quinta-feira, 10 de junho de 2010

Montemor prestou tributo a Zeca Afonso

Foi ontem, em Quinhendros, Montemor-o-Velho.
Foi um espectáculo com muito para ver e para ouvir...
E, sobretudo, imenso para sentir!..
Agora, havia tanto para escrever...
Foram 700 pessoas, novas e menos novas, daquelas que ainda se manifestam, daquelas que ainda acreditam, daquelas que ainda não desistiram da esperança de que a construção de um mundo novo e melhor é possível!..
E, sobretudo, necessário...
Dizer que foi lindo, lindo e muito bom - é redutor...
Ontem, vim de Quinhendros com a alma cheia...
O Olímpio Fernandes, que também lá esteve, à sua maneira, conta mais aqui.

Questões verdadeiramente fracturantes em São Pedro e no concelho da Figueira

Duarte Silva, de harmonia com o que li no diário as Beiras do dia 1 de Maio de 2009, “não descartava a possibilidade de vir a exigir a reversão dos terrenos da antiga transformadora de madeira Alberto Gaspar.”
Face a isso, a possibilidade dessa reversão - e como o que está em causa é a defesa dos interesses do concelho da Figueira da Foz – coloquei neste blogue a pergunta ao então presidente da câmara a poucos meses do final de mandato: o que tem inibido o eng. Duarte Silva?
Como a pergunta continua pertinente e como o que continua a estar em causa são os interesses do concelho da Figueira da Foz, coloco a mesma questão ao actual executivo: o que vos inibe?..
Citando António Tavares, então Vereador da oposição: “este processo nasceu torto e está a ser enviesado. A maioria (camarária) não tem uma visão integral mas sim parcial e casuística. Não há uma distribuição coerente e racional. A Figueira está ao sabor dos patos bravos, da pressão imobiliária e da construção civil. Há muito para justificar”.
Citando outro da área do PS, o defunto político António Paredes, referindo o passado urbanístico figueirense, afirmou que “o PS já pagou politicamente esses erros.”
Vamos lá ver, então, se o PS local, novamente no poder na Figueira, aprendeu realmente com os erros do passado...

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Assessores e adjuntos, nem um cêntimo para a crise..

O bloco central - governo e bengala PSD- mantêm os salários de assessores e adjuntos.
“A discussão na comissão parlamentar de Orçamento e Finanças foi supersónica. Durou menos de cinco minutos. O CDS e o PCP ainda pediram esclarecimentos, mas o PS limitou-se a repetir uma explicação deveras sumária sobre a nova proposta na lei sobre o corte de vencimentos dos titulares de cargos políticos.”
Entretanto, para nós, que também não somos políticos, vão sobrar mais medidas de austeridade...
E Alegre, nada diz sobre isto, mas co-responsabiliza o outro...

Isto é um país governado por gente normal?



Tens um mamar muito doce...

.... mas, por mim, estás dispensado de pedir desculpa, pois não posso com hipócritas.

“Impostos retroactivos. PSD admite chumbar proposta do CDS.”

Um verdadeiro Homem de Abril


"VASCO GONÇALVES foi, entre todos os militares de Abril, a figura maior da nossa Revoluçãol - e sua intervenção singular em todo o processo revolucionário fez dele uma figura maior da história de Portugal.

Ele foi o primeiro - e até agora único - primeiro-ministro português que, no desempenho desse cargo, teve sempre como primeira prioridade, paralelamente à defesa da independência nacional, a defesa dos interesses dos trabalhadores e do povo, ou seja, da imensa maioria dos portugueses.

Por isso, o Companheiro Vasco ficará para sempre na memória e no coração dos trabalhadores, do povo e do País.

Por iniciativa de um grupo de amigos de Vasco Gonçalves, e de familiares deste, efectua-se, no próximo dia 11 - dia em que passa o 5º aniversário do seu falecimento - uma Romagem ao Cemitério do Alto de São João.
É às 11 horas."

Lídio Lopes voltou à blogo...

"Escrevo porque gosto e porque penso ter a autoridade que a experiência confere, para saber do que falo. Sempre tive a convicção profunda e sempre o afirmei, que não é o cargo ou a função que exercemos que conta. O que verdadeiramente conta é saber quem somos, que raízes temos, o que fizémos e o que dissémos ao longo da vida.
Concluo sublinhando, escrevo porque gosto e porque fica registado no tempo, de forma simples e directa, a minha opinião."

Zeca Afonso, sempre...

terça-feira, 8 de junho de 2010

Queirós ainda consegue surpreender!...

