Limitou-se a constatar o óbvio....
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Santana Lopes...
"Portugueses defendem o Syriza porque protegem «os coitadinhos»" - Santana Lopes, ontem à noite na SIC Notícias...
Diz quem o conhece, que Pedro Santana Lopes quando tem um objectivo perde a noção da racionalidade. Quem o conhece dos bastidores das campanhas, na luta político-partidária, sabe isso bem...
A meta, agora, ao que parece, é Belém. Tem tido avanços e recuos, próprios de quem anda perdido: gosta, mas está a observar quem também avança...
Contudo, o que, Santana Lopes, um antigo primeiro-ministro, ontem à noite desabafou na SIC-Notícias, era perfeitamente evitável.
Além do mais, Santana tem protegido, nos últimos anos, tantos «coitadinhos» lá pela Misericórdia...
Diz quem o conhece, que Pedro Santana Lopes quando tem um objectivo perde a noção da racionalidade. Quem o conhece dos bastidores das campanhas, na luta político-partidária, sabe isso bem...
A meta, agora, ao que parece, é Belém. Tem tido avanços e recuos, próprios de quem anda perdido: gosta, mas está a observar quem também avança...
Contudo, o que, Santana Lopes, um antigo primeiro-ministro, ontem à noite desabafou na SIC-Notícias, era perfeitamente evitável.
Além do mais, Santana tem protegido, nos últimos anos, tantos «coitadinhos» lá pela Misericórdia...
Na Aldeia da subserviência...
Dizia Einstein que existiam duas coisas
infinitas: o Universo e a estupidez humana.
Ainda não estamos seguros sobre se o
Cosmos é ou não infinito mas, seguramente, a estupidez humana não
conhece barreiras ou limites.
Quando a subserviência a interesses de terceiros, prejudica o interesse de quem o elegeu, a isso chama-se traição.
Quando a subserviência a interesses de terceiros, prejudica o interesse de quem o elegeu, a isso chama-se traição.
Vivemos numa Aldeia domesticada...
Domesticados já estamos há muito...
Até fomos elogiados por sermos bem comportados.
Não há movimentação social.
Nas próximas eleições ganharão os mesmos ou os «outros», os tais do arco...
É isto uma Aldeia democrática?..
Não há movimentação social.
Nas próximas eleições ganharão os mesmos ou os «outros», os tais do arco...
É isto uma Aldeia democrática?..
Parece-me mais uma ditadura moderna
onde em vez de partido único há, no máximo dos máximos, o bipartidarismo «do arco».
Mas, sobretudo, vivemos numa Aldeia
onde o que não há é política, que o mesmo é dizer, não há
ideias.
Neste momento, na Aldeia, o cargo de
político começa a parecer desnecessário...
Domesticados, há muito, já fomos...
E isso nota-se...
Domesticados, há muito, já fomos...
O mar continua a “engolir” sistema dunar em S. Pedro
| foto de António Agostinho |
Estávamos em 11 de abril de 2008, uma sexta-feira.
O prolongamento em 400 metros do molhe norte do porto da Figueira da Foz foi adjudicado nesse dia, um ano depois do lançamento do concurso público que sofreu reclamações dos concorrentes e atrasos na análise das propostas.
A obra, considerada fundamental pela tutela e comunidade portuária, visava permitir a melhoria das condições de acessibilidade ao porto da Figueira da Foz.
Cerca de 7 anos depois de concluída a obra, a barra, para os barcos de pesca que a demandam está pior que nunca e a erosão, a sul, está descontrolada.
Neste momento, pode dizer-se, sem ponta de demagogia, que é alarmante: o “mar continua a “engolir” sistema dunar em S. Pedro”.
Neste momento, pode dizer-se, sem ponta de demagogia, que é alarmante: o “mar continua a “engolir” sistema dunar em S. Pedro”.
Repito a pergunta que fiz neste Outra Margem, nesse dia 11 de abril de 2008, pois ainda não obtive resposta:
Será que alguém sabe, porque estudou, as REPERCUSSÕES QUE MAIS 400 METROS NO MOLHE NORTE terão na zona costeira na margem a sul do Mondego?
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Daqui a pouco na Foz do Mondego Rádio "Tem a palavra" Pedro Cruz
Hoje, das 21 às 22h00, o fotojornalista Pedro Cruz é o convidado do programa da Foz do Mondego Rádio "Tem a Palavra", para uma conversa sobre o seu percurso, as suas referências, os seus objectivos e, em especial, a exposição que inaugura, este sábado, no Mercado da Gala, "Alerta Costeiro 14/15", em que denuncia, através de dois anos de fotografias, a degradação da orla costeira na margem sul.
Um programa a não perder, em 99.1 e em myradiostream.com/fozdomondego.
Uma Aldeia em agonia...
