quarta-feira, 8 de abril de 2026

Políticos e caixas multibanco..

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Ministra do Ambiente garante um milhão para obras em duas praias: 600 mil euros destinados à Praia de Mira e 400 mil euros destinados à Praia do Poço da Cruz

A ministra do Ambiente e Energia garantiu ontem a reposição de areia em duas praias do concelho de Mira, no litoral do distrito de Coimbra, a tempo da próxima época balnear, numa intervenção de um milhão de euros. No decorrer da visita à Praia de Mira e à do Poço da Cruz, que sofreram uma forte erosão neste inverno, Maria da Graça Carvalho classificou estas intervenções como urgentes para proteger a costa e permitir uma época balnear normal. 
A fúria do mar durante o último inverno deixou marcas na costa portuguesa, acelerando a erosão costeira e alterando o figurino de diversas praias devido ao movimento de areias. A ministra do Ambiente e da Energia, Maria da Graça Carvalho, disse ontem – numa visita à Praia de Mira – que a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) sinalizou cerca de meio milhar de situações de danos na costa portuguesa, de que Mira e Poço da Cruz, no mesmo concelho, são exemplo. 
Por isso, a ministra deslocou-se ao local, acompanhada pelo presidente da APA, Pimenta Machado, para firmar um protocolo de transferência para o Município de Mira de um milhão de euros. 
O dinheiro é destinado à reposição de areia nos locais onde a força do mar escavou o areal. 600 mil euros deste montante será para a colocação de sacos de areia na Praia de Mira e o restante para transferência de areia de uns pontos para os outros do areal de Poço da Cruz. “São duas obras identificadas na lista das mais urgentes, a executar até ao início da época balnear”, esclareceu Maria da Graça Carvalho. A verba será paga numa só tranche, através da Agência Portuguesa do Ambiente, cabendo à autarquia a condução das obras num prazo de oito semanas. 
A ministra do Ambiente e Energia afirmou que a empreitada será feita deste modo porque “a APA não tem capacidade para conduzir tantas obras ao mesmo tempo; são muitas situações ao longo da costa, com cada um dos municípios a avançar”
A governante constatou que a “erosão da costa, que já existia, foi agravada pelo mau tempo do inverno, com chuva, vento e tempestades marítimas muito fortes, de norte a sul do país”. Por isso, os trabalhos nas praias têm que ser realizados com urgência para que “haja praia quando chegar o bom tempo”
A governante referiu que, “não é só a questão do Ambiente, é também da economia desta localidades, o bem-estar das pessoas e a segurança, porque os portugueses, e quem nos visita, adoram praia”
O responsável máximo da APA, Pimenta Machado, acrescentou que há esperança de que, “quando o inverno marítimo passar, o movimento do mar venha a repor a areia nas praias. Acontece todos os anos e vai voltar a acontecer este ano. Depois vamos ajustando as nossas intervenções, principalmente aqui, que é uma zona já identificada como muito vulnerável”.

Executivo camarário visitou infraestruturas na margem sul do concelho

Foto: Município da Figueira da Foz

O presidente da Câmara da Câmara da Foz, Santana Lopes, e os vereadores Cláudia Rocha, Manuel Domingues, Ricardo Silva e João Martins visitaram as infraestruturas hidráulicas do Alqueidão e a nova ponte sobre o Mondego, que ligará aquela freguesia da margem sul à freguesia vizinha de Vila Verde, no outro lado do rio. A construção em curso, visitada por 
Santana Lopes e pelos vereadores  do executivo camarário da Figueira da Foz, a ponte sobre o Rio Mondego, é uma nova travessia que integra o traçado da ecovia europeia Eurovelo 1 - Rota da Costa Atlântica, adjudicada por 7,6 milhões de euros, com ciclovia e uma única faixa de rodagem para viaturas ligeiras.
O Moinhos das 12 Pedras e as comportas da Maria da Mata e do Alvo, "foi também ponto de passagem dos autarcas, a par das comportas da Maria da Mata e do Alvo, na freguesia do Alqueidão, sob responsabilidade da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), as quais se encontram num estado de degradação avançado, o que pode levar, no limite, ao seu colapso e à consequente entrada de água salgada nos arrozais, o que iria comprometer severamente o cultivo de arroz naquela freguesia da zona sul do concelho”, sublinha nota publicada nas redes sociais do Município da Figueira da Foz. 
Na nota, pode ler-se ainda que “o município tem vindo a acompanhar a situação [das comportas] através dos seus serviços técnicos, assim como diligenciado junto da tutela e da APA, no sentido de se encontrarem soluções concretas e céleres que resolvam a situação”

