quinta-feira, 2 de maio de 2024

Porque é que o Governo parece não ter a coragem para afirmar a sua vontade sem rodeios e sem justificações?..

Um saneamento político disfarçado de interesse público na Santa Casa
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Quem "gosta muito de governar" escolheu... (II)

Da sériejá se sabe quem vai desfraldar a bandeira da União Europeia em Marte: D Sebastião II

Via Revista Visão

Bugalho I 

«Entusiasmado com a sua primeira intervenção pública enquanto cabeça de lista pela Aliança Democrática (AD) às eleições europeias, Sebastião Bugalho, com a habitual humildade, disse acreditar que a primeira bandeira em Marte terá as 12 estrelas da União Europeia e não as “sete quinas” da bandeira portuguesa. Como são cinco, e não sete, as quinas da bandeira, simbolizando os cinco reis mouros que D. Afonso Henriques bateu na Batalha de Ourique, há quem tema que, ao acrescentar mais duas, o candidato tenha dado um pretexto ao Presidente da República para colocar na sua lista de reparações pelo passado de Portugal mais dois reis, vítimas da violência lusitana.»

Bugalho II 

«De Marte, o cabeça de lista da AD fez uma alusão, ainda que sob a forma de citação sem a correspondente identificação do autor, à Lua. A certa altura, no mesmo discurso, declarou: “Mas nós escolhemos fazer estas coisas não por serem fáceis mas por serem difíceis.” Uma frase do antigo Presidente norte-americano John F. Kennedy, dita a 12 de setembro de 1962, a propósito do desafio que era aterrar na Lua. Por cá, Sebastião Bugalho ainda nem chegou a Bruxelas, mas, como se percebe, já pensa noutros voos.»

Contrato-programa para edição deste ano foi assinado na Casa do Paço

 Diário as Beiras

Dia Internacional do Bombeiro dia 4 de Maio na Figueira da Foz

 

Contas da Câmara foram aprovadas na Assembleia Municipal

 Diário as Beiras

quarta-feira, 1 de maio de 2024

Este país não é para velhos


"
Manuel Cavaco já fez tudo no cinema, no teatro, a fazer vozes em dobragens, na televisão.

Foi ator principal e secundário, vilão e bonzinho, sedutor e boémio, pobre e rico.

Trabalhou com o meu realizador português preferido, o Fernando Lopes. Também com o António Pedro Vasconcelos ou o José Fonseca e Costa"...

Mas...

"Já não há papéis para velhos.

Um dia, talvez brevemente, deixará também de haver papéis para mim.
Eu sei isso."

Desconstrução de mitos no 1º de Maio

"O 1º de Maio é uma boa ocasião para recordar que, nas últimas décadas, os salários em Portugal não têm acompanhado a produtividade, como o Paulo Coimbra tem sublinhado. Ouvimos frequentemente dizer que "é preciso criar riqueza para depois distribuir", mas o que tem aumentado é a desigualdade na distribuição funcional do rendimento."

Vicente Ferreira

Viva o 1º. de Maio

Foi há 50 anos. 
Naquele já longínquo 1º de Maio de 1974, pela primeira vez, celebrei O DIA DO TRABALHADOR, em Liberdade. 
Tinha 20 anos de idade. Na verdura e ingenuidade dos meus 20 anos, acreditei na Liberdade recentemente conquista, na Democracia e nos Portugueses.  
O 1.º de Maio de 1974, levou milhões de portugueses às ruas. 
Celebravam a Liberdade e a possibilidade de uma mudança económica e social que, afinal, continua por concretizar... 
Esses milhões de portugueses foram os verdadeiros protagonistas do primeiro 1.º de Maio, depois do 25 de Abril! 
Passaram 50 anos. Portugal entrou numa nova fase da sua já longa existência de nove séculos enquanto Estado independente e reconhecido como tal. 
Em Abril de 1974, um golpe militar desencadeado por um setor mais activo e consciente de umas Forças Armadas, física e moralmente exaustas com 13 anos de uma Guerra Colonial sem fim à vista, que não fosse o da derrota face aos movimentos de libertação das colónias africanas, derrubou uma longa ditadura de 48 anos e devolveu ao País a liberdade e uma esperança no futuro. 
Muito se tem dito, escrito, filmado e narrado, sobre essa que é a data capital da segunda metade do século XX português (as da primeira metade correspondem à Implantação da República, ao 5 de outubro de 1910, e ao golpe do 28 de Maio de 1926, que impôs a ditadura). 
50 anos depois avançámos muito. Porém, os portugueses foram-se deixando levar por oportunistas que, recorrendo à mentira sistemática, tomaram o poder para destruir as conquistas de Abril. 
No ar, pairam fantasmas ameaçadores de um saudosista regresso ao passado. 
Espero que os portugueses, hoje, consigam vir para rua gritar, sem qualquer problema: viva a Liberdade, viva a Democracia, viva o 25 de Abril, viva o 1º. de Maio!
De recuo em recuo já chegámos aqui, de novo: ao rico tudo é permitido. Não há direitos para o pobre. O Estado esmaga o oprimido. O crime do rico, a lei o cobre!..

