Face à moção aprovada ontem na AM não será uma questão de honra para a Figueira o encerramento e desmantelamento da unidade industrial de biocombustíveis da BioAdvance?
A Bioadvance está lá - já funcionou, mas não pode funcionar.
A fábrica foi construída com subsídios a fundo perdido europeus, está concretizada, funciona, é poluente, mas ninguém sabe nada, nem ninguém autorizou nem licenciou nada. Ontem, no decorrer da Assembleia Municipal da Figueira da Foz "Santana Lopes
reiterou que a câmara
não licenciou a
Bioadvance".
Para Santana Lopes "é uma questão de honra". Portanto, "não inventem, não foi a câmara [que licenciou a fábrica de biocombustíveis a partir de óleos alimentares usados na Salmanha]”, deixou bem claro o autarca Santana Lopes.
Acerca da sua reação, frisou: “A questão tem a ver com a honra. Não há nada pior do que ofender a honra de uma pessoa. Há dois bens muito importantes na vida: a saúde e a honra”.
Para Santana Lopes "é uma questão de honra". Portanto, "não inventem, não foi a câmara [que licenciou a fábrica de biocombustíveis a partir de óleos alimentares usados na Salmanha]”, deixou bem claro o autarca Santana Lopes.
Acerca da sua reação, frisou: “A questão tem a ver com a honra. Não há nada pior do que ofender a honra de uma pessoa. Há dois bens muito importantes na vida: a saúde e a honra”.
A partir de ontem há um dado novo. Existe uma moção da Assembleia Municipal da Figueira da Foz aprovada por maioria, "a defender o encerramento e desmantelamento da unidade industrial de biocombustíveis da BioAdvance, instalada no porto marítimo".
“Todo o processo da BioAdvance está marcado por um historial de irregularidades graves, omissões e relatórios incompletos que tentam escapar ao escrutínio legal e ambiental”, sustenta o documento da coligação Evoluir Figueira (BE, Livre e PAN), que foi aprovado na tarde de ontem com 16 votos a favor e 24 abstenções.

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