"Até ao fim da semana passada, estavam matriculados 6.871 alunos na rede pública de ensino do concelho da Figueira da Foz.
quarta-feira, 9 de setembro de 2026
Vai arrancar o novo ano letivo no concelho da Figueira da Foz : estão inscritos 6 871 alunos, 1 167 estrangeiros de mais de 40 nacionalidades
"Até ao fim da semana passada, estavam matriculados 6.871 alunos na rede pública de ensino do concelho da Figueira da Foz.
terça-feira, 8 de setembro de 2026
Presidente da Escola Nacional de Bombeiros demite-se e acusa Liga de “ameaça e chantagem”
São Julião cria Comissão Social de Freguesia
«Neste momento, ainda não há números sobre os potenciais beneficiários das ações da Comissão Social de Freguesia de São Julião, mas o presidente do executivo da junta acredita que serão “muitas dezenas”. Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, Manuel Rascão Marques ressalvou que “a situação social na freguesia de São Julião não é grave”. E elogiou: “A Câmara Municipal da Figueira da Foz tem feito um trabalho atento nessa matéria”.
A Junta de São Julião constituiu uma Comissão Social de Freguesia, integrando diversos parceiros com atividade na cidade da Figueira da Foz.
“O executivo da junta sentiu necessidade de existir esta resposta social. É necessária, pela análise que fizemos da situação da freguesia. São Julião é uma freguesia que tem muitos idosos, tem algumas pessoas carenciadas e tem alguns problemas sociais, quer de alcoolismo quer de pessoas que vivem na rua”, afirmou o presidente da junta de freguesia, em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS.
Para Manuel Rascão Marques, este é o momento de agir, antes que a situação social em São Julião evolua negativamente. “É uma situação que carece da nossa atenção, para evitar uma evolução negativa”, defendeu.
A Comissão Social de Freguesia da São Julião pode iniciar a sua atividade após a tomada de posse dos órgãos sociais, liderados pela Junta de São Julião. A cerimónia realiza-se no dia 17 deste mês, pelas 21H00, na Assembleia Figueirense.»
segunda-feira, 7 de setembro de 2026
Da série, "é uma pena as pessoas não olharem para aquilo que interessa”
Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)
Santana Lopes: “é uma pena as pessoas não olharem para aquilo que interessa”
A Festa do Avante! e os jornais desta segunda-feira...
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| Imgem: daqui |
A grandiosidade do evento, a nível cultural, social e político, que este ano comemorou 50 anos, penso que é difícil colocar em causa.
Na primeira página do Correio da Manhã, Jornal de Notícias, Diário de Notícias, de hoje, nem uma linha, quanto mais foto.
Apenas no Público, na primeira página, vem uma pequena referência.
Será que os jornais não conseguiram ver "os drogados, as ambulâncias e a malta a fornicar nas plateias dos diversos palcos"?
Ao menos poderiam mostar o "partido moribundo".
Nem ao menos isso!..
Aqui, neste minúsculo e irrelevante espaço (apesar de ter mais visualizações que muitos jornais diários em Portugal), fica um desafio: "não morram sem ir à Atalaia ver a Festa do Avante!".
Vão ao menos uma vez. Assim poderão falar mal a sério.
Para quem ainda não percebeu o momento que vivemos.
Já que vivemos num ambiente de capitalismo desumano e selvagem, garantir que quem trabalha consegue viver condignamente é algo que vale a pena.
A construção do socialismo fica para depois.
domingo, 6 de setembro de 2026
Como financiar novo investimento público depois do PRR?
“Apelamos para que esses mecanismos sejam céleres e eficazes. Para que as obras que estão em execução possam continuar e para que os municípios que decidiram avançar, que tiveram esse arrojo de avançar, não fiquem prejudicados”, sublinhou na ocasiáo o presidente da ANMP, Pedro Pimpão.
No final de uma reunião do conselho diretivo da ANMP, Pedro Pimpão afirmou que este é o momento adequado para apurar quais os projetos e investimentos que ficaram por concluir até 31 de agosto e que ainda carecem de financiamento.
“O Orçamento do Estado está a ser preparado agora para o próximo ano. Aquilo que nós apelamos, e creio que está também a ser feito, é o apuramento daqueles que são os investimentos que necessitam desse complemento financeiro”, acrescentou.
À agência Lusa, o autarca admitiu que “há preocupação adjacente com alguns investimentos e obras”, nomeadamente na área da educação e da saúde, para além de investimentos na área da ação social, embora não diretamente relacionados com os municípios.
“Naturalmente, há um compromisso por parte do Governo de encontrarmos mecanismos de articulação para que essas obras continuem e esses investimentos sejam aproveitados ao máximo, porque estamos a falar, mais uma vez, de investimentos em que os municípios se substituíram à administração central para realizar esses primeiros investimentos”.
