Miguel Almeida, hoje no jornal
AS BEIRAS:
"Volto a um tema que deveria preocupar os responsáveis autárquicos todos os dias dos seus mandatos.
O facto de termos a maior taxa de desemprego do distrito, do envelhecimento no concelho ser superior à média nacional e a circunstância do concelho vir a perder 13% da população até 2031, são temas que nunca podem sair da agenda política municipal.
Estes são os grandes problemas que o concelho têm hoje pela frente. Não há receitas mágicas e só um conjunto muito vasto de medidas, pode inverter esta tendência. Mas cruzar os braços e esperar que outros façam o que a nós diz respeito, não é solução.
É necessário provocar o debate, encontrar caminhos e ter a humildade de assumir o que correu mal no passado para ter a ambição de projectar o futuro. Podemos estar unidos, mesmo com divergências políticas e de opinião.
É preciso sermos responsáveis e reflectirmos sobre os temas cruciais para o nosso futuro coletivo.
Para além do debate e da intervenção cívica, é necessária uma nova atitude e novas competências para os desafios que temos pela frente.
É necessária uma dinâmica que eleve a autoestima dos figueirenses, que atraia investimento, e transforme o concelho numa terra moderna, inovadora, competitiva e alegre. O presidente da câmara tem que ser o rosto desse dinamismo e os problemas têm que ser resolvidos com celeridade e imaginação.
Não é aceitável perder mais tempo."
Miguel Almeida, recorde-se, faz parte de um dos partidos que mais contribuiu para que o desemprego atingisse números jamais tão elevados em Portugal.
Miguel Almeida, recorde-se, faz parte do partido cujo primeiro-ministro afirmou que o desemprego não é fatalidade mas sim oportunidade...
Pensa Miguel... Então o que interessa não é que o país depois de 4 anos do governo do teu partido está melhor?..
Aliás, a acreditar no que diz Passos, muito melhor...
Ah, existe o pormenor das pessoas!..
Mas para que quer um país as pessoas?
Não te percebo Miguel Almeida...
O que foi bom para o país (
um desemprego nunca visto. A emigração a imitar os tempos de Salazar. A redução dos salários. A facilitação dos despedimentos), não serve para o concelho?..
Então o concelho, depois de 6 anos de João Ataíde, esquecendo o pormenor de existirem pessoas, não está como o país?
"Melhor"!..