terça-feira, 7 de abril de 2026

Projeto de produção de combustível sustentável para aviação

Esclarecimento do Município da Figueira da Foz.
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"Só não vê quem não quer." Os comunistas são mesmo burros, não são?...

RUI SÁ

«Quando era vereador da Câmara do Porto, um senhor, sabendo dessa minha condição, referiu num tom de insinuação a falta de seriedade: "Você, como político, deve ganhar muito dinheiro!". Quando lhe referi que os eleitos comunistas têm o princípio de não serem beneficiados ou prejudicados pelo exercício de cargos públicos, pelo que ganhava exatamente tanto como ganhava antes de ser vereador, a sua reação foi: "Você é que é burro!".

Este episódio, que recordo com um sorriso nos lábios, mostrou-me que muitos criticam os atos dos outros não por os acharem criticáveis, mas por terem inveja de não os praticarem.»

JANTAR COMEMORATIVO DO 25 DE ABRIL

Partido Socialista vai celebrar o 25 de Abril, com um jantar que terá lugar no dia 24 de Abril de 2026, pelas 20 horas, na Filarmónica em Santana.


Unidade Local de Saúde do Baixo Mondego assinala hoje o Dia Mundial da Saúde

 via Diário as Beiras

Criminalidade violenta e grave diminuiu 10,4% no distrito

 Via Diário as Beiras


Uma "estrela" não desiste - resiste

Desde a descoberta da roda que está tudo inventado, por isso o fascínio por Ventura é facilmente explicável...

Segundo a Junta de Freguesia de São Julião, a iniciativa “Jardim da Páscoa” levou milhares de pessoas ao longo dos quatro dias ao Jardim Municipal

A Junta de Freguesia de São Julião, em nota de imprensa, fez balanço positivo da primeira edição do Jardim da Páscoa, que se realizou no Jardim Municipal da Figueira da Foz, reunindo, ao longo de quatro dias, vários milhares de pessoas. 

“O Jardim da Páscoa apresentou uma instalação temática cuidadosamente preparada, com diversos elementos alusivos à quadra, proporcionando um ambiente acolhedor e apelativo para famílias, visitantes e toda a comunidade”, informa a nota de imprensa. E a seguir sublinha: "ao longo dos quatro dias, os mais pequenos puderam desfrutar de um conjunto diversificado de atividades”. Por outro lado, "as noites foram animadas por bandas e djs figueirenses"

A iniciativa “destacou-se pela forte adesão do público, afirmando-se como um verdadeiro ponto de encontro intergeracional e um momento de partilha e celebração na freguesia”, pode ler-se ainda na nota de imprensa emitida pela Junta de Freguesia de S. Julião.

segunda-feira, 6 de abril de 2026

"Trump está a perder a guerra e a levar o mundo para uma recessão inimaginável. Timothy Snyder admite que as eleições intercalares sirvam a Trump para instaurar uma ditadura. Há histórico"

"E se Trump quiser um golpe de Estado para se tornar ditador?"

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Saramago, a revisão curricular ou a diluição do Nobel da Literatura

"De boas intenções está o inferno cheio", diz o povo. E diz bem.

