Ernest Hemingway: «Um homem pode ser destruído mas não vencido.»

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

"MÁ SORTE", uma crónica de Carlos Tenreiro, que explica muita coisa que se passa na Figueira...

A ler, clicando aqui.

Nota de rodapé.
Este batel, de que fala a crónica de Carlos Tenreiro, que espero tenham lido, faz-me lembrar uma mulher vulgar, mas bem produzida: quando a conhecemos, acreditamos que vai mudar a nossa vida… 
Depois, perguntamos para que foi, afinal, tanta excitação…

É uma tristeza ver o último batel do Mondego, parado sem navegar...  
Ao  que julgo saber, todos os rios portugueses têm barcos tradicionais a navegar. A excepção é o nosso rio - o Mondego.
Uma pergunta, passados todos estes anos, continua pertinente...
Que fazer com este batel?..

Revolta!..

imagem sacada daqui
Não sentindo, como não sinto, o apelo da transcendência, não acreditando nele, há muito, praticamente desde 2013, como poderia sentir revolta perante este "deus"?..

Isso tem explicação fácil: alguém pode sentir revolta perante algo, ou alguém, em que deixou de acreditar que exista?..

Quando muito, poderia  senti-la perante a imagem passada deste, agora, personagem que alguns continuam a tentar endeusar...

Ora, mesmo nesse caso,  não sentiria nunca revolta...

Esta, agora, personagem, para outros esse ainda o tal "deus", tem uma desculpa aceitável perante tudo o que fez, de 2013 para cá: é a sua não existência!

Desde 2013, antes das eleições autárquicas desse ano, pura e simplesmente, desapareceu...

E não é que, entretanto, os dias na Figueira continuaram  a suceder-se indiferentes ao que o rodeia!.. 

Apesar do tempo, bom dia...

A gente bem se quer animar, mas, hoje, o tempo parece que não está para sorrisos!..
Todavia, com o tempo assim, temos mais tempo para olhar. 
E havendo mais tempo para olhar, acabamos por ter  tempo para reparar. 
Mas, para isso, temos de ter a disponibilidade necessária para perdermos um pouco, pouquinho que seja, de tempo para observar! 
Se assim fizermos, teremos tempo para verificar que não perdemos tempo nenhum...
Atrevia-me a escrever, que ganharíamos o tempo todo! 

DIÁRIO DA REPÚBLICA ELETRÓNICO TOTALMENTE DISPONÍVEL

O Conselho de Ministros aprovou o alargamento do serviço público de acesso universal e gratuito ao Diário da República, disponibilizando todo o seu conteúdo, acabando com o sistema de assinaturas.
Esta medida faz parte do programa Simplex+, estando prevista no Programa do Governo, no que respeita à disponibilização de todo o acervo legislativo do Diário da República de forma universal e gratuita.

Palavra do Senhor

Daqui

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Porque, quando estamos a menos de uma ano de autárquicas, a "oposição", na Figueira, ao que se diz nos "mentideros" das elites locais, não pode ficar reduzida ao OUTRA MARGEM e ao António João Paredes, vamos lá focar o primeiro "dos grandes problemas da cidade" ...

Pergunto:
Por onde têm andado os Partidos no nosso concelho, nos últimos três, anos, 3, que ninguém dá conta da sua existência?..
PS, PSD, PCP, BE e CDS: tão afinadinhos que vocês estão, na estratégia do silêncio e do deixa andar! 
Fazem-me lembrar a política nacional...
Vai-se governando à vista, sem que se veja qualquer alternativa política. 
O que eu não daria para que o dito popular "mudam as moscas, mas..." não se aplicasse a esta minha linda Figueira da Foz e ao seu concelho!

Coisas verdadeiramente importantes: só os melhores devem ser escolhidos para nos governarem... (II)

Coisas verdadeiramente importantes: só os melhores devem ser escolhidos para nos governarem...

"Figueira da Foz devolve 600 mil euros aos munícipes no IRS de 2017"...

Nota de rodapé.
Quem conseguirá resistir a uma "benesse" destas, em ano de eleições?..

À força de vontade dos coitados chama-se teimosia... Até onde nos levará esta teimosia e este divertimento?.. Confesso que não sei, mas estou curioso.

Para ler melhor clicar na imagem
João Ataíde: "se a nomenclatura não está correcta, corrija-se".
António Tavares: "aquele espaço nunca teve uma denominação toponímica. Não se deve alterar a placa (a tal que diz "Cais da Sardinha)".
Joaquim de Sousa: "aquela zona foi sempre conhecida como Praia da Sardinha. Quem chama Cais da Sardinha é ignorante. Só quem nunca cá viveu, ou não respeita a memória histórica da terra é que faz uma inauguração daquelas".
Fernando Cardoso: "foi sempre a Praia da Sardinha, nunca se chamou Cais da Sardinha".

