A cabeça de lista e presidente da distrital de Beja do CDS, Sílvia Ramos, confirma o envolvimento do seu "número 3" no caso, mas diz que isso não a fará alterar a composição da lista: “quem nunca pecou que atire a primeira pedra. Não é por meia dúzia de fardos velhos que vamos tirar a pessoa da lista, neste momento. Cabe à Justiça e a Deus julgarem o acto".
E, já agora, escrevo eu, também aos eleitores…
Sílvia Ramos, aponta o "aproveitamento político do caso" e relativiza o deslize do seu “número 3”: "não percebo como é que três ou quatro fardos de palha equivalem a casos como o BPN, BPP ou Freeport".
Sílvia Ramos, aponta o "aproveitamento político do caso" e relativiza o deslize do seu “número 3”: "não percebo como é que três ou quatro fardos de palha equivalem a casos como o BPN, BPP ou Freeport".
Já que a campanha eleitoral, que hoje termina, foi um vazio ideológico e programático, que ficou bem patente nos tristes e inócuos debates televisivos, fale-se então de "palha"...
Mas, quem é que já liga a "rabos de palha"?...



"Tornou-se uma tradição da presidência da República, desde Mário Soares, o presidente em exercício escolher o artista que o retrata oficialmente para a posteridade. Assim, Soares fez-se retratar por Júlio Pomar e Jorge Sampaio por Paula Rego. A Cavaco Silva, que ainda não escolheu o seu artista, eu permito-me sugerir o nome de Noronha da costa. Trata-se, receio, do único artista capaz de captar com convincente intensidade atmosférica a fátua densidade psicológica da figura e do momento político em que vivemos."

