domingo, 6 de janeiro de 2013
Ora cá temos as medidas para o combate ao desemprego jovem...
Há mais de 160 técnicos especialistas recrutados pelo governo, a ganhar até 5 mil 700 euros por mês. É o que revela uma auditoria do Tribunal de Contas que adianta que a maioria desses técnicos ganha mais que um técnico superior da função pública e que muitos têm idades entre os 24 e os 29 anos.
Não sei se hei-de rir ou chorar…
O primeiro-ministro disse hoje, que Portugal não está num "ciclo
vicioso", mas a "vislumbrar a saída de um período difícil".
Pedro Passos Coelho deixou esta mensagem ao país depois de
ouvir dois grupos folclóricos cantarem
as Janeiras, nos jardins da residência oficial
de São Bento, em Lisboa, contestando assim a ideia de que a economia
portuguesa está numa "espiral
recessiva" defendida pelo Presidente da República, Cavaco Silva, na sua mensagem de ano novo.
Recordando 2012 (VII)
"As sete maiores fortunas nacionais tiveram um aumento de 13%, em 2012"... *
Se esta política existe – e ela existe – 90% de votantes
portugueses estão de parabéns…
Não é nada fácil, em democracia, criar e manter um governo com uma cultura
governamental que consiga dar cabo da vida, da carteira e do juízo a quase 90%
dos habitantes do país com a mestria que
Passos & Cª. têm demonstrado…
E, ainda por cima, democraticamente escolhido e mantido pelos "desgraçados"!..
* Estudo do "Dinheiro Vivo".
sábado, 5 de janeiro de 2013
59 (II)
Desde as 14 horas e alguns minutos, segundo a minha Mãe, que é a pessoa mais abalizada para se pronunciar sobre o tema...
Essa é que é essa, como diria o Eça!
Estranhamente, ou talvez não, aos 59, já não sei o que é
esse medo de ficar sozinho, que me inquietava, por exemplo, aos 23...
Ficamos sozinhos quando somos exigentes.
Ficamos sozinhos quando defendemos a verdade.
Ficamos sozinhos quando defendemos as nossas convicções.
A vida é feita de opções e, desde há anos, decidi, para estar de bem comigo, que teria de ser assim...
Há uma dúzia, digamos assim, uma dúzia e meia de pessoas, no decorrer deste já longo percurso, sobre quem não me enganei…
Uma dúzia, digamos assim, uma dúzia e meia de pessoas,
acreditem, é um mundo!..
A todos os que me felicitaram pelo evento de hoje, muito obrigado...
A todos os que me felicitaram pelo evento de hoje, muito obrigado...
Uma História de sucesso….
Hoje, não vos vou maçar com as agruras do quotidiano.
Via O País do Burro
Como é um dia especial para mim, vou andar por aí.
Deixo-vos com uma história de sucesso…
Leiam (ouçam) os vídeos e ficam a saber como “enriquecer acima das nossas possibilidades ou a História do centrão”…
Nesta altura, um gajo como eu - um imbecil, diria um homem de sucesso, como, por exemplo, um político... - olha para trás e tem orgulho no seu percurso de vida.
Nesta altura, um gajo como eu - um imbecil, diria um homem de sucesso, como, por exemplo, um político... - olha para trás e tem orgulho no seu percurso de vida.
Ah pois é, um político profissional neste cantinho à beira mar plantado, é tal e qual como um pai ou uma mãe: qualquer verdadeiro imbecil pode sê-lo.
Bom sábado e até mais logo.
Bom sábado e até mais logo.
Via O País do Burro
59
"Cada fotografia
mostra apenas a pessoa que fomos
e é apenas uma fracção da pessoa que
somos hoje."
Que se passa comigo?.. Hoje, ao contrário do habitual, vou falar de mim e do meu nome!
Quebro um hábito, pois não vou falar de mais uma futilidade.
Todos nós, somos identificados pelos nomes porque somos
conhecidos - isso, todos o sabemos, é uma verdade.
