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quarta-feira, 19 de novembro de 2025
... "uma serralheira e soldadora no quadro de pessoal" ...
Via Diário as Beiras
«ejeitada por outras empresas “por ser mulher”, a Atlantic Eagle abriu as portas a Katiane Costa».
«ejeitada por outras empresas “por ser mulher”, a Atlantic Eagle abriu as portas a Katiane Costa».
terça-feira, 18 de novembro de 2025
Saneamento básico: concelho da Figueira coberto a 94%
Imagem via Diário as Beiras
Em 1974, antes da Revolução, quando Portugal chegou ao 25 de Abri de 1974, mais de metade da população ainda não tinha em casa água canalizada e a maioria das habitações não estavam ligadas a rede de esgotos.segunda-feira, 17 de novembro de 2025
António Filipe
A entrevista que ontem deu à CNN tirou-me as últimas dúvidas: é, de longe, o melhor dos candidatos. Serenidade, honestidade, competência, experiência e sentido de Estado não lhe faltam.
E, acima de tudo, se for eleito, será um autêntico guardião da lei fundamental do País - a Constituição da República Portuguesa.
E, acima de tudo, se for eleito, será um autêntico guardião da lei fundamental do País - a Constituição da República Portuguesa.
Eu adoro rir, mas "hoje o candidato Vieira é o caminho mais direto para a ratoeira"...
"Sim: há uma diferença entre denunciar o grotesco de forma poética e sarcástica e ser o grotesco em versão folha dupla. O primeiro ato não é para todos e o segundo é aquele a quem os farsantes do poder limpam o rabo. Há 30 anos, Mário Viegas soube ser a "pequena palhinha nesta sinistra engrenagem”. Hoje, o candidato Vieira é apenas o caminho mais direto para a ratoeira".
sábado, 15 de novembro de 2025
sexta-feira, 14 de novembro de 2025
Ler jornais é saber mais
CARTAS AO DIRECTOR, edição jornal Público de ontem
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quinta-feira, 13 de novembro de 2025
O mar vai ser celebrado este fim de semana no Núcleo Museológico do Mar, em Buarcos
«... no domingo, pelas 16H00,
o Núcleo Museológico
do Mar exibe o documentário
“Mar maior”,
de Rui Bela
e Senos da Fonseca, gravado para o
Canal 1 da
RTP.
A sessão tem entrada livre.
“Mar maior”, vinca a nota, é “um tributo à pesca à linha do bacalhau e ao espírito de perseverança e resiliência dos pescadores portugueses, muitos naturais do concelho da Figueira da Foz, que enfrentaram tempestades e [outras] condições adversas, mantendo viva uma tradição secular, tendo como cenário as profundezas dos mares da Terra Nova e da Gronelândia”. “O documentário traz à tona segredos de uma vida tão dura quanto perigosa”, acrescenta a nota. E conclui que “apresenta relatos na primeira pessoa do figueirense Adelino Agostinho, cujo testemunho foi gravado e filmado no Núcleo Museológico do Mar, em fevereiro de 2023”.
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A sessão tem entrada livre.
“Mar maior”, vinca a nota, é “um tributo à pesca à linha do bacalhau e ao espírito de perseverança e resiliência dos pescadores portugueses, muitos naturais do concelho da Figueira da Foz, que enfrentaram tempestades e [outras] condições adversas, mantendo viva uma tradição secular, tendo como cenário as profundezas dos mares da Terra Nova e da Gronelândia”. “O documentário traz à tona segredos de uma vida tão dura quanto perigosa”, acrescenta a nota. E conclui que “apresenta relatos na primeira pessoa do figueirense Adelino Agostinho, cujo testemunho foi gravado e filmado no Núcleo Museológico do Mar, em fevereiro de 2023”.
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Troika 2.0
«Enquanto Lisboa exibe ao mundo o brilho do Web Summit, fingindo ser o palco do futuro digital, o país está a ser empurrado para a economia do século XIX — uma economia de salários de miséria, turnos intermináveis e gente exausta a sustentar os lucros dos poucos que chegam de Ferrari.
