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sexta-feira, 3 de abril de 2026

A Câmara da Figueira da Foz aprovou ontem, por unanimidade, um procedimento simplificado para reclassificação de solos rústicos em industriais na freguesia da Marinha das Ondas

Via Diário as Beiras: «“Esta indústria vai trabalhar com biomassa, vai produzir carbono, não será produzido hidrogénio verde. Não existe um plano de mitigação para possíveis falhas”, reparou o vereador João Paulo Rodrigues (PS). E ressalvou que votar a favor da alteração ao PDM não equivale a um voto favorável à instalação da unidade industrial, frisando que o partido necessita de mais informação. O PS propôs um período de 30 dias para a consulta pública da alteração ao PDM para aquele efeito. O presidente da câmara, Santana Lopes, concordou em aumentar de 10 para 20 dias. João Paulo Rodrigues levantou ainda dúvidas sobre a caracterização ambiental da futura indústria e solicitou um processo mais completo para aferir se o investimento “é completamente bom”, alertando que as imediações da área de implantação prevista “não é completamente isolada e tem casas”.»
Para ler melhor clicar na imagem.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Ministra do Ambiente visitou as obras no dique e no canal do Mondego, em Coimbra. Canal de rega ficará pronto em maio

"Governo vai transferir financiamento nos próximos dias, para que autarquias possam fazer frente aos problemas urgentes na bacia do rio Mondego. Protocolos de apoio foram assinados ontem com os municípios de Coimbra, Soure, Montemor-o-Velho, Figueira da Foz e Pombal, e a verba será transferida nos próximos dias. Concelhos de Coimbra, Soure e Montemor-o-Velho já sabem onde vai ser gasto dinheiro. Além dos 15 milhões ontem protocolados, a ministra do Ambiente e Energia, Maria Graça Carvalho, revelou que o ministério está a preparar o envio de mais seis milhões de euros para outras obras".

Via Diário as Beiras. Para ler melhor clicar na imagem.

Hoje há reunião de Câmara

O executivo camarário da Figueira da Foz reúne-se hoje, pelas 10H15, na primeira sessão ordinária de câmara do mês de abril. A reunião é transmitida em direto através da página do município na internet.
A Ordem de Trabalhos pode ser consultada aqui.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Allianz Figueira Pro abre Liga MEO Surf 2026 com regresso dos principais nomes do surf nacional ao Cabedelo

Primeira etapa da temporada arranca a 2 de abril na Figueira da Foz e reúne campeões nacionais, antigos vencedores da prova e candidatos ao título num arranque decisivo para o ranking de 2026.

Exclusivo OUTRA MARGEM: início da construção de nova ETAR em S. Pedro está para breve

Era um dos segredos mais bem guardados na Figueira.
Porém, a Agência Caralhete News conseguiu o furo em rigoroso exclusivo.

