sábado, 4 de abril de 2026

As estratégias em curso para destruir a democracia por dentro

Pacheco Pereira, in Público, 04/04/2026

«O que se passou esta semana no Parlamento, feito onde foi e perante quem foi, é um insulto e uma intimação para um confronto.

Transformar a Assembleia da República num local de provocações que obrigam a respostas é uma estratégia que ataca um dos fundamentos da democracia, o papel do Parlamento como pilar de um dos poderes legítimos do sistema democrático, tal como ele se encontra definido na Constituição. O Parlamento sempre foi um dos alvos preferenciais dos extremos políticos, quer à direita, quer à esquerda, com argumentos muitas vezes semelhantes, centrados em regalias reais ou imaginárias dos deputados, no seu número, na qualidade do seu trabalho, e nos casos de abusos de influência e corrupção que um corpo tão largo de “políticos” inevitavelmente suscita.

Embora falemos aqui de uma estratégia, ou seja, de um plano mais ou menos deliberado, “sentimental” e racional, com consciência ou sem ela, isso não significa que ele não esteja hoje muito facilitado pela própria degradação da instituição parlamentar. Mais do que qualquer outro corpo em democracia, o Parlamento tem sido vítima do fechamento dos partidos à sociedade, com escolhas cujo único critério é o poder interno, sem prestígio social, nem profissional, nem político, ou seja, gente muito pouco preparada para exercer um poder num local com a visibilidade de um Parlamento. Essa degradação facilita e muito o ataque ao Parlamento, aumentando as características de proximidade negativa que os deputados têm com o homem “comum”. Essa proximidade sempre tornou, em todo o mundo, os parlamentos mais susceptíveis à crítica, enquanto senados e governos parecem mais distantes.

Acresce que os parlamentos não são lugares olímpicos, são lugares onde a luta política, a dureza do confronto entre pessoas e grupos, se aproximam muitas vezes de excessos –​ têm vida a mais e ainda bem. Se forem lugares de salamaleques, estão mais mortos do que vivos, e reflectem –​ e, insisto, bem – aquilo que as democracias têm e que as ditaduras eliminam, a vida democrática onde o “consenso” é uma excepção. É por isso que estão lá maiorias e minorias, reflectindo as “partes” da sociedade, interesses, ideias, mundovisões, que são escolhas que se fazem em eleições. Uma das heranças malditas de 48 anos de censura foi a demonização da política e da ideologia, que em democracia são naturais porque os governos não são nem de “salvação nacional” nem tecnocracias. A democracia é feita de ruído e não de silêncio, mas os procedimentos democráticos tornam esse ruído num sentido comum, superando o caos, mas não o eliminam.

Outro factor que caracteriza a vida parlamentar em democracia é que eles são lugares onde a liberdade de expressão vai mais longe, e é especialmente protegida pela imunidade parlamentar. É por isso que a mesa da Assembleia tem nestes dias uma especial e, às vezes, difícil responsabilidade, que é distinguir entre o que é a liberdade de expressão na sua mais ampla dimensão, do que é provocação, insulto, pura má educação, violência verbal e, acima de tudo, perturbação do processo parlamentar. Ou, pior ainda, do que é ataque ao Parlamento feito dentro dele.

Estamos longe dos tempos em que a mesa da Assembleia admoestou um deputado, que se dirigiu ao primeiro-ministro de então, dizendo “o senhor está grávido do interesse nacional”. Agora, perante a turbulência deliberada, tudo é mais complicado, mas a mesa da Assembleia, com raras excepções, está longe de ajudar a uma condução dos trabalhos minimamente aceitável. Ao permitir o que não devia permitir, quer no plenário, quer fora dele, torna-se cúmplice do ataque ao Parlamento como instituição.

O que se passa hoje no plenário e nos corredores é de outra natureza. E nada tem a ver com liberdade de expressão, tem a ver com violência em múltiplas formas. Insultar as deputadas, que são, como mulheres, um dos alvos do machismo do homem branco e da multidão de forcados em potência que lá está, com mugidos de vaca e beijos obscenos, no passado teria uma resposta dada por um gesto amplo da mão e um encontro imediato do terceiro grau com uma face, gesto cujo nome me abstenho de dar.

