Via Campeão das Províncias (para ler melhor clicar na imagem)
sábado, 19 de setembro de 2026
Vai por aí uma discussão danada: a Figueira está praticamente em pé de guerra...
"Na reunião de Câmara Municipal do passado dia 17 de setembro de 2026, o Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, apresentou a intensão de vender o imóvel da antiga “Casa da Saúde”, sita na Rua Afonso de Albuquerque, proposta que teve a oposição por parte dos vereadores do Partido Socialista. Perante a intervenção discordante do vereador João Paulo Rodrigues, solicitando que se adiasse a discussão deste ponto e se procurassem outras soluções para o imóvel, mantendo o mesmo na posse municipal, o senhor presidente teve uma atitude menos cordial. Não havendo financiamento público no momento para a construção de habitação a custos controlados, a solução poderia passar pela exploração de terceiros numa estalagem de turismo jovem e/ou sénior, residência universitária, entre outras. O Senhor Presidente preferiu responder a este vereador com argumentos que nada tinham a ver com o assunto em discussão.
A 10 de outubro de 2025, o Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz anunciou, com pompa e circunstância, a aquisição deste imóvel pelo valor de 435 mil euros. Menos de um ano depois, pretende o Senhor Presidente da Câmara Municipal vender o mesmo, em hasta pública, por um valor base de 450 mil euros. O imóvel que seria reabilitado e destinado à habitação a custos controlados para arrendamento acessível, passa agora para uma "situação nebulosa" de venda a terceiros.
O Executivo Municipal começa a mostrar um certo desnorte em várias questões, onde esta é um bom exemplo."
"Casa da Saúde vai a hasta pública": remendo ou sintoma?
sexta-feira, 18 de setembro de 2026
João Pedrosa Russo, opinião publicada: "Concorda com o fecho ao trânsito de parte da marginal?"
"Não concordo", escreve na edição de hoje de o Diário as Beiras
Pretendia o Município que houvesse menos trânsito e mais espaço para quem ali passa, transformando-o numa área segura e tranquila. Dizia ainda a autarquia que “era o momento ideal para desacelerar e aproveitar a cidade com outra qualidade de vida”.
Pretendia-se que por ali se pedalasse e patinasse e que se aproveitasse o “asfalto para andar de bicicleta ou de patins com total segurança”, em sossego.
Ora, a medida em princípio podia ser boa, mas os impactos negativos superam os positivos. Aquela via é demasiado importante para a mobilidade urbana, pela ligação que promove entre o centro da cidade e a vila Buarcos, ao longo de vários edifícios com garagens e com comércio, sobretudo restaurantes e encontra-se servida de largos passeios que as pessoas utilizam frequentemente, bem como excelentes passadiços a poucos metros.
Notou-se alguma desorganização no decorrer da reunião de câmara realizada ontem
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Gliding Barnacles: 35 mil € foi o "apoio financeiro" aprovado pela autarquia figueirense
Mais 20% que o ano passado. Como disse o vereador do Chega, "não será hora de fazer um regulamento sobre isto"?..
Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)
quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Um artista chamado Moedas, Carlos...
Dito assim, fica a ideia, que as pessoas ficaram pobres por causa do "cata latas e garrafas".
Visto assim, "antes não havia drama, não havia miséria na cidade, não havia a figura do sem-abrigo recolector. Havia lixo aos montes pelas ruas mas isso era culpa das juntas de freguesia e dos imigrantes e dos criminosos que assolam a cidade, não se viam cá os miseráveis enfiados dentro do contentor."
Portanto, acabe-se com o Volta para pôr fim ao drama visual, perdão, ao "drama social".
Mais um artista de variedades, este Carlos Moedas.
"Crescimento sustentado, é o desiderato da Universidade de Coimbra e da direção do campus"
"O número de alunos do Campus da Figueira da Foz da Universidade de Coimbra continua a crescer, acompanhando o aumento da oferta académica.
Neste momento, estão inscritos cerca de 130 alunos, distribuídos pelas duas licenciaturas e pelos cinco mestrados.
O número de alunos deverá aumentar, tendo em conta que ainda falta realizar a segunda fase de candidatura ao ensino superior para licenciaturas e a segunda e terceira fases para mestrados.
Este ano letivo arranca com um novo edifício do campus – antigo terminal rodoviário – , uma nova licenciatura (Engenharia Naval e Oceânica) e três novos mestrados (Relações Internacionais, Política Internacional dos Oceanos e Sistemas Costeiros Sustentáveis). E mantêm-se a licenciatura em Biologia Marinha e os mestrados em Inteligência Artificial e Computação Musical e Design de Som."