O problema já dura, pelo menos, desde 2006, mas vai ficar resolvido em breve... 
Quem é frequentador das melhores praias do concelho da Figueira da Foz e passa nas imediações da ETAR de S. Pedro, na chamada "estação alta"  vai deixar de sentir o perfume no ar!.. 
Em pleno mês de Agosto, era uma atracção turística este autêntico cartão de visitas... Muitos veraneantes, só para sentirem esta sensação terceiro mundista numa urbe cosmopolita como a Figueira, não dispensavam snifar esta preciosidade honorífica, cujo odor só podia ser usufruído no trajecto entre a rotunda à entrada Gala e a Morraceira. 
Contudo, esta mais valia, que dura há muitos anos, tem os dias contados. A construção de uma nova e moderna Estação de Tratamento de Águas Residuais de São Pedro está prevista para breve. 
Recorde-se que a resolução foi prometida em 2018, pela maioria absoluta do PS. Na altura, o presidente João Ataíde avançou que a Câmara da Figueira da Foz iria construir um novo equipamento na zona industrial, para tratar os efluentes industriais. 
Registe-se que a ETAR da freguesia da outra margem da cidade, que trata os efluentes da zona industrial, hospital, porto de pesca, unidades de conserva de peixe e esgotos domésticos, tem a capacidade máxima de tratamento de efluentes esgotada. 
Quem passar nas imediações da ETAR de S. Pedro no decorrer da próxima época balnear ainda não vai notar a diferença. Sabe-se, porém, que a nova Estação de Tratamento e Águas Residuais estará terminada em Junho de 2028. O projecto está avaliado em mais de 30 milhões de euros, sendo  27,29 milhões de fundos comunitários. O restante valor será suportado pela concessionária pelo abastecimento de água e tratamento de esgotos no nosso concelho e pela Câmara Municipal. 
Fica assim sem efeito o projecto do by pass dos afluentes de S. Pedro para a Etar de Vila Verde, pois isso implicaria a necessidade de um investimento avultado para o concretizar. 
A ideia de utopia está sempre presente em nós e funciona como uma válvula de escape. E assim, de uma penada, vão dois by passes à vida na Aldeia: o by pass do Cabedelo e o by pass da merda da ETAR DE S. PEDRO... 
Na imagem, o novo e modelar equipamento que a Câmara da Figueira da Foz vai construir na zona industrial, para tratar e resolver de vez o problema dos esgotos do sul do concelho, pois vai servir também para tratar os efluentes industriais da Soporcel e da Celbi.

terça-feira, 31 de março de 2026

Alqueidão a caminho do centenário como autarquia: freguesia assinalou ontem 98 anos, com uma cerimónia realizada nas instalações da junta

Via Diário as Beiras: "As celebrações contaram com a participação do presidente da Assembleia Municipal da Figueira da Foz, José Duarte, do vereador Hugo Fresta e dos deputados municipais Hugo Frade e Rui Miguel Cruz."

Para ler melhor clicar na imagem.

sábado, 28 de março de 2026

Conseguida solução para o edifício conhecido como Limite da Montanha

Via Diáro as Beiras

O edifício está localizado na encosta da Serra da Boa Viagem, em Buarcos. “Foi estabelecido um acordo preliminar entre o município e o novo proprietário que prevê a conclusão do edifício no prazo máximo de 12 meses, bem como uma cláusula de salvaguarda do interesse público, determinando que, em caso de incumprimento, o edifício será doado ao Município da Figueira da Foz”.

sexta-feira, 27 de março de 2026

"Uma no cravo, outra na ferradura"

... a crónica desta semana publicada no Diário as Beiras, pelo candidato amplamente derrotado à presidência da junta de freguesia de S. Julião nas eleições autárquicas de setembro passado

"Não tenho nada contra! Apenas entendo que não é prioritário e que há outras obras muito mais úteis onde gastar o dinheiro, venha ele da CE ou não. Acresce que estou farto de promessas de obras que ficam no papel. Os figueirenses lembram-se certamente de que se pretendeu construir um aeroporto internacional com ligação a Fátima por comboio. Uma loucura que ficou cara a quem pensou nela. E lembram-se também que no primeiro mandato de Santana Lopes, julgo que em Outubro de 1999, foi anunciada a construção de um aeródromo (que já tinha ante-projecto e autorizações aprovadas) e que as obras começariam no ano seguinte. Tudo isto ficou no papel! Espero que a este aeródromo não aconteça o mesmo, porque embora não seja uma prioridade, pode vir a ser vantajoso. Não só, como se disse, para ser base de uma “empresa de formação de pilotos de drones” (até se garantiu que a empresa se fixaria no concelho em Setembro de 2024), como sobretudo para melhorar a eficiência no combate a incêndios rurais – a principal vantagem - , atrair operações aéreas, manutenção de treinos especializados, entre algumas outras valências. Ninguém seguramente o irá utilizar para transporte regular de passageiros ou carga. O que a Figueira da Foz precisa é de uma zona industrial a sul do concelho, na zona da Marinha das Ondas-Leirosa (onde até existe um ramal ferroviário) e com acesso rápido pela saída da autoestrada para promover a criação de novas empresas, a formação de emprego e a fixação de mais população no concelho."

A maioria dos políticos detesta a assertividade alheia. 
Contudo, aprecia a sua fragilidade. 
Detestável, a meu ver, é a indefinição e a demagogia. 
Fica um exemplo de indefinição política e demagogia. 
A saber: a crónica desta semana publicada no Diário as Beiras, pelo candidato amplamente derrotado à presidência da junta de freguesia de S. Julião nas eleições autárquicas de setembro passado, o ilustre advogado figueirense João Pedrosa Russo.

Os manhosos são reais e existem à custa dos distraídos. 
Continuam a andar por aí certas aves de arribação, a tentar criar a sensação de que ser camaleão é a forma de se vingarem, vivendo a frustação da vingança nas decisões quotidianas.
Bom, o certo é que, decorridos todos estes anos, o Aeródromo, não passa de uma miragem.
Confesso: morando eu na Gala, teria medo (mas medo de verdade) de que um avião me caísse em cima.
É, por isso, que com um certo alívio, registo a ineficácia da gestão do excelente ser humano que foi o Eng. Duarte Silva.
Pelo menos neste caso concreto.

Atenção futuros candidatos à Câmara Municipal da Figueira da Foz: por um voto se ganha e por um voto se perde.
Eu não quero mais ouvir falar do projecto do aeródromo 
nos terrenos da Mata da Costa de Lavos
No pleno gozo dos meus direitos, aqui declaro que só votarei no candidato à Câmara Municipal da Figueira da Foz, que me jure, de preferência com a mão direita solenemente estendida sobre a Bíblia, que construir um aeródromo nos terrenos da Mata da Costa de Lavos, JAMAIS (ler jamais com sotaque afrancesado).
Prefiro o deserto...

Ou muito me engano, ou este aeródromo municipal ainda vai cair na cabeça de muita gente.
Ah, já agora: Monte Real fica tão perto...

Abertura das Jornadas de Teatro Amador

O Centro de Artes e Espetáculos (CAE) da Figueira da Foz apresenta, hoje, pelas 21H30, no Grande Auditório, a peça de teatro “O Figurante” - Monólogo de Mateus Solano, no âmbito da Abertura das Jornadas de Teatro Amador, organizadas pelo Lions Clube da Figueira da Foz. 
Os bilhetes custam 15 euros e estão à venda na bilheteira do CAE e na Ticketline.
As Jornadas de Teatro Amador da Figueira da Foz têm início esta noite, pelas 21H30, no Centro de Artes e Espetáculos (CAE) da Figueira da Foz, com a mensagem do Dia Mundial do Teatro.
Será também no CAE da Figueira da Foz que encerra a 48.ª edição das Jornadas de Teatro Amador da Figueira da Foz, no dia 23 de maio, com a peça “A Torre das Amoreiras”.
Trata-se de uma peça do encenador e actor figueirense Bernardo Beja, que se apresenta em palco com o seu Coletivo. 
O primeiro e o último espectáculos sãos os únicos com actores e restante equipa profissionais das jornadas de teatro. 
Este ano, confirmando uma tendência que se vem verificando, a margem sul não está representada nas jornadas. Na apresentação do programa aos jornalistas, a comissão organizadora reconheceu a dificuldade de mobilizar grupos daquela zona do concelho. 
Paulo Matias, da organização, frisou que estava prevista a participação de 14 grupos, de ambas as margens, mas quatro acabaram por não poder participar por diferentes motivos. , frisou aquele responsável. 
Por sua vez, Simões Baltazar, que há muito integra a comissão organizadora das Jornadas de Teatro Amador da Figueira da Foz, exortou os grupos cénicos a manterem uma participação assídua e pediu o regresso daqueles que, ultimamente, não têm participado. 
Os elementos da comissão organizadora, que também inclui Edite Condesso, Rui Fernandes e Carlos Vieira, igualmente presentes na apresentação da 48.º edição das jornadas, foram unânimes em afirmar que a qualidade aumenta todos os anos e que sem as colectividades não haveria teatro amador na Figueira da Foz. 
Graças à parceria que junta o clube de serviço e as colectividades, que começou há 50 anos – houve dois anos de interregno – , que aquelas jornadas de teatro amador são as mais antigas de Portugal e uma das mais antigas da Europa. 
O Município da Figueira da Foz apoia a organização com três mil euros em dinheiro e oferece dois espetáculos no CAE, o da abertura e, pela primeira vez este ano, também o do encerramento.
Nesta edição das Jornadas de Teatro Amador da Figueira da Foz, o Lions Clube da Figueira da Foz apresenta um programa que inclui apresentação de peças nas salas de espectáculos do Grupo Desportivo e Recreativo da Chã, Sociedade Boa União Alhadense (dois espectáculos), Sociedade Filarmónica Figueirense, Grupo Musical Carritense, Sociedade Filarmónica 10 de Agosto, Grupo Instrução União Caceirense, Grupo Caras Direitas, Sociedade de Instrução Tavaredense, Escola Secundária Cristina Torres e Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz (duas sessões).

quinta-feira, 26 de março de 2026

5ªs. de Leitura: encontro com Maria João Lopo de Carvalho

Via Biblioteca Municipal da Figueira da Foz

A escritora Maria João Lopo de Carvalho é a próxima convidada das 5ªs de Leitura. 
Durante a sessão, que decorre hoje na Biblioteca Municipal da Figueira da Foz, a partir das 21H30, será dada atenção à sua obra mais recente, “As Revolucionárias”A moderação está a cargo de Teresa Carvalho, crítica literária.

quarta-feira, 25 de março de 2026

Segundo a presidente da Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz


Boletim anual da ACIFF destaca “recordes absolutos” atingidos no ano passado.
Via Diário as Beiras. Para lr melhor clicar na imagem.

Jardim de Páscoa

 

A Junta de Freguesia de São Julião promove o Jardim da Páscoa, de 2 a 5 de abril, no Jardim Municipal da Figueira da Foz, evento para todos os escalões etários. Durante quatro dias, haverá atividades lúdicas e culturais e animação musical, com entrada livre.

Assembleia Geral da Associação Hunaitária de Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz



segunda-feira, 23 de março de 2026

Contributo para a compreensão do funcionamento do partido na Figueira e no distrito: ... tanta normalidade e legitimidade democrática, servida e distribuída lá pelos lados do Chega!..

Comunicado da Concelhia da Figueira da Foz, relativo à constituição de listas para a próxima Convenção Nacional do Partido

Considerando que: 

- A Concelhia da Figueira da Foz verificou a existência de várias fações do Partido no Distrito de Coimbra; 

-  A Comissão Política Distrital do Partido, se encontra há vários meses sem quórum e, por consequência, com falta de legitimidade democrática para decisões além da mera gestão corrente;

- A Comissão Política Distrital demonstra uma inegável incapacidade, de agregar militantes numa lista forte, credível, competente e representativa dos diferentes Concelhos do Distrito, prejudicando desta forma a representatividade deste Distrito nos órgãos nacionais.

 A Concelhia da Figueira da Foz, promoveu a constituição de uma lista de militantes de diferentes sensibilidades, com origem em oito concelhos do Distrito, para afirmar a força desta região naquela Convenção Nacional. No entanto, em reunião decorrida a 21 de março de 2026, a Concelhia da Figueira da Foz decidiu não dar continuidade à promoção de qualquer lista à Convenção Nacional, pelas seguintes razões: 

- Constata-se que a Comissão Política Distrital continua a incentivar a constituição de múltiplas listas, acentuando as divergências políticas já existentes no distrito; 

- A impossibilidade desta Concelhia ter acesso a uma lista atualizada dos militantes, após pedido formalizado à Comissão Política Distrital; 

- Num contexto onde a informação sobre a Convenção Nacional, tarda em tornar se pública, fomos ainda confrontados com uma profunda assimetria de conteúdo informativo, disponibilizado a cada Concelhia.

Comunicado na íntegra. Para ver melhor a imagem clicar em cima

Natal Figueira! "Cada dia uma coisa"?.. (continuação)

Segundo o Diário as Beiras (edição de sexta-feira, dia 20 de março de 2026), "as buscas da PJ reforçaram a posição que Santana Lopes há muito vinha defendendo: o investimento do município na iluminação decorativa de Natal deve ser simbólico."
A Figueira gosta de irradiar luz! O tempo passa depressa. A quadra natalícia aproxima-se. Vamos ver se, entretanto, o executivo figueirense não perde o medo de gastar na luz, no som, na cor e na alegria. Como sabemos, o programa de animação de Natal e Passagem de Ano foi sempre uma opção dos executivos figueirenses. Podemos apoiar ou torcer o nariz a esta forma de autarcas gastarem o dinheiro. Estou em crer, porém, que a maioria da população do concelho, apoia esta opção política camarária. Santana Lopes, tal como os seus antecessores, «quer que a cidade receba bem e que as pessoas voltem e desfrutem». 
Chamei-lhe iluminações comerciais, já que só surgiam para apelar ao comércio. A edição de hoje do Diário as Beiras, confirma. A iluminação de Natal é “muito importante para o comércio tradicional”, defende a presidente da ACIFF.
“Antes do primeiro mandato [1997 – 2001] do atual presidente da Câmara da Figueira da Foz, pelo que me disseram, a iluminação de Natal na cidade era assegurada pela ACIFF, e os comerciantes cotizavam-se para o efeito. Era bastante mais modesta”, ressalvou a dirigente patronal. A partir daquele mandato de Santana Lopes, o município assumiu a responsabilidade de assegurar as luzes de Natal, “elevando a qualidade”. Sem Santana Lopes à frente dos destinos do concelho entre 2001 e 2021, em situação de crise económica, “houve um ano ou dois em que não se instalou a iluminação de Natal, e isso gerou grande contestação”, relembra Vitória Abreu na edição de hoje do Diário as Beiras.

domingo, 22 de março de 2026

Temos de tramar a CP...

O desmazelo constitui uma carga de trabalhos para as autarquias. 
Urbe que exiba zonas desmazeladas não fica bem na fotografia. 
Mas há desmazelos e desmazelos. 
Ali para os lados da estação da CP, uma das mais utilizadas entradas da cidade, há um desmazelo tremendo.
Foi promessa de Presidente. Em 23 de Setembro de 2023, o presidente da Câmara da Figueira da Foz pretendia ainda no anterior mandato iniciar a requalificação da entrada da cidade, de forma a melhorar a imagem urbana e a circulação rodoviária. “Vamos apontar para final do próximo ano, princípio do outro, com base num consenso alargado”, disse Pedro Santana Lopes aos jornalistas, na final da sessão de Câmara do dia anterior (22.09.20223), na qual foram apresentadas as propostas do concurso de ideias lançado pelo município.
Santana Lopes colocou-o como prioridade: uma espécie de obra de regime camarário. 

O desassossego dura há vários anos. E tem-se manifestado de várias maneiras. Desta vez a coisa foi mesmo (quase) original.
Santana Lopes, presidente do Município da Figueira da Foz alertou para a degradação  de edifício da CP - Comboios de Portugal publicando um anúncio a dar conta do estado degradante do edifício no Diário de Coimbra, edição do passado 19 do corrente.

Não sei se a iniciativa terá alguma eficácia. Mas não será por falta de solidariedade e apoio político.
Desde logo pela atenta, oportuna, arguta e solidária, Junta de Freguesia de S. Julião, que no próprio dia da publicação da publicidade paga no jornal não foi de modas e veio "manifestar o seu firme apoio à posição do Município relativamente ao avançado estado de degradação dos edifícios da CP – Comboios de Portugal área da freguesia."
E disse mais. "Consideramos inaceitável a ausência de intervenção eficaz por parte da entidade proprietária, perante uma situação que se arrasta há anos e que prejudica claramente a imagem da cidade, em particular numa das suas principais entradas, além de levantar preocupações de segurança.
As entidades publicas devem ter uma conduta que sirva de exemplo para o cidadão comum, nomeadamente quando usufruem dos impostos pagos por estes.
Assim a Junta de Freguesia apela a uma atuação urgente e responsável por parte da CP, com a realização das obras necessárias à reabilitação do imóvel, pondo fim a um cenário de abandono que não dignifica a Figueira da Foz nem os seus cidadãos.»
 
Figueirenses temos de cumprir também o nosso papel para tramar a CP. Não podemos admitir que os senhores da CP brinquem conosco: desmazelo na Figueira, não!
Depois da publicidade paga pela Câmara e do comunicado da Junta, o que resta ao cidadão?
Talvez deixar de utilizar o comboio!..
Os idosos vão ser os mais sacrificados. Mas, vamos a isso?

sábado, 21 de março de 2026

54 anos de HDFF

O Hospital Distrital da Figueira da Foz (HDFF) assinalou ontem 54 anos de atividade com uma cerimónia realizada no seu auditório.

Para refrescar a memória de alguns que querem reconstruir o passado fica uma postagem OUTRA MARGEM de 23 de Novembro de 2011:

 "Antes do 25 de Abril, a Figueira tinha um hospital sem condições absolutamente nenhumas, o serviço de urgência era um espaço de verificação para de seguida enviar doentes ou sinistrados para Coimbra.

Entretanto,  na Gala estava um espaço hospitalar pronto mas encerrado. Na altura - e furtivamente - fiz uma reportagem com várias fotografias do seu interior para o Jornal de Noticias (era o correspondente na Figueira). A publicação da reportagem causou furor, ao ponto de ter sido apresentada queixa policial por entrada abusiva num espaço privado.
Após o 25 de Abril um grupo de figueirenses, entre os quais destaco o dr. Menano na altura funcionário do hospital, iniciaram um projecto para a abertura desse espaço. Foi moroso mas conseguiu-se, a partir dai foram feitas várias alterações e arranjos, pois devido ao tempo que esteve fechado, o piso e as próprias canalizações estavam todas degradadas. Quando  se iniciou o serviço hospitalar, tivemos a sorte de uma valorosa equipa de médicos de Coimbra e Figueira avançarem com o trabalho clínico que logo por todos os utentes foi louvado. Porque para além de bons técnicos sentiam o hospital como um filho.
Pelo historial, o nosso hospital é uma conquista do Povo da Figueira e não um hospital feito por interesses económicos ou eleitorais.
O hospital é nosso , tal como o conquistámos, TEMOS DE O DEFENDER."

sexta-feira, 20 de março de 2026

Mas passou pela cabeça de alguém que pudesse ser de outra maneira?..

 Via Diário de Coimbra

"Figueira da Foz tranquila com investigação da PJ sobre iluminações de Natal"


Será mesmo desta que o complexo da piscina-mar da Figueira da Foz vai ser remodelado e concessionado?

O projeto mais abrangente, envolvendo a reabilitação da estalagem (com apartamentos ou quartos virados para a piscina), «estava pendente de uma resposta da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC)».

Via Diário as Beiras

Concessão da piscina-mar pode ficar sem efeito

Seis milhões de euros de estragos no concelho da Figueira


Segundo o Diário as Beiras, a Câmara Municipal da Figueira da Foz já concluiu o levantamento dos prejuízos causados pela depressão Kristin no concelho, que ascendem a cerca de seis milhões de euros. 
Segundo adiantou aos jornalistas a vereadora Cláudia Rocha, no final da reunião de câmara realizada ontem, só o município sofreu estragos de cerca de quatro milhões de euros, com edifícios, equipamentos, infraestruturas, rede viária e taludes e muros de suporte, por esta ordem, com os estragos mais elevados. Por sua vez, as 60 empresas do concelho atingidas registam prejuízos de 1,3 milhões de euros. 
O valor remanescente dos estragos provocados pela intempérie é referente a danos em habitações particulares.