Resumindo.
Algo está a acontecer com António Tavares...

A Figueira está assim porque queremos...

"Fomos pioneiros na afirmação da cidade como espaço de festejos", afirmou o presidente da câmara ao jornal AS Beiras.

(Para ler melhor, convém clicar em cima da imagem)
No jornal A Voz da Figueira de ontem, podem ler o que está na imagem acima. 

Posto isto, acredito que a alegria, cá pela Figueira, deverá ser contagiante... 
Quem não gostaria de viver permanentemente em alegria?
Muito diferente da felicidade, a alegria é atingida mais facilmente... 
Tem um senão: dura menos... 
Quer saber porque, no período de Natal e da passagem de ano, "nós somos o melhor destino turístico familiar"?..
Entre outras coisas, nomeadamente, porque vamos ter uma "pista de gelo ecológica" para "miúdos e graúdos"!
Cá está o segredo: promover "um conceito alargado de família"!..
Seja lá isso o que for...

Há sempre um fio condutor nisto tudo que gira em torno da gestão da Figueira: as escolhas dos figueirenses...
Presumo que os figueirenses, quando optam por escolher um político mau, podendo ser governados por um bom político, quando optam por ler um livro mau, podendo estar a ler um livro bom, quando optam por ver maus programas de televisão, podendo ver bons programas, quando optam por ouvir música má, podendo ouvir música boa, só fazem isso porque se devem julgar imortais...
E não venham com desculpas...
Não há boa nem má publicidade: só há publicidade.
Seria importante, a meu ver, que começássemos a ter noção do que é o desperdício.

Falando de atitudes: "ao menos, nestas pequenas coisas, venha de lá um pequeno sinal de humildade. Era mesmo a Praia da Sardinha!"

Via Daniel Santos

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Imaginem-se...

É com muita revolta que a viúva de Joaquim Comboio, reage ao arquivamento do processo que respeita ao naufrágio do arrastão Olívia Ribau, a 6 de Outubro do ano passado, em que morreram cinco homens, entre os quais o seu marido. 
Ilda Coelho disse ontem ao Jornal Diário de Coimbra que aguarda «que o advogado tome uma decisão», mas vai advertindo: «o caso do meu marido é diferente, porque esteve à espera de socorro à vista de toda a gente, demasiado tempo»
António Comboio, de 57 anos, pescador experiente (andava ao mar desde os 14 anos), ainda aguentou alguns minutos agarrado ao casco da embarcação, pedindo por socorro, que não chegou, 
acabando por sucumbir. 
«O meu marido estava ali à vista de toda a gente, soube que ia morrer e ninguém fez nada», desabafa exaltada Ilda Coelho, deixando vir ao de cima as memórias da tragédia. 
E garante que o marido, contrariamente ao que foi dito, «sabia nadar e tenho testemunhas de amigos dele de infância que o podem confirmar».

Vem aí 2017, ano de festas...

"Fomos pioneiros na afirmação da cidade como espaço de festejos", afirmou o presidente ao jornal AS Beiras.
Calma presidente... Não é precisa essa festa toda!..
A Figueira é uma festa. Como costumo escrever, na Figueira é sempre carnaval.
O pessoal que vota gosta de festa. E o presidente sabe, que com umas festas e duas ou três obras nas freguesias urbanas, tem novo mandato no papo.

A vida é uma festa... 
Mesmo para aqueles, para quem a vida mete choro e amargura pelo meio, também tem momentos de festa. 
Eu por mim falo: poucos momentos amargos recordo em comparação com os alegres.
Contudo, os primeiros superam em muito os últimos. 
A vida é uma festa e o presidente sabe.
Com muita calma,  vamos então continuar a viver essa festa bonita.
Mas, calma presidente... Não é precisa essa festa toda!..

Vem aí 2017, ano de muitas festas...
Em tempo em que as vacas já estiveram mais magras! 
Mas, mesmo em tempo de vacas magras,  não foi por isso que a festa não se  fez. 
Eu divirto-me  à brava e sem gastar dois tostões. O divertimento é a apetência pela festa... E, essa, por aqui não nos faltará!
A Figueira vai continuar em festa. Pelo menos, em grande parte de 2017, ano de eleições...

Vão ser meses, os que aí vêm, de festa em que os sorrisos dos políticos fluem e nos vão querer fazer crer que são outros, apesar de sabermos que continuam a ser os mesmos. 
20017, o ano que aí vem, será de tempo de festa, tempo de  passarmos para segundo plano as preocupações, as chatices e as impertinências. 
Vivamos então esse pouco tempo tempo de festa. 
Eu, vou ver se consigo sentir-me factuamente a borboletear!
Calma presidente...  
Isto está no papo: não é precisa essa festa toda!..