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Entretanto, o HDFF promove hoje, numa unidade hoteleira da cidade, um encontro de assistentes operacionais, tendo como tópico “Criar pontes nos cuidados de saúde”.
Estão inscritos cerca de 300 participantes.
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Via Notícias de Coimbra
"O município da Figueira da Foz voltou a adiar a adquisição do Cabo Mondego, cujo negócio está acertado por 2,1 milhões de euros, mas que ainda não foi votado.
Depois de vários meses “adormecido”, o assunto voltou hoje à ordem de trabalhos da reunião de Câmara, mas a decisão foi novamente adiada, desta vez para 17 de novembro, por proposta do presidente, Pedro Santana Lopes, após alguns reparos do PS.
O autarca, eleito pelo movimento Figueira a Primeira, reconheceu que existe informação nova que ainda não foi distribuída pelos vereadores socialistas e aceitou que o contrato de compra e venda inclua um prazo para o negócio se efetivar, já que a promitente vendedora ainda tem de regularizar o registo dos bens imóveis.
“É hora de tomar uma posição, por respeito às partes envolvidas e aos munícipes”, disse Santana Lopes, que invocou também a necessidade de evitar que privados se intrometam no negócio de um património “vantajoso” para o município.
Salientando que uma decisão positiva não implica um efeito financeiro imediato, o presidente da autarquia figueirense não pretende continuar a “arrastar um processo que não é fácil” e que vem do ano passado, com vários adiamentos.
Os vereadores da oposição (PS) esclareceram que são a favor da compra e afastaram qualquer responsabilidade no atraso do processo de aquisição, salientando que pretendem votar “em consciência e com certezas”.
“Para nós, o Cabo Mondego é um bem essencial para a cidade, que pode ser um museu industrial, um espaço de investigação ou tão esperado parque natural”, disse Daniel Azenha.
O socialista defendeu que a Câmara dividisse a votação em dois momentos: primeiro a decisão política de aquisição e depois o contrato de compra e venda, após serem resolvidas algumas questões como o processo de regularização da área.
Após alguma discussão, Pedro Santana Lopes propôs o adiamento da votação para a próxima sessão de Câmara, com a garantia de que as últimas informações do conhecimento do executivo seriam distribuídas pela oposição e que seria colocado um prazo no contrato para o negócio se concretizar.
Na mesma sessão, foi também adiada uma decisão sobre a taxa de devolução de IRS, cuja proposta do executivo foi rejeitada na reunião da Assembleia Municipal de setembro pela maioria socialista.
O executivo do grupo de independentes Figueira a Primeira, que está em maioria depois de um acordo com o único vereador do PSD, tinha fixado em sessão de Câmara uma taxa de 3,5%, mantendo-se a devolução de 1,5% aos munícipes, com os votos contra dos vereadores do PS, que exigiram 2%.
Na reunião de hoje, Pedro Santana Lopes voltou a alertar que o aumento de encargos do município não permite reduzir mais meio ponto percentual, que representa um montante de meio milhão de euros, mas aceitou discutir o assunto no âmbito do orçamento para 2024, que será submetido à Assembleia Municipal de 15 de dezembro."
Lídio Lopes, que está no cargo desde 1997, recandidata-se ao cargo de presidente da direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Figueira das Foz.
A lista é apresentada amanhã, pelas 19H30, no quartel, seguindo-se uma noite de fados para angariação de fundos para a corporação.
As eleições realizam-se no próximo dia 7 de dezembro.
A travessia fluvial entre as duas margens da cidade da Figueira da Foz, serviço assegurado pela embarcação municipal, estava ontem cancelada, devido ao vento, chuva e agitação marítima fortes.
Esta situação continuará enquanto as condições atmosféricas adversas prevalecerem, informa nota publicada nasredes sociais do município.

O abalo, com epicentro localizado a cerca de quatro quilómetros a oeste da Figueira da Foz, foi registado pelas 20.42 horas nas estações da Rede Sísmica do Continente.
"Este sismo, de acordo com a informação disponível até ao momento, não causou danos pessoais ou materiais e foi sentido com intensidade máxima III/IV (escala de Mercalli modificada) no concelho de Figueira da Foz", realçou o IPMA.
A palavra a quem sabe: Doutor Rui Melo Pato
"Sou médico aposentado, com 37 anos de carreira hospitalar em tempo completo prolongado e dedicação exclusiva, fui diretor de serviço e presidente de um conselho de administração de um hospital central.
Começo por pedir desculpa pelo meu pessimismo…mas quando me ponho a imaginar em como ficará o SNS caso todas as reivindicações dos profissionais sejam integralmente satisfeitas…não acredito que volte a ser como foi até 2005.
Não acredito que com horários de 35 h e com limitações ao número de horas extraordinárias a actividade do SNS não vá diminuir drasticamente! ; e não acredito que, mesmo a existir um novo afluxo de profissionais para o SNS devido às mais aliciantes condições em horários e vencimentos , essas entradas de profissionais possam vir a compensar as carências a curto e a médio prazo. E, a juntar a isto, as empresas privadas, na sua sofreguidão, continuarão a assediar os profissionais cobrindo financeiramente as conquistas salariais exigidas agora pelos sindicatos e, por isso, os profissionais continuarão a fugir para os privados até porque agora terão mais horas livres.
Por todos estes motivos eu acho que , com ou sem acordo entre os sindicatos e o ministério, não vão existir ganhos em saúde para os cidadãos e tenho muitas dúvidas que, depois desta crise, voltemos a ter um SNS como ele foi antes desta crise. Ele foi enfraquecido durante anos a fio por incapacidade da tutela, pela concorrência feroz dos “ industriais da doença” e pela campanha de descrédito junto da opinião pública. É difícil a sua reabilitação tanto no desempenho como no seu crédito público.
Provavelmente, havendo sucesso nesta luta, que é legítima, só os profissionais terão ganhos nos vencimentos e nas suas condições de trabalho; mas o povo português, eu duvido que ganhe um SNS universal, de qualidade e tendencialmente gratuito, com médicos família para todos, com urgências de qualidade, com consultas e intervenções atempadas. Por isso eu estou muito pessimista. Oxalá eu me engane."
“Enquanto o setor privado foi composto de consultórios, pequenas clínicas e pouco mais, o SNS não tinha "oposição". A partir do momento, em que os hospitais e grandes grupos económicos privados se instalaram na saúde, com a lógica das seguradoras, o apetite passou a ser voraz.
Como pode haver capacidade de competir, quando um médico do SNS ganha num mês aquilo que o setor privado lhe oferece numa semana?
Tem de haver força política para impor a obrigatoriedade pós formação, ou então o setor privado que forme os técnicos. O Estado não pode suportar toda a formação até o técnico ser especialista e de seguida ele ir embora.”
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| Por agora, médicos mantém greves para 14 e 15 de novembro. |