terça-feira, 3 de março de 2015

Alguém que explique ao PM o óbvio e o simples...


Código Civil Português
Artigo 6.º (Ignorância ou má interpretação da lei
A ignorância ou má interpretação da lei não justifica a falta do seu cumprimento nem isenta as pessoas das sanções nela estabelecidas. 
daqui 

Jorge Miranda

Numa Aldeia tão silenciosa hoje como quando nasci, o que mais gosto é de escutar o relógio da igreja – então anúncio de defunto, de incêndio, inundação, terramoto. As horas são o que menos conta...

Com gente séria é outra coisa...

O primeiro-ministro disse ao PÚBLICO, na semana passada, que a Segurança Social o informou em 2012, e novamente em 2015, em resposta a requerimentos seus, de que estava registada em seu nome, embora estivesse prescrita desde 2009, uma dívida de 2880,26 euros, acrescida de juros de mora, “a qual poderia ser paga a título voluntário e a qualquer momento para efeito de constituição de direitos futuros”.

A única coisa verdadeiramente relevante que aconteceu, na América, nos últimos anos - desde 2008… - foi isto…


  We The People.  Lee Clayton, nunca mais tendo tido nada para dizer à mediocridade do presente, do mercado e da praça pública, ainda está vivo… e até resolveu aparecer ainda uma vez mais, passados tantos anos, e gravou isto, e distribuiu-o, olhos nos olhos, na Internet, no Youtube.

Finalmente, na agenda da política figueirense a discussão de um tema Maior...

Para me preparar para o acompanhamento do debate, vou já começar a reler as 177 páginas da obra dada à estampa em setembro de 2009  “Figueira da Foz - erros do passado, soluções para o futuro", da autoria dos antigos Vereadores do PS, então na oposição, António Tavares e João Vaz, pois é um documento onde os leitores encontram muita informação e dados indicadores pertinentes, relativamente ao estado do concelho, à época.
No livro, António Tavares e João Vaz, abordam temas como as Finanças Municipais, alertando para o agravamento da situação financeira, Desenvolvimento Económico, Ordenamento do Território e Urbanismo, Funções Sociais, Obras e Acessibilidades, Ambiente e Qualidade de Vida, Sector Empresarial Municipal, sem esquecer a Ética, Transparência e Democraticidade.
Para quem se interessa pela politica autárquica, encontra neste livro abundante informação, que lhe permitirá pensar e reflectir sobre o estado do concelho da Figueira da Foz.
Creio, aliás, na minha modesta opinião - que vale o que vale - que já estava na altura da continuação do livro sobre a “Figueira da Foz - erros do passado, soluções para o futuro, parte II, a partir de 2009”, naturalmente elaborado pelos especialistas na matéria António Tavares e João Vaz.

segunda-feira, 2 de março de 2015

"Primeiro-ministro teve tratamento privilegiado"...

... acusa Domingues Azevedo, bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas.

Em tempo.
PARA FICAR COM OS SELOS, José Sócrates terá desviado as cartas da Segurança Social a notificar Passos Coelho de que devia uma pipa de massa. (investigação completa amanhã no CM)

Passos não pára de surpreender!...

Em Junho do ano passado, 2014, milhares de cidadãos portugueses receberam notificações da Segurança Social com aviso de pagamento de dívidas, sob a ameaça de penhora. Os devedores tinham um mês para pagar o que deviam, fosse muito ou pouco. 

 "Depois do ano da cabra, a legislatura do burro"...
Juro que ainda me custa a acreditar que “alguém com as responsabilidades de Passos Coelho cometeria um erro de principiante desta natureza.
Isto é, numa linguagem prosaica, Passos Coelho teria de ser muito burro para se deixar apanhar numa destas.
Todavia, algo torna-se cada vez mais uma evidência: Passos Coelho não é, de facto, muito esperto: Passos diz que «estava convencido" de que não era obrigatório pagar à Segurança Social.»” 

Andam a gozar com o mexilhão, é? E dizem-se vocês protectores dos contribuintes? Só cruzam os dados para o que vos interessa?

Sócrates tem as pulgas à perna...

A cela de Sócrates terá sido invadida por pulgas e o ex-primeiro-ministro terá sido atacado pelas pulgas numa perna, segundo relatou o camarada de reclusão, o inspetor da PJ João Sousa, no seu blogue
"João, o que acha disto? É bicho? Estou cheio de comichão! São pulgas, José. O meu caro tem pulgas!", escreve o inspetor, que aconselhou o ex-governante a "lavar a cela".

"Alerta Fotográfico"... (III)

"O respeitinho"
Esta é a  opinião de RICARDO SANTOS
"Era uma vez uma exposição de fotografia que não se realizou.
Há que ter respeitinho.
É assim o meu país.
Somos muito respeitadores, muito politicamente correctos, muito bons alunos, mas muito maus cidadãos. Um bom cidadão compromete-se: escolhe, toma opções. Um bom cidadão assume as suas posições: não é político, mas defende políticas, abraça causas.

Mas há o respeitinho. E o respeitinho, que é uma subcategoria inferior do politicamente correto, diz-nos que temos de dizer sempre que sim, de baixa ar cabeça, de concordar. O respeitinho, meus senhores, é agrilhoar o pensamento e mostrar o rabo.

