«Nunca na minha imaginação me via a escrever um livro». As palavras são de Dília Brandão Fernandes ao Diário de Coimbra, mas desengane-se quem as levar à letra. Verdade é que a antiga modista e bordadeira, natural de Montemor e há 40 anos radicada na Figueira da Foz, escreveu mesmo um livro, que sábado tem “direito” a sessão de autógrafos, integrada na Feira do Livro de Montemor-o-Velho.
quinta-feira, 13 de junho de 2019
«Os deputados que estão ligados a interesses privados na Saúde»
Paulo Morais: Terão estes deputados legitimidade para votar (ou sequer discutir) livremente a Lei de Bases da Saúde?
VERDE EM MOVIMENTO, NUM CONCELHO DE POLÍTICOS NÃO-PRATICANTES... Rua da Liberdade, ex Rua das Árvores...
Antes
João Ataíde, anterior presidente de câmara da Figueira da Foz, actual secretário de estado do ambiente, numa entrevista ao jornal AS BEIRAS...
Pergunta - Se não cortar mais árvores em zonas que ponham em risco bens e pessoas será por falta de coragem política?
Resposta - Olhe, no fundo, o desempenho político é uma combinação de interesses, e nós, na decisão política, temos de ser assertivos, determinados e flexíveis. Em Buarcos, vamos ter um espaço verde de melhor qualidade. Falou na rua da Liberdade, chamada a rua das árvores: não é um problema fácil; como não é fácil compaginar a planura dos passeios com as árvores.
Pergunta - Na rua da Liberdade não vai ousar mexer, pois não?
Resposta - Se tiver de mexer, mexo. Mas, na ponderação do gosto das pessoas em terem as árvores e a necessidade de relevante interesse público, terei de ponderar.
Pergunta - Se não cortar mais árvores em zonas que ponham em risco bens e pessoas será por falta de coragem política?
Resposta - Olhe, no fundo, o desempenho político é uma combinação de interesses, e nós, na decisão política, temos de ser assertivos, determinados e flexíveis. Em Buarcos, vamos ter um espaço verde de melhor qualidade. Falou na rua da Liberdade, chamada a rua das árvores: não é um problema fácil; como não é fácil compaginar a planura dos passeios com as árvores.
Pergunta - Na rua da Liberdade não vai ousar mexer, pois não?
Resposta - Se tiver de mexer, mexo. Mas, na ponderação do gosto das pessoas em terem as árvores e a necessidade de relevante interesse público, terei de ponderar.
Agora
Conhecem?
Lindo!
Lindo!
quarta-feira, 12 de junho de 2019
VERDE EM MOVIMENTO, NUM CONCELHO DE POLÍTICOS NÃO-PRATICANTES...
O ESTADO A QUE O CONCELHO CHEGOU!..
"Estamos perante uma obra recentemente inaugurada!!
Nova forma de cuidar o espaço público ....
.... a zona verde deu lugar ao betão!!"
À atenção do Luís Pena e Movimento PARQUE VERDE
Antes...
DEPOIS
“Rota Final”? Era bom, era...
Operação Rota Final: Nove câmaras PSD, sete PS, uma CDS e um movimento de cidadãos alvo de buscas
Entre as 18 câmaras municipais alvo de buscas encontram-se nove governadas pelo PSD: Almeida, Armamar, Braga, Fundão, Guarda, Oleiros, Sertã, Pinhel e Tarouca.Sete municípios têm presidência socialista: Belmonte, Barcelos, Cinfães, Lamego, Moimenta da Beira, Oliveira de Azeméis e Soure.
A Câmara de Oliveira do Bairro é dirigida por um autarca do CDS-PP e a de Águeda por um eleito de um movimento independente.
Que memória!..
Filipe Pinhal: Sócrates e Constâncio deram a “bênção” ao assalto ao BCP
«Filipe Pinhal, que foi afastado do BCP na luta de poder dentro da instituição financeira, diz que as mudanças na administração do banco privado só aconteceram porque tiveram o apoio do “triunvirato” José Sócrates, Teixeira dos Santos e Vítor Constâncio.»Via Negócios
SIC, SIC, SIC...
Lesados da SIC?
