segunda-feira, 9 de março de 2026

Adeus e obrigado Marcelo!

Bem vindo Seguro
Promete ser um Presidente "presente, exigente e livre".
Tem pela frente desafios enormes: nomeadamente, o trânsito na A8...

Efeitos da depressão Kristin

Via Diário as Beiras: "Posto dos Correios instalado na sede da junta de freguesia está desligado da rede desde 28 de janeiro".

- (para ver melhor clicar na imagem)


domingo, 8 de março de 2026

O "passadismo" do "passismo" vai continuar a ser alimentado por este PSD de Montenegro?..

Poucas coisas são suportáveis no espaço mediático.
Ventura, segundi li vai dar (mais) uma entrevista numa televisão.
Curiosamente (ou talvez não), esta no dia em que Seguro toma posse como o novo PR.
Ventura já devia andar a sentir-se preocupado ao ver Passos a ocupar lhe o espaço mediático.
Passos esteve na AEP e ali pediu ao seu ex-líder de bancada parlamentar reformas.
Não disse quais nem explicou como.
Apenas lhe interessa que percebamos a mensagem que quer passar: isto assim não pode continuar.
Ultimamente,  não parou de abrir e encerrar conferências, fazendo os encantos dos nossos comentaristas de turno e permitindo-lhes especular sem pontas de qualquer evidência sobre o que estará a passar pela cabeça de Passos.
Montenegro, precipitado e sempre receoso de que alguma sombra lhe possa retirar fogo fátuo, mordeu o isco e desafiou o seu ex-líder para um duelo em congresso antecipado para Maio. 
Enfim, tudo isto é uma maldição que se abateu sobre nós.
Para atenuar e por razões profiláticas, aconselho a leitura da crónica de José Pacheco Pereira (“A sombra de Passos”) publicada ontem no Público.
Encontrará quase tudo que interessa ter presente,
“Seria bom que Passos desse passos para entrar a todo o vapor na política partidária de uma forma mais transparente do que o alimento cínico do sebastianismo”
O que não vai acontecer porque Passos, agora, quer que dele se fale e que a sua alegada aura possa ser assim alimentada para efeitos do que der e vier. 
Triste fado o nosso.
E ainda temos o Ventura.
E o Trump...

