sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Associação empresarial acusa Governo de abandonar região de Coimbra

Daqui

"A Associação Empresarial da Região de Coimbra (NERC) acusou ontem o Governo de abandonar aquele território, que corresponde à maior comunidade intermunicipal nacional, depois de as obras previstas para o porto da Figueira da Foz terem sido adiadas.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a NERC afirma que a região de Coimbra foi “abandonada pelo Governo” e que as obras no porto da Figueira da Foz, previstas para se terem iniciado em 2019 e concluídas em 2021, foram “adiadas ‘sine die’” para o próximo quadro comunitário de apoio.

“O adiamento pode inviabilizar o investimento de privados num montante quase igual aos dos fundos europeus e que pode agora não se conseguir manter, perdendo Portugal esta oportunidade”, avisa a instituição presidida pelo empresário Horácio Pina Prata.

“Mas já ninguém se surpreende com este desprezo por um Centro cada vez mais esvaziado. Desta vez foram condicionantes ligadas ao património arqueológico subaquático que atrasaram a apresentação ao [programa] COMPETE de documentos a anexar à candidatura”, refere a associação empresarial.

As críticas estendem-se ao “abandonado” do eixo Figueira da Foz – Vilar Formoso, “ligando o Centro à Europa em autoestrada” e ao IP3 Coimbra – Viseu, que não foi “considerado como prioritário”.

Já na ferrovia, “as melhorias na linha da Beira Alta continuam a ter como referência a sua conceção do século XIX, não se observando a sua requalificação e adaptação ao transporte transeuropeu de mercadorias associada à rentabilização do porto da Figueira da Foz e a competitividade da região Centro”, sustenta."

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Apita o comboio

 "Figueira conta com Comboio Turístico de verão a partir de amanhã"...

Até na Figueira há burros!..

 Via Casimiro Terêncio

Concursos públicos e a adjudicção directa (2)

O recurso à adjudicação directa, tem de ser uma excepção na lei.

 Via Casimiro Terêncio

Por vezes pode cansar, mas é preciso insistir...

Como é possível, em pleno século XXI, ainda existir gente com medo de ter e exprimir opinião na Figueira? A Liberdade é uma luta que nunca acaba!

Lagoa da Vela...

 Será que é desta?

Via Diário as Beiras

Grande cartaz da Figueira, esta foto...

Ninguém dá por ele, como convém. 
É fotógrafo. Capta "momentos decisivos".
Confirma, com a fotografia, seu ofício, que as coisas simples são as autênticas. 
As suas fotografias são testemunhos que nos garantem que é no dia-a-dia que está a perenidade. 
Fotografar não é fácil. Com as tecnologias ao alcance de todos a coisa piorou. 
Hoje, toda a gente acha que faz fotografia. Contudo, a fotografia é outra coisa: faz meditar e olhar para outros horizontes. 
Fotografar é mostrar outras coisas. É olhar, perceber e tramsmitir.
A fotografia conta histórias. 
Pedro Agostinho Cruz: depois deste verão, melhores dias virão.

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

"Como todos os pobres não tenho férias. Nunca tive. Não conheço locais longínquos e mais ou menos paradisíacos ou exóticos. ”Nunca lá estive”, como escreveu Joaquim Namorado a propósito dos mares do sul. Contudo, como também não sou inteligente, como Luis Buñuel, tenho muita imaginação"...

Victor Hugo, via o sítio dos desenhos 

E o porto da Figueira?...

Via Compete 2020

E a Figueira, pergunta vocês... Foi a sacrficada...   Continuo a recomendar OMO. Lava mais branco...

Estações náuticas: Figueira, orgulhosamente só...

Estações Náuticas: um novo convite à descoberta do Centro de Portugal

"Mergulhar no atlântico, surfar as ondas da Vagueira, fazer esqui e wakebord nas águas calmas de uma barragem ou descobrir castelos mágicos em ilhas no meio do rio a bordo de um caiaque... tudo é possível nesta forma diferente de fazer férias no Centro de Portugal. 

São a nova tendência de turismo nacional. As Estações Náuticas permitem, de forma refrescante, descobrir ainda melhor a região centro do País. O projecto, desenvolvido sob a forma de um Portal Digital, reúne, de forma simples e fácil de consultar, todas as informações sobre atividades disponíveis nas 23 estações náuticas certificadas no país. Basta dar resposta à pergunta “o que deseja fazer?” e depois partir à descoberta de Portugal através da água. 