Liguei, por breves momentos, a televisão para espreitar o jogo de Portugal...
Já fugi, pois as vuvuzelas complicam tudo...
Mesmo assim, deu para ficar a saber que Nani, oficialmente lesionado, vem embora e em seu lugar vai Rubem Amorim!..
Queirós ainda consegue surpreender: perde um avançado e em vez de mandar ir mais um defesa central, seguiu um trinco!..

Pois...

"Nós somos o que fazemos. O que não se faz não existe. Portanto, só existimos nos dias em que fazemos.
Nos dias em que não fazemos, apenas duramos" .
(Padre António Vieira).

X&Q881



Portugal-Moçambique vai ser jogado num estádio de críquete!..

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Que grande patriota que eu sou!...

Nunca tinha pensado nisso.
Mas, o senhor professor Aníbal Cavaco Silva alertou-me: que grande, melhor, que enorme patriota que eu sou.
56 anos a passar férias em Portugal é obra!...
Melhor ainda, nalguns deles, nem férias tive – foi sempre a trabalhar.

Esperavam o quê?.. O povo português é sereno...


... “à excepção de meia dúzia de familiares e amigos, activistas LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros) e uma batalhão de jornalistas, o casamento de Teresa Pires e Helena Paixão parece não ter provocado curiosidade em mais ninguém.”

A Figueira pacóvia?..

Simplória?.. Ou aparvalhada?..
Escolha você.
(Imagem do cartaz promocional sacada daqui)

O Ambiente na Figueira da Foz: United Resins



O ano tem dias em que o fiozinho que separa a vida que corre bem da vida que corre mal, é praticamente invisível.
Contudo, raramente damos pela presença do tal fiozinho.
As excepções, são aqueles dias em que damos conta que o tal fiozinho está a esticar perigosamente...
O que vale, é que contamos sempre que o futuro continue a jogar a nosso favor!..

domingo, 6 de junho de 2010

O mundo é injusto. Eu não...

Há muito que perdi a esperança da atribuição de um Nobel da literatura a um comentador de blogue anónimo.
Mas, verdade seja dita, em tempos que já lá vão, apareceram neste blogue comentadores de que ainda hoje nos lembramos. O castelo de areia, o tó (da lota), mão, amigo de new bedford, rasteirinho, ze kalanga, José Carlos de Sousa Martins, rato do oásis da figueira, avô cantigas, corte, Jacinta, bonzão, joaquim Bonifácio, morales, VC, galinhas do mato, bakunine, Adosindo sem Basófias, + 1, pros vaidosos, matra, ultra, ze petinga, socio com quotas pagas, beira rio, entre muitos outros, são figuras inesquecíveis de comentadores que durante anos nos acompanharam.
Mas, o verdadeiro comentador, na altura em que chegávamos a receber 500 comentários por post, era o anónimo, caros leitores, o anónimo!..
O anónimo, esse penduricalho da blogoesfera, o verdadeiro soldado desconhecido da guerra das ideias, sem cujo manso sacrifício nenhuma batalha poderia ser travada, muito menos vencida!..
Como já escrevi, só para um post, enviaram-me cerca de 500 comentários, a grande maioria dos quais, assinados pelo tal anónimo.
Foi obra, 500 comentários!.. Quanto esforço, quanta convicção, quanta argúcia, quanta persistência, quanta toleima, quanto desvario empregues na confecção de 500 comentários!..
Um dia, acordei bem disposto, e considerei que, isso, no mínimo, era injusto. Tanto esforço, tanto pundonor, tanta dedicação, tanta argúcia, e no final da linha, nem sequer a compensação do mítico minuto de fama. Tinha de acabar com essa injustiça. Foi o que fiz e continuo a fazer.
Mas, para que conste. Comentadores de blogues anónimos, continuo a considerar-vos heróis do nosso tempo, silenciosos e ignorados, é certo, mas heróis do nosso tempo.
É por isso, só por isso, meus caros comentadores de hoje, António e António Páscoa, que os vossos comentários foram direitinhos para o lixo...
A riqueza da vossa prosa, no mínimo, merecia esse tal minuto de fama no fim da linha.
O mundo é injusto. Eu não.

Parque desportivo, isto?...

Para ampliar, clicar em cima da foto.
Quase todos os dias, a pé, de bicicleta ou de carro, passo por aqui. E, quase todos os dias, penso no mesmo: como é possível um parque desportivo situado numa área nobre de uma freguesia (dizem que, também, vila...) que mais faz lembrar um cenário terceiro mundista!...