Isabel Maia, opinião publicada :"Concorda com o fecho ao trânsito de parte da marginal?"
"Sim", escreve na edição de hoje de o Diário as Beiras, Isabel Maia
A medida tem recebido aplausos e críticas veementes.
Mudar rotinas gera desconforto e receios: a inibição de passear de carro à beira-mar, a perda no comércio, a pressão acrescida do trânsito no centro da cidade.
Decidir “mudar” é corajoso e tem riscos de impopularidade, mas pior é “não decidir” e manter o status quo, estagnar.
Neste caso, implica alterar os trajetos, utilizar as circulares externas para não pressionar o centro da cidade e promover mobilidade inteligente. E os utilizadores trocarão o cheiro e o som dos escapes pelo aroma e a música do mar, em segurança.
Quanto ao comércio, o carro que passa pela loja não gera receita, mas o peão que a pé olha a montra ou se senta na esplanada, sim. Será a oportunidade de ouro para o comércio inovar e combater a sazonalidade. O turista de hoje rejeita o asfalto e exige o destino sustentável com vivência do espaço.
“Fechar ao trânsito” não é “eliminar mobilidade”, mas priorizar o mar como lugar de bem-estar, e não é algo original: Vancouver tem a lógica do waterfront com passeio e fruição; Toronto, Queens Quay, reforçou o eixo ribeirinho pedonal e ciclável; Cascais restringiu o trânsito junto ao mar e priorizou a mobilidade suave.
As cidades crescerão com menos poluição, mais mobilidade suave e segura, com mais vida pública saudável.»
47 anos de SNS: muito obrigado António Arnaut
A melhoria introduzida em Portugal com a criação do Serviço Nacional de Saúde (SNS) por António Arnaut, não é passível de contestação.
Os resultados falam por si.
Contudo, desde o início, a criação do SNS não contou com o voto favorável do PSD. Convém não esquecer: o PSD nunca foi a favor do SNS e sempre que está no poder tenta enfraquecê-lo para dar o controlo da saúde dos portugueses aos privados. Ana Paula Martins é mais uma ministra da Saúde que pretende realizar esse sonho do PSD.
Por isso, não resolve o problema da contratação dos enfermeiros, que tanta falta fazem, entre outros.
47 anos depois da criação do SNS: muito obrigado, António Arnaut.
quarta-feira, 16 de setembro de 2026
José Couto, opinião publicada :"Concorda com o fecho ao trânsito de parte da marginal?"
"Concordo, nas áreas indicadas", escreve na edição de hoje de o Diário as Beiras, José Couto
Ora esta decisão de alargar uma área ao recreio a ao lazer parece-me bem, porque, além de tudo este espaço pode-se transformar num gerador de tráfego para uma área urbana, num espaço urbano que que já foi nobre, e que se quer nobre em termos da vivência do quotidiano e da oferta turística.
Não é só este espaço que se valoriza, é também um corredor pedonal que começa no parque da cidade e que se pode ligar à frente da cidade, com uma acessibilidade fácil ao rio e à praia; também a atividade económica, ali instalada, poderá sair com vantagem, em virtude de se poder verificar um acréscimo de potenciais consumidores.
Em muitas cidades, a criação de áreas deste género aumenta a sua utilização e dá uma dimensão de qualidade ao espaço urbano, sobretudo quando acompanhada de atividades culturais e de recreio, promovidas pelos municípios, dirigidas a vários públicos.
Uma decisão que, inicialmente, poderá trazer um pequeno incómodo a quem habita por ali, mas trará, por certo, um espaço de fruição para famílias e uma valência qualificadora para a cidade."
"A unidade de saúde de São Pedro entrou na fase final, devendo ficar concluída até ao final do ano"
"Estão programados novos equipamentos para outras freguesias. Em Buarcos, a reabilitação está em curso"
A reabilitação da unidade de saúde de Maiorca, segundo a vereadora Olga Brás, está em curso público. Mais uma tentativa, entre as várias já efetuadas que ficaram sem efeito devido à falta de interesse dos empreiteiros face ao orçamento base. A autarca da maioria FAP (coligação PPD/ PSD - CDS/PP) respondia ao vereador único do Chega, Hugo Fresta, que questionou o executivo camarário acerca das unidades de saúde de Maiorca e Tavarede na primeira reunião de câmara deste mês. Sobre o processo de reabilitação do Centro de Saúde de São Julião não se conhecem desenvolvimentos."
