quinta-feira, 19 de março de 2026

Para a presidente da CIM, o que está a acontecer no porto da Figueira da Foz “é dramático”

Via RTP
"A Região de Coimbra registou cerca de 142 milhões de euros (ME) em danos em equipamentos municipais afetados pelo comboio de tempestades, afirmou hoje a Comunidade Intermunicipal (CIM).
Os danos dizem apenas respeito aos “ativos na esfera municipal”, afetados pelo comboio de tempestades que assolou o país no início deste ano, afirmou o secretário executivo da CIM da Região de Coimbra, Jorge Brito, que falava durante o conselho intermunicipal, que decorreu hoje em Tábua. 
Entre as medidas propostas, está um plano para a bacia do rio Mondego, com um novo modelo de gestão, que permita “não apenas minimizar situações futuras, mas assumir um trabalho de prevenção”, notou. 
A proposta da CIM da Região de Coimbra contempla ainda “uma intervenção profunda no porto da Figueira da Foz, que não tem a ver apenas com a Figueira, mas com a parte empresarial dos nossos municípios e da região”, afirmou Helena Teodósio. Para a presidente da CIM, o que está a acontecer no porto da Figueira da Foz “é dramático” e é preciso assegurar uma infraestrutura portuária que dê resposta às necessidades da atividade económica da região."

De vez em quando é bom recordar que a Figueira tem atletismo.... (IV)

A Figueira da Foz não dispõe de condições para a prática do atletismo.

Já fizemos a denuncia  do facto vezes sem conta neste Outra Margem.
Fonseca Antunes, para vergonha de quem passou pelo poder autárquico figueirense nos últimos 30 anos.
Fonseca Antunes sempre disse o lhe ia na alma : “penso que os sucessivos executivos camarários não escolheram como prioridade melhorar as infraestruturas desportivas municipais”.
Hoje, numa entrevista ao Diário de Coimbra, Fonseca Antunes que leva décadas ligadas ao atletismo, técnico do SUO-Vais destaca o bom momento da modalidade e aponta uma nova geração cheia de potencial. Pupilos “irmãos” Silva, Gustavo Pereira e Samuel Amaro “têm muito para dar” e podem pensar em “Jogos Olímpicos”.
E o sonho de ter uma pista para treinar na Figueira da Foz ainda não morreu...

Galáctico

O verdadeiro artista

 

"O ministro da Educação afirma que as residências públicas devem ter alunos de vários estratos sociais e não apenas estudantes de meios mais desfavorecidos. Isto porque, acrescentou, dando prioridade aos bolseiros, as residências irão degradar-se mais rapidamente."

      Fernando Alexandre, 16 de Dezembro de 2025

"O ministro da Educação admitiu, esta terça-feira, repensar a coexistência de turmas com contratos de associação e da oferta privada no mesmo colégio, considerando que a coexistência dos dois regimes [...] "põe a claro" desigualdades."

      Fernando Alexandre, 17 de março de 2026

"Suspeitas de luvas de 100 mil euros para obter contratos de luzes de Natal"

"PJ prende gestor e funcionário de firma de Gaia, além de secretário-geral da Câmara de Lisboa e líder de associação.
Conseguiam formatar os concursos públicos à medida para obter as adjudicações de iluminações de Natal, junto de câmaras de norte a sul do país. Para isso, a empresa Castros Iluminações Festivas, sediada em Gaia, terá pagado subornos de pelo menos 100 mil euros a "toupeiras" que tinham nas entidades públicas. É por estas suspeitas que um administrador e um funcionário da firma, assim como o secretário-geral da Câmara de Lisboa, Alberto Laplaine Guimarães, e a presidente da União de Associações de Comércio e Serviços (UASC), Carla Salsinha, foram detidos pela PJ do Porto, que também realizou buscas em dez autarquias. Em causa estão oito milhões de euros em contratos sob suspeita de viciação."

15h30m, reunião de câmara da Figueira da Foz

Realiza-se hoje, pelas 15H30, nos Paços do Concelho, a sexta reunião de câmara de 2026 do executivo municipal da Figueira da Foz. Entre os pontos da ordem de trabalhos, destaque para a ratificação de luto municipal pelo falecimento de Carlos Lourenço, a aprovação para abertura de concurso público para construção de duas nova Unidades de Saúde Familiar (USF) no Paião e no Bom Sucesso.