Fica a crónica de José Pacheco Pereira, "A sombra de Passos".
«Passos Coelho deixou uma herança maldita no PSD, mais funda do que se pensa: o abandono da identidade social-democrata, que mal ou bem tinha sobrevivido até Cavaco Silva. O Governo Passos-Portas-troika foi mais do que um Governo de “necessidade” imposta, foi uma experiência de engenharia social que só não foi mais longe devido às limitações que o Tribunal Constitucional colocou à governação e ao falhanço da tentativa de mudar o programa do PSD que foi entregue à direita radical. Foi isso que significou “ir além da troika”.
Muitas das ideias que hoje estão encarnadas no Chega e na Iniciativa Liberal foram aplicadas pela governação de Passos, em particular a colocação como alvo da austeridade da classe média que tinha ascendido da pobreza pela acção do Estado. Este processo de elevador social era um elemento fundamental do pensamento de Sá Carneiro, e correspondia à tradição social-democrata e à doutrina social da Igreja, a de que o funcionamento do capitalismo e do mercado não eram eficazes no combate à exclusão e à injustiça social, que devia ser uma função garantida por um Estado com um programa que olhasse para a desigualdade e para as suas raízes. O último momento em que o PSD fez uma séria tentativa de aplicar este programa social-democrata foi o Plano de Erradicação das Barracas, com Cavaco Silva.
Mas, como sempre acontece, Passos deslocou o PSD para uma direita radical, atacando a função pública, colocando os “jovens” contra os seus pais e avós com a ideia de uma “justiça geracional”, atacando os sindicatos e retirando direitos aos trabalhadores, privatizando tudo o que pôde, parando apenas quando o travaram, como aconteceu com a Caixa Geral de Depósitos, e fazendo pagar a austeridade aos sectores da sociedade que tinham recentemente saído da pobreza, num processo que tenho classificado como o de “pai lavrador – filha professora primária – neto universitário”. O bloqueio do elevador social em Portugal, como noutros países da Europa, foi um dos factores do ascenso do populismo e da extrema-direita após a crise financeira da banca, que acabou por ser paga por aqueles que nenhuma culpa tinham da ganância que a motivou. Schäuble, um dos seus autores, reconheceu que errou e pediu desculpa, cá nada disso aconteceu.
Mas as políticas moldam os partidos e o PSD nunca mais foi igual. Os discípulos de Passos que não foram para o Chega nem para a Iniciativa Liberal – e muitos foram – estão hoje à frente do PSD, da direcção do partido ao grupo parlamentar. Mas são, de facto, menos “reformistas” no sentido de Passos (e, diga-se de passagem, do Chega), porque são mais tacticistas e perceberam o desgaste eleitoral do Governo Passos-Portas-troika na base eleitoral do PSD, perdendo a juventude para a Iniciativa Liberal e os mais velhos ou para a abstenção, ou para o Chega.
Porém, com ou sem “linhas vermelhas” e “não é não”, é à direita que hoje o PSD está confrontado com a diluição das suas fronteiras sociais-democratas. Essas fronteiras já tinham soçobrado em vários momentos, nas regiões autónomas e na competição com o Chega no mais perigoso tema da imigração. Embora a questão da imigração seja real e tenha havido muitos erros na governação socialista e na incapacidade de reconhecer que havia aqui um “problema”, o modo como Montenegro e o Governo a defrontaram significou um upgrade do discurso do Chega que, a partir daí, dominou a agenda política, e foi o melhor serviço que foi prestado ao Chega. A combinação de uma declaração solene do primeiro-ministro em horário nobre com a rusga hipermediática na Rua do Benformoso, o complemento da declaração dramática de Montenegro, foi sem dúvida o factor mais relevante na ascensão do Chega, que viu a sua visão estrutural da imigração impor-se pela acção do Governo.
Passos está aqui em completa sintonia com a dinâmica do Chega e o Portugal que daqui sairia seria o da direita radical, do Vox a Trump, uma espécie de institucionalização de uma guerra civil como a que já hoje se passa nos EUA
A sombra e a motivação para o frenesim declaratório de Passos, que não tem outro sentido senão um regresso, não se sabe muito bem como, são o chamado “pacote laboral”, a “reforma” que está presente por detrás das suas declarações sobre o falhanço reformista do Governo. Não é por acaso que o “pacote laboral” é a motivação de Passos, embora o alcance da sua acção seja mais vasto. O primeiro passo de Passos é a pressão para um acordo parlamentar de fundo entre o PSD e o Chega e a Iniciativa Liberal, e qualquer acordo sobre a legislação laboral é sempre um acordo de fundo. Depois, esse acordo que daria a maioria às políticas da direita radical mostraria quem manda em Portugal, revelaria a irrelevância da esquerda, a começar pelo PS, e abriria caminho para outros acordos, a começar pelo Tribunal Constitucional e na revisão da própria Constituição. Passos está aqui em completa sintonia com a dinâmica do Chega, e o Portugal que daqui sairia seria o da direita radical, do Vox a Trump, uma espécie de institucionalização de uma guerra civil como a que já hoje se passa nos EUA.
Por isso, o pessimismo da inteligência deve ser nestes dias mais forte do que o optimismo da vontade. Se esse optimismo se dirigir para o combate duro a este caminho, será bem-vindo. É também por isso que seria bom que Passos desse passos para entrar a todo o vapor na política partidária de uma forma mais transparente do que o alimento cínico do sebastianismo."»

Diesel sobe 19 cêntimos e fica mais caro do que a gasolina

 UMA INFLACÇÃO DE TRUMP

sábado, 7 de março de 2026

Montenegro luta pelo poder e receia a crise


"... o país aproxima-se de maio com uma pergunta no ar: saber se estamos perante um simples episódio de turbulência política ou perante o início de uma nova fase na vida política portuguesa. Entretanto, como tantas vezes acontece em Portugal, a política discute o poder enquanto o país espera pelas soluções."

Isto não é inventado, pois não?!..