António Carlos Cortez
... esta revisão curricular, ao diluir José Saramago, o único Nobel da nossa língua e literatura, o que faz é despromover a própria Literatura e a língua, o seu ensino consciente e exigente. Tudo por trás de uma outra ideia em voga de há 20 e muitos anos a esta parte: a de que ensinar é avaliar. Perniciosa ideia porque, no fundo, é de grelhas, é de horizontes de proficiência, é de mero utilitarismo e é de facilitismo – os exames de Português sem verdadeira testagem da expressão escrita e da análise literária provam-no à saciedade – que, uma vez mais, teremos de falar.

E porquê? Justamente porque José Saramago – tal como Vergílio Ferreira, cujo romance Aparição desapareceu dos programas e era, sem dúvida, das mais belas experiências estéticas que um adolescente podia ter! – é daqueles autores que pede que, antes de um leitor entrar no seu universo romanesco tenha atrás de si um cabedal de leituras (de ensaio, de romances, de textos de História e de História das Ideias) que – todos sabemos disso – nenhum aluno tem ao chegar ao 12.º ano. Nenhum aluno e, a bem da verdade, poucos professores.

Resultado: esta revisão curricular, que coloca Cesário Verde no 12.º ano, mas faz desaparecer Herberto Helder, é apenas uma declaração de boas intenções para que, em maior ou menor grau, tudo fique na mesma. Com uma agravante: sem a prosa de Saramago como conteúdo "obrigatório", é óbvio que muitas escolas não irão optar pelo Nobel da Literatura. E eis-nos num outro lado do problema: a formação de professores e a subsequente qualidade das aulas.

Por que razão não é Saramago um autor a ler, como se deve exigir que o seja? Porque, na verdade, na formação de professores de Português o que se faz é pensar a avaliação, em vez de se pensar em como leccionar, como analisar, como escrever e como ensinar a escrever e a pensar sobre textos complexos.

Como é que eu posso ajudar a ler, a fruir a leitura de um romance como Memorial do Convento; com que ensaios poderei auxiliar os alunos a compreenderem obra tão magistralmente bela? E o mesmo que digo sobre os romances de Saramago, digo-o para autores que esta revisão sugere que sejam lidos: Jorge de Sena, Carlos de Oliveira, António Ramos Rosa, Fiama, Luís Filipe Castro Mendes... Com muitos professores a entrarem na profissão sem uma formação científica sólida, é claro que Saramago (como Gil Vicente e Camões, como os trovadores ou como… Pascoaes, ou Cesário), sempre constituiria um obstáculo difícil de transpor. Mas é essa a missão da escola – e já agora da formação de professores! Isto é: pensar o que é difícil e avaliar na medida exacta em que estamos a formar gerações que queremos que tenham "pensamento crítico".

Mas se tudo na escola e na formação de professores é uma mistificação (haverá excepções, bem sei, cada vez mais excepcionais, decerto) o ponto é só um: fará sentido que um romance (seja ele o Memorial do Convento, seja ele O Ano da Morte de Ricardo Reis) do nosso único Nobel da Literatura passe a ser opcional no último ano do Secundário? Não, não faz. E não faz porque para se ler Saramago, como para ler qualquer escritor maior da nossa cultura, o estudante português teria de ter aprendido a pensar a obra de arte literária e, subsequentemente, a escrever bem sobre o texto literário e, por inerência, a escrever bem porque, de forma natural, teria apreendidas as estruturas sintáctica e semântica, morfo-sintáctica e morfo-semântica da língua portuguesa.

Sucede, todavia, que hoje, à saída do 12.º ano, a maioria dos estudantes nada teve de ler para chegar ao 12.º ano. Comentar um poema, um trecho de um romance, uma peça de teatro, seja de que autor for, isso é exercício raríssimo de se praticar nas aulas de 2026. Pejadas de jogos didácticos e de infantilidades avaliativas, verdadeiros espaços onde grassa a indisciplina e a ditadura digital, Saramago passa a ser opcional porque, em bom rigor, a Cultura na escola é opcional também. E o mesmo se diga na formação de professores, viveiro de tanto absurdo."