O que se passou esta semana na comemoração do aniversário da Constituição da democracia tem um significado político que ultrapassa a dimensão parlamentar. Não me refiro às mentiras, omissões da verdade e sugestões de falsidade, a panóplia total das formas de mentir, proferidas no púlpito. Aí, ainda estamos no domínio da liberdade de expressão, mas essa liberdade tem consequências quando faz parte de uma espécie de guerra civil contra o 25 de Abril e a democracia. Feita onde foi e perante quem foi, é um insulto e uma intimação para um confronto. Nessa liberdade diz-se alguma coisa que está para além do Parlamento: o que se diz é que a luta dos portugueses já não só pela liberdade conquistada em 25 de Abril, mas na construção posterior da democracia, foi uma “traição” aos portugueses de lei que gostavam de Salazar, das prisões políticas e da guerra colonial, cujo número de mortos nunca se refere como se não tivesse nada a ver connosco.

O Chega e o toureiro de novilhos do CDS comportaram-se como se fossem uma delegação de santos que descessem do paraíso “patriótico” aos infernos “democráticos” para aumentar ainda mais as penas dos malditos. Estes não gostaram e fizeram o mínimo, viraram-lhes as costas.

Que sorte que eles têm em estarmos em 2026, em terem à sua frente gente com princípios e educação, gente que já demonstrou a sua coragem, e que lhes deu uma lição, mesmo assim muito “limpa” face à sujidade que lhes atiraram.»

Ensinar a reparar, a quem já se sabe ver

Via Diário as Beiras

"José Saramago pode deixar de ser um escritor de leitura obrigatória para os alunos do ensino secundário em Portugal. Esta é uma das propostas de revisão das Aprendizagens Essenciais de Português, em consulta pública pelo Ministério da Educação até ao dia 28 de abril. Se a proposta for aprovada, a partir do ano letivo 2027/28, as escolas deixam de ser obrigadas a escolher entre o “Memorial do Convento” e “O Ano da Morte de Ricardo Reis”, como leitura obrigatória do 12.º ano, passando a poder optar por outras obras, de outros escritores. 
Segundo os mentores da ideia, o objetivo é ter maior flexibilidade na escolha de obras literárias, aumentando a diversidade de autores e de temas estudados nas escolas. O Ministro da Educação garante que a proposta resulta de uma “avaliação absolutamente técnica” e, em audição na Assembleia da República, afirmou não achar a alteração “problemática”: “acho que José Saramago não tem de ser obrigatório. Aliás, olhando para outros autores portugueses, consigo identificar vários que poderiam estar lá como opcionais”. 
Não me parece que esteja em risco a presença de Saramago nos currículos escolares. Estamos a falar não apenas do único português Nobel da Literatura mas, também, do único Nobel de Literatura de Língua Portuguesa. Acredito – quero acreditar, porque seria muito mau sinal se assim não fosse – que a maioria dos docentes vai continuar a optar por estudar Saramago. Mas há aqui outras coisas importantes em risco e esta proposta parece-me ser um sintoma disso mesmo. Saramago é um escritor exigente? Muito. É difícil de ler? Também. Já sabemos, pouca pontuação. É incómodo? É. Questionou dogmas e escreveu livros que obrigam o leitor a pensar, que rejeitam uma visão acrítica do mundo, que nos incomodam, desafiam e interpelam. Escreveu sobre o que somos – individual e coletivamente – os poderes, a justiça social, a Igreja, a cegueira moral, a morte, a identidade, a memória. As suas obras são complexas e, por isso mesmo, não têm enquadramento num ensino asséptico, leve e fresco, feito de testes de escolha múltipla e poucas perguntas de desenvolvimento, que poupam os meninos ao desconforto do pensamento e das ideias. 
Numa altura em que o Governo pondera – e bem – criar novos requisitos para admissão aos cursos superiores, com exigência de níveis mínimos de numeracia e Inglês, era importante assumirmos a urgência de resolver, antes de qualquer outra coisa, a iliteracia generalizada de muitos dos alunos que chegam hoje à universidade – e até dos que de lá saem, já com formação superior. Educar para a Literatura é educar para o pensamento, e é por isso que esta é uma questão fundamental. Eu também consigo identificar vários autores que podiam estar na lista de opcionais e até acho que o caminho é por aí: apresentar bons escritores aos alunos – quantos mais melhor – reforça o papel da Escola de deixar pistas para a descoberta do mundo (e, sim, “Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde”, de Mário de Carvalho, é um belíssimo livro, que todos deviam ler). Mas discordamos quanto à obrigatoriedade de ler Saramago. José Saramago é um dos nossos escritores fundamentais – e, sim, obrigatórios. Por vários motivos mas, acima de tudo, porque nos abre os olhos para o que não pode ser ignorado e, tantas vezes, ignoramos. Ou como nos diz o autor, no “Ensaio sobre a Cegueira”: “penso que não cegámos, penso que estamos cegos, cegos que veem, cegos que, vendo, não veem”. Num mundo cada vez mais cego, a Escola não se pode demitir de um dos seus papéis obrigatórios: ensinar a ver a quem ainda só olha; Ensinar a reparar, a quem já se sabe ver."

