quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Da série "situação pontual"... (2)

Imagem via Diário as Beiras

A publicação junta 30 imagens sobre "todas as pessoas e energias que se reencontram no Gliding Barnacles

  
"Esta  publicação, que através da visão de 28 criativos nacionais e internacionais exalta o surf, o respeito e partilha de uma cultura do mar, é lançada sábado, em Lisboa.

Intitulada “We’re on the road to somewhere” (“Estamos a caminho de algum lugar”, na tradução portuguesa) – o mote da edição 2018 do festival Gliding Barnacles, evento que alia o surf, à música, arte e gastronomia e que, há dois anos, reuniu na Figueira da Foz fotógrafos de ondas, muitos deles desconhecidos – a publicação, com 30 imagens, tem curadoria do fotógrafo Valter Vinagre, do designer Pedro Falcão e do historiador de arte Filipe Ribeiro.

A edição em papel é um resumo de uma exposição, cujos trabalhos serão projetados em formato de “slide” e que inclui outras nove fotografias por cada autor, num total de quase 300 imagens."

Da série, "situação pontual"...

Via Campeão das Províncias

"A PSP da Figueira da Foz deteve uma mulher, de 27 anos, na sequência de uma intervenção para pôr fim a uma desavença entre senhoria e arrendatária, segundo anunciou, hoje, o Comando Distrital de Coimbra.
O caso ocorreu em Buarcos e a PSP conta que “enquanto a senhoria, de 31 anos, era identificada, a arrendatária dirigiu-se a ela e, não obstante a presença policial, deu-lhe um murro na cara”.
“Os polícias tiveram de intervir com o propósito de impedir mais agressões e detiveram a suspeita”, acrescenta a PSP.

Também na Figueira da Foz, no cumprimento de um mandado de busca e apreensão emitido no âmbito de uma investigação policial em curso, elementos da Esquadra de Investigação Criminal detiveram um homem de 71 anos por posse de arma ilegal, cerca das 14h15 de segunda-feira.
A arma, uma carabina, foi encontrada na residência, na zona de Tavarede, e apreendida uma vez que não estava legalizada.
O homem, que não era detentor de licença de uso e porte de arma, foi detido."

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Vitalino Canas:

... diz que não fala com Sócrates "há anos"
“Andei 40 anos a preparar-me para ser juiz do Tribunal constitucional”
  

Vitalino Canas nasceu nas Caldas da Rainha em 14 de Julho de 1959. Portanto, desde os 20 que o homem anda a treinar... 
Pelo andar da carruagem, talvez tenha de continuar a limitar-se a ir aos treinos...

Da série, top figueirense (feijoada de búzios e piscinas)... (3)


Ui...a piscina!

"Se concordo com a construção de uma piscina de marés? Claro que sim, mas certamente não nos tempos mais próximos, a menos que alguém venha a reencontrar a famosa galinha dos ovos de ouro, perdida na penumbra dos tempos! As piscinas de maré estão na moda, de facto. E são interessantes e apelativas. Uma piscina deste tipo certamente tem potencial para atrair turistas e residentes, faria as delícias dos mais jovens e também agradaria aos mais “maduros”. Mas será uma prioridade na Figueira da Foz? A minha plena convicção vai em sentido inverso. Não considero que seja nem me parece nada oportuna esta discussão por agora. Prioritária é a construção de uma piscina coberta, na cidade, com duplas valências: não só destinada ao lazer mas também à aprendizagem, formal e não formal, recuperando-se a prática lamentavelmente abandonada de tempos dedicados às escolas para a prática de natação, por parte dos alunos. A piscina pública é uma reivindicação antiga dos figueirenses, que os sucessivos Executivos Camarários têm ignorado, apostando em outros “investimentos” que não têm, nem de perto nem de longe, a pertinência que assiste a este assunto, tão debatido em conversas várias dos munícipes. Felizmente, há algumas piscinas públicas nas freguesias, sendo que algumas delas, como Alhadas ou Paião, são cobertas e perfeitamente preparadas para as valências de que falo, podendo ser usufruídas durante todo o ano. Tem havido dificuldades na sua manutenção, por envolver custos algo elevados. Mas voltamos ao mesmo: é tudo uma questão de prioridades! Bom seria que pudessem as que não são cobertas, vir a sê-lo a breve trecho, permitindo a sua utilização plena. As populações agradeceriam esse mimo! É muito triste que a sede do concelho não possua uma destas estruturas, de responsabilidade camarária. É mesmo lamentável e a população da cidade não merece esta discriminação incompreensível e incompreensível é também como se tem considerado “normal” esta situação, nunca sendo o assunto trazido a discussão por parte do poder autárquico."

