Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)
terça-feira, 17 de março de 2026
Esta nossa barra: mais uma vítima mortal....
O homem, entretanto, teve alta médica.
A vítima, Corinne Quesnel, de 59 anos, faleceu numa unidade hospitalar de Coimbra, para onde foi transferida do Hospital Distrital da Figueira da Foz, na sequência do agravamento do estado de saúde. Segundo a mesma fonte, o corpo deu ontem entrada no Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses de Coimbra, para realização de autópsia. A tripulação do veleiro era constituída por um casal de nacionalidade francesa.
A embarcação ficou à deriva junto à costa da Figueira da Foz, no passado dia 11, após a tripulação ser projetada para a água, na sequência do adernamento do veleiro. O acidente aconteceu junto à barra. Os tripulantes foram resgatados da água por elementos da Estação de Salva-Vidas do Instituto de Socorros a Náufragos, instalada no Cabedelo, e transportados, numa ambulância dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz, para o Hospital Distrital da Figueira da Foz com sinais de hipotermia, aparentemente sem a vida risco.
Entretanto, o quadro clínico de Corinne Quesnel complicou-se. “Estávamos a recolher as redes da lampreia e avistámos um veleiro a vir da parte norte, a fazer-se à barra. Vimo-lo a apanhar a primeira volta de mar, mas endireitou-se; voltou a apanhar outra e endireitou-se novamente, ficando à deriva, e a tripulação foi projetada para a água”, afirmou ao DIÀRIO AS BEIRAS o armador Alexandre Carvalho.
O chega é um espectáculo: divisão interna no Chega de Portimão leva 19 autarcas a preparar demissão em bloco
"João Graça, Ester Coelho e Pedro Xavier são os três vereadores do Chega na Câmara de Portimão e era expectável que fossem o rosto da oposição à Presidência do Partido Socialista, mas dois deles quiseram protagonizar uma história diferente.
Apesar do PS não ter a maioria dos vereadores em Portimão, conseguiu aprovar o Orçamento Municipal para 2026 com a diversidade de votos dos vereadores do Chega. João Graça votou contra, Pedro Xavier absteve-se e Ester Coelho votou a favor."
segunda-feira, 16 de março de 2026
Nunca a CGTP assinou um acordo social?
No NWO, o Dr. Pedro Santana Lopes acabou de dizer que a CGTP nunca assinou um acordo social.
Mas será mesmo assim?
Segundo o Polígrafo SIC não.
O último acordo assinado foi em 2006 e tratou-se de um entendimento tripartido entre o Governo de José Sócrates, sindicatos e patrões.
Pela primeira vez, os parceiros sociais concordaram em aumentar o salário mínimo ao longo de vários anos.
A meta era de 500 euros em 2011, mas ficou pelos 485 euros.
Centro Náutico da Fontela recebe nome de Joaquim de Sousa em homenagem do Ginásio Figueirense
Dr. Ventura, chama-se a isto tentar uma manobra de diversão para empurrar o seu problema com a barriga...
Todavia, enquanto o líder do Chega diz que no partido “não se protege ninguém”, Rita Matias vê caso de Mafalda Livermore como vergonha, afirmando que se "Bruno Mascarenhas, quiser fazer um favor ao partido", deve demitir-se "de vereador".
A votação norte-coreana de Carneiro e a volatilização dos herdeiros de Costa
Ordenamento do território, o maior falhanço dos 50 anos da democracia
Destruir o horizonte da praia do Malhão.
"Como é que é possível que se repitam os erros do passado? Como é que se pode ponderar construir um parque eólico junto a uma área protegida?
Não é difícil perceber por que razão fomos estragando a nossa paisagem natural: um país adiado durante grande parte do século XX, quando beneficiou de uma brecha de liberdade, modernizou-se tardiamente, o êxodo rural deu-se num ápice, a pressão urbanística tornou-se incontrolável e, perante a pobreza, os valores ambientais estavam longe de ser prioridade. Entretanto, alguma coisa mudou, mas grande parte do mal estava feito."
domingo, 15 de março de 2026
Um escritor figueirense
“O luto acabou por se tornar a grande força motriz da minha escrita, numa fase inicial” - Pedro Rodrigues, escritor figueirense em entrevista à SAPO.
A homofobia do defunto CDS mostra que não foi boa ideia ligá-lo às máquinas...
Projeto dos centristas ainda vai ser discutido pelos deputados, não tendo sido votado. Proposta do Chega chumbou. Partidos apontam “reservas de constitucionalidade” às propostas, recordam incidente das colchas e retratos de Ventura na Assembleia da República, para acusarem Chega de hipocrisia, e apontam o dedo a Chega e CDS por fabricarem problemas para “alimentar guerras culturais”.
Já não conseguimos ver este filme
"Quando as coisas chegam a este ponto, Donald Trump já não tem de disfarçar, já não tem de fingir objetivos nobres, já não tem de construir uma narrativa moral. Ele faz o que lhe apetece.
No fim dos filmes, os maus são castigados, os bons dão um beijo na boca e vivem felizes para sempre, o ecrã enche-se de uma lista de nomes e nós somos embalados por uma música alegre e vitoriosa, escolhida para nos fazer acreditar que no fim fica sempre tudo bem. E esse foi o problema da Primeira Guerra do Golfo. E de todas as guerras em que os americanos se meteram depois disso. Não houve um final feliz e os argumentos foram ficando cada vez piores. Quando tentaram convencer-nos de que o Iraque tinha armas de destruição massiva, em 2003, já se conseguia ver o papelão do cenário numa produção de quinta categoria. A Cimeira das Lajes foi só um momento patético, em que alguns escolheram fingir acreditar, porque às vezes é preciso acreditar em mentiras, mesmo sabendo que são mentiras."
Rita Rato e Fernando Frazão deveriam ter incluído nos programas de actividades, uma sardinhada, um magusto, um porco no espeto e um concerto com o Tony "camioneta"...
Sejamos claros: o que a direita diz que queria não existe - uma ideologia não ideológica.
Como se a direita não fosse uma ideologia ideológica!..
A chegada do chega, um partido fascista, à ribalta do espectro partidário nacional, iniciou aquilo a que os fascistas gostam de chamar de limpeza.
A câmara de Lisboa contrata fascistas do partido fascista para as altas limpezas, dando-lhes lugares dirigentes.
E a coisa está a correr como tinha que correr: mal.
Francisco Frazão teve de sair do Teatro do Bairro Alto porque, provavelmente, estava a fazer um excelente trabalho, mas ideológico.
Rita Rato foi afastada de um lugar onde fez um excelente trabalho, provavelmente, porque tem uma ideologia.
A gente sabe do que a direita fala quando fala de ideologia.
Francisco Frazão não fez acompanhar o seu trabalho de nenhum destes 4 requisitos fundamentais - diria mais: indispensáveis.
A diretora do Museu do Aljube Resistência e Liberdade, Rita Rato, além destes 4 problemas, tem mais um: alguém deve ter dito aos senhores da limpeza que o Aljude foi um lugar que "hospedou" inúmeros comunistas no tempo do outro fascismo.
sábado, 14 de março de 2026
Os actos bonitos não deviam ser pretexto para aparecer nos jornais...
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| Imagem via Diário as Beiras |
De resto...
Vivemos como somos: os pobres da europa.
Contudo, continuemos optimistas: confiemos que apesar dos apesares, os ricos da europa vão continuar a emprestar-nos dinheiro a juros altos...
Conclusão: é bom que os ricos estejam cada vez mais ricos, para assim poderem dar melhores esmolas aos carenciados no futuro.