Existe, contudo, uma cadeia de identidades consoante os
nomes.
Eu, por exemplo, em pequenino já era Agostinho.
Continuei Agostinho.
Aos, 10, 20, 30, 40, 50 - isto para abreviar - continuei Agostinho.
Agora, aos 59, continuo Agostinho.
Grande nome o meu: de pequenino a velhinho, sempre
Agostinho.
Já não sou o da fotografia, mas continuo Agostinho.
Entretanto, certo da fragilidade da minha vida e certo da minha morte, vejo a ganância em redor e continuo sem nada conseguir entender!..
Continuo Agostinho.
Sempre Agostinho!
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Muito bem Senhor Padre João Verísimo
| foto Pedro Agostinho Cruz, AS BEIRAS |
"Como reage perante a mediatização de iniciativas de
solidariedade com a exposição dos destinatários?" - pergunta o jornalista.
Resposta do Padre Veríssimo, a registar por certas figuras que, depois de arranjarem uns cabazes de produtos, a primeira coisa que fazem, é convocar a comunicação social para aparecerem na fotografia.
"Esquecemo-nos, muitas das vezes, da sensibilidade de quem
recebe: quem recebe, recebe sempre com desconforto, porque a necessidade
obriga-o a pedir e portanto não quer que a situação que está a viver seja um
apanágio dos que dão"
Recordando 2012 (VI)
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Vandalismo na Cova-Gala
Para quando a sensibilização para a eliminação da violência contra os caixotes de lixo
e os ecopontos na Aldeia?..
Olhando para o futuro, que vai ser 2013
Caro Pedro,
Enquanto desempregado que vai rapidamente ficar sem poder dar de comer aos seus filhos, é-me difícil aceitar que promovas o meu desemprego para que eu aceite ir trabalhar por migalhas que nem chegarão para pagar o mais básico para manter a minha família. Estás a deixar-nos sem lugar nesta sociedade. Estás a condenar-nos à morte.
Enquanto desempregado que vai rapidamente ficar sem poder dar de comer aos seus filhos, é-me difícil aceitar que promovas o meu desemprego para que eu aceite ir trabalhar por migalhas que nem chegarão para pagar o mais básico para manter a minha família. Estás a deixar-nos sem lugar nesta sociedade. Estás a condenar-nos à morte.
Gostaria que recordasses que esta minha condição não resulta
da minha vontade, pois sou só um meio para que tu atinjas um único fim: baixar
os salários de quem ainda trabalha. Resulta sim da tua teimosia, dos teus
dogmas, da tua ideologia, das tuas crenças de que a minha morte provocará, por
alguma inexplicável razão, o bem-estar dos restantes. Quer parecer-me que é
esta a forma que encontras para evitar retirar àqueles que têm dinheiro
acumulado e que, não encontrando forma de comprar a minha força de trabalho,
não conseguem multiplicar o dinheiro que lhes sobrou. É evidente que preferes
gastar dinheiro em bancos, que preferes pagar uma dívida que eu não contraí;
que em vez de fomentar a indústria, a agricultura, as pescas ou as minas,
preferes ir destruindo cada vez mais postos de trabalho.
O que me estás a fazer é de uma violência mortal. Considero,
e tu estarás certamente de acordo, que sou obrigado a fazer tudo aquilo que
estiver ao meu alcance para evitar que consigas alcançar o teu propósito.
Quero dizer-te que à medida que se for aproximando o momento
da morte da minha família, que menos soluções encontre, que mais dor inflijas à
minha família; maior é a probabilidade de pôr em prática tantas ideias que me
vão passando pela cabeça e cujo resultado seria que tivesses o mesmo fim ao
qual me estás a levar.
Para evitar o que te digo, gostaria que considerasses
seriamente a possibilidade de te demitires rapidamente e deixasses o caminho
livre à realização de eleições, pois sabes perfeitamente que já não tens o
apoio do Povo.
Sinceramente,
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