O movimento cívico O Peão Primeiro quer ruas mais seguras

 VIA DIÁRIO AS BEIRAS

terça-feira, 30 de abril de 2024

Oitos anos, sempre são oito anos: há muita fominha no laranjal...


50 anos depois do 25 de Abril de 1974, a direita, continua a fazer saneamentos políticos. 
O Governo tem esperança de vida curta e os boys/girls são mais que muito(a)s.

Miguel Estves Cardoso: "ainda bem que o Presidente da República — e Marcelo Rebelo de Sousa — se sentem mais à vontade para falar"...

 Via Jornal Público

Porque estava em Portugal Dominique de Roux na véspera do 25 de Abril de 1974, suspeito de associação à secreta francesa e ligações fortes a Spínola?

Manuel S. Fonseca, hoje no Correio da Manhã
O documentário de Jacinto Godinho é este.

Museu do arroz deverá ser instalado na Quinta do Foja

«O presidente da Câmara da Figueira da Foz avançou ontem, em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, que a Quinta do Foja poderá vir a recebeu o futuro museu do arroz. “Ainda está pendente de outra decisão. A Quintado Foja é a hipótese provável [para a instalação do equipamento]”, avançou Santana Lopes. 
Entretanto, decorrem conversações entre o Município da Figueira da Foz e a administração daquela sociedade agrícola. A Quinta do Foja, é uma extensa propriedade agrícola que se estende pelos concelhos da Figueira da Foz e Montemor-o-Velho, tem instalações em Santana, na freguesia figueirense de Ferreira-a-Nova, vizinha de Maiorca. Quando, no início do mandato autárquico, começou a falar da instalação de um museu do arroz no concelho, Santana Lopes apontou como possíveis localizações Maiorca ou Alqueidão, duas freguesias ligadas à produção de arroz carolino. Além do espaço museológico, Santana Lopes pretende ainda criar um centro de estudos e valorização relacionado com o arroz carolino do Baixo Mondego. Este equipamento deverá ser instalado em Maiorca. O concelho da Figueira da Foz produz mais de metade do arroz carolino cultivado no Baixo Mondego. A produção local deste alimento, além dos campos do Mondego, abrange, também, o Vale do Rio Pranto.»

Estado do tempo e alteração da data e do recinto afetaram Mercado do Duque

 via Diário as Beiras

Secretária de Estado das Pescas na Figueira

Via Diário as Beiras

Antes do 25 de Abril um quarto da população de Setúbal vivia em barracas

Livro mostra os antigos bairros de lata. Com 11 mil pessoas em barracas, a cidade sadina era a mais afectada do País pela falta de habitação.

Mural sobre o 25 de Abril

 Via Diário as Beiras

Santana Lopes sócio honorário da Associação Portuguesa de Museologia

Foto: Município da Figueira da Foz. Texto Diário as Beiras

«A Associação Portuguesa de Museologia (APOM) convidou Santana Lopes para aceitar ser sócio honorário, e o presidente da Câmara da Figueira da Foz aceitou. O convite partiu do líder da direção da associação, João Neto,
“por tudo o que [o autarca e ex-secretário de Estado da Cultura] fez em Lisboa e na Figueira da Foz”. O momento aconteceu na sessãode abertura das comemorações do Dia Nacional doMuseólogo, ontem, no Auditório Madalena Biscaia Perdigão.»