Esta é a segunda e última sessão ordinária de março. Tem participação de público e é transmitida online através da página do município na internet.

quarta-feira, 18 de março de 2026

Já não conseguimos ver este filme


"A partir daqui, até podemos olhar para os livros de História para tentar adivinhar o futuro. Mas não me parece que encontremos lá as respostas. 
No passado, houve líderes com coragem, capazes de pensar para lá da sua sobrevivência estratégica, sim. Mas sobretudo a tecnologia de destruição, morte e controlo ainda não tinha atingido o grau de sofisticação totalitária que existe hoje. 

A cada minuto, estamos mais perto da III Guerra Mundial. Mas estamos também mais conscientes das histórias de fadas que andaram a vender-nos. As mentiras que nos contam, mesmo com toda a Inteligência Artificial do mundo, são cada vez mais frágeis e evidentes. E talvez esse seja o ponto de esperança que ilumina estes dias sombrios. Começar a ver as coisas tal como elas são é sempre melhor do que viver iludido."

Margarida Davim

Operação “Lúmen” faz buscas na Câmara da Figueira da Foz

Operação "Lúmen" visou empresa Castros Iluminações Festivas, de Gaia. 
A investigação da PJ sobre um alegado esquema criminoso relacionado com o fornecimento e a instalação de iluminações festivas efetuou 26 buscas em 10 municípios.
A empresa Castros Iluminações Festivas, em Vila Nova de Gaia, foi hoje alvo de buscas no âmbito da operação "Lúmen" da Polícia Judiciária, que deteve quatro pessoas, incluindo um funcionário público da Câmara de Lisboa, indicou fonte judicial.
Segundo a mesma fonte, decorreram buscas em 10 municípios: Lisboa, Tavira, Lamego, Maia, Figueira da Foz, Viseu, Trofa, Póvoa de Varzim, Ovar e Santa Maria da Feira.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve quatro pessoas suspeitas dos crimes de corrupção ativa e passiva, participação económica em negócio, abuso de poder e associação criminosa, relacionados com o fornecimento e a instalação de iluminações festivas.
Em comunicado, a PJ referiu que foi realizada, através da Diretoria do Norte, uma operação policial no âmbito da criminalidade económico-financeira, tendo sido detidos “um administrador e um funcionário de uma empresa privada, uma presidente de associação privada e um funcionário público”.
Contactada pela Lusa, a empresa de iluminações escusou-se a prestar declarações. Por sua vez, questionada pelo DIÁRIO AS BEIRAS, a Câmara da Figueira da Foz referiu que “não tem quaisquer declarações a prestar” sobre as buscas, não tendo confirmado a realização das mesmas.
Na operação “Lúmen”, foram efetuadas 26 buscas domiciliárias e não domiciliárias, em várias zonas do país, em entidades e empresas públicas e privadas.
De acordo com a PJ, a investigação teve origem numa denúncia ligada com a «pretensa viciação de procedimentos de contratação pública relacionados com o fornecimento e instalação de iluminações festivas, utilizadas nas épocas de Natal e na celebração de diversas festividades».
As diligências realizadas pela autoridade revelaram a existência de «um esquema criminoso, de caráter organizado e sistémico, tendente à viciação de procedimentos de contratação pública».
«Mediante a obtenção ilegal de informação privilegiada a troco de contrapartidas de cariz financeiro atribuídas a elementos de entidades adjudicantes, em subversão das regras da transparência, igualdade e concorrência do mercado, eram garantidas adjudicações à empresa visada em valores que ascendem a oito milhões de euros», refere a nota.
Na operação participaram um magistrado judicial, um magistrado do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) Regional do Porto, 120 investigadores criminais e ainda peritos informáticos, peritos financeiros e seguranças de diversas unidades da PJ.
Os detidos vão ser presentes ao Tribunal de Instrução Criminal do Porto, para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação.
O inquérito é titulado pelo DIAP Regional do Porto. 

terça-feira, 17 de março de 2026

O aviso já foi publicado em Diário da República: concurso público está lanaçdo

 Via Diário as Beiras

Antigo deputado Carlos: o que é pertinente em 2026, não o era em 1998?...

