O Museu Municipal Santos Rocha promove este sábado, pelas 21H30, uma iniciativa cultural à volta da exposição “Diálogos sobre cultura e conflitos”. A mostra integra a programação do evento Maio é Museu!, que assinala o 131.º aniversário do espaço museológico e a Noite Europeia dos Museus. Por sua vez, Noémia Malva Novais apresenta o seu livro “Até as guerras têm regras - 50 crónicas para mentes curiosas”. Segue-se um momento musical pela comunidade ucraniana residente na Figueira da Foz.
sexta-feira, 16 de maio de 2025
quinta-feira, 15 de maio de 2025
quarta-feira, 14 de maio de 2025
José “Pepe” Mujica morreu ontem aos 89 anos
“Dediquei-me a mudar o mundo e não mudei absolutamente nada, mas diverti-me e dei sentido à minha vida. Vou morrer feliz. Passei o meu tempo a sonhar, a lutar, a batalhar. Espancaram-me e tudo mais. Não importa, não tenho contas para pagar”, disse numa entrevista ao El País em outubro passado.
Podem tentar retirar a Spninuviva da campanha eleitoral, mas Montenegro não consegue retirar a Spninuviva da su vida...
A sede da empresa Spinumviva continua a ser em casa do primeiro-ministro, em Espinho. Luís Montenegro tinha prometido, há três meses, que a sede seria alterada, mas isso ainda não aconteceu.
A notícia foi avançada esta quarta-feira pelo Correio da Manhã e a RTP já a confirmou, consultando o registo na Conservatória.
A notícia foi avançada esta quarta-feira pelo Correio da Manhã e a RTP já a confirmou, consultando o registo na Conservatória.

Erosão costeira na Figueira da Foz: “O mar trabalha todos os dias e nunca se cansa”
Numa nota de imprensa divulgada ontem (certamente por mero acaso quando estamos a 5 dias de umas eleições) pelo presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz nas redes sociais, «a APA anunciou que a intervenção de 21,1 milhões de euros vai permitir a transferência de 3,3 milhões de metros cúbicos (m3) de areia para combater a erosão costeira ao longo de 120 dias de execução.
De acordo com o comunicado, trata-se da “maior intervenção de alimentação artificial de praia alguma vez realizada em território nacional”.
A obra em questão passa por efetuar a dragagem de sedimentos numa zona a norte do molhe Norte do porto da Figueira da Foz e depositá-los nas praias a sul, gravemente afetadas por fenómenos de erosão.
A APA especificou que “os sedimentos serão dragados ao largo da praia da Claridade, sendo depois colocados nas zonas emersa e imersa a sul do esporão 3 da Cova-Gala”.
“Esta operação visa repor a linha de costa nos níveis de 2011, antes dos impactos erosivos associados ao prolongamento do molhe norte do porto“.
Segundo aquele organismo, a empreitada tem financiamento assegurado pelo Programa Temático para a Ação Climática e Sustentabilidade e uma pequena comparticipação do Porto da Figueira da Foz e da Câmara Municipal.»
De acordo com o comunicado, trata-se da “maior intervenção de alimentação artificial de praia alguma vez realizada em território nacional”.
A obra em questão passa por efetuar a dragagem de sedimentos numa zona a norte do molhe Norte do porto da Figueira da Foz e depositá-los nas praias a sul, gravemente afetadas por fenómenos de erosão.
A APA especificou que “os sedimentos serão dragados ao largo da praia da Claridade, sendo depois colocados nas zonas emersa e imersa a sul do esporão 3 da Cova-Gala”.
“Esta operação visa repor a linha de costa nos níveis de 2011, antes dos impactos erosivos associados ao prolongamento do molhe norte do porto“.
Segundo aquele organismo, a empreitada tem financiamento assegurado pelo Programa Temático para a Ação Climática e Sustentabilidade e uma pequena comparticipação do Porto da Figueira da Foz e da Câmara Municipal.»
Maio de 2021. De acordo com Carlos Monteiro, na altura presidente da câmara, que citou informação que lhe foi transmitida pela APA, o concurso para elaboração do projecto e estudo de impacte ambiental “ainda está para adjudicação”. Tendo um prazo de 12 meses para ser elaborado, só estará concluído em meados de 2022, a que acrescem os procedimentos de eventual aprovação, lançamento do concurso da obra propriamente dita e adjudicação dos trabalhos, que, se tudo correr bem, só deverão começar em 2023.
