadas como deputado e professor universitário não impediram que, em seguida, uma comentadora proclamasse com a estúpida arrogância da "civilização" burguesa que aquela folha em branco representa o que Filipe e os comunistas querem para Portugal: - que todos sejamos “funcionários”, porque, prosseguiu a barbaridade disparando como se de uma acusação se tratasse, “é o que ele é, um funcionário do partido”.
De um modo mais interessante, outro comentador reagiu contra o que chamou o “striptease” das exigências de revelação por parte dos candidatos e dos políticos sobre os respetivos negócios privados e vidas profissionais. Se passar a ser assim “isto nunca mais acaba”, disse e com razão.
A questão consiste em saber porquê. E o motivo não é complicado. É que a corrupção - não como suspeita, mas como certeza - é a substância mesma do sistema do capital. Porque, muito simplesmente, o capitalismo consiste na apropriação privada, pelas classes que dominam o sistema, da riqueza e do trabalho socialmente produzidos. Esta é a sua essência e substância e, nesse sentido, como dizia Chomsky, é a máquina de extorsão mais perfeita que a exploração de uns homens por outros homens jamais criou.
O termo “corrupção” tem, porém, algo mais que se lhe diga. A corrupção pode ser entendida num sentido estritamente jurídico e, nesse caso, é um crime previsto e punido pela legislação. Mas, o seu sentido aqui mais interessante é um outro, o da corrupção como desvio da finalidade de qualquer criação humana que, posta ao serviço de um propósito diferente, por vezes até contrário àquele a que se destinava, inevitavelmente se corrompe.
Nesta acepção, é fácil compreender porque não há candidatos do “arco do poder”, do “consenso neoliberal”, como António Filipe lhe chama com muita precisão, para os quais a chamada a revelar as suas atividades privadas e profissionais não possa senão transformar-se num infindável “striptease”.
Não pela normatividade serôdia do moralismo declarativo (sem esquecer como por trás de todo o moralismo há sempre uma enorme dose de perversão), mas pela imoralidade estrutural do sistema do capital que os comentadores tão cuidadosamente omitem, quando apedrejam aqueles que, sobre negócios e negociatas, o que têm para mostrar é tão liso e tão limpo quanto uma folha em branco.»

sábado, 20 de dezembro de 2025

Presidenciais

"Depois de divulgar clientes, candidatura de Mendes exige a mesma transparência a adversários".

Hoje, realiza-se uma sessão solene para celebrar os 186 anos

 Via Diário as Beiras

Bem vindos ao País dos porteiros...

Este País é muito rico e tem muita coisa. Alegadamente, pasme-se, até tem um partido de porteiros... E depois, em tempo de campanhas eleitorais, assiste, como assistiu ontem, com estupefacção e voyeurismo, mas também com deleite e prazer mórbido, a uma série de eventos e afirmações, as quais nunca passariam pela cabeça de ninguém,  mesmo àquele que mantém vivo o pequeno cantinho alternativo, que é no fundo este espaço, quanto mais a dois candidatos a Presidente da República...

«Passos Coelho era porteiro. "O Pedro é que abria as portas todas", disse-o o patrão da Tecnoforma, que não se lembra de quanto é que pagava ao outro pelo serviço, que por sua vez também não se lembrava de quanto recebia. Gorjetas miseráveis, é o que era.

Montenegro era porteiro. Tinha, e alegadamente já não tem, uma empresa com uma carteira de clientes, conhecidos, que incluía a Radio Popular, a Solverde, a Ferpinta, a ITAU, a Sogenave, entre outros, que o escolheram pelos seus lindos olhos, pelas suas qualidades profissionais, não obrigatoriamente por esta ordem, e não por ter sido quem foi e as possibilidades nas casas de apostas de ser quem veio a ser.

Marques Mendes é porteiro. “Imagine que um cliente precisa da sociedade de advogados para um projecto, ou um investimento - a sociedade recorre ao consultor para abrir portas, se for preciso". Mais sabido que os outros, recusa dizer a quem abria portas e a origem das gorjetas que lhe eram dadas. E antes destes houve outros mas na altura o pagode não ligava a ponta de um corno a estas espertezas de quem entra na política com uma mão à frente e outra atrás e sai com as duas nos bolsos e a conta recheada.