Palheiros de Mira | Museu e Posto de Turismo: “viagem ao nosso passado”

Foto: AA. Texto: Município Mira
«Palheiros de Mira | Museu e Posto de Turismo é um lugar multissensorial, onde podemos descobrir as histórias, tradições e culturas dos Homens e Mulheres que fizeram deste território a sua casa.

Aqui cruzam-se inovação, tecnologia e design com espólio etnográfico e histórico do concelho, através de uma linguagem multitemática, combinando «patrimónios» diversificados: o território, a memória local, os vestígios culturais de presença humana, o espírito do lugar, entre outros; seguindo uma visão transdisciplinar e diacrónica.

Este é o local de interpretação do passado. Aqui podemos fazer uma experiência sensorial viajando pela história de uma comunidade dividida entre o Mar e a Terra. Aqui podemos conhecer um lugar e um edifício que evolui ao longo dos tempos. Podemos descobrir as artes tradicionais de outrora e a sua ligação com o território (Arte Xávega), a construção tradicional dos palheiros, as vivências de uma comunidade dividida entre a Terra e o Mar.

Conta com exposições únicas no seu interior, que refletem a história do nosso povo e da nossa região. Venha fazer uma “viagem ao nosso passado”

Decência; respeito próprio; dignidade.

Imagem via Pedro Santana Lopes


Sobre isto desejo apenas dizer o seguinte.

1. Como o autor da prosa acima sabe, nunca lhe pedi nada, quer a nível pessoal, quer na qualidade de Presidente da Câmara.
2. Se colaborei com o Município, com remuneração, foi em resposta a um convite pessoal que me endereçou.
3. Essa colaboração aconteceu em 2022 e durou poucos meses.
4. Registei, porém, para memória futura, algumas coisas.
A saber:
a) Que a propósito de mais um texto que resolveu publicar sobre a minha pessoa, cometeu a proeza de conseguir encaixar uma "alfinetada" por causa de uma colaboração numa iniciativa cultural promovida pela autarquia a que preside, que se realizou em 2022.
Lembro, que foi pela sua insistência que o fiz, sem jamais falar ou abordar em algum momento qualquer tipo de remuneração.
b) Face ao teor do texto que publicou, poderia eventualmente ser levado a pensar, que se tratou de um "presente envenenado", para no futuro me tentar enquadrar na categoria de "compráveis", quando a oportunidade se apresentasse.
c) Claro que não vou por aí, pois isso colocaria em causa a verticalidade de Pedro Santana Lopes, presidente de câmara da Figueira da Foz, ex-Presidente de Lisboa, ex-Primeiro-Ministro, ex-deputado da República. ex-deputado Europeu, ex-Provedor da Misericórdia de Lisboa, etc., algo que não está nas minhas actuais pretensões.
5. Não deixo de sublinhar, porém, que há coisas que se fazem em momentos menos refletidos, que dizem mais de nós do que daqueles que pretendemos atingir.