«Não será isso que vai acontecer. Em resposta escrita ao PÚBLICO, a APA explica que quando foi conhecido o resultado do estudo que apontou para o bypass como a melhor solução, já estavam em curso os procedimentos burocráticos para a operação de alimentação artificial do troço Cova-Gala/Costa de Lavos, a sul do porto marítimo, com 3,3 milhões de m3 de areia. “Só após a concretização dessa intervenção e a sua monitorização (fundamental para se avaliar a sua evolução, comportamento e eficácia) será possível avançar com a eventual solução de bypass fixo”, refere a APA.
E para que a “eventual” obra do bypass avance, terá ainda de ser precedida do seu próprio processo burocrático, acrescenta. Ou seja, concursos públicos, estudo de impacte ambiental, candidatura a financiamento...
A APA olha para o bypass — uma obra com validade mínima de 30 anos e custos de construção e operação para esse período estimados em 53 milhões de euros — como uma operação de “mitigação da erosão costeira” de “longo prazo”. Até lá, há a colocação de areia com recurso a dragagem das areias do porto (solução de “curto prazo”) e a “alimentação artificial de elevada magnitude”, dos tais 3,3 milhões de m3, com um custo de 25 milhões de euros, e que é olhada como uma intervenção de “médio prazo”.
Fica por entender por que não se avança para o bypass. Nem porque querem monitorizar uma intervenção de colocação de areias que, acreditam, acabará por não ter sucesso, por não ser um processo contínuo. “Uma solução pontual não faz sentido. O mar trabalha todos os dias e nunca se cansa” - palavras de Miguel Figueira. “Então está tudo a arder e querem monitorizar a desgraça?” - palavras de Eurico Gonçalves.
Olhando o mar revolto da Figueira da Foz.
“Toda a gente já concordou com o bypass. É o que está inscrito na política do Governo, nos estudos da universidade, é o que defende a cidadania. Mas depois dizem-nos que isto é só para para 2030. Isto é absolutamente insensato” - palavras de Miguel Figueira.
O PÚBLICO questionou o MAAC, que remeteu quaisquer esclarecimentos para a APA. O presidente da Câmara da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, em resposta escrita, refere: "Nunca foi admitido nem faz sentido dizer que uma acção, importante mas conjuntural, como a da transposição de 3 milhões de metros cúbicos possa pôr em causa a intervenção estrutural do bypass. E os calendários foram estipulados e ditos. A nosso ver, demasiado longos mas, de qualquer modo, assumidos."
Continuamos a “correr atrás do prejuízo”, quando já gastámos ingloriamente milhões e tivemos mais do que tempo para passar a correr atrás da solução.
Sabendo-se qual é a solução, porque é que metem pés ao caminho.
«Não será isso que vai acontecer. Em resposta escrita ao PÚBLICO, a APA explica que quando foi conhecido o resultado do estudo que apontou para o bypass como a melhor solução, já estavam em curso os procedimentos burocráticos para a operação de alimentação artificial do troço Cova-Gala/Costa de Lavos, a sul do porto marítimo, com 3,3 milhões de m3 de areia. “Só após a concretização dessa intervenção e a sua monitorização (fundamental para se avaliar a sua evolução, comportamento e eficácia) será possível avançar com a eventual solução de bypass fixo”, refere a APA.
E para que a “eventual” obra do bypass avance, terá ainda de ser precedida do seu próprio processo burocrático, acrescenta. Ou seja, concursos públicos, estudo de impacte ambiental, candidatura a financiamento...
A APA olha para o bypass — uma obra com validade mínima de 30 anos e custos de construção e operação para esse período estimados em 53 milhões de euros — como uma operação de “mitigação da erosão costeira” de “longo prazo”. Até lá, há a colocação de areia com recurso a dragagem das areias do porto (solução de “curto prazo”) e a “alimentação artificial de elevada magnitude”, dos tais 3,3 milhões de m3, com um custo de 25 milhões de euros, e que é olhada como uma intervenção de “médio prazo”.
Fica por entender por que não se avança para o bypass. Nem porque querem monitorizar uma intervenção de colocação de areias que, acreditam, acabará por não ter sucesso, por não ser um processo contínuo. “Uma solução pontual não faz sentido. O mar trabalha todos os dias e nunca se cansa” - palavras de Miguel Figueira. “Então está tudo a arder e querem monitorizar a desgraça?” - palavras de Eurico Gonçalves.
Olhando o mar revolto da Figueira da Foz.
“Toda a gente já concordou com o bypass. É o que está inscrito na política do Governo, nos estudos da universidade, é o que defende a cidadania. Mas depois dizem-nos que isto é só para para 2030. Isto é absolutamente insensato” - palavras de Miguel Figueira.
