terça-feira, 11 de setembro de 2012

Alguém tem paciência para ouvir este senhor ministro?..

Sobre a redução do número de escalões do IRS, o ministro das Finanças apenas diz que "estará associado ao aumento das taxas médias de impostos"
A pedido de Vítor Gaspar, o secretário de Estadodos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, simplesmente acrescentou que mais informação sobre esta matéria será conhecida na apresentação da proposta de Orçamento do Estado para 2013.
"... só falta fazer um peditório nacional aos trabalhadores e dá-lo às empresas"...

Que merda...

Infelizmente, isto não me surpreende... 
Apenas comprova o país de merda em que vivemos. 
Merda de políticos… 
Mas temos óptimas praias, é um facto. 
E o clima... temos um clima ameno. 
E não temos guerras... 
E temos a quarta melhor selecção de futebol do mundo....
Que bom! 
Já me sinto melhor! 
Até já pousei a fisga…

Publicidade institucional


Mais logo, pelas 15h00, o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, apresenta  em conferência de imprensa, em Lisboa, as conclusões da quinta avaliação da 'troika' ao programa de ajustamento económico português.
O encontro com os jornalistas terá lugar pelas 15h00 no Salão Nobre do Ministério das Finanças.
Estou a equacionar  ignorar.
Já é tempo de preferir ser eu a dizer os disparates e não mais um que os anda a ouvir...

Actualização às 12h50m -
Importante. 
A não esquecer...
Hoje é dia de bola!

"Grande parte da revolta dos portugueses vem daí..."

 ...está a dar-se dinheiro a empresas gigantes que não precisam dele.
A criação de emprego "será a última das consequências" da redução das contribuições das empresas para a Segurança Social.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Não sei como dizer isto de outra maneira...


D. Januário tem razão: um mentiroso, é isso mesmo - um mentiroso.

Certo...

Sacado daqui

Até estes!

"A JSD exigiu hoje ao Governo que aumente a equidade na distribuição dos sacrifícios através de medidas de corte na despesa e sugeriu a possibilidade de ser aplicado um imposto extraordinário às empresas beneficiadas por rendas excessivas"!..

Tenho o máximo carinho e respeito pelas Mães... A começar pela minha...

Daí, valorizar ao máximo as palavras de uma Mãe e Mulher extraordinária, que se chama Helena Sacadura Cabral.
"Ouvi ontem as palavras - parole, parole, parole - do Primeiro Ministro e fiquei irritada. De facto ser economista é uma menos valia nestas coisas da política.
Ou estes senhores que nos governam entendem que a classe média trabalhadora, os reformados e pensionistas dessa mesma classe média não aguentam mais sacrifícios, ou o caldo vai entornar.
Fazer trocadilhos com as palavras escolhidas para as decisões tomadas não resolve o problema. As medidas anunciadas envolvem um agravamento tributário sério e são injustas.
Governar é atenuar desigualdades, abrir oportunidades, evitar injustiças. Isso não está a acontecer e é bom que esses senhores que foram legalmente eleitos tenham consciência de que precisam de encontrar outro caminho. Este não serve e é necessário procurar alternativas. Para isso é que eles lá estão. E para isso também é que deve haver uma sólida oposição, na qual possamos confiar."

Gostar de Portugal era ...


... se todos os Portugueses que têm Portugal no coração e que, por conseguinte,  são contra este governo, colocassem uma bandeira de Portugal na janela do carro ou da casa...

O problema não é explicar...

Vêm aí mais medidas de austeridade e o anúncio será feito ainda esta semana, apurou o jornal i.
No entanto, Marcelo disse que a coisa correu mal, na sexta, porque o primeiro-ministro não soube explicar.
Marcelo Rebelo de Sousa acusou  Passos Coelho de ser um primeiro-ministro “impreparado” e de ter feito um discurso ao país “no mínimo descuidado e no máximo desastroso”
Olhe que não, professor, olhe que não…
Isto está a correr mal, todos os dias, porque o primeiro-ministro, ao contrário do que Marcelo disse na TVI, não sabe é governar…

domingo, 9 de setembro de 2012

Análise de medicina-legal…

Conclusão: suicídio político.

Poder dos "artistas"...

Cavaco Silva especializou-se em falar sem dizer nada. 
É uma arte que requer longa aprendizagem e experiência, ainda que por vezes, quando menos se espera, surjam lapsos de monta, em especial quando fala de pensões de reforma.
Cavaco sabe que quanto mais fala, mais se enterra,  como se diz em linguagem popular…
Por isso, aperfeiçoou ao limite a arte de abrir a boca sem que se retire do que disse qualquer conclusão válida…
Neste contexto, enquanto os portugueses, em geral,  e os comentadores políticos, em particular, entre surpreendidos e maravilhados, andam às voltas  para entender a tomada de posiçãode Cavaco Silva ao discurso da sexta-feira passada do Passos Coelho, tive um pesadelo.
Sonhei que a população portuguesa se tinha reunido para oferecer, numa  bandeja, a Presidência da República a Marcelo Rebelo de Sousa.
Vamos lá a ver o que ele,  mais logo,  vai dizer…
Presumo que  não queira  abdicar do  poder.

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A decadência…


“Queria escrever-vos hoje, nesta página pessoal, não como Primeiro-Ministro mas como cidadão e como pai, para vos dizer apenas isto: esta história não acaba assim. Não baixaremos os braços até o trabalho estar feito…”
Pelo discurso, que é o que conheço dele,  considera-se um homem e um  líder carismático, que se mantém fiel aos princípios sem transigir, que pensa que infunde respeito e admiração aos seus seguidores, sem temer os seus adversários  e  sem medo de morrer, sem medo de fazer rupturas,  sem vida para além da ideologia que aprendeu a amar, sem uma única dúvida visível.
Pelo discurso, que é o que conheço dele, considera-se  um homem e um líder carsimático, cujo traço é o da firme coerência e  a determinada fidelidade às suas convicções de sempre.
Esse homem é Pedro Passsos Coelho
Vou fazer uma confissão: estou com medo deste Portugal que caminha a passos largos  para a loucura colectiva…
Sem querer entrar na morbidez, gostaria só de partilhar que, na sexta-feira, ao escutar o discurso de Passos Coelho, olhei para o televisor e não gostei de dar conta da decadência mortal e moral do orador.
Explico porquê: o mundo de decadência estática, que vi à minha frente,  enojou-me.
A decadência,  é suposto ser uma coisa boa, à grande e à Romana.
Com cachos de uvas a escorrerem pelas goelas abaixo regadas de vinho e outras actividades lúdicas que me abstenho de descrever,  por razões de respeito para com as  pessoas que amei durante a minha vida.

Bom domingo

sábado, 8 de setembro de 2012

A notícia do fim-de-semana

Acabei de ler a  notícia do fim-de-semana no Jornal de Notícias.
“Vaias à chegada e à partida. O ministro da Segurança Social, Pedro Mota Soares foi este sábado à tarde apupado em Ponte de Lima, onde se deslocou para assistir, como convidado de honra, ao cortejo etnográfico das Feiras Novas.
Quando Pedro Mota Soares chegou à tribuna de honra o povo manifestou-se com apupos e assobios, acabando depois por acalmar. A expressão da indignação repetiu-se quando o ministro se retirou.
Durante o desfile, que durou cerca de duas horas, dois homens que integravam um dos carros alegóricos regaram os convidados da tribuna com água e ouviram-se ainda alguns comentários de incentivo por parte de populares.”

Em tempo.
Ponte de Lima, 
é o único município do país liderado pelo 

Mais merda na ventoinha