Via Correio da Manhã

Polémica na Câmara de Lisboa: militante do Chega com império clandestino
Nomeada por Moedas para os Serviços Sociais da câmara arrenda casas com condições indignas a imigrantes ilegais. É namorada do vereador do Chega.

"A vogal da administração dos Serviços Sociais da Câmara de Lisboa, Mafalda Livermore, tem um império de habitação clandestina, revelou esta sexta-feira a RTP. A militante do Chega, que assumiu funções em dezembro de 2025, nomeada por Carlos Moedas, é suspeita de arrendamento de vários imóveis com poucos metros quadrados em condições indignas, sem contrato e a dezenas de imigrantes ilegais. O valor médio das rendas ronda os 600 euros. Estas são pagas a Sílvia Paixão, militante do Chega e amiga de Mafalda Livermore. A funcionária da câmara justificou que alguns dos imóveis foram passados a terceiros que gerem agora os espaços e que não tem dados sobre os números de inquilinos.Mafalda Livermore está também a ser investigada pelo Ministério Público por usurpação de funções, por suspeita de dar aconselhamento jurídico sem ser advogada. De recordar que a sua nomeação também foi polémica por ser namorada do único vereador do Chega na autarquia de Lisboa, Bruno Mascarenhas."

Maiorca: concurso público para a reabilitação do Palácio Conselheiro Branco foi publicado em Diário da República

 Via Diário as Beiras

Reposição da sinalização em curso

"Está em curso a reposição da sinalização danificada pela depressão Kristin no concelho da Figueira da Foz, com uma equipa do Município da Figueira da Foz e uma empresa contratada. 
A mão de obra externa custa cerca de 50 mil euros. Por sua vez, a compra de nova sinalização tem um valor próximo dos 110 mil euros. 
Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, ontem, o vereador Manuel Domingues frisou que foram danificadas e destruídas “muitas centenas” de estruturas de sinalização na via pública. Em nome da segurança rodoviária, apontou o autarca, a reposição da sinalização, iniciada logo a seguir ao temporal, deu prioridade aos sinais de trânsito de proibição e obrigação. Neste momento, está a ser reposta a sinalização direcional.
 “Agora, sim, é essencial [trabalharmos] nas questões da sinalização direcional”, frisou Manuel Domingues. Por falta de material e mão de obra no mercado, ressalvou o edil, os trabalhos deverão prolongar-se por mais três semanas. 
As freguesias de São Julião, Buarcos, Tavarede, São Pedro e a Costa de Lavos e a Praia da Leirosa foram as zonas mais afetadas pelo impacto da passagem da depressão Kristin nos sinais de trânsito e demais sinalização. 
No total, entre equipamentos, edifícios e espaços públicos, a Câmara da Figueira da Foz soma estragos provocados pela intempérie no valor de quatro milhões de euros."

Teatro e música na Casa do Paço

Via Diário as Beiras: "Próximos espetáculos da parceria realizam-se nos dias 13 e 14 deste mês".


sexta-feira, 6 de março de 2026

Ricardo Silva crítico com responsáveis políticos do PSD

Via Diário as Beiras

"...desde a presidente da CIM Região de Coimbra e presidente da Câmara da Cantanhede e da Distrital social-democrata, Helena Teodósio, até a deputados e eurodeputados, por ainda não se terem deslocado ao Porto da Figueira da Foz, que se depara com o assoreamento da barra."


Santana Lopes, no Correio da Manhã

 

Tal como o Dr. Pedro Santana Lopes, creio que ainda vou ter saudades de Marcelo Rebelo de Sousa. 
Isto é: de um tempo político que acabou com ele na Presidência da República.
O Presidente Marcelo, mesmo na PR, nunca deixou de ser o comentador que conhecíamos e o «enfant terrible» do regime.

Ele, como ninguém, quando comentava fazia-o com conhecimento de causa. 
Ele conhecia, como ninguém, a essência do nosso mal: a incultura cívica, a falta de preparação teórico-prática dos legisladores e a ausência de métodos, com saber e rigor, no estudo e feitura das leis que temos, com grandes responsabilidades para os políticos que temos.