Vivemos numa sociedade em que as causas dos outros são as nossas – não todos os dias, mas quando nos dá jeito. Envolvemo-nos civicamente quando isso nos traz fotografias nos jornais. Precisamos desesperadamente de nos mostrar, de parecer bem, de dizermos ao mundo, mas a gritar para dentro, que somos gente. No fundo, todos defendemos a nossa própria causa: lutar contra a rejeição, ascender ao poder para poder rejeitar e não ser rejeitado.
E é assim que chegamos a isto: a uma cidade que tinha muitos problemas para resolver, mas que em vez de homens tinha respeitinho. Respeitavam-se todos uns aos outros, mas os problemas continuavam por resolver. Os problemas avolumavam-se e os homens, sempre com muito respeitinho, iam dizendo que sim. Houve quem passasse mal nesses tempos, mas sempre com muito respeitinho. Um dia, quando os problemas eram tão graves que a vida dos homens se colocou em perigo, o respeitinho não foi suficiente: foi preciso coragem.

E a coragem de enfrentar, de dizer que não, não é para todos. Não se conquista com os votos. É uma questão de carácter. Talvez, por isso, haja poucos heróis: os heróis não têm respeitinho, têm atitude."

"Alerta Fotográfico"... (II)



- ALERTA COSTEIRO 14/15 é um retrato informativo, crítico e cru de uma realidade da costa portuguesa, nomeadamente na Cova-Gala - erosão costeira.
- É um olhar preocupado de um jovem covagalense...

Vídeo sacado daqui.

Quem ama A LIBERDADE, cuida...


para ver melhor clicar na imagem
Em tempo.
“Somos livres”, é uma canção, naif e ingénua, que continua a marcar a minha memória dos últimos 40 anos.
Não me recorda uma curte de Verão...
Esta música, recorda-me uma história de amor por uma dama que continuo a desejar - A LIBERDADE!
Em tese, até posso tentar fazer um esforço para compreender que quem nunca viveu no Estado Novo, nunca teve ninguém próximo preso, nem foi sujeito a interrogatórios da PIDE, nunca sentiu a casa vigiada, sempre pôde falar à vontade dos temas que lhe apeteceu, não consiga entender uma paixão de quase toda uma vida pela LIBERDADE.
40 anos depois, é por isso que “Somos Livres”, que não é uma grande canção nem algo que se assemelhe, continua na minha memória.
Ninguém é obrigado a ouvir, mas o link está aqui.
Felizmente, que muitos de nós, ainda amam a LIBERDADE e sabem o que isso é.
Fica o registo deste “Alerta Fotográfico” escrito e dado à estampa, hoje, no jornal AS BEIRAS, pelo vereador Miguel Almeida.
A terminar, para quem gosta mesmo de boa música: escutem esta maravilha.
O meu coração será sempre assim: independente.

Listas...

Potencialmente, tenho 851 amigos no Facebook.
Com as assinaturas, para aí de um terço deles, creio que posso apresentar uma Lista de Independentes às próxima eleições em S. Pedro.
Depois vendo-a...
Que, ao que parece,  é o que por aqui está a dar...

domingo, 1 de março de 2015

FOIL- Concurso de Fotografia e Ilustração da Figueira da Foz

Covagalenses: conheçam a vossa Aldeia - na baixa-mar, vão passear pela praia até ao sul do quinto molhe...

foto António Agostinho
Ontem, para esticar as pernas, fui dar um passeio à nova atracção de S. Pedro - a “barrinha do sul”
Aproveitei o passeio e fiz a foto que está nesta postagem (aconselho a que cliquem em cima da foto para ampliarem e obterem uma melhor e mais ampla visão).
Depois de vir de lá, comecei a matutar fazer algo que, como não sou egoísta, partilho com os covagalenses: iniciei consultas a companhias de seguro para fazer um upgrade dos seus seguros, acrescentando agora a cobertura contra inundações.
A partir de amanhã vou calafetar bem a garagem, embalar as coisas mais valiosas em celofane e tentar colocá-las no local mais alto que puder…
Quanto às bicicletas e ao carro espero pela autorização para que seja permitido o estacionamento nocturno na variante da Gala - a parte mais alta da Aldeia…
Já agora, espero que as companhias de seguros incluam também o risco de incêndio, raio ou explosão...
A malta nunca sabe o que poderá vir por aí no que concerne a efeitos especiais...

X&Q, nº1236


Irrelevâncias...

para ler melhor clicar na imagem
No estado a que a Aldeia chegou, ter esperança já não é sinal de optimismo, mas de ingenuidade...   
E, no entanto, impõe-se continuar a  manter a esperança cá pela Aldeia.
Temos de conseguir manter acesa essa esperança, não um optimismo cego, do género de esperança que ignora a gravidade do que temos pela frente, ou dos obstáculos no nosso caminho...
A esperança, é esse sentimento obstinado dentro de nós, que persiste em acreditar, apesar de todas as provas em contrário, que algo de bom nos aguarda enquanto mantivermos a coragem de seguir em frente, trabalhando, lutando, resistindo...
É o futuro que temos pela frente...
O melhor, para a Aldeia e para nós, ultrapassada a irrelevância do dia que passa, está ainda por chegar. 

Relatório e Contas. Resumo de ontem: há sábados assim. O algodão não engana......