"Entendo e concordo", escreve na edição de hoje do Diário as Beiras, Carlos Beja
"A questão da
compatibilização do
tráfego quotidiano com a segurança e qualidade
de vida dos cidadãos é hoje uma
realidade presente em todas as cidades, independentemente da
sua dimensão.
Entendo e concordo com o encerramento ao trânsito nos moldes em que foi implementado, embora seja necessário e urgente encontrar soluções de estacionamento, nomeadamente o aumento significativo do parque do Mercado e do Parque das Gaivotas. É incompreensível que uma área completamente inútil do areal não possa servir para estacionamento de viaturas e autocaravanas, devidamente arborizada e apetrechada.
A circulação de trânsito motorizado em áreas de forte atração turística não é nenhuma novidade, seja no país, seja na Europa. Aqui bem perto, em Coimbra, uma artéria com forte componente comercial, Ferreira Borges - Visconde da Luz, está há muito vedada ao trânsito. E a histórica Rua da Sofia está a seguir o mesmo caminho.
Em Lisboa, a Rua Augusta é outro exemplo similar, sem que, em qualquer dos casos, se tenha diminuído a atividade turística e comercial.
Dirão alguns que o abastecimento fica comprometido nessas áreas. Nada que não se resolva com horários e planificação adequados.
Ver o troço da Avenida 25 de Abril repleto de famílias passeando em segurança, frequentando as esplanadas, em ambiente saudável e seguro, vale todo o incómodo que a medida possa provocar. Identificado o risco, nomeadamente por velocidade excessiva e incumprimento das regras de trânsito, mais vale prevenir do que lamentar no futuro não ter implementado tais medidas."
Entendo e concordo com o encerramento ao trânsito nos moldes em que foi implementado, embora seja necessário e urgente encontrar soluções de estacionamento, nomeadamente o aumento significativo do parque do Mercado e do Parque das Gaivotas. É incompreensível que uma área completamente inútil do areal não possa servir para estacionamento de viaturas e autocaravanas, devidamente arborizada e apetrechada.
A circulação de trânsito motorizado em áreas de forte atração turística não é nenhuma novidade, seja no país, seja na Europa. Aqui bem perto, em Coimbra, uma artéria com forte componente comercial, Ferreira Borges - Visconde da Luz, está há muito vedada ao trânsito. E a histórica Rua da Sofia está a seguir o mesmo caminho.
Em Lisboa, a Rua Augusta é outro exemplo similar, sem que, em qualquer dos casos, se tenha diminuído a atividade turística e comercial.
Dirão alguns que o abastecimento fica comprometido nessas áreas. Nada que não se resolva com horários e planificação adequados.
Ver o troço da Avenida 25 de Abril repleto de famílias passeando em segurança, frequentando as esplanadas, em ambiente saudável e seguro, vale todo o incómodo que a medida possa provocar. Identificado o risco, nomeadamente por velocidade excessiva e incumprimento das regras de trânsito, mais vale prevenir do que lamentar no futuro não ter implementado tais medidas."
1 comentário:
Discordo da parte que onde "falta estacionamento" e por isso se deve "ampliar o parque das gaivotas". De resto, demonstra visão.
Mas podem fazer estacionamentos até à borda do mar, que uma parte dos automobilistas irá sempre procurar estacionar à porta do sítio onde quer ir, mesmo que seja em cima de um canteiro de orquídeas.
É mentira? Olhem para o actual parque das gaivotas em qualquer altura do dia, e depois olhem para a praceta mais acima.
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