300 mil portugueses desempregados não recebem subsídio nem têm qualquer tipo de apoio.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Chamem a polícia...
"O Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social perdeu, no ano passado, 1500 milhões de euros na bolsa, avança o Correio da Manhã, citando um relatório do Tribunal de Contas. No final de 2011, o Fundo valia menos oito por cento que em 2010, o que corresponde a uma desvalorização três vezes superior à verificada nesse ano. Temos, portanto, que, para além das perdas resultantes de políticas de achatamento salarial e promoção da precariedade, com efeitos directos sobre a base de incidência dos descontos e indirectos sobre a recessão e o desemprego que geram, os dois últimos Governos andaram também a refundar o Estado social jogando na bolsa com o dinheiro das reformas futuras dos portugueses, ao mesmo tempo que reduziam reformas, aumentavam descontos e falavam em envelhecimento populacional para aumentar a idade mínima para a reforma. Responsabilidade e sentido de Estado, como cantam os comentadores do regime. Porque o dinheiro não desaparece assim, por evaporação, e a uma perda corresponde sempre um ganho, Resta saber quem ficou com todo este dinheiro. Quem possua informação privilegiada, nomeadamente quem tem a proximidade suficiente do grande accionista Estado para saber quando, a que preço e que acções compra e vende, tem todas as condições para enriquecer do dia para a noite. Com as reformas dos portugueses. Há quem diga que o BPN aconteceu porque havia que esconder estes jogos da fortuna deles e do nosso azar."
Via O país do Burro
Via O país do Burro
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Este homem também é perigoso
Estranho, não é Relvas ser ministro num governo presidido
por Passos Coelho.
Estranho, é ter havido portugueses que proporcionaram isso
com a sua abstenção e o seu voto…
domingo, 4 de novembro de 2012
Festa da Sopa em Vila Verde
| foto: Pedro Agostinho Cruz, sacada daqui |
É aproveitar, pois hoje é o último dia da edição deste ano.
sábado, 3 de novembro de 2012
Aquele senhor magrinho
«O dr. Cavaco Silva, que, segundo corre por aí, é o Presidente da República, desapareceu. Não se vê na televisão. Os jornais não falam nele. Anda calado como um rato e escondido atrás de uma cortina. A população supõe que o bom do homem continua em Belém a olhar para o Tejo e a contar navios. Mas não tem a certeza. Há gente, armada de binóculos, que o tenta descobrir, sem o mais vago resultado. E há gente que perde o seu tempo e a sua paciência a especular sobre o que lhe sucedeu, se de facto lhe sucedeu alguma coisa. Já se demitiu sem ninguém saber? Emigrou? Caiu a um poço? É um grande mistério. Por assim dizer, um mistério histórico. Um facto é certo: Portugal elegeu um senhor magrinho para resolver os sarilhos da pátria e, agora que precisa dele, ele não está cá.»
Vasco Pulido Valente, Público, 3/11/2012, via Entre as brumas da memória
O emplastro do jornalismo on linne figueirense...
Um dia destes, fiquei
surpreendido com um post de Jorge Lemos sobre os emplastros do “jornalismo”, deduzo que figueirense.
Escreveu ele. Passo a citar.
“Eu sei cozinhar umas
coisas, mas não sou cozinheiro. Sei fazer curativos, mas não sou enfermeiro.
Sei coser, mas não sou alfaiate. Tiro umas fotos, mas não sou fotógrafo.
Mas tenho uma carteira profissional de jornalista.
Que me confere direitos, mas também deveres e
responsabilidades.
E por que raio é que alguns iluminados, que escrevem umas
coisas sem qualidade e a...cima de tudo, sem responsabilidade do que editam, se
intitulam jornalistas?
Ou dizem ter um jornal?
Onde está a ética e respeito por uma profissão?
A empresa para onde trabalho paga as suas responsabilidades
sociais.
Eu pago, e não é pouco, pela carteira profissional.
Pior do que estes emplastros do jornalismo, são os que os
convidam para conferências de imprensa!
E os convites partem, muitas das vezes, de instituições
públicas!
A dar cobertura a uma concorrência ilegal e desleal!
Mas anda tudo doido?”
Se calhar, Jorge, se calhar…
Pelo que percebi, o Jorge está indignado com o “palhetas”
desta Figueira. E com razão.
Mas, olha Jorge, não sendo o teu caso (sem desprimor para
ninguém, considero-te o melhor e o mais honrado jornalista que exerce a profissão
na cidade da Figueira da Foz), eu, que já considerei o jornalismo uma profissão nobre,
democratizante, útil para a democracia e de alguma maneira reguladora de um
determinado sentido humanista para a sociedade, neste momento, já não sou tão
optimista.
Na realidade, a nível
local e a nível nacional, em geral
considero que a maioria dos jornalistas
não passam de meretrizes histéricas ao serviço do gajo que, pontualmente, paga mais. Assistimos, hoje em dia, àquilo que
de mais básico o jornalismo tem para oferecer à sociedade: a vulgaridade, a
javardice bacoca, a exploração da miséria humana e o gosto pela audiência.
O jornalista transformou-se numa “prima dona” vaidosa, cuja única razão de existência é o
share televisivo ou venda média em
banca.
O essencial, não é a
produção de informação que vise o esclarecimento e a verdade, mas sim enviezar e distorcer a opinião pública em função do grupo económico, ou do interesse político, que
lhes paga a sopa.
Neste momento, não tenho nada contra que se peguem em quase todos os jornalistas
deste país e que os ponham a render em Monsanto ou, em versão caseira, na mata da estrada da
Leirosa, onde o putedo possa levar a
cabo a sua função de servir de válvula de escape para os males e stress deste mundo.
Jorge, meu caro Amigo: pior que a esmagadora maioria dos
jornalistas que conhecemos, só mesmo os emplastros do “jornalismo”.
Seguro já percebeu o que é a refundação?...
Depois da abstenção violenta e de outras expressões igualmente
duras, temos agora , em "tom muito duro",
a mensagem de Seguro em resposta à mensagem de Passos Coelho…
Como hoje em dia já não se escrevem cartas - agora comunica-se por sms ou por e-mail, uma linguagem que mata mais a língua de Camões e Pessoa que o próprio Acordo Ortográfico - presumo que a resposta de Seguro não andará longe disto:
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Para ler com atenção...
A nossa democracia numa encruzilhada, um texto de Jorge Bateira, no jornal i.
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