"A recém contratada apresentadora da SIC Cristina Ferreira, bem como outras figuras da estação televisiva, vai começar a vender aos espectadores da SIC obrigações SIC que prometem uma taxa de juro anual de 4,5%.A frágil situação financeira da Impresa é conhecida e, por isso, é de questionar de que forma vai o grupo investir os 30 milhões de euros que se pretende obter, de forma a garantir esse rendimento. É que quando as taxas de juro prometidas se tornam elevadas, é caso para suspeitar.
Aconteceu isso em operações dos CTT (que roeram o capital dos investidores), na Caixa Económica Açoreana (e faliu), no BES (e viu-se no que deu), só para falar naqueles casos de que me lembro.
Só esperemos que o Estado não venha, mais tarde, a ser chamado a cobrir os eventuais prejuízos desta operação, em nome da defesa da comunicação social livre."
Nota de rodapé.
"- Alô, Cristina? Eu queria muito, já estou em Belém, mas para já não devo pronunciar-me."
“Deem-nos algo em que acreditar”
Via Diário as Beiras
"... numa pequena cidade como a Figueira da Foz, que não é mais que uma grande aldeia onde todos se conhecem, todos são amigos de palmadinhas nas costas, e onde muitos têm receio de dizer o que pensam pois esperam que a cidade um dia lhes retribua o “bom comportamento”, não deixa de ser curioso assistir, de uma forma geral, a tanto encolher de ombros, a um quase unânime baixar de braços, e a um tão grande conformismo perante o marasmo, a asneira, a distância, a banalidade ou o clientelismo. Aqui ou no país, não é de mais que precisamos. Precisamos de melhor. Muito melhor."A Expofacic 2019, o Sunset 2019, o «Programa Sê-lo Verde 2019» e as câmaras de Cantanhede e da Figueira em 2019...
EXPOFACIC recebe Sê-Lo Verde para ser mais sustentável e ecológica.
"Ruben de Carvalho, radical e livre": por Jaime Nogueira Pinto
Bela homenagem de Jaime Nogueira Pinto a Ruben de Carvalho:
"Vou ter muitas saudades dos risos, das conversas, das gravações, da liberdade com que passeávamos pela História e pelas histórias e com que discutíamos tanta coisa. Sobretudo vou ter saudades das suas chamadas telefónicas a perguntar-me como ia a “conspiração da direita” e de alguns jantares em que falávamos de batalhas em que tínhamos estado juntos mas em lados opostos.
Como sempre, nas grandes amizades, como nas grandes paixões, ficam coisas – e importantes – por dizer.
Tenho esperança que o Maestro da minha Filarmónica lhe tenha já distribuído a partitura."
The New York Times decidiu terminar com a publicação de cartoons na edição internacional...
O desenho foi feito pelo cartunista António Moreira Antunes.
O jornal norte-americano, The New York Times decidiu terminar com a publicação de cartoons na edição internacional depois de um desenho do cartoonista português António ter sido considerado antissemita e ter gerado polémica entre os leitores.
O cartoon mostrava o presidente dos EUA, Donald Trump, com um kipá - símbolo judaico – e óculos escuros, a ser levado por um cão-guia com a cara do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu. Depois do feedback negativo nas redes sociais, a direcção do jornal lançou um comunicado oficial a anunciar ter rompido o contrato com a empresa de distribuição de “cartoons”, da qual fazia parte António Moreira Antunes, o português que fez o desenho.
Muitos dos leitores e cartunistas não concordaram com a decisão do jornal e lamentaram o fim dos cartoons. Plantu, um cartunista do jornal francês Le Monde e fundador da associação Cartooning for Peace, considerou que o jornal "se encolheu perante as redes sociais", lembrando que já antes o The New York Times tinha pedido desculpa pelo desenho do português António.
"É tão estúpido. É como se pedíssemos às crianças no Dia das Mães para pararem de fazer desenhos para suas mães", disse o cartoonista.
O autor do desenho que gerou o fim dos cartoons, António já tinha falado da "vulnerabilidade" do jornal. "Provavelmente, tem a ver com as suas linhas de financiamento. Não sei. É um espectáculo triste".