“SNS está em cuidados paliativos”
Portugal entre os países europeus com mais recuos democráticos
Via Diário de Notícias
A democracia está em declínio no mundo e Portugal não é exceção. O caso português aparece entre os países europeus com maior número de recuos democráticos acumulados entre 2020 e 2025, registando seis declínios significativos ao nível de fatores, incluindo a liberdade de expressão, ficando na Europa apenas atrás da Geórgia e da Rússia, e ao lado da Arménia e Eslováquia.
"Precisamos de entender a democracia como um recurso de segurança nacional e investir nisso".
As recomendações deste estudo"não são muito inovadoras". "Precisamos de votar, unir-nos a associações, precisamos de contribuir para os partidos políticos, e se não há um partido político que corresponda às nossas preferências, temos a liberdade de iniciar novos partidos. E uma chamada para que as pessoas se envolvam e não desesperem".»
terça-feira, 15 de setembro de 2026
Tribunal absolve atuais e antigos dirigentes da Goltz de Carvalho
"João Paredes diz que a decisão repõe a “honra” e a “dignidade”, mas não apaga os danos causados."
Carlos Beja, opinião publicada: "Concorda com o fecho ao trânsito de parte da marginal?"
"Entendo e concordo", escreve na edição de hoje do Diário as Beiras, Carlos Beja
Entendo e concordo com o encerramento ao trânsito nos moldes em que foi implementado, embora seja necessário e urgente encontrar soluções de estacionamento, nomeadamente o aumento significativo do parque do Mercado e do Parque das Gaivotas. É incompreensível que uma área completamente inútil do areal não possa servir para estacionamento de viaturas e autocaravanas, devidamente arborizada e apetrechada.
A circulação de trânsito motorizado em áreas de forte atração turística não é nenhuma novidade, seja no país, seja na Europa. Aqui bem perto, em Coimbra, uma artéria com forte componente comercial, Ferreira Borges - Visconde da Luz, está há muito vedada ao trânsito. E a histórica Rua da Sofia está a seguir o mesmo caminho.
Em Lisboa, a Rua Augusta é outro exemplo similar, sem que, em qualquer dos casos, se tenha diminuído a atividade turística e comercial.
Dirão alguns que o abastecimento fica comprometido nessas áreas. Nada que não se resolva com horários e planificação adequados.
Ver o troço da Avenida 25 de Abril repleto de famílias passeando em segurança, frequentando as esplanadas, em ambiente saudável e seguro, vale todo o incómodo que a medida possa provocar. Identificado o risco, nomeadamente por velocidade excessiva e incumprimento das regras de trânsito, mais vale prevenir do que lamentar no futuro não ter implementado tais medidas."
"Segurança na época balnear oficial com nota positiva de todos"
Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem): "O Município da Figueira da Foz decidiu prolongar a vigilância nas praias do concelho e nas piscinas urbanas até domingo".
Como diria o outro, "é disto que o povo gosta": "Praça do Cabedelo vira parque de estacionamento"
Via Diário as Beiras: “O verão no Cabedelo
é um caos criado por
uma obra mal feita [no
mandato autárquico
2017 – 2021] e que reduziu o estacionamento de forma negligente” - Eurico Gonçalves, do
movimento cívico SOS
Cabedelo.
Também, na edição de hoje do Diário as Beiras, na página dedicada ao correio dos leitores pode ler-se.
segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Trump e a sardinha
Uma crónica do eng. Daniel Santos publicada no Diário as Beiras em 16 de Setembro de 2016
"Ventura fica muito nervosinho com o assalto ao parlamento"
"Ponte dos Arrozais deverá estar pronta em Novembro próximo"
sábado, 12 de setembro de 2026
A Figueira em 2026
Passo a citar.
"Desde finais do passado mês de Julho, altura em que decorreu a mais recente redistribuição de competências, que Cláudia Rocha emergiu como a vereadora com potencialmente maior amplitude de intervenção no Executivo municipal.
A super vereadora ficou com uma elevada quantidade de pelouros a seu cargo. A saber: Cultura, Turismo e Desenvolvimento Económico, Centro de Artes e Espectáculos, Recursos Humanos, Modernização Administrativa, Digitação e Novas Tecnologias, Mercados e Feiras, Coadjuvação de Olga Brás nas Relações com as Juntas de Freguesia, Desporto, Juventude, Serviço de Toponímia, Parque de Campismo e Serviço Veterinário Municipal.
Nas mãos de Cláudia Rocha ficaram áreas que mexem com a imagem pública da cidade, com os grandes eventos, com a economia, com o turismo, com os trabalhadores municipais, com a transformação tecnológica dos serviços e com boa parte da relação quotidiana entre a Câmara e os munícipes. Citando o Campeão das Províncias: "Da cultura ao desporto, dos mercados ao parque de campismo, dos recursos humanos às novas tecnologias, há poucas dimensões da vida municipal onde a sua assinatura não possa vir a ser necessária."
