Via Diário as Beiras
sexta-feira, 1 de maio de 2026
Abril em Maio
quinta-feira, 30 de abril de 2026
Quero saber quem financia a política, e tu?
Filipa Martins Romancista, argumentista e realizadora de cinema
"Se aquilo que eu escrever conseguir pôr alguém a pensar, especialmente se for de uma geração mais jovem, atualmente desequilibrada, então já tenho a missão cumprida. Não acho que vá mudar o mundo, mas é isso que me faz levantar todos os dias".
Pelas 15 horas realiza-se uma sessão da Assembleia Municipal
"O dia 2 de abril de 1976 fica para a história de Portugal como o dia em que foi aprovada a Constituição que o 25 de Abril havia prometido"
"A Figueira da Foz esteve representada com três deputados – Henrique de Barros, Vítor Brás e Melo Biscaia. Vítor Brás, de 80 anos, é o único deputado constituinte figueirense vivo".
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Portugal ficou melhor e tornou-se mais interessante por ter havido o 25 de Abril de 1974 e por Vitor Brás e todos os deputados à Assembleia Constituinte, entre junho de 1975 a abril de 1976, terem trabalhado na elaboração da Constituição da República Portuguesa.
No final do mês de Abril de 2026, espero que Portugal saiba continuar a melhorar e ser cada vez mais interessante por Vitor Brás e todos deputados "constituintes" terem estado por cá e terem feito o que fizeram.
quarta-feira, 29 de abril de 2026
Ana Abrunhosa pede desculpa “por momento infeliz”
“Quero aqui reafirmar o nosso compromisso de total respeito e abertura no relacionamento com os profissionais da Agência Lusa. Já falei por telefone com a diretora da Lusa, Luísa Meireles, e pessoalmente com o jornalista João Gaspar e tive a oportunidade de me desculpar por um momento infeliz, que não se voltará a repetir”, esclareceu Ana Abrunhosa.
A autarca pediu ainda aos deputados municipais, com base no trabalho dos “poucos e intensos” meses de governação, o “benefício da dúvida”.»
PS e Chega abstiveram-se na aprovação de contas de 2025
Pelo que foi possível de observar no decorrer da sessão camarária realizada ontem no Salão Nobre dos Paços do Município, circula por aí alguma agitação no pequeno mundo da política figueirense.
O documento foi aprovado com os votos favoráveis da maioria da coligação PSD/CDS-PP e as abstenções dos dois vereadores do PS e o único eleito do Chega.
O socialista João Paulo Rodrigues justificou a abstenção com “falhas preocupantes no investimento” e perda de eficiência operacional, traduzida no “aumento significativo” dos gastos com pessoal e os “níveis elevados” dos fornecimentos e serviços externos. O vereador do PS salientou que os gastos com pessoal “aumentaram significativamente para 23,1 milhões em 2025, quando em 2024 eram de 20,4 milhões, representando um crescimento de 13,2%”, enquanto os fornecimentos e serviços externos atingem os 23,3 milhões. João Paulo Rodrigues denunciou ainda a existência de inúmeras transferências aprovadas para as freguesias que não foram feitas, bem como subsídios a várias entidades e bolsas de ensino por liquidar.
Por sua vez, o vereador único do Chega questionou o executivo camarário acerca do aumento do prazo de pagamento a fornecedores, de 16 dias em 2024 para 26 dias em 2025. A resposta chegou através uma técnica superior que apoiava a reunião de câmara realizada ontem durante a apresentação das contas do exercício de 2025 da Câmara da Figueira da Foz, segundo a qual trata-se de “um valor médio relativamente baixo”.
terça-feira, 28 de abril de 2026
Está explicado o "fenómeno": estrondo audível na Figueira da Foz foi de missão operacional da Força Aérea
O presidente Santana Lopes, no decorrer da reunião de câmara hoje realizada, clarificou algo que estava a intrigar o País inteiro.
Segundo a Força Aérea, o “estrondo audível” sentido na Figueira da Foz na segunda-feira resultou da “realização de uma missão operacional de F-16M, no âmbito da defesa aérea, em que houve necessidade de ultrapassar a barreira do som”.
