sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Fico com o pobre coração em fanicos e aperta-se-me a alma quando olho para palermas...
Em tempo.
Não regressa à social-democracia porque nunca de lá saiu...nem ele, nem o PSD. Passos diz que se recandidata "em coerência" e sem "mudanças artificiais" de rumo no discurso do partido.
"Não vou andar pelo país com ideias transvestidas"...
Não regressa à social-democracia porque nunca de lá saiu...nem ele, nem o PSD. Passos diz que se recandidata "em coerência" e sem "mudanças artificiais" de rumo no discurso do partido.
"Não vou andar pelo país com ideias transvestidas"...
Cavaco...
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| Aníbal Cavaco Silva e António Costa. Foto: ANTÓNIO COTRIM/LUSA |
O Presidente da República disse que se
vai reunir hoje com o primeiro-ministro e espera que este lhe traga
"boas notícias".
"É muito importante que se chegue a um entendimento com a Comissão Europeia sobre o próximo Orçamento por uma razão fundamental: porque Portugal é um país que depende muito do estrangeiro..."
Todos sabemos que é muito mais confortável negar a justeza de uma causa para justificar indiferença, do que ter a coragem de assumir indiferença perante a justeza da causa.
Agora: se não é para ajudar, ao
menos podia não ser empata...
Todos sabemos que é muito mais confortável negar a justeza de uma causa para justificar indiferença, do que ter a coragem de assumir indiferença perante a justeza da causa.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Cá está algo que explica muita coisa...
José Rodrigues dos Santos é considerado pelos portugueses o melhor escritor nacional.
EM TEMPO.
Tal como Tony Carreira e Anselmo Ralph são os melhores compositores e intérpretes...
E Joana Vasconcelos é a melhor artista plástica.
EM TEMPO.
Tal como Tony Carreira e Anselmo Ralph são os melhores compositores e intérpretes...
E Joana Vasconcelos é a melhor artista plástica.
Mensagem para as novas gerações? Puta que os pariu! *
"Missão técnica da Comissão Europeia que se deslocou a Lisboa já aprovou a última versão do OE, depois da introdução de novas medidas de austeridade. Europa também cedeu - nas metas e nalgumas reivindicações do Governo"...
* Luiz Pacheco.
Isto só me tem dado chatices - entrevista por João Paulo Cotrim para a revista Ler, 1995, em O Crocodilo Que Voa, Tinta-da-China.
* Luiz Pacheco.
Isto só me tem dado chatices - entrevista por João Paulo Cotrim para a revista Ler, 1995, em O Crocodilo Que Voa, Tinta-da-China.
No aproveitar é que estaria o ganho...
O BE e o PCP não deviam deixar a oportunidade que resulta das pressões da Comissão Europeia, para impor ao PS a exigência da tributação efectiva de quem mais possui e mais pode.
Haja vontade política...
Haja vontade política...
Banco Efisa, Miguel Relvas e os “nossos” 90 milhões de euros
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| Foto: António Cotrim/Lusa@Esquerda.net |
Agora as novidades: em primeiro lugar, ficamos a saber que o Estado português injectou cerca de 90 milhões de euros num banco que vendeu por 38 milhões. Dinheiro para aumentar o salário mínimo tem o condão de chocar a nossa moralíssima direita mas quando chega a hora de despejar 90 milhões de euros num descendente do BPN não se passa nada. Em segundo lugar Miguel Relvas, sempre no sítio certo, à hora certa. O ex-ministro e homem forte de Pedro Passos Coelho integra a Pivot SGPS e, coincidência das coincidências, o governo do qual fez parte não só lhe vendeu o Efisa por meia dúzia de tostões como ainda lá injectou mais do dobro daquilo que recebeu por ele. Um caso em que, bem vistas as coisas, acabamos por pagar 52 milhões de euros à Pivot SGPS para ficar com o banco, livre de encargos adicionais. Como é belo o liberalismo privatizador da direita nacional."
João Mendes, via Aventar
Dívida pública aumentou 5,3 mil milhões de euros em 2015
"O Banco de Portugal anunciou que a dívida pública atingiu os 231,1 mil milhões de euros em dezembro de 2015, o que representa um aumento de 5,3 mil milhões de euros face ao registado no final de 2014".
Via Expresso
Via Expresso
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Cosme Machado
Estava eu, esta tarde, tranquilo, imerso em amena leitura de um livro de Pacheco Pereira sobre Álvaro Cunhal, quando fui abalroado por esta notícia: Cosme Machado ficou de fora da lista de nomeações para a próxima jornada...
Portugal, deve ser o único país do mundo em que o conflito floresce na organização e fenece no caos...
Uma das desvantagens de ser árbitro de futebol de onze é que acontecem offsides em jogadas que dão golo.
De domingo para cá, tem sido um fartote de Cosme Machado.
Para mim que não o conheço de lado nenhum, Cosme Machado é apenas isto: um péssimo e errático árbitro de futebol, capaz das piores decisões possíveis.
A sua especialidade é estragar jogos de futebol.
Portugal, deve ser o único país do mundo em que o conflito floresce na organização e fenece no caos...
Uma das desvantagens de ser árbitro de futebol de onze é que acontecem offsides em jogadas que dão golo.
De domingo para cá, tem sido um fartote de Cosme Machado.
Para mim que não o conheço de lado nenhum, Cosme Machado é apenas isto: um péssimo e errático árbitro de futebol, capaz das piores decisões possíveis.
A sua especialidade é estragar jogos de futebol.
