Ernest Hemingway: «Um homem pode ser destruído mas não vencido.»

sábado, 17 de julho de 2010

Ainda bem que isto é lá por Lisboa...

foto sacada daqui




Imaginem que isto acontecia na Figueira, com a sensibilidade que por aí anda!...
No mínimo, vinha abaixo o Castelo Eng. Silva!

Quando o Mondego fazia parte da cidade...

Foto de Manuel Santos(Para ver melhor clicar em cima da foto)
Regatas de remo no estuário do Mondego, em 10 de Junho de 1942.
Público. Cerca de 60 mil pessoas.

Desenrascanço não leva a nada...

Um cidadão, “usava as saídas precárias da prisão para assaltar bancos”.
Segundo o Diário de Coimbra, “em Abril assaltou a agência da Caixa Geral de Depósitos de Santa Clara. Ao final do dia regressou, tranquilo, ao Estabelecimento Prisional de Coimbra!..”
Portugal é mesmo assim. Um cidadão, já preso, continua preso por assaltar um banco, quando existem tantos outros ladrões à solta que assaltaram bancos e o estado em valores incomparavelmente superiores!..
O desenrascanço não leva a nada!..
Isto, está bom é para os profissionais...

Quizas Quizas Quizas

“Os bloguinhos”...


... Eu também acho que a blogosfera tem uma importância residual...
Mas, também acho, que o que é verdade para a blogo, é igual para os jornais ...
Também para a Cultura, nomeadamente para a dança, mesmo que não custe “um tostão aos cofres dos munícipes figueirenses”!..
Contudo, há uma coisa que ainda não entendi, pois a Companhia não está na Figueira de borla!..
Não existe parceria de qualquer matriz (pública ou privada) para gerir o “elefante branco” CAE, portanto, são os contribuintes portugueses que pagam, incluindo, presumo eu, os figueirenses!..
Isto, evidentemente, na melhor das hipóteses...


Nota de rodapé -
Já agora, fica a minha opinião, de valor residual e iletrada, logo irrelevante, sobre aquilo que acho sobre a gestão pública e política da vida colectiva figueirense, nos últimos 7 meses.
Eu acho que o que se tem passado, de Janeiro para cá, na Figueira, não é culpa total do actual executivo da Câmara.
Aquilo que eu acho, é que um executivo com maioria relativa, tem de ter em conta uma estratégia na acção, que um executivo de maioria absoluta podia ignorar.
Aquilo que continuo a achar é que, assim, há menos margem de manobra.
Daí achar que, desta maneira, existe dependência em relação às outras forças da oposição na gestão dos interesses instalados – nomeadamente, os imobiliários.
Acho que este executivo camarário, não tem a margem de manobra que teve Duarte Silva, pelo menos até certo momento do seu segundo mandato.
Acho que a situação, política, financeira e funcional, vivida pelo actual executivo camarário é uma chatice do caraças...
Sobre os políticos: acho, cada vez com maior convicção, que quando lá chegam são todos iguais.
E pronto...

Simplesmente ridículo...

Enfim!... Simplesmente ridículo... Há políticos que não se enxergam?..

Publicidade criativa?..


sexta-feira, 16 de julho de 2010

Que falta me está a fazer hoje o optimismo de Sócrates...

1. Foi aprovado na Assembleia da República o corte em 5% aos salários dos assessores de gabinete, governadores civis e autarcas.
“A proposta do CDS/PP foi aprovada com os votos a favor do PSD, BE e PCP e o voto contra do PS”.
2. Os cortes, contudo, não abrangeram a Presidência da República nem os grupos parlamentares.
3. Os funcionários do Banco de Portugal vão ser aumentados.

Nota pessoal:
Se o arrependimento matasse, a esta hora, eu já estava morto!..
Como estou arrependido de ter passado ao lado do discurso de ontem do primeiro-ministro!
Não ouvi, mas estou a imaginar, as maravilhas que devem ter sido ditas!..
Bem vistas as coisas, isso até é positivo...
Para falar sobre o horror, que é a realidade que temos, já nos bastam estas oposições. Que pobreza de imaginação tem esta gente!..
Que falta me está a fazer hoje o optimismo do eng. Sócrates...

Hervè Villard

Uma história mal contada

Noticia o JN que Rui Rio mais os seis vereadores da coligação PSD/CDS que manda na Câmara do Porto chumbaram uma proposta do vereador Rui Sá, da CDU, no sentido de ser atribuído o nome de José Saramago a uma rua da cidade.

É o que se chama "fazer-se ao piso"



Traduzindo: Portas, quer que o PS derrube Sócrates, coloque no seu lugar um “bacano à maneira”, que ele aprove, e que o Governo seja repartido com o PSD e o CDS.
Mais nada?..

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Estado da Nação


Que falta que faz o ministro Manuel Pinho. Com ele, pelo menos, era uma animação!..
Agora, já não tenho estado que me permita acompanhar estes debates!..


Salinas

Construído de raiz para o Euro 2004, lembram-se ainda?..



Estudantes de Marketing apresentam ideias para rentabilizar estádio!..
Assim, à priori, a mais exequível parece-me ser “transformar o Estádio Municipal de Aveiro num casino...”
Já agora, porque não estender a tolerância da batota a todo o País, em geral?...

Joel Xavier

A propósito da vitória de ontem de Sérgio Paulinho numa etapa do Tour

Entre as boas e agradáveis recordações da minha infância, possuo a memória de algumas passagens da caravana da Volta a Portugal em bicicleta, pela Gala.
Que espectáculo!.. Que colorido!.. Que encantamento!..
Lembro-me, vagamente, de ainda ver correr Alves Barbosa. Mas, de quem me recordo mesmo bem, é de João Roque, Leonel Miranda, Firmino Bernardino, Américo Silva, Venceslau Fernandes, Joaquim Corvo, Joaquim Andrade, Joaquim Agostinho, Joaquim Leite, Paulino Domingues, Perna Coelho, Fernando Vieira, Fernando Carvalho, Joaquim Gomes, Peixoto Alves, Marco Chagas, Vitor Gamito, Quintino Rodrigues, Francisco Valada, Joaquim Leão, Sousa Santos, Benjamin Carvalho, Alberto Carvalho, Acácio da Silva, Mário Silva, Vítor Tenazinha, Herculano Oliveira, Alexandre Rua, Manuel Zeferino...
Porto, Benfica, Sporting, Boavista, Sangalhos, Tavira, Coelima, Académico do Porto, Louletano, Lousa, Ovarense, Coimbrões, Águias de Alpiarça, Sicasal, eram algumas das equipas que davam cor às estradas portuguesas.
Vem este arrazoado a propósito da vitória de Sérgio Paulinho na 10ª etapa da Volta à França em Bicicleta deste ano.
Pela sua raridade é um feito de registar. É o quarto português a ganhar uma etapa do Tour.
O anterior tinha sido Acácio da Silva, há já 21 anos. Os outros foram Paulo Ferreira e o mítico Joaquim Agostinho, para mim o melhor ciclista português de todos os tempos, que no dia 3 de Julho 1969, obteve a primeira vitória de um ciclista português numa etapa do Tour de França. Foi na quinta etapa, percurso Nancy-Mulhouse, que o ciclista português fez história no ciclismo português e no desporto nacional.
Nesse ano de 1969, na sua primeira participação no Tour, Joaquim Agostinho terminou a prova num magnífico e honroso 8ºlugar.