"Esta maioria absoluta foi original. Aconteceu depois de seis anos no poder sem maioria. Surgiu no que parecia ser o fim de um ciclo, com um primeiro-ministro que se preparava para a gestão de uma saída que lhe permitisse dar um salto europeu. Nasceu cansada. Ela pode ter sido um presente envenenado para o PS e para o país. Apesar de garantir, teoricamente, mais estabilidade do que a ‘geringonça’, é muito mais instável. Porque a estabilidade política não depende de maiorias aritméticas, mas da estabilidade social que elas ofereçam. E de um propósito. Na ‘geringonça’, era reverter as imposições da troika. Na pandemia, era a emergência sanitária. Perante uma crise inflacionista e sem receitas diferentes da direita, qual é o propósito de António Costa?
sábado, 7 de janeiro de 2023
Um presente envenenado
sexta-feira, 6 de janeiro de 2023
Espera-se que esta "solução inovadora" encontrada com a “boa vontade da câmara” permita a reabertura das extensões de saúde de São Pedro e Marinha das Ondas na próxima segunda-feira...
Via Diário as Beiras
«Estava previsto as extensões de saúde da Marinha das Ondas e de São Pedro reabrirem na passada segunda-feira. Entretanto, duas assistentes técnicas (secretárias clínicas) entraram em baixa médicas e a reabertura foi adiada para o dia 9.»
«A reabertura só é possível porque, como o DIÁRIO AS BEIRAS avançou em primeira-mão, a Câmara da Figueira da Foz criou uma bolsa de assistentes técnicos, com quatro elementos, para colmatar a falta destes profissionais nas unidades de Cuidados de Saúde Primários do concelho. O protocolo entre o município e o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Baixo Mondego para este efeito já foi assinado. As duas primeiras assistentes técnicas cedidas pelo município figueirense terminam hoje a formação, entrando ao serviço no dia 9 deste mês.»
«“Estão, neste momento, criadas as condições para as duas extensões de saúde reabrirem [no dia 9], se até lá não houver outras ocorrências que possam impedir a reabertura”, afirmou o diretor do ACES do Baixo Mondego, José Luís Biscaia, ao DIÁRIO AS BEIRAS.
A Câmara da Figueira da Foz vem resolver uma situação gerada pela falta de recursos humanos no SNS. “[O protocolo assinado entre o ACES do Baixo Mondego e o Município da Figueira da Foz] vem ajudar a resolver um problema que não é da responsabilidade da câmara municipal”, ressalvou José Luís Biscaia.»
quinta-feira, 5 de janeiro de 2023
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| Foto: Pedro Agostinho Cruz |
quarta-feira, 4 de janeiro de 2023
"A época natalícia ainda não terminou"...
Via Diário as Beiras
"O programa de festividades ficará concluído no dia 8 deste mês, com o concerto de Ano Novo, no Centro de Artes e Espetáculos (CAE) da Figueira da Foz, promovido pela câmara municipal, com a atuação de Sofia Escobar, que sobe ao palco do Grande Auditório acompanhada por uma banda de 10 músicos."
terça-feira, 3 de janeiro de 2023
MEMÓRIA... 30 ANOS DEPOIS, AGORA... Oferta do Livro...
Moção de censura que vai ser votada na próxima quinta-feira já tem o destino traçado: vai ser chumbada
Via RTP Notícias
"A moção de censura da IL vai ser a segunda que o XXIII Governo constitucional enfrenta desde que iniciou funções, em 30 de março de 2022, depois de ter vencido as eleições legislativas com maioria absoluta, e terá chumbo` assegurado pela bancada socialista, tal como a primeira apresentada pelo Chega em julho.
O secretário-geral do PCP considera que a moção de censura, apresentada pela Iniciativa Liberal, serve apenas "para entreter".
Paulo Raimundo sublinha que o problema do Governo é a política que está a ser seguida e não a escolha dos ministros."
Galamba é ministro. Caramba!..
segunda-feira, 2 de janeiro de 2023
Presidente Lula: "Foi a democracia a grande vitoriosa nesta eleição"
Diferença
No tempo que passa, na sociedade da comunicação em que vivemos, isto é normal. Santana, em termos do comunicação, sabe muito. Valoriza, por exemplo, o papel importante que a comunicação social, quando isenta e séria, pode desempenhar na mensagem que pretende passar.
Como esta primeira edição do ano de 2023 do Diário as Beiras mostra, é o normal, para um político. Mas não é coisa pouca, como se viu num passado relativamente recente...
