Vivemos tempos difíceis. 
O Chega é pior que tudo o que tivemos a seguir ao 25 de Abril na política em Portugal.
Santana Lopes, que teve o sonho de ser o sucessor do actual Presidente (...e que tal como ele, de anjinhos não têm nada), sabe que Marcelo Rebelo de Sousa teve sempre a sua agenda privativa.

E, isso, em determinado momento, foi um muro intransponível para Santana Lopes.
Nomeadamente, Marcelo, sem nunca o admitir, (entre outros) inviabilizou há alguns anos a possibilidade do então presidente da Câmara de Lisboa avançar com a candidatura à Presidência da República, dizendo sempre «não saber as verdadeiras intenções» de Santana Lopes.

Marcelo foi Marcelo até ao fim. 
Nunca mudou: foi o que sempre foi - um entertainer emocialmente instável com o sentido de responsabilidade de um puto traquina na adolescência. 
Tal como cerca de um milhão de portugueses que se deliciaram com o enfant terrible do regime, quando era comentador televisisvo, vou ter saudades de Marcelo.
Sobretudo, do comentador...

Polícia Municipal...

 Via Diário as Beiras

Município submete 235 candidaturas a apoios do Estado

 Via Diário as Beiras

A vingança é um prato que se serve gelado e por mãos alheias?..

 Via Diário as Beiras

Segundo o vereador Manuel Domingues, "A14 poderá reabrir no dia 15 deste mês"

 Via Diário as Beiras

«O vereador do executivo camarário da FAP Manuel Domingues avançou ontem que o troço da A14 entre a Figueira da Foz e Montemor-o-Velho deverá reabrir no dia 15 deste mês. O edil falava na reunião de câmara quando o presidente da autarquia figueirense o questionou sobre a estimativa da duração das obras em curso de reparação das zonas da autoestrada danificadas pelo comboio de tempestades ocorrido em janeiro e fevereiro. A Brisa está a trabalhar em várias frentes de obra, incluindo na zona da passagem de água do Foja sob autoestrada através de manilhas, cuja área esteve alagada durante várias semanas. O estado daquelas infraestruturas será determinante para a definição do calendário dos trabalhos, já que poderão ter de ser realizadas obras de reparação. Na quarta-feira, de resto, ainda não havia uma estimativa para a conclusão das reparações (ver edição de ontem). “Tenho acompanhado, quase em permanência, as obras na A14”, afiançou o autarca.

“A zona de manilhas abateu e a Brisa entendeu que tinha de fazer uma intervenção profunda”, acrescentou Manuel Domingues, adiantando que a concessionária da autoestrada decidiu analisar o estado de todas as passagens hidráulicas do troço da A14 entre Maiorca e o nó de acesso de Vila Verde. De novo indagado por Santana Lopes, desta vez acerca das pontes de Maiorca, na EN111 – uma das alternativas ao troço da autoestrada em obras - , Manuel Domingues afiançou que “as pontes de Maiorca aguentam-se, desde que se circule com moderação, a 30 km/hora, mas há quem não cumpre o limite de velocidade e, por isso, tem havido pequenos acidentes”.

Por outro lado, afiançou que a GNR, apesar de estar “com dificuldades, por ter poucos guardas”, “tem atuado” naquela estrada, sobretudo para impedir a circulação de viaturas pesadas nas pontes de Maiorca, que está proibida. Já em 2016, ano em que colapsou uma das passagens hidráulicas, na zona agrícola de Maiorca, obrigando ao corte da A14 entre a Figueira da Foz e Montemor-o-Velho, a EN111 passou a ser via rodoviária principal, com todos os constrangimentos associados à sobrecarga rodoviária. Desta vez respondendo ao vereador do PS Rui Carvalheiro sobre a sinalização na zona onde abateu parte da faixa de rodagem da EN11, em Caceira, no sentido Figueira da Foz/Maiorca, Manuel Domingues sustentou que “a sinalização está correta”

quinta-feira, 5 de março de 2026

Chega abandona plenário depois de nova altercação com Teresa Morais

 Via Expresso

"O grupo parlamentar do Chega abandonou esta quinta-feira o hemiciclo antes do final do debate em plenário, agendado pelo próprio partido, depois de uma nova altercação com a vice-presidente e presidente do parlamento em exercício, Teresa Morais.