Vamos à Cultura.
Quem é esta vereadora da Cultura?
Teve algum protagonismo conhecido e de relevo, anteriormente, nesta área?
Confesso a minha ignorância: nada sei, pois nada vi, ouvi ou li.
Porém, posso ser eu que esteja mal informado.
Conhecida - e reconhecida - é a sua disponibilidade para apoiar uma cultura de entretenimento para distrair, não pensar e não questionar.
Numa palavra: inofensiva.
Numa altura em que é mais necessário do que nunca, "construir" e fomentar o pensamento crítico, para promover questões e proporcionar confronto de ideias, nada disto é visível na Figueira.
Será porque não interessa ao poder instituído no nosso concelho?
Na Figueira, pelo que consigo ver, a cultura acompanha o resto: reina a apatia, o conformismo, a alienação.
No limite o embrutecimento!"
Este, para que conste, é o texto de uma publicação que atingiu, até ao momento em que estou a divulgá-lo no OUTRA MARGEM, cerca de 14 mil visualizações.
Se o que acima está escrito pode ser considerado "um baixo, preconceituoso e classista ataque por parte de uma pessoa que se diz progressista", isso é algo, no mínimo, pelo menos para mim, surpreendente.
Nunca me escuso às minhas responsabilidades.
Confesso: neste caso fui traído pela imaginação.
Fernando Pessoa, esse mesmo, o Poeta, tinha aquela natural curiosidade que o levava a querer perceber tudo.
O Poeta, ao contrário de mim, percebeu tudo.
Não valia mesmo a pena falar no que não existe na Figueira.
Os figueirenses devem continuar a acreditar no que este executivo promete vir a dar, mesmo que saibamos que não se pode dar o que não se pode.
A vitimização faz parte do processo.
A receita é simples: vitimizamo-nos, esperando que, mais à frente, a pena dos figueirenses se transforme em perdão pelo que se prometeu fazer e não se fez.
Os figueirenses, têm memória curta e gostam de acreditar no Pai Natal.
Tudo bem.
O direito à Liberdade para concordar, ou discordar, não é uma brincadeira para meninos "ditos progressistas" traquinas.
No meu caso, em particular, não se trata (nunca se tratou...) de "bater".
Vivemos numa época perigosa. É evidente a ocupação do espaço mediático pelos arautos do populismo cultural e político.
Nelson Rodrigues, um pessimista militante, achava que "os idiotas vão tomar conta do mundo; não pela capacidade, mas pela quantidade."
Porém, a curiosidade intelectual nunca cega, alarga a visão.
sexta-feira, 11 de setembro de 2026
André Ventura está cada vez mais nervoso e a história do eventual assalto ao seu gabinete está cada vez mais estranha...
Mas, "quem será o pai da criança"?..
Situação complexa: "limites territoriais continuam por definir"
Os riscos
"Qualquer dia, corremos o risco de construções no concelho da Figueira da Foz terem de ser licenciadas pela Câmara de Cantanhede. Esta é uma invasão suave que nos vão impondo, e não fazemos nada”, sustentou o vereador do PS João Paulo Rodrigues, da oposição, intervindo na reunião da Câmara da Figueira da Foz. “Cantanhede não tem vindo a aumentar a expansão para o nosso território. Há, é verdade, dois imóveis, a ETAR e parte do Rovisco Pais [construídos em território figueirense, mas sob tutela de Cantanhede]”, retorquiu, por seu lado, o vereador executivo da maioria FAP, Manuel Domingues."
Passam hoje 53 anos que os aviões e tanques fascistas bombardearam o Chile da Unidade Popular.
| Imagem: daqui |
quinta-feira, 10 de setembro de 2026
Câmara garante nova ligação à Praia da Leirosa. A estrada, prevista para 2027, terá cerca de 1,5 quilómetros e inclui a dois pontões
«O presidente da Associação de Moradores da Praia da Leirosa mostrou-se satisfeito com o anúncio de que a segunda via rodoviária vai avançar, mostrando-se, contudo, expectante em relação à evolução do processo. Por outro lado, José Bilhau destacou que a Celbi tem transmitido à associação que “está interessada na estrada e disponível para colaborar com a Câmara da Figueira da Foz”. E frisou que a Junta da Marinha das Ondas está igualmente “empenhada na realização da obra”. O dirigente espera que o próximo Orçamento do Município tenha inscrita uma verba que permita iniciar a construção da via rodoviária.»
