Ventura recuou e pôs em causa medidas chave da reforma. Na manhã do dia de greve, pela manhã, Ventura - o único parceiro que restava para negociar o pacote laboral - deu uma entrevista à Antena 1.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2025
No dia seguinte será que Montenegro já viu que havia razões para a greve geral?..
Ventura recuou e pôs em causa medidas chave da reforma. Na manhã do dia de greve, pela manhã, Ventura - o único parceiro que restava para negociar o pacote laboral - deu uma entrevista à Antena 1.
Xi, Trump e Putin no casino da guerra
"Oito décadas depois do fim da II Guerra Mundial, voltamos a viver num mundo em que todos os países parecem estar a preparar-se para enviar os seus jovens para a frente de combate.
A indústria de armamento está a conhecer os seus dias mais gloriosos – na perspectiva dos seus acionistas, claro… –, com um crescimento de vendas e de volume de negócios como nunca se tinha visto. Segundo o insuspeito Instituto Internacional de Estudos para a Paz de Estocolmo, as vendas de armas das 100 maiores empresas do setor alcançaram, este ano, o volume recorde de 679 mil milhões de dólares, quase o equivalente ao triplo do PIB português, e que é o valor mais alto alguma vez registado por aquele organismo, fundado em 1966."
quinta-feira, 11 de dezembro de 2025
Teresa Cardoso será a nova presidente do Conselho de Administração do Porto de Aveiro
"Nos termos dos estatutos da APA, o Conselho de Administração pode integrar até três vogais para além do presidente, sendo ainda possível a nomeação de mais um vogal por parte do Ministério das Finanças, conforme previsto na legislação em vigor.
Teresa Cardoso, nascida em abril de 1962, é licenciada em Engenharia Civil pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Ingressou na Câmara Municipal de Anadia em 1987 como técnica superior, desempenhando ao longo dos anos várias funções de chefia. Entre 1998 e outubro de 2013 exerceu os cargos de vereadora e de vice-presidente do município, eleita pelo PSD.
Em 2013, após divergências com a estrutura local do partido na escolha do candidato à autarquia, rompeu com o PSD e protagonizou uma candidatura independente pelo MIAP - Movimento Independente Anadia Primeiro, que viria a vencer. Presidiu a Câmara Municipal de Anadia durante 12 anos consecutivos, sempre como independente.
Nos últimos meses, iniciou um processo de reaproximação à estrutura local do PSD, atualmente liderada por Pedro Miguel Esteves, diretor de comunicação do gabinete de Luís Montenegro, primeiro-ministro do Governo de Portugal. Nas últimas eleições autárquicas, foi ainda mandatária da candidatura da coligação PSD/CDS liderada por Jorge Sampaio, seu antigo vice-presidente. Teresa Cardoso foi a primeira - e continua a ser a única - mulher a liderar a Câmara de Anadia.
Rogério Carlos é licenciado em Ciências da Educação, com especialização em Administração Educacional, pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa. Ao longo da sua carreira acompanhou sempre Ribau Esteves no seu percurso autárquico. Primeiro como assessor e adjunto do presidente na Câmara Municipal de Ílhavo (1998-2013), depois, entre 2013 e 2021, como adjunto do presidente da Câmara Municipal de Aveiro e, mais recentemente, no último mandato autárquico, subiu para vice-presidente da autarquia aveirense.
Foi sempre apontado como o preferido de Ribau Esteves para a sua sucessão na Câmara Municipal de Aveiro, mas a direção nacional do partido optou por escolher Luís Souto como candidato à autarquia e Rogério Carlos demitiu-se da direção local do partido e afastou-se da campanha das últimas eleições autárquicas. Com esta indicação por parte do Governo, acredita-se no aparelho social-democrata que o caminho é de reaproximação, colocando-se de lado as divergências sentidas no PSD-Aveiro ao longo dos últimos meses.