Chamam-lhe “Trabalho XXI”, mas é a Troika 2.0, e nem sequer precisou de chegar de avião.
A AD escreve, a IL aplaude, o Chega distrai — e juntos compõem a mais violenta ofensiva contra quem trabalha desde o tempo da troika.
Prometem “modernizar”, mas o que trazem é exploração:
«– 50 horas por semana, disfarçadas de “banco de horas individual”;
– contratos a prazo até 5 anos, para eternizar a precariedade;
– menos formação, para garantir uma mão-de-obra dócil e barata;
– despedimento livre pela porta do cavalo, onde até quem ganha em tribunal perde o direito de voltar ao trabalho;
– greves esvaziadas por serviços mínimos automáticos;
– outsourcing sem regras, para trocar trabalhadores com direitos por subcontratados descartáveis.
Tudo isto num país que cresce acima da média europeia, mas onde o crescimento foi para Ferraris, não para salários.
O trabalhador ficou com a inflação, a renda impossível, a casa vendida a fundos, a escola degradada, o hospital sem médicos.
E quando o povo acorda e protesta, chamam-lhe “incompreensível”.
Quando os sindicatos unem forças, chamam-lhe “greve política”.
Quando o povo se defende, dizem-lhe que “a precariedade não é má”.
Claro — a precariedade não é má para quem ganha 4000 € e troca de emprego com indemnizações douradas.
Mas é destruidora para a mãe que trabalha no retalho, para o operário, para a enfermeira, para o motorista.
O Chega cumpre a função de sempre: atira pobres contra pobres.
Inventam “invasões islâmicas”, “ciganos subsidiodependentes”, “imigrantes criminosos”.
Mas o objetivo é claro: primeiro precarizaram os imigrantes, impedindo-os de se legalizar para ficarem presos a intermediários e patrões sem escrúpulos; agora vêm precarizar os portugueses.
A Iniciativa Liberal embala o discurso com palavras bonitas: “flexibilização”, “escolha do trabalhador”.
Mas sem sindicatos, sem rede, sem alternativas, não há escolha — há chantagem. Aceita ou és substituído.
E a “flexibilidade” de uns é a servidão dos outros.
E no meio, a AD — que dizia querer “a economia a crescer como nunca” — apresenta um pacote que destrói tudo o que fez o país resistir à crise: reduz direitos, agrava desigualdades e abre portas a despedimentos em massa.
CGTP e UGT, unidas — até os sindicatos mais próximos do PSD — chamaram-lhe o que é: a lei final, o fim do trabalho com dignidade.
E enquanto o Governo legisla o retrocesso, o país distrai-se com eleições de clubes de futebol, reality shows e os espetáculos do populismo.
Cada vez que o Chega fala em “burqas”, em “criminalidade”, em “corrupção socialista”, um novo artigo da lei é aprovado para tirar direitos a quem trabalha.
Cada vez que a IL fala em “produtividade”, um novo trabalhador é despedido e recontratado como precário.
Cada vez que a AD fala em “modernização”, é mais um turno de 12 horas disfarçado de “escolha”.
Esta é a nova Troika.
Não vem da Alemanha.
Vem das bancadas da Assembleia da República.
E não pensem que isto fica pelo privado.
Depois de destroçarem o sector privado, irão atrás dos funcionários públicos, dos professores, dos médicos, dos enfermeiros.
Quem trabalha é o alvo.
O projeto é claro: um país obediente, cansado, barato, onde o Estado serve os poderosos — nunca os que trabalham.
Um ano e meio bastou.
Sem pandemias e sem guerras, rebentaram as finanças, travaram a economia, destruíram a coesão social, pioraram o SNS.
Um Governo de ilusões e diversões: o que estava mal, piorou; o que estava bem, mal ficou… só ganharam os que já estavam a ganhar.