Aproveito para desejar ao dr. Pedro Santana Lopes e aos leitores uma Páscoa tranquila, em paz e Feliz.

Nota de rodapé
Galense me confesso e descendente do Tzé Maia

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Reunião de Câmara de ontem

Via Diário as Beiras: "síntese de algumas intervenções das 3 forças do executivo."

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".... a cronologia do processo do edifício Limite da Montanha"

Via Diário as Beiras: «Santana Lopes considerou “intolerável levar com esta história na praça pública” sendo o executivo camarário alheio ao processo».

Contra ventos e marés, o dr. Santana Lopes continua a não ser de modas...

 Esta ideia de que fazer obra é cavar o areal da praia para meter água...

A Câmara da Figueira da Foz aprovou ontem, por unanimidade, um procedimento simplificado para reclassificação de solos rústicos em industriais na freguesia da Marinha das Ondas

Via Diário as Beiras: «“Esta indústria vai trabalhar com biomassa, vai produzir carbono, não será produzido hidrogénio verde. Não existe um plano de mitigação para possíveis falhas”, reparou o vereador João Paulo Rodrigues (PS). E ressalvou que votar a favor da alteração ao PDM não equivale a um voto favorável à instalação da unidade industrial, frisando que o partido necessita de mais informação. O PS propôs um período de 30 dias para a consulta pública da alteração ao PDM para aquele efeito. O presidente da câmara, Santana Lopes, concordou em aumentar de 10 para 20 dias. João Paulo Rodrigues levantou ainda dúvidas sobre a caracterização ambiental da futura indústria e solicitou um processo mais completo para aferir se o investimento “é completamente bom”, alertando que as imediações da área de implantação prevista “não é completamente isolada e tem casas”.»
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quinta-feira, 2 de abril de 2026

Pedro Manuel Gouveia Lopes

 Despacho n.º 1520/2026, de 6 de fevereiro
Designa Pedro Manuel Gouveia Lopes chefe de divisão de Protocolo, Comunicação e Marca, em regime de substituição.


Grandes primeiras páginas


O Presidente António José Seguro defende que "frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição", mas a "do seu incumprimento".

Nadadores-salvadores percorrem praias em moto-quatro

 Via Diário as Beiras

"O lago navegável, admitiu Santana Lopes, poderá ser construído já no próximo ano"...

"Câmara quer construir um lago navegável no areal urbano e serão instalados outros espaços desportivos e equipamentos de lazer".

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Ministra do Ambiente visitou as obras no dique e no canal do Mondego, em Coimbra. Canal de rega ficará pronto em maio

"Governo vai transferir financiamento nos próximos dias, para que autarquias possam fazer frente aos problemas urgentes na bacia do rio Mondego. Protocolos de apoio foram assinados ontem com os municípios de Coimbra, Soure, Montemor-o-Velho, Figueira da Foz e Pombal, e a verba será transferida nos próximos dias. Concelhos de Coimbra, Soure e Montemor-o-Velho já sabem onde vai ser gasto dinheiro. Além dos 15 milhões ontem protocolados, a ministra do Ambiente e Energia, Maria Graça Carvalho, revelou que o ministério está a preparar o envio de mais seis milhões de euros para outras obras".

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Ontem foi dia 1 de abril: mais uma vez alinhámos na tradição e, como sempre, houve quem acreditasse

 Era um dos segredos mais bem guardados na Figueira. Porém, a Agência Caralhete News conseguiu o furo em rigoroso exclusivo: início da construção de nova ETAR em S. Pedro está para breve.