Via jornal i
O jornal norte-americano, The New York Times decidiu terminar com a publicação de cartoons na edição internacional depois de um desenho do cartoonista português António ter sido considerado antissemita e ter gerado polémica entre os leitores.
O cartoon mostrava o presidente dos EUA, Donald Trump, com um kipá - símbolo judaico – e óculos escuros, a ser levado por um cão-guia com a cara do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu. Depois do feedback negativo nas redes sociais, a direcção do jornal lançou um comunicado oficial a anunciar ter rompido o contrato com a empresa de distribuição de “cartoons”, da qual fazia parte António Moreira Antunes, o português que fez o desenho.
Muitos dos leitores e cartunistas não concordaram com a decisão do jornal e lamentaram o fim dos cartoons. Plantu, um cartunista do jornal francês Le Monde e fundador da associação Cartooning for Peace, considerou que o jornal "se encolheu perante as redes sociais", lembrando que já antes o The New York Times tinha pedido desculpa pelo desenho do português António.
"É tão estúpido. É como se pedíssemos às crianças no Dia das Mães para pararem de fazer desenhos para suas mães", disse o cartoonista.
O autor do desenho que gerou o fim dos cartoons, António já tinha falado da "vulnerabilidade" do jornal. "Provavelmente, tem a ver com as suas linhas de financiamento. Não sei. É um espectáculo triste".
Via jornal i
"Impressão de seca"...
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Via Movimento Parque Verde |
Lembram-se?...
Os Vodkas formaram-se na Figueira da Foz em 1965, tendo na sua génese a Orquestra Infantil do Grupo Caras Direitas. Fausto Azul e Ministro ("Cafum") tinham participado em 60/63 nos Conchinhas, réplica dos Conchas, tocando o seu repertório ("Oh Carol!", "Adão e Eva"...).
Com instrumentos disponíveis nos Caras Direitas (Buarcos), organizou-se uma orquestra de baile com acordeão, bateria, "rabecão", saxofone e viola, tendo como referencia as orquestras de baile existentes como as de Shegundo Galarza e Jorge Costa Pinto.
Em 1965, Fausto Azul foi convidado pelo director de uma colectividade - José Sarmento - a formar um conjunto yé-yé para o qual garantia financiamento e na Casa Ruvina, no Porto, foram comprados um órgão Farfisa, violas EKO e bateria Premier.
Em 1965, Fausto Azul foi convidado pelo director de uma colectividade - José Sarmento - a formar um conjunto yé-yé para o qual garantia financiamento e na Casa Ruvina, no Porto, foram comprados um órgão Farfisa, violas EKO e bateria Premier.
Eram então José António Pereira (voz), Ministro Pedro (Cafum) (teclas), Fausto José Azul da Cunha e Costa (viola baixo) e António Barreto da Silva (bateria).
A escolha do nome de Vodkas deu alguma polémica por poder ser associado à URSS, mas o grupo não chegou nunca a ter problemas, actuando em bailes de finalistas, matinées dançantes, festas particulares, bailes de colectividades e no Casino da Figueira.
Pela banda passaram ainda Luís Maurício e Genito (Eugénio) que viriam posteriormente a participar em conjuntos de Coimbra, como os Pops e In Locco.
Fausto Azul esteve na banda até 1969, altura em que foi obrigado ao cumprimento do serviço militar, não tendo já participado na gravação do EP.
António Manuel Barbosa Veríssimo, Cafum, José António Pereira, Tomé e Norton de Matos Ferreira foram os protagonistas do disco, único na carreira do grupo.
Os Vodkas ainda tiveram actividade regular até aos anos 80, tendo então acabado por saturação dos seus elementos.
Na sua primeira saída a Coimbra, pouco após a formação, os Vodkas foram convidados a tocar no Coimbra Clube que, julgavam, era coisa chic.
Na sua primeira saída a Coimbra, pouco após a formação, os Vodkas foram convidados a tocar no Coimbra Clube que, julgavam, era coisa chic.
Como não tínhamos transporte, fomos de comboio com os instrumentos, mandámos fazer uns fatos novos e pensávamos apanhar uns táxis para nos levar (e aos instrumentos) ao dito clube, mas nenhum nos quis levar, com o argumento de que o clube era muito próximo da Estação Nova.