Por sua vez, «o vereador Ricardo Silva abordou o processo da nova ligação rodoviária à Praia da Leirosa na reunião de câmara. O autarca do executivo camarário da coligação FAP (PPD/PSD – CDS/PP) respondia ao vereador único do Chega, Hugo Fresta, que indagou a maioria sobre aquela promessa eleitoral. “O traçado está mais ou menos definido”, adiantou o edil da FAP, destacando que a obra inclui expropriações. Não obstante, avançou que a Câmara da Figueira da Figueira da Foz pretende realizar a obra em 2027. Para o efeito, está à procura de financiamento europeu ou estatal.»
quarta-feira, 9 de setembro de 2026
Parabéns Chega
Para salvar o governo, que o mesmo é dizer, desviar o foco do caos na saúde, do descalabro na educação, do preço dos combustíveis, do aumento dos bens essenciais e do aumento das taxas de juro, alguém faria melhor, ou diferente, do que apresentar uma moção de censura por causa de um ministro que, enquanto diretor de uma polícia, se limitou a ser o típico português do desenrascanço, alguém faria melhor do que aquilo do que o Chega promoveu ontem na Assembleia da República?
Os tolos, otários, lorpas e trouxas somos nós (quase) todos
"Nunca percebi esta tendência de levar a sério o que dizem cantores ou actores sobre política. De um cantor, espero que cante. De um actor, que represente. E do meu barbeiro, já agora, que faça milagres na penugem. O que pensam sobre o capitalismo ou o Médio Oriente é mera poluição sonora."
Que haja quem seja bem pago para escrever merdas como esta, consigo entender.
No passado sábado, para a minha bolsa, paguei uma pequena fortuna para atestar o depósito do meu carro: quase 80 euros.
E fiz bem. Tanto quanto sei, o valor do gasóleo e da gasolina atingiu na passada segunda-feira o valor mais alto de sempre.
Repito: o valor mais alto de sempre.
Mas isto pode ser revertido. João Mendes explica.
"Desta vez, o assalto em questão não é da exclusiva responsabilidade da ganância dos oligarcas monopolistas dos combustíveis, que é preciso taxar em proporção. Se eles nos podem explorar como senhores feudais, o povo tem o direito de lutar por ver a sua riqueza taxada. O assalto não pode ficar sem resposta e cada um luta com as armas que tem. Os oligarcas lutam com o dinheiro que lhes permite comprar políticos, órgãos de comunicação social e anúncios nas redes sociais. A nós resta-nos votar em quem esteja dispostos a taxá-los.
Mas os responsáveis por este e por todos os aumentos dos preços dos combustíveis dos últimos meses tem nomes. Trump, Rubio, JD Vance, Hegseth, Netanyahu e respectiva corte de talibans sionistas. Eles e todos os colaboracionistas da direita radical e da extrema-direita que apoiam a guerra no Irão, a política de tarifas e, no geral, as relações internacionais belicistas promovidas por esta administração corrupta e pelos seus homens de mão, lá como cá.
E como um mal nunca vem só, o aumento do preço dos combustíveis arrastará consigo o preço dos alimentos, das matérias-primas, dos bens de consumo em geral e, claro, dos juros da dívida. E isto é só o início.
Em suma, ficaremos todos mais pobres para que Trump, o seu gangue e os seus fantoches europeus fiquem ainda mais ricos.
É este o resultado prático da política da extrema-direita: guerra, inflação galopante, tecido económico destruído, pobreza, insegurança e oligarcas corruptos extraordinariamente ricos. O exacto oposto daquilo que prometeram antes de chegar ao poder.
É esta a sua receita.
Morte, caos e miséria.
André Ventura apoia este presidente e as suas práticas. E está ao lado da b.rutalidade israelita na Palestina e da guerra contra o Irão que fechou o Estreito de Ormuz. Logo, André Ventura está na trincheira daqueles que te querem e estão a tornar mais pobre e desprotegido. Mas ainda andam por aí alguns idiotas úteis que acreditam que o político mais oportunista da história deste país e “anti-sistema”. Ser populista é fácil demais."
Morte, caos e miséria, é o plano que a extrema-direita tem para ti, querido otário, tolo, lorpa e trouxa
Voltando ao início.
João Pereira Coutinho, no Correio da Manhã.
"Nunca percebi esta tendência de levar a sério o que dizem cantores ou actores sobre política. De um cantor, espero que cante. De um actor, que represente. E do meu barbeiro, já agora, que faça milagres na penugem. O que pensam sobre o capitalismo ou o Médio Oriente é mera poluição sonora."
Que haja quem seja bem pago para escrever merdas como esta, consigo entender.