Social-democracia: partir em caso de emergência
"A social-democracia, enclausurada numa gaveta nos confins sombrios da São Caetano à Lapa, é uma espécie de extintor numa caixa de vidro que o PSD ameaça partir em caso de emergência. E digo ameaça porque nunca chega a sair da gaveta não deixando, porém, de servir o seu propósito do convencer uns quantos da existência de uma viragem à esquerda num partido que tratou de esmagar o Estado Social durante quatro anos. Um partido que liderou um governo que procurou colocar em prática uma espécie de liberalismo privatizador ao serviço das mais altas clientelas enquanto a precariedade, a pobreza e a destruição dos direitos laborais alastravam. Eles bem podem encenar a farsa da social-democracia as vezes que quiserem. Sá Carneiro continuará às voltas no túmulo."
João Mendes - via Aventar
João Mendes - via Aventar
Miguel Relvas...
"Banco Efisa, diz-lhe alguma coisa?
Era o antigo banco de investimentos do BPN e que está parado desde 2009. Está longe de ser um banco relevante no sistema, mas tem uma mais-valia: uma licença bancária para operar em Portugal, Moçambique, Angola e na América Latina, que foi mantida à custa da injecção de dinheiros públicos, cerca de 52 milhões desde 2014.
Em julho de 2015, já depois de ter vendido o BPN, o Estado decide vender também o Banco Efisa, que até aí se encontrava dentro da Parvalorem, o veículo criado para gerir os restos do BPN. O Efisa é assim entregue à Pivot por 38 milhões de euros.
Na altura pouco se sabia da Pivot, a não ser que congregava investidores angolanos, norte-americanos e portugueses. Ficámos, no entanto, na semana passada, a conhecer um pouco mais desta história.
Miguel Relvas, diz-lhe alguma coisa? Foi secretário de Estado da Administração Local em 2004, altura em que ajudou a Tecnoforma - em que esteve Passos Coelho como administrador - a montar a fraude dos aeródromos. Mais tarde tornou-se número dois do primeiro-ministro Passos, e ministro dos Assuntos Parlamentares até abril de 2013.
Miguel Relvas já tinha sido consultor do banco de investimento do BPN antes da nacionalização. Na altura, o deputado e administrador da Kapaconsult (que tinha como único cliente o Efisa) era crucial para abrir as portas da política e dos negócios no Brasil .
Em 2012, foi o seu Governo a nomear Francisco Nogueira Leite, ex-administrador da Tecnoforma com Passos Coelho, para presidente da Parvalorem. Para além de chamar outros quadros próximos da Tecnoforma, Nogueira Leite manteve homens da confiança de Oliveira e Costa em lugares críticos da empresa. E foi ele, enquanto responsável máximo da Parvalorem, a conduzir a venda do Efisa à Pivot em 2015.
Já fora do Governo, é Miguel Relvas quem aparece, mais uma vez, a prestar serviços de consultoria à Pivot. Mas na semana passada o consultor Relvas foi promovido a accionista, e pede agora ao Banco de Portugal que ateste a sua idoneidade para ser dono de um banco, o Efisa.
Miguel Relvas e idoneidade, uma contradição nos termos capaz de arrancar uma boa gargalhada a qualquer um se não corresse o risco de vir mesmo a ser declarada".
Fica a pergunta de Mariana Mortágua: Miguel Relvas, diz-lhe alguma coisa?
Em tempo.
"Passos mete 90 milhões no banco de Relvas."
Era o antigo banco de investimentos do BPN e que está parado desde 2009. Está longe de ser um banco relevante no sistema, mas tem uma mais-valia: uma licença bancária para operar em Portugal, Moçambique, Angola e na América Latina, que foi mantida à custa da injecção de dinheiros públicos, cerca de 52 milhões desde 2014.
Em julho de 2015, já depois de ter vendido o BPN, o Estado decide vender também o Banco Efisa, que até aí se encontrava dentro da Parvalorem, o veículo criado para gerir os restos do BPN. O Efisa é assim entregue à Pivot por 38 milhões de euros.
Na altura pouco se sabia da Pivot, a não ser que congregava investidores angolanos, norte-americanos e portugueses. Ficámos, no entanto, na semana passada, a conhecer um pouco mais desta história.
Miguel Relvas, diz-lhe alguma coisa? Foi secretário de Estado da Administração Local em 2004, altura em que ajudou a Tecnoforma - em que esteve Passos Coelho como administrador - a montar a fraude dos aeródromos. Mais tarde tornou-se número dois do primeiro-ministro Passos, e ministro dos Assuntos Parlamentares até abril de 2013.
Miguel Relvas já tinha sido consultor do banco de investimento do BPN antes da nacionalização. Na altura, o deputado e administrador da Kapaconsult (que tinha como único cliente o Efisa) era crucial para abrir as portas da política e dos negócios no Brasil .
Em 2012, foi o seu Governo a nomear Francisco Nogueira Leite, ex-administrador da Tecnoforma com Passos Coelho, para presidente da Parvalorem. Para além de chamar outros quadros próximos da Tecnoforma, Nogueira Leite manteve homens da confiança de Oliveira e Costa em lugares críticos da empresa. E foi ele, enquanto responsável máximo da Parvalorem, a conduzir a venda do Efisa à Pivot em 2015.
Já fora do Governo, é Miguel Relvas quem aparece, mais uma vez, a prestar serviços de consultoria à Pivot. Mas na semana passada o consultor Relvas foi promovido a accionista, e pede agora ao Banco de Portugal que ateste a sua idoneidade para ser dono de um banco, o Efisa.
Miguel Relvas e idoneidade, uma contradição nos termos capaz de arrancar uma boa gargalhada a qualquer um se não corresse o risco de vir mesmo a ser declarada".
Fica a pergunta de Mariana Mortágua: Miguel Relvas, diz-lhe alguma coisa?
Em tempo.
"Passos mete 90 milhões no banco de Relvas."
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