quinta-feira, 2 de abril de 2026
Hoje há reunião de Câmara
quarta-feira, 1 de abril de 2026
A pluralidade tem de ser defendida na Constituição
Dizem que mais de metade dos portugueses defende uma revisão constitucional.
"É uma revisão de que o país precisa neste momento para ter uma Constituição adequada aos novos tempos."
Para o deputado, são quatro os grandes pontos que devem merecer atenção e que, de resto, são bandeiras antigas do Chega. O primeiro é a "limpeza da carga ideológica que a Constituição ainda tem", com as referências ao socialismo; o segundo o da "revisão do modelo económico", que diz estar "muito assente naquilo que era o modelo económico dos anos 1970 e 80. num modelo de estatização"; em terceiro lugar, uma "maior proximidade entre eleitos e eleitores", mas com redução de cargos políticos, nomeadamente do número de deputados; e a quarta, "a questão da justiça" - e, neste âmbito, o agravamento de penas que possam ir, "no limite, até à prisão perpétua".
Vamos à realidade.
Buarcos é uma freguesia mista: tem a zona urbana e uma extensa parte rural
- "... poderá realizar-se já este ano o Mercado da Primavera, durante três dias, com início no dia 1 de maio".
Exclusivo OUTRA MARGEM: início da construção de nova ETAR em S. Pedro está para breve
terça-feira, 31 de março de 2026
Cinquenta anos da Constituição do 25 de Abril
Saramago: curiosa e incómoda esta personagem...
«SE PUDES OLHAR, VÊ. SE PODES VER, REPARA».
«A escola pública, em particular, vai-se transformando quase sem ruído, mas nem por isso de forma menos profunda. E é precisamente por isso que recuso a ideia de uma escola que, aos poucos, vá desistindo daquilo que lhe dá vida no essencial: a exigência, o debate e a construção do pensamento. É neste contexto que não pode ser ignorada a secundarização de José Saramago, o único Prémio Nobel da Literatura em língua portuguesa nas escolas. O debate em torno desta decisão não se resume à defesa de um autor ou do seu valor institucional. Trata-se, acima de tudo, de defender aquilo que a escola deve ser. E Saramago representa, como poucos, essa dimensão exigente: ler o que incomoda, pensar o que inquieta, desafiar-se a ver o mundo para lá da espuma dos dias».
Daniel dos Reis Nunes, Saramago e a escola que desiste de pensarDiz o ministro Fernando Alexandre que ainda nada está decidido e que a possibilidade de José Saramago deixar de ser leitura obrigatória no 12.º ano, «é absolutamente técnica». Esquecendo-se, porém, que não é a primeira vez que tenta transfigurar questões políticas em meras questões técnicas, como sucedeu - de forma clamorosa - no embuste que inventou (e que mantém, para dissimular o seu fracasso) em torno da falta de professores."
Alqueidão a caminho do centenário como autarquia: freguesia assinalou ontem 98 anos, com uma cerimónia realizada nas instalações da junta
Via Diário as Beiras: "As celebrações contaram com a participação do presidente da Assembleia Municipal da Figueira da Foz, José Duarte, do vereador Hugo Fresta e dos deputados municipais Hugo Frade e Rui Miguel Cruz."
Para ler melhor clicar na imagem.
Recorde-se: "imóveis estão na área de abrangência da requalificação da entrada da cidade, uma das prioridades do mandato"
“Vamos ter de pressionar [a Comboios de Portugal e a Infraestruturas de Portugal] sobre o estado dos imóveis na zona da estação”, disse já o autarca figueirense, falando numa reunião de câmara.
Por sua vez, o ministro das Infraestruturas e Habitação sabe que os imóveis em causa estão degradados e devolutos. No dia 1 de agosto de 2024, aproveitando a presença do governante na Figueira, Santana Lopes levou Miguel Pinto Luz àquela zona da cidade, para ver o estado em que aquele património do Estado se encontra.
“Este é um passivo toxico da cidade e, portanto, tem de sair. O senhor ministro diz que o caminho mais adequado é passar para a câmara e a câmara fazer o que entender. Eu pus duas hipóteses: vir abaixo ou passar para a câmara”, disse, naquele dia, ao DIÁRIO AS BEIRAS Santana Lopes, no final da visita.
Na altura, o ministro optou por ficar em silêncio.
Hoje o assunto está, mais uma vez, nas páginas do Diário as Beiras.
PS: o “agarrem-me senão eu mato” durou 48 horas
"A coisa que mais me impressionou no congresso do PS foram as cadeiras vazias. Ou a escolha do local foi infeliz (demasiado grande para o número de socialistas presentes) ou chegamos à triste conclusão de que os socialistas não se querem ouvir uns aos outros. A ser assim, como é que os militantes de um partido que tem falta de pachorra para ouvir os seus camaradas espera captar a atenção do país? Se nem os discursos interessam aos delegados do PS, vão interessar a quem?"
segunda-feira, 30 de março de 2026
Retrato que resume os EUA na actualidade
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| Polícia prende manifestante vestido com a Estátua da Liberdade, no centro de Los Angeles, após o protesto "No Kings" no sábado, 28 de março de 2026. Foto A AP Photo/ Jill Connelly |
