«... é impossível olhar para a Terra, e depois para o resto do jornal, e não dizer "Que mal que se portam os micróbios!".»

 Os micróbios escondidos

"Como olheiro veterano do nosso planeta, tenho de confessar que a Terra já não é o que era em 1968, quando foi fotografada a 21 de Dezembro pelo astronauta William Anders."

"O André Ventura usou todas as formas de mentira"

O comentador da CNN Portugal diz que André Ventura utilizou "todas as formas de mentira" durante o seu discurso no Parlamento a propósito dos 50 anos da Constituição e quer a realização de um debate sobre os temas abordados com o presidente do Chega.

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André Ventura: tens coragem para aceitar o desafio de José Pacheco Pereira?


Quinto Molhe: depois de décadas um inverno tranquilo

A ocupação desordenada do litoral contribuiu para situações de desequilíbrios e fenómenos de erosão costeira que têm vindo a pôr em causa a segurança de pessoas e bens.

Foi o que aconteceu  a sul do porto da Figueira da Foz,  depois das obras do prolongamento do molhe norte em 400 metros,  onde nos últimos anos se agravaram os efeitos erosivos a sul do "Quinto Molhe".
Por aqui, nesta outra margem, a protecção da Orla Costeira Portuguesa foi uma necessidade de primeira ordem, desde que conheceu a luz do dia - já lá vão quase 20 anos.

Neste blogue, já em 2006, andávamos a fazer alertas para o estado em que se encontrava a duna logo a seguir ao chamado “Quinto Molhe”, a sul da Praia da Cova.
Escrevemos, então que, "por vezes, ao centrar-se a atenção sobre o acessório, perdia-se a oportunidade de resolver o essencial..."
Foi o que aconteceu.

Hoje, depois de anos e anos de alertas e preocupações sinto-me mais aliviado: as dunas a sul do quinto molhe, desfeitas pela natureza e pelos erros cometidos pelos homens, foram refeitas.
Só é vencido quem desiste de lutar por aquilo em que acredita. 

A Liberdade é isto - mesmo que a justiça não seja realizada, a liberdade preserva o poder de protesto contra a injustiça e ainda pode contribuir para salvar a Aldeia...

The Deepest Why: promotores reuniram-se com Santana Lopes para “esclarecer dúvidas e alinhar visões”

 Via Diário as Beiras

"Qualquer imbecil começa uma guerra, cem homens sábios não chegam para acabá-la" *

«Donald Trump ameaçou este sábado “fazer desabar o inferno” sobre o Irão se o regime de Teerão não aceitar negociar e libertar o estreito de Ormuz até amanhã à noite. “Lembrem-se que eu dei 10 dias ao Irão para fazer um acordo e abrir o estreito de Ormuz. O tempo está a esgotar-se: faltam 48 horas para o inferno desabar sobre eles. Glória a Deus”, escreveu na plataforma Truth Social.
Recorde-se que no passado dia 21 de março o presidente dos EUA ameaçou arrasar as infraestruturas energéticas iranianas se Teerão não aceitasse um acordo no prazo de 48 horas. Esse prazo foi depois prolongado por cinco dias, até 28 de março, após, segundo Trump, os dois países terem mantido “negociações construtivas”. Um dia antes desse prazo expirar, a 27, o presidente dos EUA anunciou que seria prolongado por mais 10 dias, até às 20h00 de segunda-feira, dia 6 (01h da madrugada de terça-feira em Lisboa).
Nestas duas semanas, a posição de Trump sobre o estreito de Ormuz variou entre as ameaças diretas ao Irão se não levantasse o bloqueio ou a sugestão de que poderia dar por terminada a guerra sem resolver o problema, chegando mesmo a instar os aliados europeus a "ganharem coragem" e "irem eles próprios buscar o petróleo" de que precisam. Ainda na sexta-feira à noite. tinha escrito na plataforma Truth Social que seria "muito fácil reabrir o estreito, tirar o petróleo e fazer uma fortuna"
 Esta frase é atribuída a Nikita Khrushchev. 
A análise objectiva, de uma pessoa que saiba contar, ler e avaliar com um mínimo de bom senso, nos primeiros dias de abril de 2026, dá conta que estamos no meio de uma guerra começada por dois imbecis, que ninguém parece conseguir parar.