Já o outro vogal conhecido da nova administração, Valter Rainho, é natural da Figueira da Foz e, curiosamente, licenciado pela Universidade de Aveiro em Engenharia do Ambiente. Atualmente exerce as funções de Diretor do Departamento de Ambiente e Obras Municipais na Câmara Municipal da Figueira da Foz. Recorde-se de que a APA gere também o Porto da Figueira da Foz e a atual administração conta também com Carlos Monteiro, ex-presidente da Câmara Municipal deste município.
É previsto que a tomada de posse dos novos membros do Conselho de Administração ocorra no início do próximo ano, após a conclusão dos processos de nomeação e homologação legais que implicam necessariamente o parecer da CReSAP - Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública."
5ªs. de Leitura: encontro com Alberto Manguel foi adiado
Via Município da Figueira da Foz
"O Município da Figueira da Foz informa que, devido a circunstâncias imprevistas, o encontro das 5ªs. de Leitura, agendado para hoje, dia 11 de dezembro, com a presença do autor Alberto Manguel, foi adiado para data a divulgar oportunamente, no âmbito das comemorações do Dia Mundial do Livro.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2025
Um "fardo" chamado Figueira...
Isso inquieta os mais conservadores, pois trata-se de algo novo, que tem a ver com a meditação filosófica que introduz no espaço semântico o poder dos instintos e relações de sobrevivência, neste caso política.
Politicamente falando, Santana Lopes, aparentemente, tem a Figueira a seus pés. A maioria absoluta obtida recentemente é disso a melhor e a mais evidente prova.
Os aparelhos partidários do PSD e do PS estão em cacos. A esquerda (CDU, BE e Livre), por escolha dos eleitores, não está representada na vereação camarária. Na Assembleia Municipal e nas Assembleias de Freguesia tem representação residual. O chega, tem alguma representação, mas é uma casa difícil de gerir, turbulenta e em organização.
Santana domina. Em tese, pode fazer o que quiser.
Santana é humano. Como qualquer um de nós, tem méritos e tem defeitos.
Em finais de 2025, Santana, como qualquer um de nós, tem vários problemas.
Um deles (a meu ver) concreto: para um politico inquieto, inventivo e criador, para quem a descrição não é o forte, a Figueira e as suas limitações (incluindo alguns dos figueirenses que lhe deram recentemente uma maioria absoluta), pode estar a tornar-se num dos seus maiores pesadelos.
Tornar visível o que se perdeu no jornalismo local
"O jornalismo local não é um adorno do ecossistema mediático, é o seu alicerce mais discreto e, talvez, o mais fragilizado. A acumulação de funções, as horas prolongadas e as redações caseiras que sobrevivem precariamente, muitas vezes apenas por sentido de missão dos jornalistas, são, no jornalismo local, uma realidade ainda mais preocupante. São estes profissionais e projetos que mantêm viva a ponte entre o poder local e a vida quotidiana. Quando esses espelhos se embaciam, o que se perde não é apenas notícia: é a visibilidade pública das regras que nos governam.
O quotidiano da integridade joga-se perto de casa: na contratação municipal, nas obras públicas, nas decisões de urbanismo ou nos apoios às associações locais.
É neste território que o jornalismo de proximidade cumpre a sua função mais silenciosa: traduzir políticas em histórias compreensíveis, dar rosto às decisões e contexto às dúvidas. O jornalismo local não serve apenas para informar, é uma infraestrutura de cidadania. Permite que os cidadãos vejam reconhecidas as suas preocupações e saibam que existem olhos atentos ao que acontece na sua comunidade. Quando essa mediação desaparece, o espaço é ocupado por percepções fragmentadas, rumores e interpretações políticas que facilmente distorcem o sentido do real. As percepções moldam a forma como avaliamos a justiça e a ética pública. Em sociedades saturadas de mensagens, o que as pessoas acreditam ser verdadeiro influencia tanto a confiança nas instituições como os factos em si. Quando as histórias locais deixam de ser contadas com rigor, instala-se a sensação de que os problemas não têm solução ou de que "tudo é igual". Essa percepção de impunidade corrói silenciosamente o contrato social. A ausência de relatos comunitários de escrutínio fragiliza o sentido de pertença cívica e alimenta o afastamento das pessoas em relação à vida pública. Desembaciar o espelho não é fazer mais ruído, é devolver sentido ao que se vê."