Depois o povo farta-se destas merdas e desata a votar no primeiro merdas que lhe aparecer atrás do balcão da taberna a dizer-lhe o que gosta de ouvir. "A corrupção", "o bar aberto", "50 anos disto", "o compadrio". E para o taberneiro não ser eleito, o povo, o outro, tem de votar no porteiro. A democracia é liiiiinda, tipo pregão de peixeira, "é de spinumviiiiiva", [é de Espinho viva].»

Imagem de autor desconhecido

sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

Olga Brás vai para a ULS-BM

 Via Diário as Beiras: "Indigitação foi ontem divulgada, em reunião de câmara, em que também foi anunciada a aprovação da licenciatura em engenharia oceânica para o Campus da Universidade de Coimbra. No executivo camarário, a autarca eleita pelas listas da coligação FAP (PPS/PSD – CDS/ PP), liderada por Santana Lopes, será substituída por João Martins, quadro superior do Município da Figueira da Foz, que ocupava o sétimo lugar da lista da FAP, podendo originar uma redistribuição de pelouros."

Para ler melhor clicar na imagem.

Bom 2026 para o concelho da Figueira. E assim sucessivamente...

Para Santana Lopes,  2026 será o ano da “consolidação e conclusão de grandes projetos”

Segundo o Diário as Beiras, "por exemplo, o lançamento da requalificação da entrada da cidade, pavilhão multiusos, conclusão da variante de Quiaios e da nova ponte sobre o Mondego, obras na rua Direita do Monte e na rua da Liberdade, compra do Cabo Mondego, novos lugares de estacionamento ou beneficiação da rede viária do concelho."

Ficam os votos de que, para além do escurecer deste fim ano de 2025, que se aproxima em grande velocidade, e no próximo Ano Novo de 2026, que já está a bater à porta, mas igualmente nos anos vindouros das nossas vidas, os figueirenses tenham aquilo que merecem, numa Figueira que ajudaram a criar com as suas escolhas políticas ao longo de 50 anos, e que, sobretudo - e por isso-, é o concelho que temos e a cidade em que vivemos.

Imagem via Município da Figueira da Foz

Comentários das forças políticas representadas na vereação camarária ao orçamento municipal para 2026

Conforme noticiado ontem, a Figueira da Foz aprovou o orçamento municipal para 2026 no montante de 141,7 ME. Agora, o orçamento vai ser submetido à votação da Assembleia Municipal, onde o PSD/CDS-PP tem maioria absoluta.

Conforme a edição de hoje do Diário as Beiras, a documento mereceu os seguintes comentários das forças políticas representadas na vereação camarária. 

PARA LER MELHOR CLICAR NA IMAGEM

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Quando pimenta no pacote (laboral) alheio é refresco

"Quando nos dizem que a flexibilização trará mais investimento externo, o que estão a dizer, no fundo, é que as multinacionais irão de bom grado para um país de brandos costumes e gente com formação que fala inglês sem se importar de receber amendoins a troco de trabalho. Do que podemos, de facto, vir a precisar, é de uma revolução."

Via Maio. 

Para continuar a ler clicar aqui.

Figueira da Foz aprova orçamento municipal para 2026 de 141,7 ME

Via Diário de Coimbra

Orçamento vai ser submetido à votação da Assembleia Municipal, onde o PSD/CDS-PP tem maioria absoluta