Via Diário as Beiras

Alfaiates do Paião

"Situação pontual", disse o presidente...


Imagens via Diário de Coimbra

Da série, olha pró que digo, não olhes pró que faço...

"O Município da Figueira da Foz tem vindo a desenvolver uma política ativa de promoção da sustentabilidade ambiental, de preservação da biodiversidade e do património natural, nomeadamente da floresta autóctone."
Saiba tudo clicando aqui.

Da série, na Figueiira faça chuva ou faça sol, é sempre carnaval... (mesmo em dia de funeral, ninguém leva a mal)

"Se no domingo, muito negócio se fez com a venda de chapéus para o sol, ontem foram os chapéus de chuva que ajudaram os vendedores ambulantes a equilibrar o orçamento. É que apesar de “miudinha” a chuva juntou-se à festa e chegou a obrigar a organização a ponderar se continuava ou não com o desfile de Carnaval da Figueira da Foz. Mas a vontade dos “desfilantes” e do público presente levou a melhor, a festa cumpriu-se e chegou até ao fim."

Texto via Diário de Coimbra. Foto via Pedro Agostinho Cruz.

A tarefa impossível da Comissão de Carnaval de Buarcos/Fig. Foz

Já perceberam porque é que na Figueira, no dia seguinte,  depois da euforia, o Carnaval parece ser tão fraquinho?
É que, na Figueira, é carnaval o ano inteiro... Ou seja: na Figueira é sempre carnaval!..
Ainda bem: uma cidade que não soubesse mostrar e rir da sua ignorância, seria uma Aldeia imensamente infeliz...
Imagem sacada daqui. Para ver melhor, clicar na imagem.

Livro sobre templários

Recorde-se: em 20 de Outubro de 2009, Lídio Lopes apresentou “Protocolo Autárquico”, da Alêtheia Editores, uma “aula” sobre tudo aquilo que se deve ou não fazer durante as cerimónias. Sejam elas de Estado, autárquicas, militares, religiosas, académicas, empresariais, desportivas ou sociais.

FRANCISCA VAN DUNEM: SILÊNCIO PESADO

terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

PAULO RANGEL

"Uma suspeita desta envergadura e deste alcance é demolidora para a credibilidade da justiça e para a confiança no sistema judicial e faz tábua rasa do mais sacrossanto dos princípios constitucionais do Estado de Direito: a independência judicial."

«1. O dia de Carnaval não é decerto o mais recomendável para tratar este tema. Mas o caso é de tal maneira grave que não pode nem deve passar em claro, mesmo em ambiente festivo e festivaleiro de Entrudo. Refiro-me obviamente às suspeitas de interferência ou até manipulação do sorteio na distribuição de processos no Tribunal da Relação de Lisboa. Não podemos ficar nem silentes nem indiferentes ante a hipótese de, em Portugal, seja em que tribunal for, poder haver violação do princípio do juiz natural. Apesar de conhecer razoavelmente bem o sistema de justiça e de ter estudado e analisado muitas das suas falhas e insuficiências, nunca, em momento algum, me passou pela cabeça que corrêssemos o risco de ingerência na distribuição aleatória de processos. Uma suspeita desta envergadura e deste alcance é demolidora para a credibilidade da justiça e para a confiança no sistema judicial e faz tábua rasa do mais sacrossanto dos princípios constitucionais do Estado de Direito: a independência judicial. Não, não e não! Toda a indignação é necessária: não podemos viver com esta suspeita. Diria mais, diria mesmo: em democracia não podemos sobreviver com ela.»