“Este tipo de actividade é essencial para garantir a prontidão e eficácia dos meios nacionais na salvaguarda do espaço aéreo, estando a todo o momento assegurado o controlo da situação/actividade”, revelou a Força Aérea, em comunicado.
Esta instituição esclareceu ainda que em “determinadas condições atmosféricas, nomeadamente inversões térmicas ou variações de densidade do ar, pode verificar-se uma maior propagação das ondas de choque, tornando o fenómeno mais audível e abrangente que o expectável à superfície”.
A Força Aérea acrescentou que “não existiu qualquer situação de perigo para a população, tratando-se de uma ocorrência pontual decorrente de operações essenciais à segurança e defesa nacional. A Instituição mantém o seu compromisso permanente com a defesa do espaço aéreo nacional e a segurança dos cidadãos”.
Memória: "o mais talentoso torturador da PIDE mal sabia ler"
"Empreitada começou ontem, custa 400 mil euros e tem um prazo de execução de seis meses"
«Foi assinado ontem o contrato de consignação da empreitada para a substituição das infraestruturas de águas e saneamento na rua Direita do Monte, na Baixa da cidade da Figueira da Foz.
Os trabalhos começaram de imediato, com sondagens e outros preparativos. A obra foi lançada com um orçamento de 398.793 euros e um prazo de execução de 180 dias. Os trabalhos decorrerão ao longo de 300 metros, com início na zona junto à praça 8 de maio. O Município da Figueira da Foz assume cerca de 280 mil euros e o restante é da responsabilidade da Águas da Figueira, concessionária das redes de água e saneamento do concelho.
A cerimónia foi presidida pelo presidente da câmara municipal, Santana Lopes, na qual também participaram responsáveis da Águas da Figueira e da construtora Marsilop.
As atuais infraestruturas são obsoletas e foram construídas em ferro e fibrocimento. Por outro lado, as águas residuais domésticas partilham a conduta com as águas pluviais. A empreitada serve para separar as águas e instalar redes com materiais modernos e duradouros. “[Esta é] mais uma obra do plano de investimentos da Águas da Figueira”, frisou o diretor geral da empresa, João Damasceno, na sua intervenção. E realiza-se numa “zona muito sensível”, destacou, tendo em conta a antiguidade e as caraterísticas urbanísticas daquela zona da cidade.
A rua Direita do Monte era a entrada da cidade, segundo registos do século 16. Daí ter estado vários anos em estudo, por parte da Câmara da Figueira da Foz e da concessionária. A empreitada tem acompanhamento arqueológico.
Para o vereador da Câmara da Figueira da Foz com o pelouro das Obras Municipais e do Ambiente – Santana Lopes não usou da palavra - , aquela é “uma pequena obra, mas com grande importância”. E, destacou, já devia estar feita, uma vez que estava previsto arrancar no anterior mandato autárquico. “Foi sempre adiada”, frisou Ricardo Silva. Entretanto, adiantou Ricardo Silva, está a ser estudada uma intervenção semelhante na vizinha rua 10 de Agosto, onde também serão criadas condições para pessoas com mobilidade reduzida poderem circular em segurança. “[Aquela obra] requer mais trabalho”, indicou o autarca.
Por sua vez, o início das obras da rua da Liberdade, já adjudicadas, foi adiado para 1 de setembro, para não afetar o turismo durante o verão e os diversos eventos programados para o areal urbano em plena época alta.»
A "proeza": saldo positivo nas contas da Câmara em 2025
Como se devem lembrar, na altura o PS/Figueira ficou dividido na votação que aprovou o Orçamento para 2025.
Imagem via Diário as Beiras
Reunião da Câmara da Figueira da Foz que foi suspensa para reorganizar agenda de trabalho prossegue hoje
A partir das 11 horas continua a reunião de câmara que foi interrompida no passado dia 23
Por sua vez, a vereação do PS pediu a retirada da ordem de trabalhos da reunião de câmara a apresentação e votação das contas da câmara do exercício de 2025, alegando que o executivo camarário não enviou o dossiê, com mil páginas, com a devida antecedência, de oito dias. Ultimamente, aliás, destacou o vereador João Paulo Rodrigues, “a documentação não tem chegado a horas para as reuniões de câmara”.










