domingo, 6 de setembro de 2009
sábado, 5 de setembro de 2009
Manuel Oliveira
Esta magnífica foto (mais uma) do Pedro Cruz, recordou-me que o essencial são os valores.
Mas o poder, a ganância, a inveja, a riqueza, o dinheiro, ocultam os verdadeiros valores e o essencial vai ficando adiado...
Quando damos pelo passar do tempo, já estamos velhos, e deixámos a vida irremediavelmente adiada..
Normalmente, é só quando a porta desta vida se está a fechar, que reparamos que passámos ao lado da vida.
São muito raros os que conseguem viver a vida como querem e gostam, não como os outros desejariam. Manuel Oliveira, o “PóPó”, é um desses…
Tal como ele, eu também vou “Andando pela vida”.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Para que serve um provedor?..

O Fernando Campos, ficaria com a sua “galeria de notáveis figueirenses imperdoavelmente incompleta sem a presença inefável daquele que é, sem dúvida, o mestre-de-cerimónias da festa ininterrupta que é “o social” figueirinhas,” o provedor das caldeiradas.”
Esta postagem do Fernando, onde o talento e o humor sibilino se cruzam, cujo resultado é uma prosa deliciosa, fez-me lembrar uma polémica que entreteve, há uns meses atrás, o país do “faz de conta”.
Estou a referir-me à novela da demora na substituição do Provedor da Justiça. Passado o ruído nunca mais ouvi falar do tal Provedor.
Para que serve, então, um Provedor?
É que, depois de tanta polémica, e depois do silêncio que se seguiu, poderíamoss ficar a pensar, que o Provedor da Justiça, é um daqueles cargos que fica bem ter, especialidade de Portugal, mas não é para ser.
Estou a referir-me à novela da demora na substituição do Provedor da Justiça. Passado o ruído nunca mais ouvi falar do tal Provedor.
Para que serve, então, um Provedor?
É que, depois de tanta polémica, e depois do silêncio que se seguiu, poderíamoss ficar a pensar, que o Provedor da Justiça, é um daqueles cargos que fica bem ter, especialidade de Portugal, mas não é para ser.
Isto é, só serve para salvar as aparências.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Jornal Nacional da TVI cancelado
A direcção de informação era, até agora, composta pelo director, João Maia Abreu, e pelos adjuntos, Mário Moura e Manuela Moura Guedes.
Morreu Maria Clara
Via o blogue o que eu penso, tomei conhecimento que "a cantora Maria Clara morreu, ontem, aos 85 anos de idade."
O tema "Figueira da Foz", de António Sousa Freitas e Nóbrega e Sousa, um dos seus maiores êxitos, que pode ouvir no vídeo abaixo, vai ficar para sempre ligado à voz desta Artista.
O tema "Figueira da Foz", de António Sousa Freitas e Nóbrega e Sousa, um dos seus maiores êxitos, que pode ouvir no vídeo abaixo, vai ficar para sempre ligado à voz desta Artista.
Clarificação
“A vida política na Freguesia de São Pedro, fruto das maiorias absolutas conseguidas pelas listas lideradas pelo actual presidente da junta, de há dezasseis a esta parte, está fortemente crispada.O poder absoluto conduz a isto. Seja na nossa freguesia, seja no nosso concelho, seja no nosso país. Seja onde for.Em democracia, a opinião do outro é apenas uma opinião diferente. Mas, quem atinge o poder e por lá se mantém longos anos, perde essa perspectiva e considera que “quem não é por mim, é contra mim”.Nada de mais pernicioso e de mais errado para um saudável convívio numa comunidade pequena. A democracia e a liberdade são bens inestimáveis.” Isto, foi o que, realidade, foi escrito neste blogue em 13 de Agosto de 2009 e que pode ser conferido. Falou-se em crispação da vida politica em São Pedro. Não se falou em ditadura em São Pedro.
O que está lá e pode ser lido é, apenas, o que está lá. Se outros leram, ou interpretaram, outra coisa, problema deles.
