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| "Acredito nos VALORES fortes em que assenta a nossa Comunidade e no papel fundamental da Junta de Freguesia e da sua proximidade com as Pessoas." |
domingo, 22 de junho de 2025
Luís Ribeiro vai candidatar-se à Junta de Freguesia de Buarcos
Falta, ou sempre faltou "urbanismo virado para quem anda a pé"?..
(Notas sobre o "ambiente" em sentido lato vivido na Figueira da Foz. Propostas para um mundo melhor, mais limpo, justo e saudável.)
"Os acessos às Escolas, e em geral, no concelho foram desenhados nos anos 70/80 e 90, sendo anacrónicos. Falta urbanismo virado para quem anda a pé."
Os crimes da PIDE/DGS em Moçambique (1964 - 1974)
"Em 1974, o exército criou uma Comissão de Verdade para investigar os crimes da PIDE/DGS. Recolheu milhares de provas de violações dos direitos humanos. Esta documentação estava perdida há mais de 30 anos na Torre do Tombo. O PÚBLICO revela-a pela primeira vez numa série de sete artigos."
Para ler compre a edição do Público.
sábado, 21 de junho de 2025
sexta-feira, 20 de junho de 2025
Hoje, pelas 17 horas, há reunião de Câmara
Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)
Em tempo.Link para assistir à reunião de Câmara ON-Line.
Ordem de trabalhos: aqui.
Figueira
Manuel Luís Pata, numa das inúmeras e enriquecedoras conversas de café que ao longo da minha vida tive com ele: “A Figueira nasceu numa paisagem ímpar. Porém, ao longo dos tempos, não soubemos tirar partido das belezas da Natureza, mas sim destruí-las com obras aberrantes. A única obra do homem de que deveríamos ter orgulho e preservá-la, foi a reflorestação da Serra da Boa Viagem por Manuel Rei. Fez o que parecia impossível, essa obra foi reconhecida por grandes técnicos de renome mundial. E, hoje, o que dela resta? – Cinzas!..”
João P. Cruz, consultor de comunicação territorial e patrimonial. Estudou arqueologia, foi jornalista, biógrafo, ajudante de cozinha, ghostwriter, operacional do ICNF e livreiro: "Uma terra vale pela sua geografia, pela sua história, pelos seus recursos naturais e patrimoniais, mas sobretudo pelas suas gentes. Moldados pelo território e pela memória coletiva, os/as figueirenses também têm uma identidade muito própria: a cada comunidade, a cada freguesia, às vezes até a cada rua, a sua particularidade. As gentes das Gândaras são diferentes das gentes piscatórias e dos campos de arroz da margem sul ou das da cidade, mas todos, os que cá nasceram, os que cá vivem, são Figueira da Foz e todos têm esse orgulho e uma memória partilhada."
quinta-feira, 19 de junho de 2025
Presidente de Buarcos e S. Julião vai candidatar-se à Junta de Freguesia de Buarcos
"É com muita alegria, sentido de responsabilidade e Amor a Buarcos, terra que me viu nascer e crescer, que CONFIRMO, que sou Candidata, a Presidente da Junta de Freguesia de Buarcos.
quarta-feira, 18 de junho de 2025
"Os políticos não são todos iguais"
Município da Figueira da Foz lamenta e condena atos de vandalismo
Os relatos indicam ocorrências na Rua Manuel Fernandes Thomaz, Rua Direita do Monte, Rua da Restauração, Rua Galamba Marques e Rua Maurício Pinto, onde se tem registado «danos materiais consideráveis», como relata a Câmara Municipal da Figueira da Foz em nota de imprensa.
Os comportamentos, de cariz irresponsável e criminoso, colocam em perigo a segurança da população e dos seus bens. A autarquia pediu ajuda à população para que, avistando qualquer tipo de comportamento suspeito, avise as autoridades competentes.
Ricardo Silva, vereador do Ambiente e Obras Municipais, refere que estas ações são «inaceitáveis». E acrescenta: «destruir equipamento público é destruir o que é de todos. Estamos empenhados em proteger os espaços e bens da nossa cidade e em continuar a promover uma convivência cívica baseada no respeito e na responsabilidade».
A investigação do caso vai continuar, seguindo-se também o investimento na educação ambiental, prevenção e sensibilização. O município, porém, admite que não «tolerará atos que atentem contra o bem comum».
terça-feira, 17 de junho de 2025
Fado de Peniche
Um deles foi Abandono. David Mourão Ferreira neste poema fez homenagem aos presos politicos da ditadura, que eram deportados para o campo do Tarrafal nas Ilhas de Cabo Verde, Anos depois conetaram este fado como Fado Peniche, dentro do mesmo contexto, dos presos politicos.
Alaín Oulman fez esta música tão envolvente que até arrepia ouvir a Grande Amália, em uma das suas mais belas criações.

