No debate pedido pelo Chega, com o tema "As acusações de racismo na sociedade, no desporto e no sistema político: é preciso virar a página", André Ventura encerrou os trabalhos com um discurso em que acusou a deputada do PS Isabel Moreira e as líderes parlamentares do Livre e PCP de esconderem e ignorarem propositadamente quando "compatriotas suas são violadas, agredidas, mutiladas, perseguidas e assediadas só por uma razão".

"Se fossem portugueses estavam aqui aos gritos. Como são estrangeiros, protegem-nos porque preferem os criminosos às mulheres que são vítimas de crimes", acusou.

Antes de dar por encerrados os trabalhos desta tarde, Teresa Morais, vice-presidente do Parlamento que presidia a sessão, quis transmitir uma mensagem sobre o teor da intervenção de Ventura: "É a minha convicção que nenhuma mulher nesta casa, seja ela sentada numa bancada à esquerda ou à direita, quer esconder violadores ou ignorar violações de mulheres".

Perante esta consideração, Ventura pediu a palavra para afirmar que "é às bancadas das oposição que cabe fazer o discurso político" e não à mesa e acusou a social-democrata Teresa Morais de ser "uma vergonha para as funções que exerce no parlamento". "Da nossa parte, não nos representa mais na Assembleia da República, nem na mesa da Assembleia da República", atirou o líder do Chega, que já na quarta-feira tinha tido outra alteracação com Teresa Morais.

Teresa Morais respondeu que o deputado do Chega "não tem nenhum facto para apontar" e que as suas intervenções têm como objetivo "arrancar palmas à sua bancada".

Filipe Melo, deputado do Chega e vice-presidente do parlamento, saiu da mesa da Assembleia da República para ir para a bancada do Chega no início desta troca de argumentos, uma ação que foi reprovada por Teresa Morais enquanto o parlamentar protestava. "Senhor deputado Filipe Melo, faça o favor de ficar calado, porque já toda a gente percebeu que o senhor deputado está na mesa a fazer trejeitos infelizes e depois sai da mesa quando lhe apetece para vaiar a mesa", atirou a deputada social-democrata.

Perante esta consideração, os protestos da bancada do Chega subiram de tom e todos os deputados presentes abandonaram o hemiciclo. Assim, os trabalhos encerraram sem o partido liderado por André Ventura a ocupar os seus lugares no hemiciclo.

A intervenção de Teresa Morais que gerou a saída da bancada presidida por Pedro Pinto foi aplaudida por toda a esquerda e pela bancada do PSD. Da bancada do Chega ouviram-se pateadas.

A presidente da mesa fechou os trabalhos insistindo que "não pode aceitar que se diga nesta casa que há mulheres de algumas bancadas que escondem criminosos e ignoram violações de outras mulheres".

Já esta quarta-feira, o debate quinzenal ficou marcado por um incidente protagonizado pelo líder do Chega, que acusou a presidente do parlamento em exercício, Teresa Morais, de tratamento desigual, crítica que a social-democrata rejeitou, apoiada por PSD e PS."

Acidente de trabalho na conserveira Cofisa faz um morto e um ferido grave

"Um acidente de trabalho na alizaçãoconserveira Cofisa, na Figueira da Foz, provocou hoje um morto e um ferido grave.

Segundo apurou o DIÁRIO AS BEIRAS, ambos eram funcionários de uma empresa que estava a reparar a cobertura da fábrica, que havia sido danificada pela depressão Kristin, no dia 28 de janeiro."

Actualização dia 6.2.25

Recolha de equipamentos elétricos vale viatura aos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz

Via Jornal de Notícias
"A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz destacou-se entre as 225 que participaram, no ano passado, no Quartel Electrão e vai receber, nos próximos dias, um veículo de combate a incêndios. Hoje decorre a apresentação dos bons resultados desta iniciativa do Electrão - Associação de Gestão de Resíduos, numa cerimónia que contará com a presença do Secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves."