A apresentar mensagens correspondentes à consulta figueira da foz ordenadas por data. Ordenar por relevância Mostrar todas as mensagens
A apresentar mensagens correspondentes à consulta figueira da foz ordenadas por data. Ordenar por relevância Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 8 de setembro de 2026

Presidente da Escola Nacional de Bombeiros demite-se e acusa Liga de “ameaça e chantagem”

Via Diário as Beiras 
"O presidente da Escola Nacional de Bombeiros (ENB) apresentou hoje a demissão devido à falta de “tranquilidade, previsibilidade e estabilidade necessárias” para as funções e acusou o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses de “ameaça e chantagem”. 
Numa carta enviada à presidente da mesa da assembleia geral da ENB, a que Lusa teve acesso, Lídio Lopes, também presidente dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz, renuncia ao cargo a partir de 01 de outubro, referindo que está impedido de continuar a desempenhar as funções por considerar que “a partir de agora, não haverá a tranquilidade, a previsibilidade e a estabilidade necessárias ao exercício de uma função que, pelas suas características, tem contornos muito especiais”. 
Lídio Lopes, nomeado pela ex-ministra da Administração Interna Margarida Blasco para um mandato de três anos, entre julho de 2024 e julho de 2027, apresenta a demissão à presidência da ENB, que tem como associados a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), numa carta de 17 páginas."

São Julião cria Comissão Social de Freguesia

«Neste momento, ainda não há números sobre os potenciais beneficiários das ações da Comissão Social de Freguesia de São Julião, mas o presidente do executivo da junta acredita que serão “muitas dezenas”. Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, Manuel Rascão Marques ressalvou que “a situação social na freguesia de São Julião não é grave”. E elogiou: “A Câmara Municipal da Figueira da Foz tem feito um trabalho atento nessa matéria.

A Junta de São Julião constituiu uma Comissão Social de Freguesia, integrando diversos parceiros com atividade na cidade da Figueira da Foz. 

“O executivo da junta sentiu necessidade de existir esta resposta social. É necessária, pela análise que fizemos da situação da freguesia. São Julião é uma freguesia que tem muitos idosos, tem algumas pessoas carenciadas e tem alguns problemas sociais, quer de alcoolismo quer de pessoas que vivem na rua”, afirmou o presidente da junta de freguesia, em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS. 

Para Manuel Rascão Marques, este é o momento de agir, antes que a situação social em São Julião evolua negativamente. “É uma situação que carece da nossa atenção, para evitar uma evolução negativa”, defendeu. 

A Comissão Social de Freguesia da São Julião pode iniciar a sua atividade após a tomada de posse dos órgãos sociais, liderados pela Junta de São Julião. A cerimónia realiza-se no dia 17 deste mês, pelas 21H00, na Assembleia Figueirense.»

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Santana Lopes: “é uma pena as pessoas não olharem para aquilo que interessa”

Concordo:  “é uma pena as pessoas não olharem para aquilo que interessa”Não deve haver nada pior que vivermos numa cidade que não se dá ao respeito, permite que nos retirem os sonhos e que acabem com o nosso sorriso...
Citando o Dr. Santana Lopes, sobre a feira anual que pretende começar a realizar no concelho da Figueira da Foz. . “Se algo me preocupa é pensar no futuro, e conhecendo o passado deste concelho muito consideravelmente, é a vida da zona envolvente do Mosteiro de Seiça, que está perto de uma ligação à autoestrada [A17]”.  “Temos ali uma área de oito hectares, por trás do mosteiro, toda limpa. É uma hipótese. Tenho esta visão de fomento e desenvolvimento do concelho de que nem tudo pode ou deve ser feito no centro da cidade”
Santana Lopes, quando concluiu o primeiro mandato na presidência da Câmara da Figueira da Foz (1997 - 2001), deixou o contrato do projeto e o terreno prontos para a construção de um centro de congressos. O seu sucessor Duarte Silva não lhe deu continuidade e o município teve de indemnizar o gabinete de arquitetura. De novo na liderança do concelho, Santana Lopes deverá acrescentar aquela valência ao pavilhão multiusos que o município irá contruir na Salmanha. “A Figueira atrasou-se em relação a outros municípios que dispõem de espaços equivalentes”, disse o autarca aos jornalistas.

sábado, 5 de setembro de 2026

O aparecimento de um muro que bloqueia o acesso de cadeiras de rodas às instalações da APPCDM na Figueira da Foz

"Vamos ajudar com solução, dignidade e legalidade!"
Foto: Sara Ferreira
Um texto de Isabel Maia, deputada municipal na Figueira da Foz, publicado no Diário as Beiras, que nos deveria fazer reflectir sobre o que andamos por cá a fazer.
«O condomínio justificou (o aparecimento do muro), alegando razões que em nada tocam no cerne da questão, e destacou o inacreditável argumento de “ruídos insuportáveis” gerados pelos utentes. Estamos perante pessoas de pleno direito e não de máquinas que se desligam para não incomodar. A inclusão não pode ficar refém do incómodo infundado de alguns condóminos».
Sem mais comentários, fica "a carta de revolta", na íntegra.

"Senhor Diretor, 
Esta semana, o jornal “As Beiras” divulgou uma situação que nos envergonha a todos, enquanto sociedade: o aparecimento de um muro que bloqueia o acesso de cadeiras de rodas às instalações da APPCDM na Figueira da Foz. 
Erguer o muro permitiu cortar o “caminho” a cidadãos com deficiência e/ou mobilidade reduzida e aos seus curadores. 
Este corte impede o exercício da liberdade, da autonomia e da dignidade. É um inaceitável monumento à exclusão e à violação dos Direitos Humanos. 
O condomínio justificou, alegando razões que em nada tocam no cerne da questão, e destacou o inacreditável argumento de “ruídos insuportáveis” gerados pelos utentes. 
Estamos perante pessoas de pleno direito e não de máquinas que se desligam para não incomodar. A inclusão não pode ficar refém do incómodo infundado de alguns condóminos. Há uns meses, a pedido da APPCDM, técnicos da câmara municipal tentaram medir o nível de ruído e foram barrados a fazê-lo.
O artigo 1425.º do Código Civil prevê que a colocação de rampas de acesso ou plataformas elevatórias para pessoas com mobilidade condicionada não carece de autorização prévia da assembleia de condóminos. Basta ao condómino comunicar a intenção de realizar a obra ao administrador do condomínio com 15 dias de antecedência. 
No local, há escadas de acesso que servem quase em exclusividade a APPCDM, o que permite à instituição o respaldo legal para avançar com a rampa de acesso. E a autarquia pode mediar ou executar a obra, assegurando o cumprimento do direito à mobilidade e do interesse público que se sobrepõe a interesses privados (Decreto-Lei n.º 163/2006 - regime de acessibilidade aos edifícios e estabelecimentos que recebem público e impõe a eliminação de barreiras arquitetónicas). 
Enquanto sociedade não nos permitimos aceitar que no séc. XXI se construam muros para repelir a diferença. Cumpra-se a Lei, os Direitos Humanos e mostre-se que o Bom Senso prevalece sobre a indiferença e a exclusão." 

Processo Chega: "Assembleia pede parecer à ANAM, pois existem dúvidas"...

 Via Diário as Beiras 

"A mesa da Assembleia Municipal da Figueira da Foz optou por solicitar um parecer jurídico à Associação Nacional de Assembleias Municipais (ANAM) sobre o processo de passagem ao estatuto de independentes dos três deputados municipais eleitos pelo Chega – João Saltão, Balbina Oliveira e António Sebastião - , decisão querevogariam, dias depois,após uma reunião com dirigentes do partido

O presidente da assembleia, José Duarte Pereira, adiantou ao DIÁRIO AS BEIRAS que foi tomada a decisão de pedir à ANAM que se pronuncie sobre o assunto porque, frisou, a lei é omissa acerca da reversão da decisão. Ou seja, há dúvidas se os autarcas podem voltar a representar o Chega no órgão autárquico."

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

PUBLICIDADE INSTITUCIONAL: quem quer ser polícia municipal?


A Polícia Municipal da Figueira da Foz entra ao serviço no primeiro trimestre de 2027, com 15 elementos, adiantou ontem Santana Lopes aos jornalistas. Entretanto, foi aprovado na reunião de câmara o regulamento do corpo policial. 
Segue-se a seleção de agentes.
E Comandante já há? 

Isto não se inventa...

"O presidente da Câmara da Figueira da Foz votou contra a proposta da prorrogação do prazo, até ao fim 2027, da elaboração do Plano de Pormenor do empreendimento turístico da Lagoa da Vela, apresentada ontem pelo executivo camarário que lidera na reunião de vereação. Os vereadores da maioria (coligação FAP) e da oposição (PS e Chega) votaram a favor." 
Via Diário as Beiras. Para ler melhor clicar na imagem.

O Ramal da Figueira da Foz é uma escolha de futuro.

Por Miguel Pereira

"Há infraestruturas que transportam pessoas e há infraestruturas que transformam territórios. O antigo Ramal da Figueira da Foz pertence à segunda categoria.

Quando o caminho de ferro chegou à Figueira, em 1882, não trouxe apenas passageiros. Aproximou o porto do interior, facilitou o comércio, apoiou a indústria, impulsionou o turismo e integrou a cidade num espaço económico muito mais vasto. A ferrovia ajudou a reduzir distâncias físicas, económicas e sociais.

Quase século e meio depois, deveríamos olhar para aquele corredor com a mesma ambição.

A discussão não pode reduzir-se a encontrar a solução mais barata para ligar a Figueira da Foz a Coimbra. O verdadeiro desafio é decidir que território queremos construir para as próximas gerações.

Recuperar o Ramal significa reconstruir um eixo estruturante entre Figueira da Foz, Cantanhede e Pampilhosa, ligando-o depois a Coimbra, Aveiro, Porto, à Beira Alta e a Espanha.

E Cantanhede não é um ponto intermédio. É uma cidade, sede de concelho, com expressão industrial, empresarial, tecnológica e demográfica própria. Uma ligação ferroviária entre Figueira da Foz e Cantanhede criaria uma nova relação entre duas cidades complementares e devolveria simultaneamente mobilidade às freguesias e vilas existentes ao longo deste território.

Esta dimensão é particularmente importante quando assistimos ao envelhecimento e à perda de população nos meios rurais. Não basta pedir às pessoas que permaneçam nas suas terras. É necessário criar condições para que possam fazê-lo.

Uma família pode encontrar habitação mais acessível em Arazede, Maiorca, Alhadas ou noutras localidades do corredor, beneficiando de mais espaço, tranquilidade e qualidade de vida. Mas essa vantagem diminui rapidamente quando trabalhar, estudar, ir ao hospital ou simplesmente participar na vida urbana exige dois automóveis por agregado familiar.

Sem mobilidade, a habitação pode ser mais barata, mas a vida continua cara.

Uma ferrovia regional moderna altera esta equação. Permite viver numa freguesia rural e trabalhar na Figueira ou em Cantanhede. Permite estudar em Coimbra sem abandonar necessariamente a terra de origem. Permite aos mais velhos manterem a sua autonomia e o acesso aos serviços. Permite, sobretudo, escolher onde viver sem que a distância se transforme numa penalização.
Mobilidade é também política de habitação. É política demográfica. É coesão social e qualidade de vida.

Existe ainda uma nova realidade que torna esta discussão mais urgente: a nova zona industrial do Pincho, implantada junto do corredor ferroviário.

Isto não é um acaso territorial sem importância. É uma vantagem competitiva.

Estamos a criar naquele espaço uma nova centralidade empresarial, capaz de acolher investimentos relevantes e centenas de trabalhadores. Ter uma zona industrial próxima de uma ligação ferroviária permitiria pensar simultaneamente na mobilidade laboral e, sempre que economicamente justificável, na logística das próprias empresas.

Imagine-se a capacidade de apresentar a um investidor um território servido por boas acessibilidades rodoviárias, pelo Porto da Figueira da Foz e por uma ferrovia que o liga a Cantanhede, à Pampilhosa e aos principais corredores nacionais e internacionais.
Isso chama-se competitividade territorial.

E existe ainda o Porto da Figueira da Foz. Uma infraestrutura portuária deve ser pensada em articulação com a ferrovia, a indústria e os grandes corredores logísticos. Um Metrobus transporta passageiros. Uma ferrovia pode transportar pessoas e mercadorias e integrar-se numa rede nacional.
Não são soluções equivalentes.

Também não existe qualquer contradição entre esta posição e a criação da ecopista.

Enquanto vereador executivo da Câmara Municipal da Figueira da Foz, votei favoravelmente essa solução, deixando claro em ata o sentido do meu voto: preservar o corredor, mantê-lo aberto e impedir que se perdesse a possibilidade de, no futuro, voltar a existir o Ramal da Figueira da Foz.

A ecopista nunca deveria representar o funeral da ferrovia. Deveria garantir a preservação do seu espaço enquanto não existissem condições para pensar novamente o futuro.

E talvez esse momento tenha chegado.

Portugal está a investir novamente na ferrovia e na alta velocidade. Seria difícil compreender que, precisamente agora, a Figueira da Foz aceitasse afastar-se definitivamente dessa rede.

Não precisamos apenas de chegar a Coimbra.

Precisamos de ligar Figueira da Foz, Cantanhede e Pampilhosa, aproximando cidades e meios rurais, população e emprego, habitação e serviços, indústria e porto.

Precisamos de fazer das nossas freguesias lugares onde seja possível escolher viver, e não apenas lugares de onde se parte.
Em 1882, a ferrovia ajudou a transformar esta região.

Pode voltar a fazê-lo no século XXI.

Não por nostalgia.

Por desenvolvimento, coesão e visão de futuro.

O Ramal da Figueira da Foz não pertence apenas à nossa história. Pertence às escolhas que ainda podemos fazer sobre o nosso futuro."

Isto até 2029 vai ser cá uma animação: "Figueira da Foz poderá ligar-se a Coimbra por Metrobus"

Via Campeão das Províncias

"A Figueira da Foz poderá vir a ligar-se a Coimbra através do sistema de transporte Metrobus, anunciou ontem o presidente da Câmara, Pedro Santana Lopes, após uma reunião de câmara, realizada com o ministro das Infra-estruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz.  

O autarca figueirense revelou que, no encontro com o governante, ficou garantido o desenvolvimento do projecto de ligação Metrobus entre a Figueira da Foz e Coimbra.

Segundo Pedro Santana Lopes trata-se de um projecto que deverá começar a ser trabalhado e desenvolvido desde já

Na reunião, o presidente da Câmara analisou também com o ministro a questão ferroviária, considerando, no entanto, que a electrificação e duplicação da linha para assegurar uma ligação rápida entre as duas cidades demoraria mais tempo e implicaria um investimento financeiro maior. 

De acordo com o autarca, a solução em Metrobus representa 20% do investimento necessário para a electrificação da linha ferroviária e poderá ser executada num prazo significativamente inferior. 

Pedro Santana Lopes adiantou, por isso, que será esta a solução a desenvolver, considerando que a actual ligação entre a Figueira da Foz e Coimbra não deve permanecer nas condições existentes.  

O autarca salientou ainda que o projecto não poderá ter um prazo de execução semelhante ao do Metrobus instalado no antigo ramal da Lousã e referiu que o processo deverá articular-se com o projecto da linha ferroviária de alta velocidade, que atravessará a região de Coimbra."

Nota de rodapé-

Passado que está o "querido mês de Agosto", seria a hora da silly season ter chegado ao fim na Figueira.
Com a ausência de reuniões de câmara e da assembleia municipal, politicamente falando, no passado mês, politicamente, só existiu na Figueira Pedro Santana Lopes.
Na Figueira não é só a praia que é um deserto.
Infelizmente a moda veio para ficar. Estende-se por muito lado. Também à política local.
É triste, para não dizer patético, mas a política por aqui, tirando as lutas intestinas, por lugares nas listas, é um deserto.
Sejamos claros: a indigência política é uma realidade.
Não apenas do lado do Poder, mas também do lado das Oposições.
Alguém conhece uma ideia, vinda do PS ou PSD, ou de qualquer outro Partido na Figueira, alternativa à actual gestão?
Alguns, de vez em quando, tentam colocar-se em bicos de pés, mostrando que continuam vivos, aproveitando tudo aquilo que julgam ser uma boa ocasião para aparecer.
Infelizmente, normalmente, não têm é tempo para pensar.
A questão não é fácil de resolver - e é um problema nacional.
Para se estar na política, não sendo rico, não tendo um pai ou avô rico, é muito difícil estar a sério sem "ir ao Totta".
Objectivamente, temos o que temos na Figueira, pois estão criadas as condições: existe cada vez mais uma maior funcionalização da política autárquica, com danos para o desenvolvimento do concelho cada vez mais evidentes.
Só não vê quem não quer o miserabilismo funcional do sistema político local.
Daqui a uns anos veremos o habitual: tudo à paulada no Chega, no PS e no PSD, pela procura dos lugares elegíveis nas listas, pois é isso que move os protagonistas.
Não ver isto - que é o óbvio - é de tal maneira grosseiro e redutor que dispensa mais comentários.
Fica uma garantia: em 2029, na Figueira, a silly season vai ser muito animada.

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

E comandante já há?..

Polícia Municipal na Figueira da Foz prevista para primeiro trimestre de 2027

"O presidente da Câmara da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, prevê que, no primeiro trimestre de 2027, esteja em funcionamento o corpo da Polícia Municipal, com um efetivo de 15 agentes.

Na sessão de Câmara de hoje, o executivo aprovou, por maioria, a abertura de concurso externo para a admissão de 15 agentes municipais de segunda classe

A autarquia da Figueira da Foz, no litoral do distrito de Coimbra, aprovou no final de 2025 a proposta de regulamento e funcionamento do corpo da Polícia Municipal, que representará um encargo anual na ordem de meio milhão de euros."

Os anos loucos dos recordes do turismo figueirense acabaram?..

O relatório da Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF) para o setor do turismo relativo ao segundo trimestre de 2026 destaca uma subida de dormidas e hóspedes em abril e maio e uma quebra em junho.


Palavras da presidente da direção da Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz, Vitória Abreu, em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS.
“A leitura que fazemos é de atenção, mas sem alarmismo. A Figueira da Foz entrou no verão com uma base turística claramente mais forte do que há dois anos, mas será importante acompanhar os resultados do terceiro trimestre para perceber se a evolução registada em junho corresponde apenas a uma correção após um ano particularmente forte ou se traduz o início de uma tendência de abrandamento”.

Hoje há reunião de câmara: a sessão tem início às 10H15, com transmissão na página do Município da Figueira da Foz na internet

 

Imagem daqui

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

"Ação de condómina prejudica utentes da APPACDM com mobilidade reduzida"

"Isto é discriminação", algo que nos devia inquietar a todos como cidadãos que não queremos viver numa sociedade do "faz de conta"

Via Diário as Beiras

“Uma rampa pode ser apenas uma estrutura física para quem não precisa dela. Para uma pessoa que utiliza uma cadeira de rodas, significa poder entrar e sair. Significa autonomia. Significa dignidade”.

Nota de rodapé
Este assunto não é novo.
Recordo palavras de Isabel Maia, membro da Assembleia Municipal da Figueira da Foz. Passo a citar:  
"O que está a acontecer é grave e profundamente vergonhoso!
A APPACDM da Figueira da Foz, que há tantos anos apoia pessoas com necessidades de saúde mental especiais promovendo a sua autonomia e inclusão social - atividade que como munícipe agradeço e terei o gosto de apoiar - está a ser pressionada a sair do espaço onde funciona o Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão (CACI).
Tudo porque alguns moradores não querem os seus utentes no edifício.
Isto não é só falta de empatia, nem egoísmo...
É discriminação.
É exclusão.
É o reflexo de uma sociedade que fala muito em inclusão, mas que ainda não aprendeu a praticá-la porque não sente o que verbaliza.
As pessoas com deficiência NÃO são um incómodo.
São cidadãos, com direitos, voz e dignidade.
Fechar ou expulsar um serviço essencial não é solução — é um retrocesso social gigantesco!
Dizer NÃO a esta situação é defender uma comunidade mais justa e humana.
Precisamos de equidade, respeito e inclusão REAL — não apenas nos discursos, mas nas tomadas de decisão concretas que afetam as nossas famílias .
Apoiar a APPACDM é apoiar a dignidade de todos, a minha, a tua a de todos e todos podemos vir a ser utentes, não se esqueçam: somos todos diferentes, mas devemos ser todos realmente HUMANOS!"

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Da Figueira da Foz a Óbidos, passando por Pombal e Viseu, trabalhadores do sector hoteleiro a ganhar o salário mínimo pedem fim do bloqueio negocial com a AHRESP.



"Numa ação de luta e de protesto esta sexta-feira realizada na Figueira da Foz, no litoral do distrito de Coimbra, o Sindicato de Hotelaria do Centro exigiu a revisão da contratação coletiva, incluindo salários mais justos. 

Depois de, durante a manhã, o protesto ter assentado arraiais em Coimbra, à frente das instalações da AHRESP – a associação que representa a hotelaria, restauração e similares em Portugal -, de tarde, pouco mais de uma dezena de dirigentes sindicais e trabalhadores hoteleiros e da restauração mudou-se para a Figueira da Foz, para a zona turística do Bairro Novo, no intuito de levar as suas reivindicações àquela praia da região Centro. 

A iniciativa, que um observador mais atento poderia definir como um pequeno manual do exercício do sindicalismo, nos dias de hoje, a nível logístico e de mensagem, se não passou despercebida, também não logrou cativar clientes de estabelecimentos ou transeuntes, que se limitaram a ignorar o protesto, não interagindo com o “piquete” sindicalista.

O grupo esteve junto ao casino da Figueira da Foz – por esta altura a mudar de mãos para um grupo espanhol – e, depois, fez o percurso pedonal pelo passeio do chamado Picadeiro até à esplanada Silva Guimarães, fronteira à praia. 

Paragem de 10 minutos junto ao varandim – um pequeno descanso para quem carregava uma coluna de som, um tripé de suporte, um escadote de três degraus e bandeiras para todos – tão só para deixar visível uma faixa da campanha nacional, com iniciativas locais ou regionais, agendadas para as seis capitais de distrito e outras localidades importantes ao nível turístico, na praia ou na montanha, na região. 

António Baião, o já histórico – e quase na reforma – dirigente sindical e quadro do PCP local, é, mesmo que não o queira, uma espécie de figura tutelar dos manifestantes, embora vá assumindo que é necessário dar lugar a outros, mais novos. Seja a indicar o caminho para o destino final – a Torre do Relógio adjacente ao areal e de frente para uma das maiores e mais concorridas cervejarias da cidade – a sacar de abraçadeiras plásticas para segurar as faixas de propaganda ou a subir ao escadote para colocar pendões nos postes, Baião está presente. 

Já no que à mensagem do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Centro, afeto à CGTP, diz respeito, passa, sem hesitar, o “palco” para o presidente Afonso Figueiredo, a cumprir um segundo mandato no cargo, embora já leve vários anos de militância sindical."

A receita é simples: "ânimo leve"...


Em comunicado com o título "Uma cidade para todos, não decisões de ânimo leve!", que pode ser lido clicando aqui, o PS/Figueira da Foz  afirma que "não é legítimo apresentar uma decisão política de corte de trânsito como se não tivesse custos, consequências e impacto na vida de quem vive, trabalha e circula na cidade." E mais adiante diz: "Uma política urbana responsável deve ser pensada, planeada e articulada com os cidadãos e com os agentes económicos. Não pode depender dos estados de alma do Senhor Presidente.
O espaço público é de todos — também de quem se desloca de automóvel. A cidade não pode ser pensada apenas para alguns. Uma cidade moderna é aquela que sabe conciliar mobilidade, qualidade de vida, comércio e acessibilidade."
E a terminar exige, "mais respeito por quem cá vive. Mais respeito por quem trabalha. E mais respeito por quem nos visita."
Tudo coisas simples, que poderia ter feito nas dezenas de anos em que governou a câmara municipal da Figueira da Foz.
Os problemas do nosso concelho têm um responsável principal: os votantes e os não votantes figueirenses, que durante quase 5 décadas permitiram que os mesmos abocanham-se o poder.
Eu faço o que posso, mas não posso fazer tudo...
E também já quis fazer mais.
A idade não perdoa: diga-se em abono da verdade, que também já pude mais.
Santana Lopes, no poder há 5 anos, está a fazer aquilo que, João Ataíde e Carlos Monteiro fizeram nos 12 anos que decorreram de 2009 a 2021, que o PSD fez na Figueira entre 1998 e 2008, PSD esse que, por sua vez, fez aquilo que o PS havia feito nos anos a seguir ao 25 de Abril, até 1997: navegar à vista, em função dos interesses do momento...
A receita é simples: há que continuar a votar na alternância sem alternativas.
Não se esqueçam: daqui a 3 anos também...
A Figueira é assim: uma cidade que só tem tomates na praia.

sábado, 29 de agosto de 2026

Os votantes que elegem gente desta, não são vítimas, são cúmplices...