A “descida à Terra” de Francisco Rodrigues dos Santos

Entre o filho, os fantasmas que conhece “pelo nome próprio” e a política, Chicão aprendeu a duvidar. Pelo caminho, reviu convicções e sentiu-se acolhido onde “não esperava ter esta partilha de amor”.
A mancha é quase imperceptível, mas o olho de um fotógrafo está treinado para os detalhes. Ao enquadrar o modelo daquela manhã, o fotojornalista do PÚBLICO Nuno Ferreira Santos fixa-se no ombro de Francisco Rodrigues dos Santos, que se justifica como qualquer pai de uma criança de três anos: “Deve ter sido o Zé Pedro, quando o fui levar à escola." Referir o nome do filho nos primeiros segundos de uma interacção não podia ser mais revelador da longa conversa que iria ter pouco depois. Afinal, o nascimento de um filho pode mudar a visão de um homem sobre o mundo e, para Francisco Rodrigues dos Santos, mais conhecido por Chicão, o José Pedro foi mesmo um ponto de viragem. 
É um lugar-comum, mas eles existem por isso mesmo. Naquele 18 de Dezembro de 2022, partilhou a notícia publicamente. "Ser pai é descobrir que ainda é possível mudar o mundo," escreveu, num post no Instagram. Passado o cliché de "amor irredutível e  inalienável", Francisco realça que, ao descobrir a "empatia incondicional" que surge com os estados de alma, pensamentos e vontades de um filho, também chegou a outro lugar: o questionamento.
"Vivemos num tempo muito maniqueísta, altamente dogmático, de certezas absolutas, e o filho ensina-nos a colocarmo-nos em causa e a aprendermos a cultivar a dúvida", explica. 
- Hoje não tens certezas absolutas? 
- A ciência avança quando procuramos o cisne negro. Há um consenso, quase canónico, de que todos os cisnes são brancos, mas só evoluímos quando o pomos em causa. Tenho convicções que norteiam a minha vida. Se estou disponível para as questionar? Todos os dias. Mas não sou relativista... 
- Mas não estavas disponível? 
- Estava menos do que estou hojе.

O sofrimento que diz ter sentido em algumas fases da vida também o impeliu a querer saber mais e a lidar com ele. Apesar disso, assume que não faz terapia - "já devia ter feito" -, mas quer fazer, e entoa uma música de Pedro Abrunhosa: "Quem me leva aos meus fantasmas?" 
- Houve alturas na vida que eu não queria que me levassem aos meus fantasmas. Guardei-os numa caixinha, sei quem eles são, conheço-os pelo nome próprio. Reconheço que eles continuam a pairar sobre a minha vida, mas não me quero confrontar com eles
-Tens medo... 
-...do que eles me possam dizer
A propósito do caminho que está a fazer, cita José Saramago - "é preciso sair da ilha para ver a ilha" -, e conta que o ter-se "distanciado das bolhas partidárias e das trincheiras políticas", parar e respirar, permitiu-lhe "ter uma visão autocrítica" sobre os seus valores. 
Confirmou uns, firmou outros e diz que percebeu que o facto de assentar o pensamento em certos princípios não significa que "chegue às mesmas conclusões".

A “descida à Terra” de Francisco Rodrigues dos Santos, é um trabalho de Filipe Santa-Bárbara (texto) e Nuno Ferreira dos Santos (fotografia), que pode ser lido na íntegra na edição de ontem do jornal Público.