O PÚBLICO questionou o MAAC, que remeteu quaisquer esclarecimentos para a APA. O presidente da Câmara da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, em resposta escrita, refere: "Nunca foi admitido nem faz sentido dizer que uma acção, importante mas conjuntural, como a da transposição de 3 milhões de metros cúbicos possa pôr em causa a intervenção estrutural do bypass. E os calendários foram estipulados e ditos. A nosso ver, demasiado longos mas, de qualquer modo, assumidos."
Continuamos a “correr atrás do prejuízo”, quando já gastámos ingloriamente milhões e tivemos mais do que tempo para passar a correr atrás da solução.
Sabendo-se qual é a solução, porque é que metem pés ao caminho.
terça-feira, 13 de maio de 2025
Sim, a Spinumviva merece perguntas
"Se a AD não descola mais nas sondagens, isso não se deverá ao julgamento que os eleitores fazem do caso que envolve a actividade privada do primeiro-ministro?""Numa campanha muito bem gizada e bem controlada, Luís
Montenegro teve ontem
um deslize de
impaciência quando foi interrogadopor jornalistas sobre o casoSpinumviva. A atitude soou
suficientemente estranha para dar
títulos de online, até porque na noite
anterior o primeiro-ministro tinha
sido sujeito a uma barragem de
questões sobre o tema, no programa
de Ricardo Araújo Pereira, sem
revelar o mesmo grau de
inquietação."
segunda-feira, 12 de maio de 2025
Só não vê quem não quer: campanhas na feira são «do terceiro mundo»
Além de ser uma completa insensatez, 6 partidos estarem à mesma hora, no mesmo local, andar pelas feiras a incomodar quem trabalha, é algo que faz lembrar o século passado...
Mortalidade infantil aumentou 20% em 2024: ano foi marcado por fechos nas urgências
Bem pode Luís Montenegro, com aquele sorriso cínico com que Deus o dotou, continuar a mentir e dizer que o Serviço Nacional de Saúde está bem melhor do que "há um ano atrás", no tempo do "socialismo".
Esta notícia, para um Governo com doutoramento em propaganda, um dos indicadores sobre o estado de desenvolvimento do país, um dos apontados sucessos da democracia, e do Serviço Nacional de Saúde, contra a criação do qual a direita votou contra, num País polticamente atento, uma notícia destas seria "a morte do artista".
Correio da Manhã fala em "ALARME": "a mortalidade infantil sobe 20% em ano de urgências fechadas".
Esta notícia, para um Governo com doutoramento em propaganda, um dos indicadores sobre o estado de desenvolvimento do país, um dos apontados sucessos da democracia, e do Serviço Nacional de Saúde, contra a criação do qual a direita votou contra, num País polticamente atento, uma notícia destas seria "a morte do artista".
Correio da Manhã fala em "ALARME": "a mortalidade infantil sobe 20% em ano de urgências fechadas".
131 anos de Museu Municipal
"O programa «Maio é Museu!», este ano na sua 13ª edição, assumiu-se, com o passar dos anos, como um programa âncora na dinamização do Museu Municipal Santos Rocha (MMSR) e dos núcleos que lhe estão adstritos. A cada ano, procura-se, sempre e cada vez mais, envolver toda a comunidade, numa abrangência de públicos que se pretende o mais diversificada possível.
Neste contexto, para esta edição foi concebida uma programação integrada, que inclui iniciativas em torno das temáticas “Saber Fazer; Comunidades; Cultura e Conflitos; Educação e Formação” especialmente reforçada com a comemoração do 131 º aniversário do Museu Municipal, inaugurado a 6 de maio de 1894."
domingo, 11 de maio de 2025
sábado, 10 de maio de 2025
O 267º Papa, Leão XIV...
sexta-feira, 9 de maio de 2025
Autarca figueirense Margarida Cunha desvincula-se do PS
Via Notícias de Coimbra
"A primeira secretária da Mesa da Assembleia Municipal da Figueira da Foz desvinculou-se do PS, ontem quinta-feira, soube Notícias de Coimbra de fonte partidária.
Interpelada por NDC, Margarida Cunha, jurista, remeteu para outra ocasião a prestação de declarações.
A autarca, que passará a independente, tem presidido a várias sessões da AM figueirense devido a impedimento do Presidente José Duarte Pereira."
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| Foto de domingo passado. No Estádio Bento Pessoa, Margarida Cunha está ao centro rodeada por Rosa Batista e José Duarte |
Interpelada por NDC, Margarida Cunha, jurista, remeteu para outra ocasião a prestação de declarações.
A autarca, que passará a independente, tem presidido a várias sessões da AM figueirense devido a impedimento do Presidente José Duarte Pereira."
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