Pedimos então a um peixeiro que nos levasse na sua camioneta (para a venda de peixe) e lá fomos nós de fato novo com calças à boca de sino numa camioneta de caixa aberta para o clube, perante a incredibilidade dos responsáveis da colectividade.
É que para a "barraca" ser ainda maior, o clube não tinha nada de elitista, mas, ao contrário, era o local onde se encontravam as prostitutas da zona e respectivos acompanhantes.
Colaboração de Fausto Azul, viola baixo dos Vodkas
PS - Não se conhece o titular dos direitos sobre este EP.
terça-feira, 11 de junho de 2019
Turisticamente pensando…
"Em Coimbra observei numa manhã, típica e igual a muitas outras, o fluxo de autocarros que “despejam” turistas na Universidade. De 15 em 15 minutos em média, de nacionalidades várias mas predominam chineses, japoneses, italianos, franceses, espanhóis e brasileiros. Muitos seguem para a baixa inundando-a de gente e depois para o Portugal dos Pequeninos. Pergunto-me sempre de onde vêm, onde se alojam, quanto tempo estão por cá e já agora porque não vão à Figueira da Foz? Paravam em Montemor-o-Velho visitavam o Castelo e seguiam para a Figueira, 3 realidades diferentes em 50 km, quem tem esta riqueza de recursos com boas acessibilidades? Nós temos! Mas é preciso trabalhar os fluxos percebê-los, vendê-los, e criar condições no destino para os recebermos. Será este o desafio do recém-criado Conselho Municipal de Turismo? Perceber estes fluxos, complementá-los e captá-los com uma oferta? Sejamos claros, a Figueira não tem turismo! Tem visitantes a ver o mar e banhista de verão."
Via Diário as Beiras
Via Diário as Beiras
Morreu Ruben de Carvalho, histórico dirigente do PCP
O jornalista Ruben de Carvalho, histórico dirigente comunista e organizador da "Festa do Avante!", morreu na madrugada desta terça-feira, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa. Tinha 74 anos.
Nascido em 1944, Ruben de Carvalho foi chefe de redacção da revista "Vida Mundial", redactor coordenador do jornal "O Século" e chefe de redacção do semanário "Avante!", tendo assumido ainda funções de director na rádio local "Telefonia de Lisboa".
Chefe de gabinete do ministro Francisco Pereira de Moura no primeiro Governo Provisório depois da revolução dos cravos, Ruben de Carvalho foi responsável pelo "Avante!", órgão central do PCP, de abril de 1974 a junho de 1995, tendo integrado o executivo da comissão organizadora da "Festa do Avante!" desde 1976.
Foi deputado à Assembleia da República eleito pelo distrito de Setúbal e vereador da Câmara Municipal de Lisboa.
Ruben de Carvalho era o único membro no actual Comité Central do PCP que tinha estado preso nas cadeias da PIDE durante o Estado Novo.
É uma referência na direcção e entre os militantes comunistas, tendo assumido ao longo de décadas uma atitude crítica, mas sem nunca romper ou entrar em conflito com a linha oficial do PCP. Quando das dissidências partidárias do final dos anos oitenta, do início dos anos noventa e do início dos anos 2000, Ruben de Carvalho manteve-se sempre ao lado das posições do líder histórico do PCP, Álvaro Cunhal. Próximo de Carlos Carvalhas, secretário-geral entre 1994 e 2002, Ruben de Carvalho foi também próximo do actual secretário-geral, Jerónimo de Sousa.
Como dirigente comunista, foi um defensor de que o PCP fizesse o acordo com o PS, em Novembro de 2015, que permitiu a viabilização parlamentar do actual Governo de António Costa.
Jornalista desde os anos sessenta do século XX, Ruben de Carvalho especializou-se também em história do fado, tendo publicado um livro sobre o tema.
Assumia com clareza que o seu perfil não se adaptava ao necessário, já que se via como talhado para funções mais executivas. Daí ter aceitado ser candidato à Câmara de Lisboa nas eleições autárquicas intercalares na capital. Foi aí que conseguiu alguns consensos com o então eleito presidente da Câmara pelo PS, António Costa, que conhecia já bem na altura, até porque o actual primeiro-ministro é filho do escritor Orlando da Costa, que foi militante comunista.