"A Câmara da Figueira da Foz, aprovou hoje o Orçamento Municipal para 2026 no montante de 141,7 milhões de euros (ME), com um volume de investimento na ordem dos 77 ME.
O documento - que se traduz no maior orçamento de sempre, com mais 2,6 ME relativo ao de 2025 - foi aprovado por maioria, com seis votos a favor da maioria (PSD/CDS-PP) e três abstenções da oposição (duas do PS e uma do Chega).
A vice-presidente da Câmara e responsável pelo pelouro das finanças municipais salientou que cerca de 60,66% do investimento, no valor de 48,3 ME, se destina a funções sociais – habitação, educação e saúde.
Adiantou que o município vai canalizar 20,8 ME para a habitação pública, dando continuidade à concretização da Estratégia Local de Habitação e 12,7 ME para o setor da educação, com destaque para as obras de requalificação das escolas Bernardino Machado e João de Barros e da antiga Casa da Criança Infanta D. Maria (Ninho dos Passarinhos).
Para a saúde, a autarquia reservou 10,6 ME para a requalificação das unidades de saúde de São Julião e Buarcos e a construção das novas unidades de saúde do Paião, Tavarede, Bom Sucesso e São Pedro.
Para os transportes e comunicações, o Orçamento contempla de 20,2 ME de investimento, com a vice-presidente Anabela Tabaçó a destacar a construção da ponte Eurovelo sobre o rio Mondego (7,2 ME), da variante de Quiaios (4,1 ME) e beneficiação da rede viária (6,8 ME).
A autarca anunciou ainda 5,9 ME para a área da Indústria e Energia, destacando um investimento de 4,2 ME para a segunda fase da zona industrial do Pinhal da Gândara.
“O Orçamento contém um rigoroso planeamento das ações, em função dos objetivos de curto, médio e longo prazo e reflete a preocupação de prosseguir com uma execução orçamental rigorosa, apostando num nível de investimento elevado, mas cuidando de assegurar, como sempre, o equilíbrio financeiro das contas do município e a tirar bom proveito das oportunidades de financiamento”, sublinhou.
A Câmara da Figueira da Foz estima amortizar no próximo ano 2,1 ME à dívida municipal de médio e longo prazo, reduzindo o valor de 17,3 ME para 15,2 ME.
O presidente da autarquia, Pedro Santana Lopes, que falou após a apresentação de Anabela Tabaçó, reiterou que o grande objetivo é o equilíbrio das contas municipais e destacou as altas taxas de execução na vertente social.
“O próximo ano é de consolidação e execução de grandes e ambiciosos projetos”, sublinhou o autarca, alertando que 2026 fica marcado pela entrada em cena de novos fundos europeus, que vão substituir o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) que termina em junho.
Para o socialista João Paulo Rodrigues, o orçamento para 2026 “é ambicioso, mas também pouco realista”, com dispersão de projetos e “fraca hierarquização de prioridades”.
O autarca do PS considerou que “falta uma real evidência da capacidade de realização” e o seu companheiro de bancada, Rui Carvalheiro, disse que o problema “é saber se o conjunto das previsões se concretizam”.
Salientando que o documento representa as opções da maioria, o vereador Hugo Fresta, do Chega, considerou o orçamento “pouco amigo dos contribuintes e das freguesias” e defendeu a redução de 100 mil euros na aquisição de bens e serviços e a distribuição desse montante pelas freguesias, o que foi aceite pelo executivo.
No âmbito da discussão do orçamento e plano de atividades para 2026, acabou também por ser fixada uma nova taxa da variável do IRS, que vai devolver 0,5% aos munícipes, contrariando a anterior votação que não previa nenhuma devolução.
“Esta é a demonstração que o executivo foi sensível aos argumentos da oposição, num esforço da Câmara em que todos se possam rever”, disse Santana Lopes, frisando que, a devolução de 0,5% da variável do IRS, representa 500 mil euros a menos na receita municipal de 2027."

A prenda de Natal

Eduardo Dâmaso, jornalista

"Algumas ideias sobre o desfecho da Spinumviva, para lá das cabalas. A primeira é a de que dificilmente seria diferente. A recolha de informação depende só da vontade dos próprios. As averiguações preventivas, criadas por Cavaco Silva, são uma investigação administrativa, sem buscas, sem vigilâncias, sem inquirições. A segunda é a de que se tratava de um caso exclusivo de faturação e contratos. Se a verdade formal dos papéis estiver bem construída, mesmo que longe da verdade material, não se chega lá. A terceira é a de que abrir um eventual inquérito, nesta fase, seria facilmente atacado pela desproporção entre o arsenal a utilizar e indícios pouco densos. Deveria ter sido aberto no início e abranger a casa de Espinho.

A quarta é a de que as explicações de Montenegro não são agora escrutináveis. As averiguações não se podem consultar. Não poderemos avaliar a informação prestada, se pode haver censura ética e política, nem os fundamentos do arquivamento. A quinta é a de que o tema não tem de morrer aqui. Numa democracia com real separação de poderes, tanto a Justiça como o jornalismo têm obrigação de não se deixar intimidar por proclamações de vitimização. Neste caso, apurando os fundamentos do despacho, apesar das limitações formais, e determinar a sua solidez. Se fosse só uma prenda de Natal, seria um desastre para a República e para o Ministério Público. Acreditamos que não será, mas temos de fazer o nosso trabalho."

Amanhã, os Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz comemoram 143 anos de serviço

Via Diário as Beiras: "20% dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz são estrangeiros. Brasileiros são quase a totalidade".

(Para ler melhor clicar na imagem)