Nesta ocasião, o também presidente da Câmara Municipal de Pombal aproveitou para se congratular com os mecanismos legislativos que têm sido criados para haver transição de investimentos. “Estamos a falar de investimentos que podem transitar para o Portugal 2030 ou que podem ser integrados também no âmbito do Orçamento do Estado para o próximo ano”, referiu.
Pedro Pimpão disse ainda que há o compromisso do Governo de que os mecanismos de transição serão céleres. “Naturalmente, registamos isso com agrado e com a disponibilidade que nós temos de continuar a ter um papel ativo no investimento público a nível nacional”, frisou.
À Lusa, congratulou-se ainda por “o país ter conseguido atingir os marcos e as metas a que se tinha proposto” no âmbito do PRR. “Nesse propósito, queria também salientar aquilo que foi o papel que os municípios portugueses tiveram ao longo destes anos para que o país conseguisse alcançar este desiderato de melhorar a vida das nossas comunidades”, concluiu.
A censura de Ventura
"A novela Neves não é alimentada pelas acusações, mas pelas respostas do ministro e do aparelho do PSD, que são de uma indigência intelectual e ética confrangedoras".
Via Jornal Público (para ler melhor clicar na imagem)
O SNS, a joia da coroa da democracia portuguesa, nunca correu tantos riscos
A legislação desta Reforma falava em ganhos em saúde: isto não era aproximar-se da essência e da finalidade de uma empresa?
Isto é: o lucro.
Aconteceu o que tinha que acontecer: os gestores dos hospitais, transformados em sociedades anónimas, os dirigentes dos que continuaram a pertencer ao Sector Público Administrativo, ou dos que forem objecto de negociações do tipo parceria público-privada, procuraram conquistar determinados mercados para que a sua "empresa" obtivesse "ganhos".
E como ficámos nós os utentes perante esta nova realidade?
Convém não esquecer que o que está em causa é um produto que podemos chamar de saúde. O povo diz que a saúde não tem preço. É uma realidade. Para o doente/utente - sei por experência própria - no momento em que está a precisar de cuidados de saúde, aquilo que menos o preocupa é se o hospital tem gestão empresarial ou gestão tradicional. O que doente/utente pretende é ser bem atendido e não esperar meses a fio por uma consulta ou por uma intervenção cirúrgica sem recorrer aos subsistemas privados de saúde.
Basta vero que se está a passar com a contratação de enfermeiros.
Mais uma vez, a atitude tomada mostra que não querem contratar pessoal para o SNS tão carenciado dele, mas pretendem, sim, convidá-los a emigrar ou deixá-los livres para os privados.
Luís Montenegro e Ana Paula Martins estão a cometer um crime. António Arnaut não merecia isto.
E os portugueses também não.
"O nojento Frazão"
A democracia representativa tem pelo menos um mérito: é que um membro do parlamento nunca pode ser menos do que aqueles que votaram nele.
Texto de Eduardo Dâmaso. Jornalista
"No dia em que André Ventura acusava Luís Neves de usar uma linguagem pouco apropriada num Estado de Direito, o deputado do Chega Pedro Frazão ameaçava fechar a agência Lusa e chamava “nojentos” aos jornalistas deste órgão de informação. O homem indignou-se por a Lusa não chamar terrorista ao Hamas e qualificá-lo como movimento extremista. Frazão tem direito a indignar-se com o que quiser. A indignação é a sua residência habitual, bem como dos seus comparsas de partido. O que Frazão não pode é ameaçar os jornalistas e uma empresa de comunicação social.
sábado, 5 de setembro de 2026
O aparecimento de um muro que bloqueia o acesso de cadeiras de rodas às instalações da APPCDM na Figueira da Foz
| Foto: Sara Ferreira |
Processo Chega: "Assembleia pede parecer à ANAM, pois existem dúvidas"...
Via Diário as Beiras
"A mesa da Assembleia Municipal da Figueira da Foz optou por solicitar um parecer jurídico à Associação Nacional de Assembleias Municipais (ANAM) sobre o processo de passagem ao estatuto de independentes dos três deputados municipais eleitos pelo Chega – João Saltão, Balbina Oliveira e António Sebastião - , decisão querevogariam, dias depois,após uma reunião com dirigentes do partido.
O presidente da assembleia, José Duarte Pereira, adiantou ao DIÁRIO AS BEIRAS que foi tomada a decisão de pedir à ANAM que se pronuncie sobre o assunto porque, frisou, a lei é omissa acerca da reversão da decisão. Ou seja, há dúvidas se os autarcas podem voltar a representar o Chega no órgão autárquico."
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
PUBLICIDADE INSTITUCIONAL: quem quer ser polícia municipal?
A Polícia Municipal da Figueira da Foz entra ao serviço no primeiro trimestre de 2027, com 15 elementos, adiantou ontem Santana Lopes aos jornalistas. Entretanto, foi aprovado na reunião de câmara o regulamento do corpo policial.
E Comandante já há?