Meus caros, votaram com medo de imigrantes, ciganos e burcas?
Agora que lhes deram o poder que queriam, o alvo são vocês.»
Eduardo Maltez Silva, in Facebook,10/11/2025.
quarta-feira, 12 de novembro de 2025
Redefinição territorial das freguesias freguesias do Bom Sucesso (Figueira da Foz) e Tocha (Cantanhede) precisa de solução
Via Diário as Beiras (para ver melhor clicar na imagem): "lado figueirense defende que deve ser o povo a decidir a redefinição territorial das duas freguesias".
Avarias constantes da embarcação Carlos Simão não são normais: o que está a acontecer?
Segundo o Município da Figueira da Foz, devido a avaria da
embarcação, a travessia fluvial entre
as duas margens da foz do Mondego
encontra-se “suspensa por tempo ainda
por determinar”.
Entretanto, o serviço é assegurado pelo miniautocarro elétrico “Fozbus”.
Entretanto, o serviço é assegurado pelo miniautocarro elétrico “Fozbus”.
Em finais de Setembro de 2020, «a Câmara da Figueira da Foz já tinha estudado o assunto e anunciou que iria apresentar a curto prazo uma embarcação elétrica para efetuar transporte de passageiros entre as duas margens do rio Mondego.
Em declarações aos jornalistas, o presidente da autarquia na altura, Dr. Carlos Monteiro, adiantou que o município estava a preparar o processo de aquisição.»
Segundo Carlos Monteiro, trata-se de uma embarcação com painéis fotovoltaicos, com capacidade para 45 a 50 passageiros e transporte de bicicletas, cujo preço ronda os 530 mil euros.
Veio uma embarcação com lotação para 30 e poucos passageiros e transporte de bicicletas...
“Havendo uma embarcação elétrica, a transição entre margens é muito menos poluente e mais rápida”, sublinhou o autarca, que pretendia ter a embarcação a operar todos os dias.
O presidente da câmara justificou ainda a aposta nas ligações de barco no Mondego com o facto de o Hospital Distrital da Figueira da Foz, que “tem 800 funcionários”, se encontrar na margem sul da cidade. Depois de ouvir a intenção do autarca, a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, disse que não será “nada difícil incluir” o projeto nas “elegibilidades”, com vista a financiamento. A governante destacou o projeto da Ciclovia do Mondego como um exemplo de coesão e de diminuição do trânsito e da poluição em zonas urbanas. “Esta primeira fase é simbólica e é sinal da aposta deste concelho numa mobilidade de futuro”, salientou a ministra, na inauguração dos primeiros quatro quilómetros da ciclovia no concelho da Figueira da Foz, entre a estação de caminho-de-ferro e Vila Verde, no distrito de Coimbra.»
Os anos passaram. Mudou o presidente de Câmara e no dia 24 de Maio de 2023 realizou-se na Estação Fluvial da Margem Sul – Cabedelo (Figueira da Foz) a cerimónia de Baptismo do Barco Eléctrico que passou a ter o nome do ex Presidente da Junta de Freguesia de São Pedro, Carlos Simão.
A retoma da travessia do Mondego por barco foi um sucesso e foi necessário o reforço com outra embarcação: o Costa Nova que veio de Aveiro.
«As embarcações Carlos Simão e Costa Nova, as duas embarcações que asseguraram a travessia da foz do Rio Mondego nesse verão, uma elétrica e outra com motor de combustão, entre 16 de julho e 30 de novembro de 2023, transportaram 69.744 passageiros.»
O Costa Nova desapareceu e a embarcação Carlos Simão tem tido avarias constantes.
Neste momento, a travessia fluvial entre as duas margens da foz do Mondego encontra-se “suspensa por tempo ainda por determinar”.
Alguma coisa está a correr menos bem: tantas avarias numa embarcação com pouco mais de 2 anos de actividade não será algo anormal?..
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