Da série, na Figueira é sempre carnaval, até na terça-feira...(2)

Da série, na Figueira é sempre carnaval, até na terça-feira...

Na Figueira, podemos discordar sobre quase tudo. Mas, está mais do que na altura de chegarmos a um consenso sobre os fenómenos meteorológicos. Todos sabemos o essencial sobre a matéria. No Verão está calor e não chove; na Primavera está ameno e, às vezes, chove; no Outono está ameno e, frequentemente, chove; e no Inverno está frio e chove – muitas e muitas vezes. Eu sei que existe muita incerteza na previsão do estado do tempo. A meteorologia é uma ciência traiçoeira. Ela partilha isso com os piratas, os políticos e as ciências económicas. Mas, no Inverno, o natural  é estar  frio e chover – muitas e muitas vezes…
Hoje, de manhã, peguei na minha bicicleta e fui, logo cedo, até ao Cabedelo.  Na vinda, apanhei uma molha. Desde cerca das 10 que cai uma morrinha, aquela chuva tipo "molha tolos"...
Chego a casa, ligo o computador  e deparo-me com isto na página do Município:

Eu sei que sou um eterno insatisfeito...
Resta-me, aguentar e cara alegre. O que não tem remédio, remediado está!
Há muitos anos que percebi que rir é o melhor remédio. 
Mas, se porventura,  os prezados leitores notarem que vos estou a contagiar com esta doença, aconselho-vos a consultar um especialista.
Boa terça-feira de carnaval. E bom desfile...

Da série, top figueirense (feijoada de búzios e piscinas)... (2)

Dez longos meses

"Um dos sinais do atraso de uma região é a sua incapacidade de definir um desígnio, logo, por extensão, de não conseguir estabelecer uma estratégia, e portanto não fazer a mínima ideia de como gerir os recursos existentes internamente, muito menos de perceber como alocar os disponíveis à sua volta.
Não é preciso grande atenção para perceber que na Figueira dos últimos anos as ideias são apresentadas por impulso - sobretudo de calendário partidário e pessoal (e não obedecendo a uma lógica, muito menos pensando em sustentabilidade) – e têm sempre um travo amargo de cópia provinciana, de deja vu… são uns passadiços e um GeoParque no Cabo Mondego “como os de Arouca/do Paiva”, um Museu do Mar “como o de Ílhavo”, uma piscina de marés “como a de Matosinhos”…
A freguesia de Buarcos e São Julião tem uma piscina coberta? Não, só existe a do Ginásio Club Figueirense, mas enquanto se vão trocando acusações vai valendo umas inaugurações de supermercados. 
A piscina de mar da Figueira, edifício projetado por Isaías Cardoso e inaugurado em 1953, considerado, em 2002, património de interesse público pela sua arquitetura, está abandonado e sem que a Câmara pareça interessar-se em encontrar uma solução? Sim, mas o que é que isso interessa?
Mais uma vez, foi atirada há alguns dias a ideia da construção de uma piscina de marés, sem que se tenha realizado qualquer estudo geológico, de impacto (ambiental, económico, social), ou que alguém tenha apresentado um valor dos recursos exigidos para a concretização do projecto ou sequer da localização exata da construção, a qual teria necessariamente de evidenciar a ação do Homem sobre a natureza sem a ofuscar nem beliscar.
Ora, uma vez que esta construção visaria dotar a Figueira de mais um produto turístico (entendido enquanto resultado dos recursos naturais e culturais e os serviços  disponibilizados num espaço geográfico delimitado) na época “alta”, não seria mais avisado investir em produtos que tragam turistas na época “baixa” (dez longos meses…) e que proporcionem melhores condições de vida a quem cá reside e/ou trabalha todo o ano?"