terça-feira, 9 de dezembro de 2025
“Temos ordens do tribunal e inquérito do MP arquivado”, disse Pedro Santana Lopes sobre reportagem do Repórter Sábado na Figueira da Foz ontem à noite no NOW
A presença fenícia na região e a sua interação com os povoados locais
"Fenícios produziam cerâmica em Santa Olaia. Conclusões fazem parte de uma tese de doutoramento apresentada na Universidade de Coimbra".
segunda-feira, 8 de dezembro de 2025
Safra Justa: quem não transcreveu as escutas dos militares da GNR e do agente da PSP?
Ana Sá Lopes
"O Ministério Público tem que explicar aos portugueses porque é que as escutas dos militares da GNR e de um elemento da PSP suspeitos de estarem implicados num esquema de imigração ilegal no Alentejo não foram transcritas. Houve tempo
para isso: aparentemente, estavam a ser escutados há um
ano.
O que é que aconteceu para não
terem sido transcritas? Durante
um ano não houve funcionários
capazes para o fazer? Os
procuradores esqueceram-se? «Empresário da construção civil da Figueira da Foz acusado de apropriar terrenos públicos e destruir património»
"O presidente da Câmara, Pedro Santana Lopes, desvaloriza e fala num conflito entre vizinhos, mas, na freguesia de Buarcos, os moradores estão revoltados com aquilo a que chamam a impunidade reservada do chamado dono disto tudo local."
Para ver a reportagem clicar aqui.
domingo, 7 de dezembro de 2025
"Portugal é o melhor país do mundo.” Não é
Esta greve geral e a esquerda
sábado, 6 de dezembro de 2025
Discussão de orçamentos
A discussão dos orçamentos é sempre um momento delicado para qualquer governação. Na Figueira, assim aconteceu em anos anteriores. Assim aconteceu este ano. Assim acontecerá todos os anos. Haja maiorias relativas ou absolutas.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2025
«O IMI foi aprovado pela FAP, com os votos contra do PS e a abstenção do Chega»
Via Diário as Beiras (para ver melhor clicar na imagem)
quinta-feira, 4 de dezembro de 2025
Fim de ano e carnaval
A actriz e cantora Luciana Abreu vai ser a rainha do Carnaval de Buarcos/Figueira da Foz. O rei vai ser uma personalidade do concelho.
A revelação de Pedro Santana Lopes ocorreu hoje na sessão de Câmara, na altura em que o município aprovou um apoio financeiro de 85 mil euros à Junta de Freguesia de Buarcos para a organização do Carnaval 2026, cujos desfiles vão decorrer a 15 e 17 de fevereiro. O autarca não revelou quem será o rei, mas adiantou que será uma personalidade do concelho da Figueira da Foz.
Entretanto, o município divulgou todo o programa dos festejos de fim de ano, que arranca a 31 de dezembro e se estende até ao dia 03 de janeiro. A noite do ‘réveillon’ será animada pelo cantor português Richie Campbell e os Sétima Legião, além do espetáculo piromusical e multimédia à meia-noite. No primeiro dia do novo ano, a partir das 22:00, actuam os Bandidos do cante e o dj Filipe Sanches, e no dia seguinte sobem ao palco os Abba Gold e o dj Danny Glitz.
Os festejos da entrada em 2026 terminam no dia 3 de janeiro com a atuação da banda Os Vizinhos e do dj Drenchill.

