Depois de um escândalo político como a Figueira nunca tinha visto, os três autarcas eleitos pelo Chega para a Assembleia Municipal da Figueira da Foz – João Saltão, Balbina Oliveira e António Sebastião – desfiliaram-se do partido, passando a deputados municipais independentes (“esta decisão surgiu na sequência do processo envolvendo o presidente da Junta de Maiorca, bem como da pressão exercida pelo partido para que fosse eliminada uma publicação que os próprios deputados consideram ter sido uma legítima defesa da honra e da dignidade política” o que, segundo os três, não podia ser aceite - "o exercício de um mandato para o qual foram democraticamente eleitos não pode ser condicionado ou manietado por interesses partidários”).
Passados 3 dias, os mesmos deputados municipais da Figueira da Foz - João Saltão, Balbina Oliveira e António Sebastião do Chega, dão o dito por não dito e "revogam desfiliação"!..
Da Figueira da Foz, foi dada uma mensagem clara do que valem os valores apregoados por gente que é eleita pelo Chega, para todo o País...
Via Diário as Beiras

sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Bandas ao Coreto em dose dupla no próximo sábado

 Via Município da Figueira da Foz

Trabalhadores da restauração e hotelaria em protesto amanhã

Via Diário as Beiras


«Os trabalhadores do setor da hotelaria e restauração vão estar amanhã em protesto na Figueira da Foz.

O Sindicato de Hotelaria do Centro realiza, a partir das 14H30, uma concentração junto a restauração do Bairro Novo, na rua do Casino, com afixação de faixas e distribuição de documentos à população. Uma hora depois, a concentração desloca-se para as imediações da Torre do Relógio. As iniciativas visam denunciar o bloqueio da contratação coletiva por parte das associações patronais do setor (AHRESP, AHP, APHORT, AHISA e AHETA), que recusam responder às propostas de revisão dos Contratos Coletivos de Trabalho apresentadas pelos sindicatos. Segundo o sindicato, este impasse mantém “centenas de milhares de profissionais a auferir apenas o Salário Mínimo Nacional”

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Estas coisas não se inventam

 Via Diário as Beiras
"Deputados municipais desfiliam-se do Chega"

«Os três autarcas eleitos pelo Chega para a Assembleia Municipal da Figueira da Foz – João Saltão, Balbina Oliveira e António Sebastião – desfiliaram-se do partido, passando a deputados municipais independentes.
“Esta decisão surge na sequência dos acontecimentos dos últimos dias, nomeadamente do processo envolvendo o presidente da Junta de Maiorca, bem como da pressão exercida pelo partido para que fosse eliminada uma publicação que os próprios deputados consideram ter sido uma legítima defesa da honra e da dignidade política”, avança nota enviada hoje ao DIÁRIO AS BEIRAS.
“Não podemos aceitar que o exercício de um mandato para o qual fomos democraticamente eleitos seja condicionado ou manietado por interesses partidários”, acrescenta.
Ao que o DIÁRIO AS BEIRAS apurou, a decisão dos três deputados municipais eleitos em 2025 pelas listas do Chega, agora independentes, já foi comunicada ao presidente da Assembleia Municipal da Figueira da Foz, José Duarte Pereira.»

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

"As obras de melhoria das acessibilidades marítimas e das infraestruturas do Porto da Figueira da Foz entram numa nova fase"

 Via Diário as Beiras: «O Porto da Figueira da Foz vai entrar numa nova fase de obras para continuar a implementar melhoria nas acessibilidades marítimas e nas infraestruturas.
Está concluída a intervenção nos 415 metros de cais, com a instalação de novas defensas e cabeços de amarração e a extensão da laje de cais em cinco metros, reforçando a capacidade operacional desta área. A obra do Pontão para o estacionamento de rebocadores também ficou recentemente concluída.
Neste momento já estão a decorrer as obras no Terminal de Carga Geral. Já estão no terreno os trabalhos de construção dos 460 metros de cais, acompanhados pelo aprofundamento do canal de navegação, uma intervenção, que será “essencial para melhorar as condições de acesso marítimo ao porto”.»