Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)
segunda-feira, 1 de dezembro de 2025
A primeira volta é que é
"Para impedir Ventura de chegar à segunda volta - que é, recorde-se aos gritos, o objectivo da grande maioria do povo português - seria preciso que houvesse apenas dois grandes candidatos partidários: um à direita, correspondendo à ADeà IL, e outro à esquerda, apanhando o PS, o PCP, o BE, o Livre e toda a esquerda em geral. O PSDe o PS teriam de entender-se. Apenas teriam de escolher os dois candidatos que passariam à segunda volta: um da direita, outro da esquerda. Porque é que a AD (ou o PS) não apoia o almirante? Ou, melhor ainda, porque é que о almirante, que é tão patriota, não desiste? Porque é que o PS e a esquerda toda não apoiam o honradíssimo António Filipe? Se assim fizessem, os dois candidatos que passariam à segunda volta seriam convenientes: um de direita, outro de esquerda.E Ventura ficaria pelo caminho."
"Passaram apenas 6 anos mas já há saturação de um discurso que é sempre uma cópia de um sucesso estrangeiro qualquer"...
"Os jornalistas já não parecem ter a mesma paixão, ou paciência, para o espectáculo que o André tem para oferecer. Os comentadores de serviço, até os da direita mais clássica, deitam conversa de imigrantes e corrupção pelos olhos. Até já lhe dizem que, agora, é dele a cassete que marca a espuma dos dias."
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domingo, 30 de novembro de 2025
sábado, 29 de novembro de 2025
Pedro Pimpão é o escolhido para liderar à Associação Nacional de Municípios
O autarca de Pombal, Pedro Pimpão, é o nome escolhido para liderar a candidatura do PSD à presidência da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), confirmou o DN junto de fonte social-democrata.
A eleição de Pedro Pimpão, atual presidente dos Autarcas Sociais Democratas, acontecerá no congresso da ANMP, marcado para 13 e 14 de dezembro, em Viana do Castelo. Caso seja eleito como se perspetiva, uma vez que o PSD tem o maior número de presidências de câmara, sucederá no cargo à socialista Luísa Salgueiro, autarca de Matosinhos.
25 de Novembro: o inventado e o verdadeiro
"... o que aconteceu em Portugal a 25 de novembro de 1975.
Lembro-me muito bem daquele dia. Apenas três semanas antes chegara de Angola, onde participara como militar, desde janeiro, na agitada transição para a independência. O meu «Verão Quente de 75» foi, pois, fisicamente vivido em Luanda. Todavia, porque me mantinha informado e então militava ativamente numa organização política da esquerda, acompanhei sempre o que ia acontecendo, tanto lá como cá. Posso por isso dizer que, já de volta a Portugal, vivi os acontecimentos desse dia – agora tão deturpados – com um sentimento de tristeza e de «fim de festa», pois tinha a consciência de que representavam uma viragem na nossa democracia, e o fim de um projeto tão incompleto e contraditório, quanto belo e solidário, no qual plenamente acreditara. Permanecendo atento aos episódios que o integraram e lhe sucederam, logo percebi que quem saíra vencedor daquela conturbada terça-feira não fora a direita – a extrema-direita, essa praticamente nem se via -, mas sobretudo o Partido Socialista e o Grupo dos Nove, ala moderada do MFA composta por pessoas democratas que, à escala atual, seriam provavelmente vistas como de «extrema-esquerda». De facto, o que resultou do 25 de Novembro foi a confirmação da democracia representativa como modelo para Portugal, o que viria, aliás, a ser consagrado com a entrada em vigor, em 26 de abril de 1976 da nova e progressista Constituição da República. Prova de que a direita nada teve de vitoriosa foi, aliás, a rejeição imediata da ilegalização do PCP, que aquela na altura desejava, e a continuação da atividade do Conselho da Revolução. No essencial, o 25 de Novembro foi isto. Avançar agora a direita com o relato de feitos e glórias que não cumpriu, e de um sentido político que jamais existiu, é demagogia e oportunismo, além de uma deformação da história. Quem, dado o seu tempo de vida, tem o dever de deter alguma memória daquele tempo, e ainda assim o afirma, mostra confusão ou visível má-fé, sendo cúmplice de uma lenda destinada, nesta fase que atravessamos, a diminuir publicamente a esquerda e o impacto da Revolução de Abril. Quanto a quem não pode lembrar o que não viveu, a sugestão é que não acredite em invenções e estude um pouco. Consultando jornais da época, escutando os seus atores, e sobretudo lendo o que sobre o tema tem sido escrito por historiadores. Porque a história, podendo sem dúvida deter diferentes leituras, não pode ser inventada."
sexta-feira, 28 de novembro de 2025
quinta-feira, 27 de novembro de 2025
quarta-feira, 26 de novembro de 2025
Carnaval de Buarcos
Via Diário as Beiras: «... o presidente da Associação de Carnaval de Buarcos/Figueira da Foz, José Gouveia, considerou que a forma como a decisão foi comunicada “é uma traição para a associação”.»
Passou agora a ser “uma obra inevitável”: «consenso parlamentar para construção de bypass»
Na década de 2010/2020, "o agravamento das taxas de erosão foi de um terço entre a Costa Nova (Ílhavo) e Mira, duas vezes entre Castelo do Neiva e Esposende, Ofir (Esposende) e Estela (Póvoa de Varzim), Cortegaça e Furadouro e a sul do Torrão do Lameiro (Ovar) e, pior, três vezes entre Cova-Gala e Lavos (Figueira da Foz)."
No dia 12 de Agosto de 2021, "o Governo antecipou a divulgação do estudo sobre a transposição de areias na barra da Figueira da Foz, prevista para setembro."
terça-feira, 25 de novembro de 2025
Escola do 1.º Ciclo de Brenha reabriu ontem com diversas atividades, mas sem a vertente pedagógica
Via Diário as Beiras: "As 12 crianças (do 1.º ao 4.º anos) estavam em casa sem aulas desde o dia 14 deste mês".
