OUTRA MARGEM voltou a não falhar à tradição e publicou ontem a sua notícia falsa do 1 de abril. Foi um texto, onde a criatividade acompanhada da necessidade de anos deste equipamento, levou a que muitos leitores não dessem pela brincadeira. 

Hoje há reunião de Câmara

O executivo camarário da Figueira da Foz reúne-se hoje, pelas 10H15, na primeira sessão ordinária de câmara do mês de abril. A reunião é transmitida em direto através da página do município na internet.
A Ordem de Trabalhos pode ser consultada aqui.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

A pluralidade tem de ser defendida na Constituição

Dizem que mais de metade dos portugueses defende uma revisão constitucional

Depois de na passada semana, ter dito que avançaria com um processo de revisão constitucional "até ao final do ano", André Ventura afirmou ontem que o Chega pretende dar início à revisão da lei fundamental já neste mês de Abril, quando se cumprem 50 anos da Constituição de 1976. Referindo que os deputados do partido com assento na Comissão de Assuntos Constitucionais vão "começar a redigir um primeiro texto de revisão constitucional", Ventura acrescentou que esta não pretende ser "uma revisão nem maximalista, nem minimalista".
"É uma revisão de que o país precisa neste momento para ter uma Constituição adequada aos novos tempos." 
Para o deputado, são quatro os grandes pontos que devem merecer atenção e que, de resto, são bandeiras antigas do Chega. O primeiro é a "limpeza da carga ideológica que a Constituição ainda tem", com as referências ao socialismo; o segundo o da "revisão do modelo económico", que diz estar "muito assente naquilo que era o modelo económico dos anos 1970 e 80. num modelo de estatização"; em terceiro lugar, uma "maior proximidade entre eleitos e eleitores", mas com redução de cargos políticos, nomeadamente do número de deputados; e a quarta, "a questão da justiça" - e, neste âmbito, o agravamento de penas que possam ir, "no limite, até à prisão perpétua"
Vamos à realidade.
Mais de metade dos portugueses, não sabe o que é a Constituição e, muito menos, o que nela consta. 
Isto é importante. Esta é a política do Chega.
Andamos no mundo das percepções: os velhos não saem à rua com medo de viver num país governado por quadrilhas de assassinos, ladrões, violadores, bandidos.
Duvidam: vejam a televisão do Correio da Manha [sem til], com os mesmos casos em loop 24 horas, e até mais, a entrarem permanentemente na cabeça das pessoas.
É por aqui que anda a direita, há anos e anos, a fazer a cabeça dos portugueses para uma revisão constitucional que erradique o que resta da Revolução do 2 de Abril de 1974.
Tomem atenção às palavras de José João Abrantes, actual presidente do TC: "têm-se ouvido vozes a dizer que o TC não pode contrariar aquilo em que o povo vota e há mesmo quem questione que sentido faz a decisão de um tribunal de 13 juízes prevalecer sobre uma maioria de deputados". Sublinhando que "esta argumentação tem sido utilizada noutros espaços, inclusivamente para justificar o caminho para algumas autocracias", destacou que a "legitimidade democrática não vem unicamente do voto e a separação de poderes é um valor igualmente importante para a democracia”.
O projecto, valores e o conjunto de direitos consagrados na Constituição da República Portuguesa (CRP), aprovada no dia 2 de Abril de 1976, estão profundamente enraizados na sociedade portuguesa, são actuais e perspectivam um rumo de desenvolvimento e justiça social, que urge intensificar, defender e promover.

Município figueirense assinala Dia Nacional dos Moinhos

 Via Diário as Beiras

Buarcos é uma freguesia mista: tem a zona urbana e uma extensa parte rural

Via Diário as Beiras:
- "Junta de Buarcos retomou as comemorações do Dia da Freguesia"
- "Festival Pirata mantém-se na Tamargueira, realizando-se de 23 a 26 de julho".
- "... poderá realizar-se já este ano o Mercado da Primavera, durante três dias, com início no dia 1 de maio". 
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