As coisas são o que são. Penso que todo este nervosismo e falta de visão tem a ver com o facto de, em São Pedro, estarmos no início do fim de um ciclo político que já leva 16 anos, coisa que, aliás, é absolutamente normal em democracia. Isso, é inevitável e vai acontecer, sejam quais forem os resultados das próximas autárquicas aqui por São Pedro.
Poderemos perguntar: como chegámos aqui?...
Em minha opinião, em primeiro lugar, chegámos a este beco, porque, como colectivo, pelo menos de há 8 anos a esta parte, nos deixámos, uma e outra vez, ludibriar, mantendo no lugar cimeiro da política local o oportunismo e o embuste político. Como acontece em tantas outras Terras, aliás.
Sempre que um político se fica pelas “meias-tintas”, deixando a ideologia de lado, renegando-a ou não indo ao fundo das coisas, é de desconfiar.
Em política, só quem tem convicções e sem sofismas ou truques, assume, é sério.
Contrariamente à ideia de que o pragmatismo é inerente e é a chave do êxito da política e dos políticos, o pragmatismo só consegue sucessos temporários.
Chegámos aqui, também, porque uma parte significativa do povo covagalense “tem engolido o isco”.
Mas, as coisas estão a mudar. São Pedro, pese embora um certo comodismo e amorfismo que por cá ainda existe, começa a estar cansada de tanta arrogância, demagogia, prepotência, oportunismo e incompetência.
Oxalá este Povo saiba aproveitar a próxima oportunidade, que é já no próximo dia 11 de Outubro…
Vamos então esperar para ver. Em democracia o povo escolhe. E sofre as consequências.
Como disse alguém: “pode-se enganar muita gente, durante algum tempo. Não se consegue enganar toda a gente, durante todo o tempo”.
O que está lá e pode ser lido é, apenas, o que está lá. Se outros leram, ou interpretaram, outra coisa, problema deles.
As coisas são o que são. Penso que todo este nervosismo e falta de visão tem a ver com o facto de, em São Pedro, estarmos no início do fim de um ciclo político que já leva 16 anos, coisa que, aliás, é absolutamente normal em democracia. Isso, é inevitável e vai acontecer, sejam quais forem os resultados das próximas autárquicas aqui por São Pedro.
Poderemos perguntar: como chegámos aqui?...
Em minha opinião, em primeiro lugar, chegámos a este beco, porque, como colectivo, pelo menos de há 8 anos a esta parte, nos deixámos, uma e outra vez, ludibriar, mantendo no lugar cimeiro da política local o oportunismo e o embuste político. Como acontece em tantas outras Terras, aliás.
Sempre que um político se fica pelas “meias-tintas”, deixando a ideologia de lado, renegando-a ou não indo ao fundo das coisas, é de desconfiar.
Em política, só quem tem convicções e sem sofismas ou truques, assume, é sério.
Contrariamente à ideia de que o pragmatismo é inerente e é a chave do êxito da política e dos políticos, o pragmatismo só consegue sucessos temporários.
Chegámos aqui, também, porque uma parte significativa do povo covagalense “tem engolido o isco”.
Mas, as coisas estão a mudar. São Pedro, pese embora um certo comodismo e amorfismo que por cá ainda existe, começa a estar cansada de tanta arrogância, demagogia, prepotência, oportunismo e incompetência.
Oxalá este Povo saiba aproveitar a próxima oportunidade, que é já no próximo dia 11 de Outubro…
Vamos então esperar para ver. Em democracia o povo escolhe. E sofre as consequências.
Como disse alguém: “pode-se enganar muita gente, durante algum tempo. Não se consegue enganar toda a gente, durante todo o tempo”.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Figueira, terra de caldeiradas
O Festival das Caldeiradas começa amanhã na Figueira da Foz e vai durar até 13 de Setembro próximo.
“A apresentação do certame decorreu ontem, no restaurante “O Barracão”, com António Duarte Silva e Mário Esteves, associando-se também os vereadores Lídio Lopes e Teresa Machado, bem como Ana Redondo (FGT), empresários da restauração e patrocinadores.”
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