Nos últimos anos, mantinha na RDP1 o programa “Radicais Livres”, onde debatia temas de actualidade e gerais com Jaime Nogueira Pinto.
O PCP acaba de emitir um comunicado, onde "lamenta profundamente o falecimento do camarada Ruben de Carvalho e apresenta as mais sentidas condolências à sua família, em especial à camarada Madalena Santos, sua companheira de vida e luta."
Nascido em 1944, Ruben de Carvalho foi chefe de redacção da revista "Vida Mundial", redactor coordenador do jornal "O Século" e chefe de redacção do semanário "Avante!", tendo assumido ainda funções de director na rádio local "Telefonia de Lisboa".
Chefe de gabinete do ministro Francisco Pereira de Moura no primeiro Governo Provisório depois da revolução dos cravos, Ruben de Carvalho foi responsável pelo "Avante!", órgão central do PCP, de abril de 1974 a junho de 1995, tendo integrado o executivo da comissão organizadora da "Festa do Avante!" desde 1976.
Foi deputado à Assembleia da República eleito pelo distrito de Setúbal e vereador da Câmara Municipal de Lisboa.
Ruben de Carvalho era o único membro no actual Comité Central do PCP que tinha estado preso nas cadeias da PIDE durante o Estado Novo.
É uma referência na direcção e entre os militantes comunistas, tendo assumido ao longo de décadas uma atitude crítica, mas sem nunca romper ou entrar em conflito com a linha oficial do PCP. Quando das dissidências partidárias do final dos anos oitenta, do início dos anos noventa e do início dos anos 2000, Ruben de Carvalho manteve-se sempre ao lado das posições do líder histórico do PCP, Álvaro Cunhal. Próximo de Carlos Carvalhas, secretário-geral entre 1994 e 2002, Ruben de Carvalho foi também próximo do actual secretário-geral, Jerónimo de Sousa.
Como dirigente comunista, foi um defensor de que o PCP fizesse o acordo com o PS, em Novembro de 2015, que permitiu a viabilização parlamentar do actual Governo de António Costa.
Jornalista desde os anos sessenta do século XX, Ruben de Carvalho especializou-se também em história do fado, tendo publicado um livro sobre o tema.
Assumia com clareza que o seu perfil não se adaptava ao necessário, já que se via como talhado para funções mais executivas. Daí ter aceitado ser candidato à Câmara de Lisboa nas eleições autárquicas intercalares na capital. Foi aí que conseguiu alguns consensos com o então eleito presidente da Câmara pelo PS, António Costa, que conhecia já bem na altura, até porque o actual primeiro-ministro é filho do escritor Orlando da Costa, que foi militante comunista.
Nos últimos anos, mantinha na RDP1 o programa “Radicais Livres”, onde debatia temas de actualidade e gerais com Jaime Nogueira Pinto.
O PCP acaba de emitir um comunicado, onde "lamenta profundamente o falecimento do camarada Ruben de Carvalho e apresenta as mais sentidas condolências à sua família, em especial à camarada Madalena Santos, sua companheira de vida e luta."
As motas excitam a vida a ser vida na vida?..
Casimiro Terêncio:
"A Câmara ao atirar os 2500 motards para o Touril, Malta do Viso, prejudicou seriamente os nossos empresários da Restauração que pagam impostos cá e estão cá a aguentar o Inverno, numa terra desertificada nessa altura do ano e no Verão, quando podiam ganhar algum a Câmara prega-lhes este tipo de diabruras!"Um discurso surpreendente no 10 de Junho
João Miguel Tavares
“A falta de esperança e a desigualdade de oportunidades podem dar origem a uma geração de adultos desencantados, incapazes de acreditar num país meritocrático. Esta perda de esperança aparece depois travestida de lucidez e rapidamente se transforma numa forma de cinismo. Achamos que temos de ser pessimistas para sermos lúcidos, que temos de ser desesperançados para sermos realistas, que temos de ser eternamente desconfiados para não sermos comidos por parvos”.
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