Em 1998, um Governo do Partido Socialista, presidido pelo Eng. António Guterres, através da publicação do Decreto-Lei n.º 334/98, de 3 de novembro, criou os Institutos Portuários do Norte, do Centro e do Sul para administrar a exploração económica dos portos integrados nas suas áreas de jurisdição e, simultaneamente, assegurar o exercício dos poderes de autoridade portuária. 

A criação do Instituto Portuário do Centro resultou da fusão da Junta Autónoma do Porto da Figueira da Foz e da Junta Autónoma dos Portos do Centro. 

Carlos Beja foi deputado na Assembleia da República na VII legislatura. A VII Legislatura da Terceira República Portuguesa foi a legislatura da Assembleia da República Portuguesa resultante das eleições legislativas de 1 de outubro de 1995. Durou de 27 de Outubro de 1995 a 24 de Outubro de 1999.

Na edição de hoje do Diário as Beiras, Carlos Beja, deputado em 1998, sobre uma medida tomada por um Governo do seu Partido em 1998, escreve o seguinte.

"A Administração do Porto da Figueira da Foz deveria ter uma administração própria e dedicada, podendo o Governo, este ou outro qualquer, indicar o Presidente da Administração, e a Câmara Municipal da Figueira da Foz e a comunidade Portuária os vogais executivos. Assim, para o Bem ou para o Mal, tínhamos nas mãos as decisões e o nosso próprio destino. Mas pode o Porto da Figueira da Foz continuar sob a tutela de Aveiro? Bem, poder pode. Mas convenhamos, não é a mesma coisa."

Na imagem o texto de Carlos Beja publicado hoje no Diário as Beiras.

A Comunidade Portuária da Figueira da Foz pediu audiências a quatro ministros e à presidente da CIM

 Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)

Esta nossa barra: mais uma vítima mortal....

Faleceu o elemento feminino da tripulação do veleiro francês que na semana passada naufragou junto à entrada da barra do porto da Figueira da Foz, apurou o DIÁRIO AS BEI RAS. 
O homem, entretanto, teve alta médica. 
A vítima, Corinne Quesnel, de 59 anos, faleceu numa unidade hospitalar de Coimbra, para onde foi transferida do Hospital Distrital da Figueira da Foz, na sequência do agravamento do estado de saúde. Segundo a mesma fonte, o corpo deu ontem entrada no Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses de Coimbra, para realização de autópsia. A tripulação do veleiro era constituída por um casal de nacionalidade francesa. 
A embarcação ficou à deriva junto à costa da Figueira da Foz, no passado dia 11, após a tripulação ser projetada para a água, na sequência do adernamento do veleiro. O acidente aconteceu junto à barra. Os tripulantes foram resgatados da água por elementos da Estação de Salva-Vidas do Instituto de Socorros a Náufragos, instalada no Cabedelo, e transportados, numa ambulância dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz, para o Hospital Distrital da Figueira da Foz com sinais de hipotermia, aparentemente sem a vida risco. 
 Entretanto, o quadro clínico de Corinne Quesnel complicou-se. “Estávamos a recolher as redes da lampreia e avistámos um veleiro a vir da parte norte, a fazer-se à barra. Vimo-lo a apanhar a primeira volta de mar, mas endireitou-se; voltou a apanhar outra e endireitou-se novamente, ficando à deriva, e a tripulação foi projetada para a água”, afirmou ao DIÀRIO AS BEIRAS o armador Alexandre Carvalho.

O chega é um espectáculo: divisão interna no Chega de Portimão leva 19 autarcas a preparar demissão em bloco

"Dezanove eleitos do Chega preparam-se para uma demissão em bloco dos órgãos locais de Portimão. Dizem-se desiludidos com a inércia da Direção Nacional do partido, perante dois vereadores que viabilizaram o Orçamento da Câmara de Portimão, liderada pelo PS."


"João Graça, Ester Coelho e Pedro Xavier são os três vereadores do Chega na Câmara de Portimão e era expectável que fossem o rosto da oposição à Presidência do Partido Socialista, mas dois deles quiseram protagonizar uma história diferente.

Apesar do PS não ter a maioria dos vereadores em Portimão, conseguiu aprovar o Orçamento Municipal para 2026 com a diversidade de votos dos vereadores do Chega. João Graça votou contra, Pedro Xavier absteve-se e Ester Coelho votou a favor."

segunda-feira, 16 de março de 2026

Nunca a CGTP assinou um acordo social?