Vejam o que o mar comeu em 13 meses!..
Encontrei a foto acima no facebook do João Pita.
Foi publicada em 23 de Janeiro de 2014.
Encontrei a foto acima no facebook do Pedro Agostinho Cruz.
Foi publicada em 21 do presente mês Fevereiro.
Entre uma e outra fotos, decorreram apenas cerca de 13 meses.
Isto, que temos vindo a denunciar desde 11 de dezembro de 2006, é uma vergonha. Mais do que
uma vergonha, é uma imoralidade.
Para além das pessoas, sem dúvida o
mais importante, também está em risco, todo um património
conquistado ao longo de vidas trabalho, por vezes, sabe-se lá com
que sacrifícios...
Leituras
![]() |
| para ler a crónica, clicar na imagem |
Mas, isso, são outras contas.
Na Figueira não pode ser sempre carnaval. Todos sabemos que a maior razão da manutenção do Carnaval de Buarcos ao longo dos anos, pago com fundos públicos por executivos camarários PS e PSD, se deve ao facto de só assim ser possível manter as escolas de samba que, como sabemos, representam muitos votos.
As virgens ofendidas que têm permitido com a sua cobardia política a modalidade que praticam as escolas de samba, financiadas ao longo dos anos por dinheiros públicos,
provendo deste modo - com o dinheiro dos outros – as suas
actividades lúdicas, fariam um favor à sociedade se começassem a
custear do seu bolso essas práticas.
Seguramente que o seu orgulho, seria mais seu, e o seu esforço, mais
admirável.
No fundo, resume-se ao princípio tão
em moda, do utilizador-pagador.
Poderiam orgulhar-se, pessoal e individualmente, dos seus feitos ou, do apoio dado à escola do seu coração. As escolas de samba, enquanto auto-suficientes e propriedade dos seus indefectíveis, financiadas por eles próprios, merecem-me o respeito que qualquer pessoa colectiva ou particular é credora. As outras, as que se alimentam dos impostos e estratagemas diversos, merecem-me apenas, distanciamento.
É aceitável o argumento de que é preferível manter os jovens ocupados mesmo que seja a sambar do que deixá-los à deriva.
Creio, porém, que é para isso que os
contribuintes figueirenses já pagam, por exemplo, o desporto
escolar, o Museu e Biblioteca e o CAE.
No usufruto do direito de opinião e
livre expressão constitucionalmente garantidos, contesto a prática
de distribuição sistemática de subsídios para o carnaval -
entenda-se em minha opinião, gasto injustificável de dinheiro
público.
Na crise em que o nosso concelho
continua mergulhado, é inaceitável que as autarquias continuem a
exigir mais e mais impostos aos cidadãos para os delapidarem em
propaganda eleitoral. É óbvio que a este executivo, como disso já deu muitas provas - falta também a
lucidez e a coragem para acabar com este e outros carnavais.
Já quanto ao combate à anterior “tesura” - que até deu para ficar a dever ao quiosque - referida na crónica do vereador Tavares, é pena que se não verifique o mesmo empenho quando se trata de defender o património que mexe com a qualidade de vida de todos – como é o caso do lastimável estado das estradas do concelho.
Veja-se, por exemplo, o que se passa na saída do
Hospital Distrital da Figueira da Foz: no parque de estacionamento
pago a Câmara “investiu” mais de 80 mil euros num piso que está
um brinquinho. Logo que que se passa a cancela que controla a
“bilheteira” é o caos que clicando aqui pode constatar...
Pois é senhor vereador: no que é importante, assobia para o lado...
A política e a culinária devem
respeitar o mesmo princípio: precisam de ingredientes certos, mas é
na sua correcta aplicação que está a arte.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Harald Schumann, jornalista alemão que está a realizar um documentário sobre a troika, explica ao PÚBLICO por que acusou o Governo português de "censura"...
Em tempo.
O que mais o surpreendeu na situação portuguesa?
O facto de terem tido - em proporção - a maior manifestação de todos os países em crise, mas que não teve qualquer impacto… Se, na Alemanha, 10% da população saísse à rua para protestar, o que significaria uma manifestação de 8 milhões de pessoas, nenhum Governo sobreviveria a isso intacto.
O que mais o surpreendeu na situação portuguesa?
O facto de terem tido - em proporção - a maior manifestação de todos os países em crise, mas que não teve qualquer impacto… Se, na Alemanha, 10% da população saísse à rua para protestar, o que significaria uma manifestação de 8 milhões de pessoas, nenhum Governo sobreviveria a isso intacto.
Ontem, foi noite de óscares...
Prémio para o melhor actor secundário:
Pedro Passos Coelho em “O bom alemão a quem o medo consome a alma"...
Pedro Passos Coelho em “O bom alemão a quem o medo consome a alma"...
A “barrinha do sul”... (II)
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