O Centro de Portugal conta com oito Estações Náuticas certificadas, e outras sete estão em processo de certificação. São organizadas com base na valorização dos recursos náuticos presentes em cada território, os quais incluem a oferta de alojamento, restauração, atividades náuticas e outras atividades e serviços relevantes para a atração de visitantes. Ao estarem certificadas, asseguram aos visitantes a qualidade do produto turístico e dos serviços prestados, bem como apoio informativo e a reserva de alojamento e serviços.

O Centro de Portugal conta com oito Estações Náuticas certificadas, e outras sete estão em processo de certificação. A saber: Aveiro, Castelo do Bode, Estarreja, Ílhavo, Murtosa, Oeste, Ovar e Vagos."

E a Figueira?

Nada...

Lembra-se de "La Bamba"?

 Cantor Trini López morreu vítima de covid-19

Silly season?..



A Figueira está tranquila... 
O presidente do executivo anda discretamente a governar. 
A oposição anda discretamente a opor-se... 
A comunicação social anda discretamente sem assunto que valha... 
(Se não fosse OUTRA MARGEM, como mataríamos o tédio na Figueira).
Ir a Quiaios ou a S. Pedro, e não ver o desleixo, é impossivel...
Via Diário as Beiras. Edição de 12 de Agosto de 2020, página 17.

Credo


Creio nos anjos que andam pelo mundo,

creio na deusa com olhos de diamantes,
creio em amores lunares com piano ao fundo,
creio nas lendas, nas fadas, nos atlantes;

creio num engenho que falta mais fecundo
de harmonizar as partes dissonantes,
creio que tudo é eterno num segundo,
creio num céu futuro que houve dantes,

creio nos deuses de um astral mais puro,
na flor humilde que se encosta ao muro,
creio na carne que enfeitiça o além,

creio no incrível, nas coisas assombrosas,
na ocupação do mundo pelas rosas,
creio que o amor tem asas de ouro. Amém. 

terça-feira, 11 de agosto de 2020

"Avante!: dez razões para a festa avançar"

Síntese do Henrique Raposo roubada descaradamente ao Expresso.  

Corre um espectro pelo país...

 Uma postagem a não perder: "Sinais de pânico".

A luta continua ...

(... em “legítima defesa” às constantes agressões da realidade medíocre e cinzenta que nos cerca, mas que não vai conseguir sufocar-me.

Jornalistas: cuidado...

Novo Banco e António Ramalho, certamente confortados com as garantias do Estado e o dinheiro dos contribuintes, já passaram às ameaças: 

«Autora de investigação sobre negócio do Novo Banco diz ser alvo de ameaças».

A construção costeira portuguesa revela desmazelo ou corrupção?

Via Público, 20 de Maio de 2016
«O fotógrafo Diogo Andrade percorreu toda a costa portuguesa, desde Caminha até Vila Real de Santo António, e trouxe consigo apenas os "postais feios". Construção sobre zonas protegidas ou de altura ilegal, indústria pesada instalada sobre os areais, vias de escoamento de resíduos a céu aberto, exemplos de planeamento urbanístico e paisagístico disfuncionais constam nas imagens do projecto que o fotógrafo ironicamente intitulou de O Jardim
A Póvoa de Varzim, a Figueira da Foz e a Quarteira foram as cidades que, devido à elevada extensão e densidade habitacionais, o impressionaram mais negativamente. "Em termos de poluição ambiental, a refinaria de Leça da Palmeira e o Porto de Leixões, bem como toda a área do porto de Sines e São Torpes, são zonas em que se sente uma brisa marítima 'diferente'", ironiza. "Tudo poderia ter sido feito com mais critério e, sobretudo, com mais pensamento estratégico." Diogo aponta o dedo ao turismo, "sem demonizar", como um dos principais responsáveis pela "intensa mudança da costa portuguesa" das últimas décadas, mas não isenta de culpa a população, que alimentou o forte desejo de "comprar ou arrendar uns metros quadrados à beira mar". "O Jardim não é um projecto de denúncia", elucida o fotógrafo, "mas sim de investigação sobre as escolhas erradas que foram feitas ao nível de desenvolvimento urbanístico e gestão do território, seja por parte do Estado, do poder local ou do cidadão individual"