No NWO, o Dr. Pedro Santana Lopes acabou de dizer que a CGTP nunca assinou um acordo social. 

Mas será mesmo assim?

Segundo o Polígrafo SIC não

O último acordo assinado foi em 2006 e tratou-se de um entendimento tripartido entre o Governo de José Sócrates, sindicatos e patrões.

Pela primeira vez, os parceiros sociais concordaram em aumentar o salário mínimo ao longo de vários anos. 

A meta era de 500 euros em 2011, mas ficou pelos 485 euros.

Centro Náutico da Fontela recebe nome de Joaquim de Sousa em homenagem do Ginásio Figueirense

"O Ginásio Clube Figueirense vai realizar, no próximo domingo, 22 de março, uma cerimónia de homenagem a Joaquim de Sousa, atribuindo o seu nome ao Centro Náutico da Fontela, na Figueira da Foz."

Dr. Ventura, chama-se a isto tentar uma manobra de diversão para empurrar o seu problema com a barriga...

A tentativa foi bem esgalhada: falar da reforma do Centeno para desviar as atenções da porcaria que inunda um partido jovem, sempre vai dando para entreter os incautos.
Sempre lesto e em estado de prontidão, quando acontece com os outros, o justiceiro "Ventura garante decisão interna no Chega sobre Bruno Mascarenhas".
Todavia, enquanto o líder do Chega diz que no partido “não se protege ninguém”, Rita Matias vê caso de Mafalda Livermore como vergonha, afirmando que se "Bruno Mascarenhas, quiser fazer um favor ao partido", deve demitir-se "de vereador"
E diz mais: "Saia e passe o lugar. Espero que não fique como independente."
Para Ventura, porém, não é bem assim. Argumenta que "o partido, quando recebe denúncias públicas ou não - públicas faz imediatamente as suas investigações, independentemente de quem seja", lembrando, porém, que "quem nomeou a doutora Mafalda não foi Bruno Mascarenhas, foi o doutor Carlos Moedas, a quem também, então, se pode colocar a mesma questão"
Como é público, Mafalda Livermore foi indicada por Bruno Mascarenhas para o conselho de administração dos Serviços Sociais da Câmara de Lisboa e acabou por ser nomeada pelo presidente da autarquia, Carlos Moedas.
Em relação ao que dissera Rita Matias, André Ventura afastou qualquer ideia de desalinhamento e explicou que a deputada do Chega "pronunciou-se sobre um evento que é público". "Até disse que, em caso de haver alguma coisa, nem devia ser um ato de demissão do partido, era o próprio que devia assumir essa responsabilidade."

A votação norte-coreana de Carneiro e a volatilização dos herdeiros de Costa

"Carneiro teve coragem de ser oposição interna a Pedro Nuno Santos quando toda a gente sabia que ganhava Pedro Nuno. A falta de discussão interna, a apatia, o torpor, a letargia matam as organizações."


Para ler melhor clicar na imagem

Jardim da Páscoa: evento promovido pela Junta de Freguesia de São Julião, realiza-se de 2 a 5 de abri

 Via Diário as Beiras

"Os ricos estão a conduzir-nos para a destruição e não se importam"

"Para o antropólogo e economista Jason Hickel, a crise climática expõе os limites do capitalismo. Sem democratizar a produção e limitar o poder das elites económicas, não haverá resposta eficaz para o aquecimento global"

Ordenamento do território, o maior falhanço dos 50 anos da democracia

Destruir o horizonte da praia do Malhão.

"Como é que é possível que se repitam os erros do passado? Como é que se pode ponderar construir um parque eólico junto a uma área protegida?

Não é difícil perceber por que razão fomos estragando a nossa paisagem natural: um país adiado durante grande parte do século XX, quando beneficiou de uma brecha de liberdade, modernizou-se tardiamente, o êxodo rural deu-se num ápice, a pressão urbanística tornou-se incontrolável e, perante a pobreza, os valores ambientais estavam longe de ser prioridade. Entretanto, alguma coisa mudou, mas grande parte do mal estava feito."

domingo, 15 de março de 2026

Um escritor figueirense

“O luto acabou por se tornar a grande força motriz da minha escrita, numa fase inicial” - Pedro Rodrigues, escritor figueirense em entrevista à SAPO.