Via Diário as Beiras

Nota OUTRA MARGEM
"na Figueira dos últimos anos as ideias são apresentadas por impulso - sobretudo de calendário partidário e pessoal (e não obedecendo a uma lógica, muito menos pensando em sustentabilidade) – e têm sempre um travo amargo de cópia provinciana, de deja vu… são uns passadiços e um GeoParque no Cabo Mondego “como os de Arouca/do Paiva”, um Museu do Mar “como o de Ílhavo”, uma piscina de marés “como a de Matosinhos”

FIGUEIRA, CAPITAL DO PLÁGIO? E NINGUÉM INVESTIGA?
As vozes dissonantes e desalinhadas, portanto, incómodas, são cada vez mais tidas em conta. 
Daí, o exercício da Cidadania preocupar tanto poderes que utilizam sistemas de governar falidos.
Na Figueira é sempre carnaval. Até no passado sábado e domingo...

Da série, top figueirense (feijoada de búzios e piscinas)...

Marés

"Sim, a Figueira precisa de uma piscina na cidade. 
Toda a gente concorda. 
Mas, uma piscina de marés com a nossa água fria é um outro desafio. 
Ninguém gosta de tomar banho de água fria quando pode ter água quente. Portanto, ter uma piscina que aproveita a água das marés, vinda do mar ou do rio, não é um investimento com retorno garantido, pelo contrário, o risco de insucesso é elevado. A não ser que haja investidores privados que consigam. 
Em 2020, será exequível fazer um “remake” das piscinas de Leça da Plameira desenhadas por Siza Vieira? As pessoas aderem? Não sei, tenho dúvidas e não gostaria de ver o município a investir dinheiro público numa aventura destas. Visitei este verão na Galiza, concretamente na cidade de Ourense, piscinas naturais com água quente termal, algumas públicas junto ao rio Minho, outras privadas no meio de parques ou da cidade. 
Há toda uma tradição e um conforto em piscinas termais, com água quente, que não existe nas piscinas de marés. As pessoas aderem tanto de verão como de inverno. 
Antes de pensar em piscinas de marés deveríamos responder aos desafios do património municipal abandonado. 
Ou património que não está a ser rentabilizado, como por exemplo o Museu do Sal. 
Sempre que levo amigos e turistas ao Museu está fechado. Azar? Não, apenas um modelo ultrapassado de gestão com dias de abertura e horários desencontrados com as condições físicas do local. 
Há tanto a fazer para melhorar o património…"

Via Diário as Beiras 

Nota OUTRA MARGEM  
É penoso e embaraça cumprir o papel de figueirense realista e desiludido, que não se entusiasma com o que não existe. 
Consola-me saber, porém, que o desespero da triste realidade, pelo menos, é um sentimento seleto. Exige sofisticação. Não é para todos. 
Já a felicidade dos contentinhos, a meu ver, é um sentimento pobre. Tem mesmo, parece-me, qualquer coisa de fácil e vulgar. Está ao alcance de toda a gente. 
Na Figueira, parece, quase toda a gente é bestialmente feliz. Quase toda a gente vive num concelho maravilhoso. 
Não conheço muita gente como eu: infeliz e preocupada.
Não sei se foi por me sentir um pouco solitário neste meu estar: gostei de ler esta crónica de João Vaz.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Ana Oliveira renunciou ao cargo de vereadora. Ricardo Silva vai ocupar o seu lugar

A assembleia geral concelhia de militantes do PSD, que se realizou na passada sexta-feira, foi o momento escolhido por Ana Oliveira, ex-deputada,  para anunciar a renúncia ao cargo de vereadora. Tinha sido eleita em outubro de 2017.
Ana Oliveira, militante do PSD, foi deputada eleita pelo círculo eleitoral de Coimbra, até Outubro do ano passado.  
Com a renúncia de Ana Oliveira, Ricardo Silva, líder da Concelhia do PSD, deixa de ser vereador substituto, passando a desempenhar funções com estatuto de titular do cargo.